Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 23 de março de 2012

CBOT: Soja encerra a semana com forte alta, puxando milho e trigo

A sexta-feira foi de fortes altas para o mercado internacional da soja. Os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago recuperou-se e encerrou a semana com altas de dois dígitos na sessão regular de hoje. Os principais vencimentos fecharam a última sessão regular de hoje com pouco mais de 16 pontos.

O quadro de oferta e demanda apertado volta aos holofotes dos investidores e seguem dando sustentação aos preços, confirmando uma tendência de alta para a soja que já vinha sendo sinalizada pelos analistas de mercado.

Os temores são de uma oferta mundial bastante restrita da commodity, principalmente por conta das perdas na América do Sul. Hoje, o Ministério da Agricultura da Argentina informou a safra de soja em 44 milhões de toneladas, a qual era esperada para superar a 50 milhões de toneladas inicialmente.

Essas quebras na safra de importantes fornecedores mundiais tem estimulado o aumento da demanda pela soja norte-americana, movimento que há meses vem dando sustentação para as cotações.

Além disso, ainda pode ser sentida a influência das expectativas sobre as estimativas de plantio para a safra 2012/13 nos Estados Unidos que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 30.

De acordo com analistas ouvidos pela agência Bloomberg, há expectativas de que os produtores norte-americanos irão ampliar a área de milho em detrimento da soja na safra 2012/13.

Este ano, a área norte-americana de milho deverá aumentar 3,1%, chegando a 38,37 milhões de hectares, enquanto o espaço destinado à soja deve registrar um aumento de 2,3%, passando a 31,04 milhões de hectares, de acordo com uma pesquisa feita pelo Linn Group, de Chicago.

O milho e o trigo também fecharam a semana no azul. A valorização do trigo e da soja foram os principais motivos de alta para os futuros do milho. Além disso, o cereal também se apoio na queda do dólar e no dia positivo para o petróleo e os metais.

Já o mercado do trigo avançou apoiado na previsão de clima favorável para áreas produtoras dos Estados Unidos e e também em uma provável lredução na safra europeia, o que poderia incentivar a demanda para o produto dos EUA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

China: Déficit de milho pode aumentar nos próximos anos, diz agência

Nesta sexta-feira, a agência chinesa de notícias Xinhua informou que o déficit de milho no país pode piorar nos próximos anos, refletindo um aumento da demanda pelo grão para processamento.
A agência disse ainda que o consumo estaria excedendo o estoque disponível. Alguns jornais nacionais afirmam que esse déficit pode chegar a 20 milhões de toneladas em 2020.

O equilíbrio entre a oferta e a demanda do cereal parece estar chegando no limite na China, como explicou o vice-diretor de gabinete do Centro de Pesquisa de Desenvolvimento do Conselho de Estado, Cheng Guoqiang.

Desde 2008, a demanda interna por milho já registou um aumento de 40%, passando para algo entre 45 milhões e 50 milhões de toneladas. Com isso, as importações de milho por parte da nação asiática poderiam aumentar já este ano em relação às 5 milhões de toneladas importadas no ano passado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 22 de março de 2012

SOJA: CHICAGO SEGUE OUTROS MERCADOS E FECHA COM PERDAS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais baixos. Os contratos,
apesar de reduzirem as perdas, acompanharam o desempenho negativo de outros
mercados. O dia foi negativo no cenário financeiro mundial, com queda do
petróleo, metais e das bolsas de valores. A firmeza do dólar frente a outras
moedas tirou competitividade da soja americana e contribuiu para a queda.
Os participantes seguem consolidando e buscando um melhor posicionamento
frente ao relatório de intenção de plantio e de estoques trimestrais, que
será divulgado no dia 30 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Em termos fundamentais, a boa demanda pelo produto americano e a queda
na estimativa de safra da América do Sul evitam recuo mais consistentes.
A produção de soja da Argentina deverá ficar em 44 milhões de toneladas
em 2011/12. A projeção é do Ministério da Agricultura daquele país
(Minagri, na sigla em espanhol), que divulgou hoje o relatório de março. Em
fevereiro, a estimativa oscilava entre 43,5 milhões e 45 milhões de toneladas.

Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
5,50 centavos de dólar a US$ 13,49 1/2 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 5,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,56 3/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 370,10 por
tonelada, ganho de US$ 0,30. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,42 centavo frente
ao fechamento anterior.

Exportações semanais

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2012/13, com início em 01 de setembro, ficaram em 356.700 toneladas
na semana encerrada em 15 de março, contra 609.700 toneladas na semana
anterior. Destinos desconhecidos (103.500 toneladas) foram os principais
compradores. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA). Em relação à temporada 2012/13, as exportações somaram
176.100 toneladas no período, contra 784.000 toneladas na semana anterior.
China (176.000 toneladas) foi o principal comprador.


SOJA: CHICAGO SEGUE OUTROS MERCADOS E FECHA COM PERDAS

Grãos encerram noturno em baixa à espera de números do USDA

Nesta quinta-feira, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago voltaram a recuar no pregão noturno. Após a alta registrada ontem, a oleaginosa passou novamente para o campo negativo em função de mais um movimento de realização de lucros.

A espera pelos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 30 sobre o plantio da safra 2012/13 está tirando o direcionamento do mercado. Os analistas acreditam que o milho pode ter sua área ampliada - espera-se a maior área para o cereal desde 1944 -, porém, ainda há a expectativa de que a forte alta da soja nos últimos meses possa reverter esse sentimento.

No pregão noturno de hoje, os futuros da soja encerraram a sessão com mais de 7 pontos de queda nos principais vencimentos. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, fechou a US$ 13,54, com baixa de 7,25 pontos.

O milho e o trigo também encerraram a sessão com perdas. Porém, o recuo foi bem mais tímido entre os grãos, e as baixas não chegaram a 1 ponto. O milho também aguarda os números do USDA e o trigo sente a pressão de condições climáticas favoráveis no cinturão produtor dos EUA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 21 de março de 2012

Soja: Mercado confirma recuperação e fecha com alta de dois dígitos

A soja confirmou sua recuperação depois da forte queda dos últimos dias e encerrou a sessão reguçar desta quarta-feira com bons gnahos na Bolsa de Chicago. Alguns vencimentos chegaram até mesmo a fechar o dia com altas de dois dígitos. O vecimento maio/12, referência para a safra brasileira, encerrou o dia com 10 pontos positivos, cotado a US$ 13,55 por bushel.

Um dos fatores de suporte para os preços ainda é a demanda chinesa pela soja dos EUA. As expectativas são de que as compras continuem aumentando e estimulando novas altas dos preços, como foi visto na sessão de hoje. Ainda entre os fundamentos, a oferta restrita na América do Sul contribuiu para o dia positivo da oleaginosa.

Paralelamente, alguns analistas afirmam ainda que essa alta também se deu por conta de expectativas de que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) não reporte uma área de plantio maior para a soja na safra 2012/13 em relação ao milho. No próximo dia 30, o departamento divulga suas primeiras estimativas oficiais para a área do ciclo novo nos EUA.

"Eu não estou muito confiante de que a soja tenha levado muitos acres do milho nos Estados Unidos. Até a divulgação dos números do USDA no dia 30, a soja, provavelmente, continuará essa escalada de altas já que, fundamentalmente, não há muita desvantagem a partir daqui", disse o analista de mercado do Rabobank, Erin Fitzpatric.

O milho, porém, seguiu em terreno negativo nesta quarta-feira e fechou o dia no vermelho. Os investidores continuam mais avessos ao risco, a espera dos números que o USDA divulga no próximo dia 30, e por isso o mercado acaba pressionado por vendas especulativas.

Além disso, boas previsões climáticas para o cinturão de produção dos EUA ajudaram a manter os preços no campo negativo. Esse mesmo fator pressionou o mercado do trigo nos negócios de hoje.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 20 de março de 2012

CBOT: Soja despenca e fecha o dia com mais de 20 pts de baixa

Nesta terça-feira, a soja despencou na Bolsa de Chicago. A oleaginosa encerrou o pregão noturno
de hoje com baixas de mais de 13 pontos, abriu a sessão regular em campo ainda negativo, ampliou suas perdas e encerrou o dia com quedas superiores a 20 pontos nos principais vencimentos. O contrato maio/12, referência para a safra brasileira, fechou cotado a US$ 13,53,
recuando 21,25 pontos.

De acordo com analistas, essa significativa queda, no entanto, nada mais foi do que uma continuação do movimento de realização de lucros iniciado pelo mercado nesta segunda-feira, após fortes altas registradas pela soja nas últimas sessões.

O cenário fundamental positivo que vem sendo registrado nos últimos três meses por conta das severas perdas na América do Sul causadas por uma forte estiagem e mais a demanda aquecida por parte da China permitiu que o mercado registrasse fortes avanços. A soja vem subindo por sessões consecutivas em Chicago, intercaladas apenas por essas breves realizações de lucros. Nos últimos três meses, a commodity negociada em Chicago teve uma alta de 24%.

Porém, quedas como estas observadas hoje já vinham sendo sinalizadas por analistas de mercado. Como explicou Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago, o movimento reflete a manifestação de um mercado eficaz e saudável. "Trata-se de uma simples e pura realização de lucros daqueles que lucraram muito com a alta, praticamente em linha reta, desde meados de janeiro, nos preços dos grãos, principalmente da soja".

Dejneka explica ainda que o mercado busca também novas informações para voltar a subir expressivamente, haja visto que as perdas na América do Sul e a demanda chinesa já foram absorvidas. "A faísca que nos trouxe essas altas já foi precificada no mercado". E agora o foco muda para as expectativas de um grande início de plantio nos EUA [safra 12/13], com o clima ajudando bastante", completou.

O analista ainda chama a atenção para a intensa participação dos fundos no mercado. Na última sexta-feira (16), a posição comprada dos fundos atingiu níveis quase iguais aos maiores já registrados.

-- "Muitos se posicionaram na compra, comprando quantias de contratos equivalentes ao que compraram ano passado, quando a soja chegou acima de $14,50 o bushel em Chicago", explicou Dejneka. "Isso trouxe maior cautela ao mercado e com o fechamento de ontem relativamente negativo, deu um incentivo maior aos participantes do mercado a retirarem seus lucros e aguardar uma maior definição de uma nova tendência de curto prazo", disse.

Porém, mesmo com movimentos como este registrados hoje, a tendência de alta da soja no médio e longo prazos não muda, já que o cenário permanece positivo e o quadro de oferta e demanda bastante ajustado.

Essa realização que pressionou a soja, também impactou os preços do milho e do trigo. O mercado, assim como a oleaginosa, deram início a este movimento ontem e fez com que os grãos ampliassem suas perdas nesta terça-feira.

No caso do trigo, porém, houve mais um fator negativo. Os investidores intensificaram essa realização de lucros diante de previsões de condições climáticas favoráveis no cinturão produtor do EUA, informação que também pesou sobre as cotações.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: QUEDA EM CHICAGO PRESSIONA PREÇOS DOMÉSTICOS DA SOJA

Os preços da soja recuaram nas principais praças do país
nesta terça-feira, acompanhando a queda forte das cotações futuras na Bolsa
de Chicago. A movimentação, a exemplo do que ocorreu ontem, perdeu ritmo,
apesar da valorização do dólar frente ao real.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 53,00 para R$ 52,50. Na
região das Missões, o preço passou de R$ 52,50 para R$ 52,00. No porto de
Rio Grande, os preços recuaram de R$ 56,50 para R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 52,30 para R$ 52,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca,
repetindo a segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço recuou de R$ 46,50 para R$
46,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 47,00, contra R$ 48,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços acentuadamente mais baixos. O mercado
realizou parte dos lucros acumulados nos últimos dias, estendendo as perdas da
segunda-feira. A alta do dólar - que reduz a competitividade norte-americana no
cenário exportador - e o sentimento de que o mercado está sobrecomprado -
diante da escassez de notícias de exportações - também influenciaram
negativamente.
Até o final do mês, as especulações sobre o plantio nos Estados Unidos
ficam no foco das atenções. No dia 30, o Departamento de Agricultura americano
(USDA) irá divulgar o relatório de intenção de plantio, o que deverá dar
as sinalizações iniciais sobre a preferência de cultivo do produtor
americano.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
21,50 centavos de dólar a US$ 13,45 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 21,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,52 1/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 365,60 por
tonelada, queda de US$ 5,30. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 54,33 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,07 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,38%, R$
1,8160 para compra e R$ 1,8180 para venda. Durante o dia a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 1,8180 e a máxima de R$ 1,8370.


FONTE: Safras e Mercado.

segunda-feira, 19 de março de 2012

GRÃOS: GOVERNO DA RÚSSIA DIZ QUE NÃO VAI LIMITAR EXPORTAÇÕES

O governo da Rússia disse hoje que não deve utilizar
restrições nas exportações de grãos, já que a situação doméstica é
estável. Com isso teve fim uma série de especulações sobre a introdução de
taxas para combater a redução dos estoques causada por níveis recordes de
exportação.
As vendas do país durante a primeira metade da temporada 2011/12 subiram,
com analistas dizendo que as autoridades estavam dispostas a limitar as
exportações para um número em torno de 24 milhões e 25 milhões de toneladas
para garantir o abastecimento interno.
As vendas de grãos chegaram a 22 milhões de toneladas até o momento e
devem subir para 27 milhões de toneladas até o final do ano. Com informações
de agência internacionais.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja segue operando em queda. Milho e trigo também recuam

A sequência de altas registrada pelo mercado internacional da soja está estimulando uma realização de lucros no início desta semana na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa na sessão regular de hoje seguem os passos do pregão noturno e seguem operando em terreno negativo.

O novo foco dos traders agora são as informações sobre o plantio da safra 2012/13 nos Estados Unidos. No dia 30, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seus primeiros números oficiais sobre a próxima temporada.

As perdas provocadas pela seca na América do Sul, principalmente no Brasil e na Argentina, e a maior demanda pela soja dos EUA são dados já precificados pelo mercado, o que faz com que os futuros busquem novidades para voltarem a subir expressivamente.

Nos útlimos três meses, em função deste cenário, a soja subiu quase 24% em Chicago. Na última semana, o vencimento maio registraram uma alta de 3,21%, passando para US$ 13,80 e marcando o mais alto fechamento em seis meses.

Assim como a soja, os futuros do milho negociados em Chicago também recuam em função de uma realização de lucros.

Nas últimas sessões, o cereal também subiu estimulado por expectativas de uma maior demanda pelo produto norte-americano, principalmente por parte da China, que se depara com preços historicamente altos no mercado doméstico.

Paralelamente, os dados dos embarques semanais de milho dos EUA ficaram aquém do esperado e também acabam tirando parte da sustentação do mercado. Em relação à semana anterior, o volume embarcado foi bem menor.

O mesmo acontece no mercado do trigo. Os negócios entre os futuros do grão caminham por um viés negativo, também sentindo o peso da realização de lucros. O trigo, entre os grãos, registra as perdas mais acentuadas, com os primeiros vencimentos atuando com baixas de dois dígitos. Uma previsão de condições climáticas favoráveis no cinturão produtor dos EUA catalisa as quedas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 16 de março de 2012

Soja: Safras & Mercado estima produção da América do Sul em 123,148 mi t

A agência Safras & Mercado estimou a safra de soja da América do Sul em 123,148 milhões de toneladas no ciclo 2011/12. O total é 9% menor do que o colhido na safra 10/11 - 135,830 milhões de toneladas. A área também foi revista para cima em 2%, passando a ser estimada em 48,778 milhões de hectares.

A projeção da Safras para a produção brasileira de soja recuou 8% e passou a ser de 68.228 milhões de toneladas. A colheita da Argentina foi estimada em 46 milhões e a do Paraguai em 5 milhões de toneladas. As safras apresentam declínio de 7% e 50%, respectivamente.

Colheita - Ainda de acordo com um levantamento da Safras apresentado nesta sexta-feira, a colheita brasileira de soja já está concluída em 55% da área. O avanço dos trabalhos de campo foi bastante expressivo, haja visto que na semana anterior, esse índice era de 46%. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás são os estados mais adiantados.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes