Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 9 de abril de 2012

Soja e milho fecham o dia com realização de lucros à espera do USDA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta terça-feira, 10, seu novo relatório de oferta e demanda e essa expectativa tirou a direção do mercado internacional de grãos

A soja fechou o pregão noturno desta segunda-feira em terreno misto por conta, justamente, desta falta de direcionamento. Depois de uma sessão volátil, os vencimentos mais próximos encerraram o dia com perdas de pouco mais de 3 pontos e o novembro/12 com um ligeiro ganho de 0,50 ponto.

As baixas registradas hoje refletem um movimento de realização de lucros com os agentes de mercado tentando se posicionar melhor antes dos novos números que o USDA divulga amanhã e diante da falta de novidades fundamentais.

O cenário mundial, principalmente no caso da soja, é de oferta bastante restrita e demanda aquecida. A expectativa dos analistas é de que o departamento norte-americano reduza suas estimativas para as safras do Brasil e da Argentina, bem como as projeções para os estoques finais da safra 11/12 nos EUA.

No mercado do milho, o sentimento de incertezas também pressionou as cotações. Porém, as perdas foram mais acentuadas do que as registradas pela soja. Em alguns vencimentos, o recuo chegou a ser de dois dígitos no fechamento desta segunda-feira.

A expectativa dos traders para o cereal é de que o USDA traga projeções de uma área de plantio maior para a safra 2012/13 nos Estados Unidos e essa expectativa atuou como forte pressão negativa para o mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 5 de abril de 2012

SOJA: EXPORTAÇÕES POSITIVAS ACENTUAM GANHOS EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços predominantemente mais
altos. As exportações semanais americanas acima do esperado e o aperto na
oferta global do produto voltaram a dar sustentação aos preços. Os
participantes também buscaram um melhor posicionamento frente ao feriado de
Páscoa e ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA), na terça-feira, 10.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 406.900 toneladas
na semana encerrada em 29 de março, contra 471.900 toneladas na semana
anterior. China (257.200 toneladas) foi o principal país comprador. Segundo o
USDA, as vendas para a temporada 2012/13 somaram 706.000 toneladas, contra
120.400 toneladas na semana anterior.
A produção brasileira de soja na temporada 2011/12 deverá totalizar
66,815 milhões de toneladas, recuando 10% na comparação com a safra anterior,
que ficou em 74,380 milhões de toneladas. A previsão faz parte de
levantamento divulgado hoje por SAFRAS & Mercado. No relatório anterior,
divulgado no dia 2 de março, a previsão era de safra de 68,228 milhões de
toneladas. O corte ficou em 2%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com ganho de
14,50 centavos de dólar a US$ 14,34 por bushel. A posição julho teve
valorização de 14,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,37 3/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 391,90 por
tonelada, ganho de US$ 3,70. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 56,64 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,62 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja e milho encerram a semana em alta. Trigo recua

A soja encerrou a quinta-feira com altas de dois dígitos na Bolsa de Chicago. No último programa da semana, os futuros da oleaginosa terminaram a sessão regular com ganhos de mais de 14 pontos nos principais vencimentos. O cenário de demanda aquecida e oferta ajustada segue como principal fator de suporte para os preços.

Hoje, o mercado da soja voltou a subir diante de novos cortes nas estimativas para a safra da América do Sul, com a consultoria Informa Economics reduzindo suas projeções para o Brasil e para a Argentina e o adido do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) projetando uma colheita de 66 milhões de toneladas.Os números confirmam dias de oferta restrita no continente sulamericano e as preocupações com a necessidade de uma safra "perfeita" nos Estados Unidos na temporada 2012/13.

Além disso, as exportações semanais de soja dos EUA reportadas hoje pelo USDA ficaram acima das expectativas do mercado e contribuíram para o bom avanço das cotações nesta quinta-feira. Os norte-americanos exportaram, na semana encerrada no dia 29 de março, 1.112,9 milhão de toneladas.

Os dados confirmam o momento positivo da demanda, principalmente pela oleaginosa dos EUA diante da quebra de safra na América do Sul. A China continua sendo o principal destindo da commodity.

As boas exportações semanais também deram sustentação ao mercado do milho em Chicago. Os futuros do cereal encerraram o dia em território misto diante das vendas dos EUA ficando acima das projeções dos traders.

Outro fator positivo foram as altas do petróleo e dos metais.

Trigo - Na contramão dos mercados vizinhos, o trigo encerrou mais um dia em queda na CBOT. O grão operou boa parte do pregão em alta, porém, depois da metade da sessão começou a recuar e encerrou o dia no vermelho.

Previsão de clima favorável nos Estados Unidos, a alta do dólar e exportações semanais dentro das expectativas foram os principais fatores de pressão negativo para os preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quebra na safra da América do Sul volta ao foco e soja fecha em alta. Milho recua

Após trabalhar com muita volatilidade no início do pregão regular desta quarta-feira, o mercado da soja virou e passou para o lado positivo da tabela, encerrando o dia no azul. A quebra da safra na América do Sul voltou aos holofotes dos investidores.

Notícias de novas baixas nas safras do Brasil e da Argentina parecem ter criado uma nova faísca nos negócios depois da realização de lucros das últimas sessões. Hoje, a consultoria Informa Economics reduziu sua projeção para a safra argentina de soja para 45 milhões de toneladas e a do Brasil para 66,5 milhões. Anteriormente, as estimativas eram de 47,5 milhões e 68 milhões de toneladas, respectivamente.

O cenário fundamental é positivo para os negócios. O momento é de demanda bastante aquecida, principalmente por parte da China, que esta semana já comprou mais 120 mil toneladas da oleaginosa dos EUA e pode aumentar seu esmagamento de soja este ano.

Porém, essa demanda enfrenta tempos de

terça-feira, 3 de abril de 2012

Soja sucumbe à realização de lucros e fecha em queda. Milho encerra no misto

Dia de volatilidade no mercado internacional da soja. Nesta terça-feira, os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago fecharam o pregão noturno no vermelho, abriram a sessão regular com leves baixas, passaram a operar em território positivo - com altas superiores a 10 pontos - porém, fecharam o dia em queda, sucumbindo à realização de lucros.

Outro motivo que pressionou os preços no pregão de hoje foi o mercado financeiro e as preocupações com a dívida da Espanha. As principais bolsas de valores da Europa fecharam o dia em queda, com dados pesando principalmente sobre o setor bancário. Esse viés negativo acabou pesando para o fechamento negativo em Chicago.

Nas últimas sessões, a soja alcançou o maior patamar de preços em sete meses por conta do ajustado quadro de oferta e demanda. A quebra na produção da América do Sul e mais a estimativa de redução da área de plantio nos EUA na próxima safra anunciada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vem dando sustentação ao mercado, no entanto, essa ligeira devolução de parte dos ganhos é natural, como explicam analistas.

Hoje, a Bolsa de Grãos de Rosário confirmou essa oferta restrita da soja sulamericana, reduzindo novamente, agora em 1,4 milhão de toneladas, sua estimativa para a produção da Argentina, que deve ser de 43,1 milhões de toneladas.

No entanto, assim como a realização de lucros já era prevista, novas altas também são. "Qualquer baixa será rapidamente comprada", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago, referindo-se a todos os participantes do mercado. "Tem bastante gente altista no mercado da soja neste momento", completou.

Como explicou Dejneka, o mercado está bastante nervoso e ansioso a espera de algumas definições sobre a próxima safra norte-americana, porém, essa volta das altas também já estava prevista. "Está tudo dentro do esperado". Além disso, a soja ainda tenta ganhar um pouco mais de área do milho e isso também estimula o mercado, uma vez que preços mais atrativos poderiam mudar as opções dos produtores.

No mercado do milho, os negócios se mantiveram em campo misto. Os contratos mais próximos ainda encontraram sustentação nos dados de estoques trimestrais norte-americanos menores do que o esperado reportados pelo USDA na última sexta-feira.

Por outro lado, os vencimentos mais distantes já sentem a pressão negativa de que caso se confirmem os números divulgados pelo departamento norte-americano, o milho deverá ter, na safra 2012/13, a maior área de plantio desde 1937.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Colheita da soja na reta final no Mato Grosso

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), 97,4% da área de soja no estado foi colhida até o final de março.

Os trabalhos estão adiantados em relação à safra passada, quando neste mesmo período, a colheita atingira 92,5% da área.

A área plantada de soja aumentou 10,3% nesta temporada em relação à 2010/2011, totalizando 7,07 milhões de hectares.

O IMEA estima uma produção de 21,95 milhões de toneladas de soja. No ano passado, foram colhidas 20,56 milhões de toneladas no estado.


Fonte: Scot Consultoria

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Em Chicago, soja e milho fecham segunda-feira com boas altas

A segunda-feira foi bastante positiva para o mercado internacional da soja, e os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago fecharam o dia com intensas altas, de mais de 19 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio, se somado ao prêmio no Porto de Paranaguá, hoje chega a US$ 14,75, - sendo US$ 14,21 + 54 cents de prêmio.

As altas do mercado ainda foram justificadas pelos dados que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou na última sexta-feira (30).

O boletim trouxe uma redução na estimativa para a área de

SOJA: EMBARQUES DO GRÃO PELO PORTO DE SANTOS SOMAM 1.49 MI DE T EM FEV

As exportações brasileiras de soja em grão pelo Porto de
Santos totalizaram 1.493.629 toneladas no mês de fevereiro de 2012. Os dados
foram divulgados pela assessoria de imprensa da Companhia Docas do Estado de
São Paulo (Codesp). Os embarques de pellets de soja ficaram em 152.734
toneladas no mês, com alta de 73,4% sobre o mesmo mês de 2011.
No acumulado do ano, Santos embarcou 1.825.903 toneladas de grão, com
acréscimo de 1722% frente a 2011. As exportações de pellets somaram 220.620
toneladas no acumulado do ano, 43% acima de 2011.


FONTE: Safras e Mercado.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Chicago: Grãos encerram semana com forte alta após USDA

Nesta sexta-feira, os futuros dos grãos dispararam no mercado internacional após a divulgação do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o plantio da safra 2012/13 nos EUA e mais os estoques trimestrais do país. Por volta das 14h35 (horário de Brsília), a soja operava com mais de 50 pontos de alta, o milho, nos dois primeiros vencimentos, registrava limite de alta de 40 pontos e o trigo também subia mais de 40 pontos.

Os números divulgados nesta sexta-feira pelo USDA sobre uma redução na área de soja para a safra 2012/13 dos EUA deu um estímulo aos futuros da oleaginosa na Bolsa de Chicago. Os preços porém deram uma ligeira recuada, fechando a semana com pouco menos de 50 pontos, mas com os principais vencimentos acima dos US$ 14 por bushel.

O departamento surpreendeu o mercado ao reportar a redução de 1% em sua estimativa para a área de soja na safra 2012/13 nos Estados Unidos, enquanto os traders apostavam em um aumento do espaço destinado à oleaginosa, de aproximadamente 0,7%.

Caso essa área se confirme, as condições climáticas terão de ser bastante favoráveis para assegurar uma safra cheia. "Com uma área tão pequena quanto a anunciada, precisaremos de uma primavera e verão quase perfeitos aqui nos EUA para poder abastecer a demanda mundial sem comprometer os estoques para o final de safra aqui.Com a quebra na América do Sul, a pressão está quase toda sobre o mercado norte-americano para suprir a demanda mundial a partir de julho ou agosto deste ano", explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

No caso do milho, o foco da alta do mercado foram as informações sobre a safra velha, ou seja, o ciclo 2011/12. Os estoques trimestrais foram reduzidos e vieram abaixo das expectativas do mercado, o que estimulou as cotações nesta sexta-feira. Os primeiros vencimentos fecharam o dia no limite de alta de 40 pontos, ou próximos dele. "Os estoques de milho vieram abaixo do esperado e isso forçou o spread entre julho e dezembro para novas altas", disse Dejneka.

Por outro lado, o USDA reportou um expressivo aumento da área de plantio do cereal, o que poderia pressionar o mercado já que trata-se de uma fator de bastante pressão. No entanto, de acordo com analistas, a disparada dos preços da soja em função da redução da área pode ter dado suporte ao mercado vizinho.

Trigo - Os futuros do trigo negociados na Bolsa de Chicago seguiram os mesmos passos da soja e do milho e também explodiram na CBOT. O grão refletiu, assim como os demais, os números altistas do relatório divulgado hoje pelo USDA.

De acordo com o boletim, a estimativa para a área destinada ao trigo sofreu uma redução mais severa do que o esperado pelo mercado e estimulou a forte alta das cotações nesta sexta-feira.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 28 de março de 2012

Grãos: Após sessão volátil, mercado encerra em queda na CBOT

Nesta quarta-feira, os futuros da soja encerraram o dia com leves perdas. O dia foi de volatilidade, com o foco dos investidores na busca por um melhor posicionamento antes do relatório de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira sobre a safra 2012/13.

A oleaginosa iniciou o dia com pequenas altas, porém, o movimento de realização de lucros voltou a pressionar as cotações, e os preços voltaram a recuar. O que limitou as baixas foi o cenário fundamental

Além disso, o mercado ainda sentiu a pressão do fraco desempenho do financeiro também pesou sobre os preços. O dia foi de baixa para as principais bolsas de valores mundiais e de alta do dólar.

O milho também fechou a quarta-feira em queda, porém, as perdas foram bem mais acentuadas do que as registradas pela soja. O mesmo aconteceu com as cotações do trigo.

Apesar de notícias positivas, da venda de 120 mil toneladas de trigo dos EUA pra o Egito, o mercado, assim como o milho, também realizou lucros e fechou o dia no vermelho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes