Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 30 de março de 2012

Chicago: Grãos encerram semana com forte alta após USDA

Nesta sexta-feira, os futuros dos grãos dispararam no mercado internacional após a divulgação do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o plantio da safra 2012/13 nos EUA e mais os estoques trimestrais do país. Por volta das 14h35 (horário de Brsília), a soja operava com mais de 50 pontos de alta, o milho, nos dois primeiros vencimentos, registrava limite de alta de 40 pontos e o trigo também subia mais de 40 pontos.

Os números divulgados nesta sexta-feira pelo USDA sobre uma redução na área de soja para a safra 2012/13 dos EUA deu um estímulo aos futuros da oleaginosa na Bolsa de Chicago. Os preços porém deram uma ligeira recuada, fechando a semana com pouco menos de 50 pontos, mas com os principais vencimentos acima dos US$ 14 por bushel.

O departamento surpreendeu o mercado ao reportar a redução de 1% em sua estimativa para a área de soja na safra 2012/13 nos Estados Unidos, enquanto os traders apostavam em um aumento do espaço destinado à oleaginosa, de aproximadamente 0,7%.

Caso essa área se confirme, as condições climáticas terão de ser bastante favoráveis para assegurar uma safra cheia. "Com uma área tão pequena quanto a anunciada, precisaremos de uma primavera e verão quase perfeitos aqui nos EUA para poder abastecer a demanda mundial sem comprometer os estoques para o final de safra aqui.Com a quebra na América do Sul, a pressão está quase toda sobre o mercado norte-americano para suprir a demanda mundial a partir de julho ou agosto deste ano", explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

No caso do milho, o foco da alta do mercado foram as informações sobre a safra velha, ou seja, o ciclo 2011/12. Os estoques trimestrais foram reduzidos e vieram abaixo das expectativas do mercado, o que estimulou as cotações nesta sexta-feira. Os primeiros vencimentos fecharam o dia no limite de alta de 40 pontos, ou próximos dele. "Os estoques de milho vieram abaixo do esperado e isso forçou o spread entre julho e dezembro para novas altas", disse Dejneka.

Por outro lado, o USDA reportou um expressivo aumento da área de plantio do cereal, o que poderia pressionar o mercado já que trata-se de uma fator de bastante pressão. No entanto, de acordo com analistas, a disparada dos preços da soja em função da redução da área pode ter dado suporte ao mercado vizinho.

Trigo - Os futuros do trigo negociados na Bolsa de Chicago seguiram os mesmos passos da soja e do milho e também explodiram na CBOT. O grão refletiu, assim como os demais, os números altistas do relatório divulgado hoje pelo USDA.

De acordo com o boletim, a estimativa para a área destinada ao trigo sofreu uma redução mais severa do que o esperado pelo mercado e estimulou a forte alta das cotações nesta sexta-feira.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 28 de março de 2012

Grãos: Após sessão volátil, mercado encerra em queda na CBOT

Nesta quarta-feira, os futuros da soja encerraram o dia com leves perdas. O dia foi de volatilidade, com o foco dos investidores na busca por um melhor posicionamento antes do relatório de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta sexta-feira sobre a safra 2012/13.

A oleaginosa iniciou o dia com pequenas altas, porém, o movimento de realização de lucros voltou a pressionar as cotações, e os preços voltaram a recuar. O que limitou as baixas foi o cenário fundamental

Além disso, o mercado ainda sentiu a pressão do fraco desempenho do financeiro também pesou sobre os preços. O dia foi de baixa para as principais bolsas de valores mundiais e de alta do dólar.

O milho também fechou a quarta-feira em queda, porém, as perdas foram bem mais acentuadas do que as registradas pela soja. O mesmo aconteceu com as cotações do trigo.

Apesar de notícias positivas, da venda de 120 mil toneladas de trigo dos EUA pra o Egito, o mercado, assim como o milho, também realizou lucros e fechou o dia no vermelho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

SOJA: CHICAGO ESTENDE CORREÇÃO E FECHA COM PERDAS MODERADAS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quarta-feira com preços mais baixos para o grão e
o óleo e mistos para o farelo. Em dia volátil, os participantes mais uma vez
buscaram um melhor posicionamento frente ao relatório de intenção de plantio
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado
sexta.
O fraco desempenho de outros mercados contribuiu para a opção dos agentes
de corrigir parte dos ganhos acumulados recentemente. O dia foi de perdas nas
bolsas de valores e de valorização do dólar frente a outras moedas. Pouco
antes do fechamento de Chicago, o petróleo caía 1,9%, o ouro recuava 1,29% e a
prata, 2%. O índice CRB, que mede o desempenho das commmodities tinha queda de
0,62%.
As perdas para a oleaginosa, no entanto, não foram tão acentuadas como as
registradas para os mercados vizinhos - trigo e milho. O cenário fundamental
de aperto na relação de oferta e demanda limitou as quedas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
2,25 centavos de dólar a US$ 13,67 1/2 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 3,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,73 por bushel.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 377,70 por
tonelada, ganho de US$ 1,70. Os vencimentos mais distantes, a partir de
dezembro, recuaram. Os contratos do óleo com vencimento em maio fecharam a
54,60 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,50 centavo frente ao
fechamento anterior.

USDA

Os produtores de soja dos Estados Unidos deverão plantar área maior do
que a do ano passado em 2012 e também acima das expectativas iniciais. Este
sentimento é compartilhado por analistas e corretores de mercado consultados
por agências internacionais e deve ser confirmado no relatório de intenção
de plantio, que será divulgado na sexta-feira, 30, pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O mercado trabalha com número próximo a 75,5 milhões de acres, contra
74,976 milhões cultivados no ano passado. No início do ano, durante o Fórum
Anual, o USDA indicava área de 75 milhões de acres. A oleaginosa, portanto,
deve ganhar área em decorrência da melhora nos preços futuros na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT), ocorrida após a realização do Fórum.
Além do relatório de intenção de plantio, o Departamento divulgará na
sexta, a partir das 9h30min, os estoques trimestrais referentes à posição 1o
de março. O mercado trabalha com a previsão de estoques de 1,361 bilhão de
bushels, contra 1,249 bilhão em igual período do ano passado e 2,366 bilhões
de bushels em 1o de dezembro.


FONTE: Safras e Mercado.

terça-feira, 27 de março de 2012

Sem direção definida, grãos realizam lucros e fecham no vermelho

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago realizaram lucros na sessão regular desta terça-feira e fecharam o dia em queda. Os principais vencimentos recuaram entre 5,50 e 9,75 pontos. O milho e o trigo também encerraram a sessão no vermelho.

Apesar do cenário fundamental positivo, o mercado se depara com uma escassez de novidades e com vendas especulativas associadas a fatores técnicos por parte dos fundos. Com isso, os traders aproveitaram o pregão para buscar um bom posicionamento antes do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) do próximo dia 30.

Nesta sexta-feira, o departamento divulgará um boletim com os primeiros números oficiais sobre o plantio da safra 2012/13 nos Estados Unidos. As estimativas inicias do mercado é de que a área de milho aumentaria bastante em detrimento ao espaço destinado para a soja. No entanto, as recentes e expressivas altas da oleaginosa poderiam reverter essas intenções e a soja poderia ganhar mais área.

Os futuros do trigo também recuaram e fecharam a sessão com baixas de dois dígitos. Analistas afirmam que essa queda refletiu o retrocesso no mercado da soja, confirmando o acompanhamento que o mercado da soja vem fazendo aos preços da oleaginosa.

Dessa forma, o mercado do trigo também acabou realizando lucros. O mesmo aconteceu com o milho. As perdas foram menos severas, porém, acompanharam o reuco dos mercados vizinhos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: RECUO EM CHICAGO TRAVA NEGÓCIOS COM SOJA NO BRASIL

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais baixos
nesta terça-feira no mercado físico brasileiro, seguindo a sinalização
negativa da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O ritmo dos negócios
também diminuiu, com a maior parte dos agentes procurando se afastar do mercado
e aguardar o relatório de sexta-feira do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA).
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 54,00. Na região
das Missões, o preço ficou em R$ 53,50. No porto de Rio Grande, os preços
seguiram em R$ 57,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 52,50. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 56,00 por saca, contra R$ 56,30 da
segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço baixou de R$ 48,00 para R$ 47,00. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 48,00, contra R$ 48,50 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços predominantemente mais baixos para o
grão e o farelo e fracos para o óleo. Sem novidades fundamentais e em dia de
muita volatilidade, o mercado optou por realizar os lucros recentes, orientado
por fatores técnicos. Na segunda-feira, os contratos atingiram os melhores
níveis em seis meses.
Os participantes também buscaram um melhor posicionamento frente aos
importantes números que serão divulgados na sexta-feira pelo Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O Departamento divulga o relatório de
intenção de plantio norte-americano e os estoques na posição 1o de março.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
9,75 centavos de dólar a US$ 13,69 3/4 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 8,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,76 1/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 376,00 por
tonelada, perda de US$ 1,90. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 55,10 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,33 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,11%,
cotado a R$ 1,8160 na compra e a R$ 1,8180 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,8110 e a máxima de R$ 1,8220.


FONTE: Safras e Mercado.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Soja: Oferta restrita e demanda aquecida dão suporte ao mercado.

Segunda-feira de fortes altas para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. A oleaginosa deu continuidade ao movimento de alta que começou na última sexta-feira (23) e opera com altas de dois dígitos na sessão regular de hoje. Por volta das 14h (horário de Brasília), o mercado subia mais de 20 pontos nos principais vencimentos.

O mercado continua encontrando na oferta apertada e na demanda aquecida pela soja, principalmente dos Estados Unidos. Hoje, a estatal chinesa Cofco informou que as importações de soja do país podem somar mais de 58 milhões de toneladas na temporada 2011/12, confirmando esse bom momento da oleaginosa.

Paralelo aos fundamentos, a busca por um melhor posicionamento por parte dos investidores também ajuda o mercado antes do relatório que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no dia 30. Os traders aguardam os números sobre a área de plantio para a safra 2012/13.

As expectativas iniciais eram de que o milho registrasse um bom aumento de sua área, atingindo a maior desde 1944. No entanto, as recentes e expressivas altas da soja poderiam reverter esse sentimento.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Atenção sojicultores: Liones Severo recomenda: ..."agora é hora de realizar!!!"

SOJA - TEMPO DE REALIZAR

Quando escrevi, dia 14 de fevereiro passado, para apertarem os cintos que o mercado iria fazer uma decolagem de preços elevados e duradouros, me referia até o fim deste mes de março.

Estamos chegando ao final do mes de março e, de acordo com o desempenho histórico do mercado, está na hora de pular fora..., quem precisa vender soja, a partir de agora e até final de maio, sugiro aproveitar os preços até o final deste mes. Estou me referindo aos preços da Bolsa de Chicago e, eventualmente no componente ´premio`, conquanto o fator relação de moedas é completamente imprevisível, ainda que pareça estar se estabilizando entre 1,80 e 1,85 reais por dolar.

A etapa de influencia das quebras sulamericanas vence agora e uma nova etapa de formação de preços passa a ser infuenciada pelo plantio das lavouras de verão do hemisfério norte, mais precisamente das lavouras norte-americanas, com destaque para o mês de junho próximo. O mercado comprou os "rumores" das muitas estimativas de produção sul-americana e a próxima etapa a seguir será vender os "fatos". As certezas ou assertivas sobre os números finais já foram antecipadas nos últimos 2 meses.

Independente da produção de soja sul-americana ser a mais reduzida dos últimos anos, com grave consequencias para o suprimento mundial, ainda assim, a colheita em andamento na America do Sul deverá oferecer uma certa pressão de vendas.

Não está afastada a possibilidade de o mercado superar as atuais maiores altas, mas certamente será no médio ou longo prazo, quando uma nova avaliação dos prejuízos de suprimento poderão ser melhor medidos nos impactos causados aos mercados de consumo.

Importante notar que as perdas das lavouras sul-americanas, não se encerram nesta etapa e a recomposição dessas perdas deverão oferecer preços elevados por mais 2 ou 3 anos/safra. Apenas, teremos que, num futuro próximo, fazer as novas medidas de intervalos efetivos de atuação dos preços da Bolsa de Chicago.


Atenciosamente,
Liones Severo
Fonte: Liones Severo

sexta-feira, 23 de março de 2012

CBOT: Soja encerra a semana com forte alta, puxando milho e trigo

A sexta-feira foi de fortes altas para o mercado internacional da soja. Os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago recuperou-se e encerrou a semana com altas de dois dígitos na sessão regular de hoje. Os principais vencimentos fecharam a última sessão regular de hoje com pouco mais de 16 pontos.

O quadro de oferta e demanda apertado volta aos holofotes dos investidores e seguem dando sustentação aos preços, confirmando uma tendência de alta para a soja que já vinha sendo sinalizada pelos analistas de mercado.

Os temores são de uma oferta mundial bastante restrita da commodity, principalmente por conta das perdas na América do Sul. Hoje, o Ministério da Agricultura da Argentina informou a safra de soja em 44 milhões de toneladas, a qual era esperada para superar a 50 milhões de toneladas inicialmente.

Essas quebras na safra de importantes fornecedores mundiais tem estimulado o aumento da demanda pela soja norte-americana, movimento que há meses vem dando sustentação para as cotações.

Além disso, ainda pode ser sentida a influência das expectativas sobre as estimativas de plantio para a safra 2012/13 nos Estados Unidos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 30.

De acordo com analistas ouvidos pela agência Bloomberg, há expectativas de que os produtores norte-americanos irão ampliar a área de milho em detrimento da soja na safra 2012/13.

Este ano, a área norte-americana de milho deverá aumentar 3,1%, chegando a 38,37 milhões de hectares, enquanto o espaço destinado à soja deve registrar um aumento de 2,3%, passando a 31,04 milhões de hectares, de acordo com uma pesquisa feita pelo Linn Group, de Chicago.

O milho e o trigo também fecharam a semana no azul. A valorização do trigo e da soja foram os principais motivos de alta para os futuros do milho. Além disso, o cereal também se apoio na queda do dólar e no dia positivo para o petróleo e os metais.

Já o mercado do trigo avançou apoiado na previsão de clima favorável para áreas produtoras dos Estados Unidos e e também em uma provável lredução na safra europeia, o que poderia incentivar a demanda para o produto dos EUA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

China: Déficit de milho pode aumentar nos próximos anos, diz agência

Nesta sexta-feira, a agência chinesa de notícias Xinhua informou que o déficit de milho no país pode piorar nos próximos anos, refletindo um aumento da demanda pelo grão para processamento.
A agência disse ainda que o consumo estaria excedendo o estoque disponível. Alguns jornais nacionais afirmam que esse déficit pode chegar a 20 milhões de toneladas em 2020.

O equilíbrio entre a oferta e a demanda do cereal parece estar chegando no limite na China, como explicou o vice-diretor de gabinete do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, Cheng Guoqiang.

Desde 2008, a demanda interna por milho já registou um aumento de 40%, passando para algo entre 45 milhões e 50 milhões de toneladas. Com isso, as importações de milho por parte da nação asiática poderiam aumentar já este ano em relação às 5 milhões de toneladas importadas no ano passado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 22 de março de 2012

SOJA: CHICAGO SEGUE OUTROS MERCADOS E FECHA COM PERDAS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais baixos. Os contratos,
apesar de reduzirem as perdas, acompanharam o desempenho negativo de outros
mercados. O dia foi negativo no cenário financeiro mundial, com queda do
petróleo, metais e das bolsas de valores. A firmeza do dólar frente a outras
moedas tirou competitividade da soja americana e contribuiu para a queda.
Os participantes seguem consolidando e buscando um melhor posicionamento
frente ao relatório de intenção de plantio e de estoques trimestrais, que
será divulgado no dia 30 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Em termos fundamentais, a boa demanda pelo produto americano e a queda
na estimativa de safra da América do Sul evitam recuo mais consistentes.
A produção de soja da Argentina deverá ficar em 44 milhões de toneladas
em 2011/12. A projeção é do Ministério da Agricultura daquele país
(Minagri, na sigla em espanhol), que divulgou hoje o relatório de março. Em
fevereiro, a estimativa oscilava entre 43,5 milhões e 45 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
5,50 centavos de dólar a US$ 13,49 1/2 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 5,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,56 3/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 370,10 por
tonelada, ganho de US$ 0,30. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,42 centavo frente
ao fechamento anterior.

Exportações semanais

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 356.700 toneladas
na semana encerrada em 15 de março, contra 609.700 toneladas na semana
anterior. Destinos desconhecidos (103.500 toneladas) foram os principais
compradores. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA). Em relação à temporada 2012/13, as exportações somaram
176.100 toneladas no período, contra 784.000 toneladas na semana anterior.
China (176.000 toneladas) foi o principal comprador.


SOJA: CHICAGO SEGUE OUTROS MERCADOS E FECHA COM PERDAS