Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 10 de agosto de 2012

CBOT: grãos fecham a semana com reação "morna" frente ao USDA

Nesta sexta-feira (10), os futuros da soja, do milho e do trigo fecharam o dia de olho nos novos números de oferta e demanda divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A soja encerrou em alta, com ganhos de dois dígitos, e o milho e o trigo no vermelho.

Soja - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam o último pregão da semana com altas entre 12,50 e 19,75 pontos refletindo os cortes nas projeções para a oferta de soja feitos pelo USDA.

O departamento norte-americano promoveu um ajuste para baixo na produção de soja mundial e dos Estados Unidos, além de reduzir sua produtividade e estimar os estoques do país em 3,13 milhões de toneladas, níveis historica e perigosamente baixos.

A projeção para a safra mundial de soja 2012/13 caiu de 267,16 milhões para 260,46 milhões de toneladas e os estoques mundiais caíram de 55,66 milhões para 53,38 milhões de toneladas.

Além desses cortes feitos pelo USDA, sinais de uma demanda bastante aquecida também contribuíram para o avanço dos preços. Nesta sexta-feira, o departamento reportou a venda de 290 mil toneladas de soja para a China. As importações da oleaginosa pela nação asiática só no primeiro semestre desse ano tiveram aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

Milho - Na contramão da soja, o milho fechou a semana em baixa. O mercado viu, a princípio, números dentro do esperado e registrou uma reação mais morna aos novos números do USDA depois de uma sessão de boas altas nesta quinta-feira (9), pré-relatório, quando o cereal atingiu o recorde dos US$ 8,49 por bushel. Na sessão desta sexta, as perdas nos principais vencimentos ficaram entre 10 e 18,25 pontos.
Entretanto, assim como no caso da soja, o departamento norte-americano também promoveu uma redução em suas estimativas para produção, produtividade e estoques nos Estados Unidos e, como explicaram os analistas de mercado, trata-se de um boletim, portanto, altista. A produção norte-americana deverá registrar uma baixa de 100 milhões de toneladas, o volume projetado hoje foi de 273,9 milhões contra a estimativa inicial de 365 milhões de toneladas.

Mercado - A reação do mercado ao reporte do USDA foi pouco expressiva, segundo analistas. Porém, essa não é a realidade dos preços, que devem logo voltar a subir. Nesta quinta-feira (9), os grãos registraram boas altas tentando antecipar os números divulgados nesta sexta e esse avanço acabou "limitando" movimentos mais significativos neste pregão.

Segundo explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, "o relatório é extremamente altista. O USDA foi obrigado a cortar estimativas de exportação para "fazer a matématica funcionar", pois não tem como mostrar um número negativo de estoques tanto para soja quanto para milho. Ou seja, dados "jogam a realidade na cara do mercado" e o mercado sabe que é preciso racionar. As estimativas de exportação estão muito baixas, mas serão maiores no final das contas. Precisaremos de preços mais altos para racionar o que é preciso racionar", disse.

De acordo com o analista, a reação dos preços foi mais um reflexo do movimento de "compra de boatos e venda de fatos". Sendo assim, o que poderá ser visto até meados de setembro são os futuros tanto da soja quanto do milho testando novas máximas diante do atual quadro de oferta e demanda.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Soja: À espera do USDA, mercado fecha com forte alta na CBOT

À espera dos novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira, 10 de agosto, os preços da soja dispararam no mercado internacional. O contrato agosto fechou esta quinta-feira (9) altas de mais de 60 pontos e as demais posições com mais de 40 na Bolsa de Chicago. Os futuros do milho e do trigo também terminaram o dia em território positivo, entretanto, os ganhos não foram tão intensos como os da oleginosa.

"O mercado está muito mais preocupado comum relatório altista do que com que com um baixista", disse o Pedro Dejneka, da PHDerivativos. O analista explica que o mercado aproveitou as recentes baixas para comprar antes da divulgação do reporte desta sexta. Caso se confirme altista, esse boletim poderia trazer "prejuízos" a quem espera números que possam pressionar negativamente o mercado para aproveitar preços menores.

Por conta da severa quebra de safra que os Estados Unidos irão registrar nesta safra, os traders aguardam esses dados oficiais com bastante ansiedade e a busca, a cada pregão, é por um melhor posicionamento antes da divulgação. Segundo analistas, os participantes do mercado ainda não têm a dimensão exata do estrago causado na produção norte-americana e que por isso as altas ainda não foram registradas este ano.

Como explicou Dejneka, o mercado necessita de uma nova faísca para voltar a subir com intensidade e firmeza. Caso esse fôlego não venha do USDA, como diz o analista, há quem afirme que possa vir da demanda nas próximas semanas, que novamente vem se mostrando aquecida. Só nesta quinta-feira, o departamento anunciou a venda de 165 mil toneladas de soja dos EUA para a China. Na segunda-feira (6), o anúncio foi de 106 mil toneladas. Confirmando este cenário, o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, explicou que nos portos americanos os prêmios elevados dão indicação de que os traders ainda não se "assustaram" com os atuais patamares de preços e continuam avançando nas compras.

Além disso, o mercado ainda parece estar antecipando o relatório do USDA estimando expressivos ajustes tanto na produção quanto na produtividade da soja e também do milho. As expectativas de agências internacionais é de que de a colheita de soja seja de 75,8 milhões de toneladas. Sobre a produtividade, o recuo deve ser de 45,92 sacas (40,5 bushels) para 42,17 sacas por hectare (37,2 bushels por acre).


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

MERCADO: SOJA TEM QUARTA TRAVADA E DE PREÇOS NOMINAIS

O mercado brasileiro de soja esteve praticamente parado
nesta quarta-feira. Os vendedores seguem ausentes e, com isso, os preços são
apenas uma sinalização nominal. As expectativas se voltam para o relatório do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), na sexta-feira.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos se manteve em R$ 80,00. Na região
das Missões, o preço da saca subiu de R$ 79,00 para R$ 79,50. No porto de Rio
Grande, os preços seguiram indicados em R$ 81,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço permaneceu em R$ 80,00 por saca. No porto
de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 81,50 por saca, contra R$ 81,00
de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço seguiu em R$ 73,00 por saca. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 82,00, contra R$ 81,50 de ontem.

Chicago

Os preços da soja subiram nesta quarta-feira, na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). Os ganhos foram acelerados no final da sessão, com fundos e
especuladores procurando um melhor posicionamento frente ao relatório de agosto
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado
na sexta, dia 10.
A expectativa é de que o Departamento corte a projeção para a safra
americana, seguindo a sinalização dos institutos privados. A recente seca
sobre a região produtora americana deverá comprometer o potencial produtivo da
safra americana.
Os contratos da soja em grão com vencimento em agosto fecharam com alta de
24,75 centavos de dólar a US$ 16,30 por bushel. A posição setembro teve
ganho de 23,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,00 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 500,10
por tonelada, com alta de US$ 8,50. Os contratos do óleo com vencimento em
agosto fecharam a 51,58 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,29 centavo
frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje na BM&FBovespa com
queda de 0,29%, a R$ 2,0200 para compra e R$ 2,0220 para venda. A divisa oscilou
entre a cotação mínima de R$ 2,0200 e a máxima de R$ 2,0370 durante o
dia.


FONTE: Safras e Mercado.

Grãos: Após sessão volátil, mercado toma fôlego e fecha em alta

Os futuros da soja, do milho e do trigo enfretaram mais um pregão volátil no mercado internacional nesta quarta-feira (8). Até que seja divulgado o novo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e que o clima se defina nos Estados Unidos, o mercado opera sem direção. Porém, os preços conseguiram retomar o fôlego e fechar os negócios em alta. A soja e o milho fecharam com ganhos de dois dígitos.

Nesta sexta-feira (10), o departamento norte-americano divulga seu novo reporte de oferta e demanda e os analistas esperam que o órgrao faça ajustes, principalmente, nos números do milho.

Segundo Daniel D'Ávilla, analista de mercado da NewEdge, de Nova York, as perdas nas lavouras do cereal podem chegar a 100 milhões de toneladas. Espera-se que o USDA reporte uma produção entre 264 milhões e 280 milhões de toneladas. A projeção inicial era de uma colheita de 365 milhões de toneladas.

No caso da soja, a quebra pode ser de cerca de 20 milhões de toneladas e os prejuízos financeiros já são calculados em, aproximadamente, US$ 33 milhões. Em importantes estados produtores, como Iowa e Illinois, o enchimento das vagens já começa a dar sinais de desaceleração por conta da seca e isso compromete a produtividade da oleaginosa.

Além disso, há ainda a entrada de novas chuvas nos Estados Unidos. No entanto, ainda são volumes baixos e precipitações nada regulares, o que, portanto, não ameniza a situação das lavouras norte-americanas.

"O mercado vinha trabalhando com clima quente e seco por muito tempo. Agora, essas chuvas têm um efeito psicológico e ainda não são suficientes para reverter o quadro", explicou D'Ávilla. O analista explicou ainda que a tendência de alta no curto prazo não muda. As perdas existem e isso deve continuar trazendo sustentação aos preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 7 de agosto de 2012

SOJA: CHICAGO ENCERRA COM PREÇOS EM QUEDA

Os preços da soja caíram nesta terça-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão de mais chuvas para o cinturão
produtor dos Eua ao longo desta semana pressionou as cotações ao longo do dia.
O tempo favorável pode favorecer as lavouras que enfrentaram um período
grande de estiagem. Na sexta-feira, o USDA atualiza seu relatório mensal e a
projeção de safra para o país.
Os contratos da soja em grão com vencimento em agosto fecharam com baixa
de 2,25 centavos de dólar a US$ 16,05 1/4 por bushel. A posição setembro teve
perda de 16,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 15,76 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 512,30
por tonelada, com baixa de US$ 5,90. Os contratos do óleo com vencimento em
agosto fecharam a 51,29 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,19 centavo
frente ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Grãos operam com volatilidade à espera do USDA e de definição climática nos EUA

Nesta terça-feira, o mercado internacional de grãos enfrenta mais um dia de volatilidade na Bolsa de Chicago. Depois de operarem em boa parte do pregão em território positivo, a soja passou para o campo misto e o milho e o trigo voltaram a recuar.

O mercado se mostra na defensiva diante da indefinição climática nos Estados Unidos e também da expectativa para o boletim de oferta e demada que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira (10).

Porém, o cenário ainda é o mesmo para o mercado. Os preços continuam sustentados diante de perdas já consolidadas nos Estados Unidos. No entanto, como explicou Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivatvos, o mercado ainda não possui muita convicção para sustentar novas altas e nem para vender mais nesse momento diante de tantas expectativas.

Sobre o clima nos Estados Unidos. O país sofre com a pior seca da história e suas lavouras continuam sendo deterioradas pelas altas temperaturas e pela falta de chuvas. No milho, as perdas já são irreversíveis. A soja tem mais essa semana e a próxima para sua definição e chega a um estágio onde a presença da água é fundamental para seu bom desenvolvimento.

Entretanto, no último final de semana, importantes regiões produtoras dos Estados Unidos registraram boas chuvas e agora analistas avaliam se tais precipitações foram suficientes para amenizar a situação da oleaginosa.

Além disso, o mercado ainda se deparou com novos mapas climáticos do modelo norte-americano - o GFS - que apontam para novas chuvas para os próximos 10 a 16 dias. "Os preços estão sob pressão por agora, mas vejo este movimento como temporário, pois não acredito que o mercado vá pressionar muito os preços antes do relatório de sexta, dentro de condições normais de clima e macrocenário", disse Dejneka.

Como explicou o analista, falta uma certa "faísca" ao mercado, com ausência de novidades, a falta de definição no clima dos Estados Unidos e a espera pelos números que o USDA divulga no final da semana.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Chuva nos EUA pressiona mercado e soja fecha com mais de 40 pts de baixa

Nesta segunda-feira (6), os futuros da soja encerraram a sessão com perdas de mais de 40 pontos na Bolsa de Chicago. A oleaginosa foi pressionada pelas chuvas que chegaram aos Estados Unidos, além de um movimento de intensa realização de lucros.

Como já era esperado, choveu bem neste final de semana em importantes regiões produtoras norte-americanas e isso pesou sobre os negócios no primeiro pregão da semana. A área de abrangência das chuvas foi maior, porém, o volume ainda é fraco.

Agora, após essas precipitações, os analistas tentam avaliar se serão suficientes para reverter as perdas já registradas no país, segundo explicou o analista de mercado Vinícius Ito, da Jeffrey's. No caso do milho, os prejuízos já são irreversíveis.

Além disso, novos mapas climáticos também indicam boas chuvas. O modelo GFS, o norte-americano, indica em suas novas previsões chuvas para o intervalo dos próximos 10 a 16 dias e o mercado parece estar dando atenção à essas informações.

Porém, esses dados vêm dos mapas do modelo norte-americano, o qual não tem sido muito preciso nos últimos meses. "Por isso, é preciso cautela. Os preços estão sob pressão por agora, mas vejo este movimento como temporário", disse Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos.

O mercado recuando também reflete os investidores na defensiva, buscando melhores posições antes do novo relatório mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira, 10 de agosto.

Há uma grande expectativa sobre o boletim por conta das perdas que vêm sido provocadas pela severa estiagem que castiga os Estados Unidos. Já há consultorias privadas que estimam perdas na casa dos 100 milhões de toneladas para o milho e 20 milhões para a soja.

"Não acredito que o mercado vá pressionar muito os preços antes do relatório de sexta, dentro de condições normais de clima e macrocenário", completou Dejneka.

Milho - O milho também fechou a sessão desta segunda-feira no vermelho. Entretanto, as perdas do cereal foram bem mais amenas e não chegaram aos 3 pontos nos principais vencimentos. Apenas o contrato setembro/12, o de maior liquidez no momento, encerrou perdendo 7 pontos.

O grão registrou um recuo menos expressivo frente a um cenário de danos já sem solução nos Estados Unidos. Apesar de ainda não se saber o tamanho do estrago, as perdas já estão consolidadas e as chuvas que chegaram ao país não tiveram muito efeito sobre as lavouras do cereal.

“Analistas que acompanham a safra nos EUA afirmam que no caso do milho não importa muito se vai voltar a chover ou não. A oleaginosa pode ter leve recuperação”, disse Flávio França, analista de mercado da agência Safras & Mercado.

Trigo - Em contrapartida, o trigo fechou a segunda-feira em campo positivo. O mercado encontrou sustentação no bom desempenho dos embarques semanais norte-americanos e também nas preocupações ainda presentes com o clima adverso na região do Mar Morto, importante região produtora do grão.

Porém, por outro lado, a forte baixa da soja e o dia negativo também para o milho limitaram as altas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

SOJA: CHICAGO RECUA COM CHUVAS NOS EUA E REALIZAÇÃO DE LUCROS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços significativamente mais baixos no meio-pregão de hoje. A
oleaginosa é pressionada pelas chuvas acima do esperado que atingiram o Meio
Oeste dos Estados Unidos neste final de semana. As lavouras de soja estão num
estado crítico de desenvolvimento e as chuvas cobriram a maior parte delas,
desencadeando um movimento de realização de lucros. Além disso, os
investidores buscam um melhor posicionamento frente ao relatório de oferta e
demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será
divulgado dia 10 de agosto.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos a venda de 106 mil toneladas de soja em grão
para a China, para entrega na temporada 2012/13. Toda operação envolvendo a
venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão, feita para o
mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto de 2012 estão cotados
a US$ 16,22 3/4 por bushel, baixa de 33,50 centavos de dólar por bushel em
relação ao fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em
setembro de 2012 estão cotadas a US$ 16,05 1/4 por bushel, perda de 30,50
centavos de dólar por bushel em relação ao fechamento anterior.
No farelo, agosto de 2012 tem preço de US$ 522,50 por tonelada, retração
de US$ 9,00 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja,
a posição agosto de 2012 vale 51,68 centavos de dólar por libra-peso,
desvalorização de 0,36 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

USDA: 50% das lavouras de milho dos EUA estão em más condições

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou mais um relatório de acompanhamento de safra nesta segunda-feira (6). Pela nona semana consecutiva, o departamento reduziu seus índices de lavouras em boas/excelentes condições para o milho, já a soja se manteve. O algodão também apresentou uma expressiva baixa.

No caso da soja, apenas 29% das plantações estão em bom estado. O número veio em linha com o divulgado na semana passada. Já em condições regular estão 32% das lavouras, contra 34% da semana passada e, em situação ruim, o índice passou de 37 para 39%. 71% das lavouras da oleaginosa já formaram vagens. No ano passado, nessa mesma época, o índice era de 46%.

Para o milho, o índice de plantações em boas condições passou de 24 para 23%. Em situação regular estão 27% da produção, contra 28% e em situação ruim/muito ruim estão 50% das plantações. Na semana passada, esse último número era de 48%.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Grãos voltam a subir em Chicago com influência positiva do financeiro

A sexta-feira é de recuperação técnica para os grãos negociados na Bolsa de Chicago. Na sessão de hoje, que começou com os preços exibindo um leve recuo, os futuros da soja, do milho e do trigo operam do lado positivo da tabela, registrando, novamente, intensas altas. Por volta das 12h30 (horário de Brasília), quem liderava os ganhos era o trigo, que subia quase 40 pontos nos principais vencimentos.

O mercado internacional de grãos sente hoje a influência positiva do mercado financeiro, segundo explicou Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos, com as principais bolsas de valores ao redor do mundo operando em alta diante do resultado melhor do que o esperado do indicador de emprego nos Estados Unidos e um voto de confiança dado ao Banco Central Europeu pelos investidores. O dia portanto é de ver os traders aptos ao risco, estimulados aind apela alta do petróleo e pela queda do dólar.

Paralelamente, há ainda a influência dos fatores climáticos dos Estados Unidos. Novas previsões apontam chuvas para os próximos dias, no entanto, as semanas seguintes ainda devem ser marcadas pela seca, altas temperaturas e apenas chuvas esparsas com volumes abaixo do necessário. Como explicou o agrometeorologista Marco Antônio dos Santos, da Somar Meteorologia, o mês de agosto vem sinalizando chuvas bem abaixo da média para o mês no cinturão produtor norte-americano.

Ainda de acordo com Dejneka, há alguns compradores "embaixo" deste mercado "esperado qualquer baixa para entrar comprando", disse.

Há também o mercado operando baseado em uma grande expectativa sobre os números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 10 de agosto em seu novo relatório mensal de oferta e demanda. O que se espera é que a instituição faça ajustes em suas estimativas reduzindo os dados tanto para a soja quanto para o milho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes