Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 9 de março de 2012

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,3%, COTADO A R$ 1,7850

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,3%, a R$ 1,7830 para compra e R$ 1,7850 para venda. Na quinta-feira, a
divisa havia encerrado com queda de 0,16%, cotada a R$ 1,7620.
Com isso, a moeda americana termina a semana acumulando valorização de
3,06%, maior ganho semanal desde novembro do ano passado. No mês, o dólar sobe
3,78%. Mas ainda cai 4,5% no ano.


Com informações do Valor Online.

Soja: USDA não surpreende e mercado recua realizando lucros

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago reverteram os ganhos do início da sessão regular desta sexta-feira e passaram a recuar após a divulgação do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Apesar do departamento ter confirmado as perdas registradas na América do Sul por conta pela estiagem, o mercado realiza lucros depois de já contar com essas informações precificadas.

A projeção para a safra global de soja foi revista para baixo, passando de 251,47
milhões para 245,07 milhões de toneladas. Os estoques mundiais também foram reduzidos, passando de 60,28 milhões de toneladas para 57,3 milhões. Já os norte-americanos foram mantidos em 7,48 milhões de toneladas.

Já a produção brasileira foi estimada em 68,5 milhões de toneladas, contra as 72 milhões de toneladas previstas em janeiro. Para a Argentina, a redução foi de 48 milhões para 46,5 milhões de toneladas.

Porém, as altas registradas na sessão regular desta sexta-feira não foram tão expressivas e confirmam a posição de alguns analistas, de que o mercado já havia precificado e absorvido essas perdas reportadas hoje pelo USDA. O avanço foi limitado pela falta de notícias que pudessem surpreender os agentes, estimulando motivos para novas altas.

O analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar, explicou que o relatório é altista de um modo geral, principalmente no curto e médio prazo. "O mercado não precisa reagir hoje. Ele sempre tenta antecipar, e antecipou, então, já está precificado".

Além disso, ainda de acordo com a análise de Cachia, o mercado ainda enfrente uma grande incerteza sobre a movimentação dos fundos de investimento, que podem buscar tomar um fôlego após as fortes altas dos últimos dias e realizar lucros.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 8 de março de 2012

Soja: Prejuízos no Rio Grande do Sul podem aumentar devido ao clima seco

Os prejuízos nas lavouras gaúchas podem se acentuar devido ao clima seco que persiste nas regiões produtoras. A colheita da soja precoce já foi iniciada no Rio Grande do Sul, mas com baixos rendimentos, devido às temperaturas elevadas.

De acordo com o técnico da Cooperativa Tritícola Erechim (Cotrel), Eugênio Poloni, se não voltar a chover logo, o rendimento das outras variedades, além da precoce, poderá ser ainda mais comprometido, já que tem muita soja enchendo grão. Ele indica colheita de cerca de 3% na região, com rendimento 900 quilos e 1.800 quilos por hectare.

No nordeste do estado, região de Ijuí, a colheita também está restrita a 1% e se concentra na soja precoce, com rendimentos muito fracos. A quebra de safra deverá chegar a 50%, com o rendimento médio caindo de 3.000 quilos para 1.500 quilos por hectare. Em Panambi, na região central, a colheita também está estimada em 1%, com produtividade ínfima. Com uma produtividade média de 1.738 kg/ha, há uma expectativa de colheita de 7,1 milhões de toneladas de soja no Rio Grande do Sul em 2011/12.

Até o momento, essa produção é 39,% menor do que a obtida no ano passado (11,7 milhões t).


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Bellei

Às vésperas do USDA, soja avança e fecha com mais de 10 pts de alta

Os fundamentos voltaram aos holofotes dos agentes de mercado da Bolsa de Chicago e, nesta quinta-feira, os futuros da soja voltaram a subir. Além disso, os traders buscaram ainda uma correção técnica depois das perdas de ontem, como forma de garantir um melhor posicionamento antes da divulgação do próximo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta sexta-feira.

A soja foi ampliando os ganhos durante a sessão regular de hoje e encerrou o dia com altas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/12, referência para a safra brasileira, fechou o pregão cotado a US$ 13,38 por bushel, subindo 11,75 pontos.

A quebra na produção de soja da América do Sul ocasionada pela estiagem provocada pelo La Niña ajustou ainda mais o quadro de oferta, que já é bastante restrito, e ainda incentivou a demanda pela oleaginosa norte-americana. O quadro, portanto, segue sustentando os preços na CBOT.

"A demanda pela soja dos EUA está aumentando e esta deve ser a história daqui para frente. E a China continuará como a maior e principal compradora", afirmou Jim Riley, corretor de grãos do Linn Group, de Chicago.

A forte demanda pela oleaginosa norte-americana foi confirmada pelo relatório de registro de exportações que o USDA divulgou hoje, mostrando que as vendas ficaram acima das expectativas do mercado, somando mais de 1 milhão de toneladas, ante o volume estimado que ficavam entre 600 mil e 900 mil toneladas.

Já o milho, que operou durante boa parte da sessão regular de hoje no azul, passou a recuar depois das 14h (horário de Brasília) e encerraram a quinta-feira em território negativo.

Os investidores, assim como no caso da soja, também buscam posições confortáveis antes do USDA e, além disso, ainda focam o fraco desempenho das exportações semanais norte-americanas de milho.

Hoje, o mercado também absorveu as informações sobre as exportações semanais dos EUA, que ficaram dentro do esperado e acabaram sendo refletidas sem muita expressividade.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 7 de março de 2012

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 0,05%, COTADO A R$ 1,7650

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 0,05%, a R$ 1,7630 para compra e R$ 1,7650 para venda. Na terça-feira, a
divisa havia encerrado com alta de 1,55%, cotada a R$ 1,7640.
O dólar comercial devolveu boa parte da alta do dia nos instantes finais
do pregão, mas ainda assim completou o quarto dia de valorização ante o real.
Durante o dia a moeda norte-americana oscilou entre mínima de R$ 1,7580 e
máxima R$ 1,7740.


Com informações do Valor Online.

Grãos realizam lucros na CBOT aguardando números do USDA

Nesta setxa-feira (9), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga mais um relatório mensal de oferta e demanda. Os números, que também devem apontar as intenções de plantio para a safra 2012/13 dos Estados Unidos, já criam expectativas entre os traders e volatilidade ao mercado.

Na sessão regular desta quarta-feira, a soja deu início aos negócios operando com preços no território negativo, registrando tímidas baixas. Por volta das 13h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos perdiam pouco mais de 1,50 ponto.

Apesar do mercado sustentado pelo ajustado cenário de oferta x demanda, os investidores buscam um melhor posicionamento antes do USDA e acabam voltando a realizar lucros. Além disso, a expressiva alta dos últimos dias também estimula esse leve movimento de venda por parte dos fundos.

A realização de lucros também marca os negócios no mercado do milho em Chicago. O cereal também recua nesta terça-feira, à espera dos números do USDA.

As informações sobre a briga por área entre soja e milho nos Estados Unidos devem movimentar o mercado nos próximos dias. Estimativas apontam que o cereal irá registrar uma safra recorde na maior área plantada desde 1944. Os dados já são ligeiramente refletidos pelo mercado, no entanto, os traders ainda aguardam com expectativa os dados da sexta-feira.

Às 14h, os futuros do milho operavam com perdas mais expressivas do que a soja, recuanod mais de 9 pontos nos principais vencimentos. O maio/12 era cotado a US$ 6,44 por bushel, com 9,75 pontos negativos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 6 de março de 2012

MERCADO: DÓLAR E CHICAGO SOBEM E MOVIMENTAM NEGÓCIOS COM SOJA

A terça-feira foi positiva para o mercado físico
brasileiro de soja. Chicago e dólar subiram, garantindo preços em elevação
nas principais praças do país e também melhora no ritmo da comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 49,00 para R$ 51,00.
Na região das Missões, o preço passou de R$ 48,50 para R$ 50,00. No porto de
Rio Grande, os preços subiram de R$ 52,50 para R$ 53,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 49,00 para R$ 49,50 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 53,50 por saca, contra
R$ 52,50 da segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço da avançou de R$ 42,50
para R$ 44,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 46,00, contra R$ 44,50 da
segunda.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços mais altos para o grão e o farelo e
mais baixos para o óleo. Após iniciar a sessão dando continuidade ao
movimento de realização de lucros deflagrado na segunda, o cenário
fundamental predominou e garantiu a recuperação das cotações.
A perspectiva de boa demanda pela soja americana, combinada com os cortes
nas estimativas para a safra da América do Sul, manteve os contratos no
território positivo. Os participantes começam a buscar um melhor
posicionamento frente ao relatório de março do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira, dia 9.
O mercado trabalha inicialmente com corte na estimativa de safra do Brasil
e da Argentina, ainda em decorrência do clima desfavorável. Para os Estados
Unidos, o sentimento é de corte nos estoques de passagem.
O principal fator de pressão para as commodities nesta terça foi o
desempenho do mercado financeiro internacional. Essa performance negativa ajudou
a pressionar a soja no início da sessão e persistiu tendo efeito negativo
para o óleo.
O pessimismo do mercado com a situação da economia europeia e com a
previsão de crescimento menor do que o esperado da China em 2012 pressionou
bolsas de valores, metais, demais commodities e petróleo. Além disso, o dólar
subiu frente a outras moedas, tirando competitividade dos produtos de
exportação dos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
10,50 centavos de dólar a US$ 13,29 3/4 por bushel. A posição maio teve
ganho de 10,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,35 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 363,10 por
tonelada, alta de US$ 6,90. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 52,92 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,49 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com valorização de
1,55%, sua maior alta percentual desde o dia 12 de dezembro do ano passado. A
moeda finalizou negociada a R$ 1,7620 na compra e a R$ 1,7640 na venda. Durante
o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7460 e a máxima
de R$ 1,7650.


FONTE: Safras e Mercado.

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,55%, COTADO A R$ 1,7640

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,55%, a R$ 1,7620 para compra e R$ 1,7640 para venda. Na sexta-feira, a
divisa havia encerrado com alta de 0,28%, cotada a R$ 1,7350.
Essa foi a maior alta diária desde 12 de dezembro do ano passado. Durante
o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7460 e a máxima
de R$ 1,7650.


Com informações da Agência Leia.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Soja: Safras & Mercado estima produção brasileira em 68,228 mi t

A produção brasileira de soja na temporada 2011/12 deverá totalizar 68,228 milhões de toneladas, recuando 8% na comparação com a safra anterior, que ficou em 74,380 milhões de toneladas. A previsão faz parte de levantamento divulgado hoje por SAFRAS & Mercado. No relatório anterior, divulgado no dia 27 de fevereiro, a previsão era de safra de 70,273 milhões de toneladas.

O corte de 3% da estimativa anterior para a atual foi determinado pela prolongada estiagem na região Sul do país, durante o mês de dezembro e o início de janeiro. A persistência de clima seco em boa parte de fevereiro também contribuiu para a nova redução.

A estimativa de área plantada passou de 24,170 milhões de hectares em 2010/11 para 24,968 milhões na atual temporada, com aumento de 3%. Safras trabalha com rendimento médio de 2.733 quilos por hectare, contra os 3.077 quilos obtidos no ano passado.

O Rio Grande do Sul foi o estado mais prejudicado pela falta de chuvas. A produção, que no ano passado foi de 11,5 milhões de toneladas, deverá cair para 7,3 milhões de toneladas, com corte de 37%. No Paraná, a safra deverá ter quebra de 29%, recuando de 15,4 milhões para 10,9 milhões de toneladas.

O Mato Grosso continua líder no ranking de produção nacional, com produção estimada em 22,2 milhões de toneladas, representando um crescimento de 8% sobre as 20,5 milhões de toneladas obtidas em 2010/11.

"O que realmente foi decisivo para essa nova redução na expectativa de safra foi a revisão para baixo na projeção de produtividade média, que atingiu a maior parte dos principais estados produtores. No centro-sul do país, a causa foi a combinação de avaliação mais apurada das perdas com a estiagem de dezembro e parte de janeiro, mais a continuidade do clima adverso em áreas da região Sul também em fevereiro", frisa o analista de Safras & Mercado, Flávio França Júnior.

Na região central, alguns ajustes foram feitos em função dos resultados abaixo do esperado com a evolução da colheita e com os prejuízos trazidos pelo avanço dos casos de ferrugem asiática.


Fonte: Agência Safras & Mercado

CBOT: Soja opera com volatilidade e milho trabalha em alta

A sessão regular desta segunda-feira está marcada pela volatilidade no mercado da soja na Bolsa de Chicago. A oleaginosa deu início aos trabalhos em território negativo, estendendo as ligeiras perdas registradas no pregão noturno de hoje.

Porém, por volta das 13h40 (horário de Brasília), as cotações já haviam passado para o campo positivo. Os ganhos, porém, eram bastante tímidos e não passavam do 1,50 ponto. O avanço não durou muito tempo e logo os preços voltaram a operar no vermelho.

Como explicou o analista de mercado Flávio França, da agência Safras & Mercado, o mercado segue sustentado no curto prazo, ainda focando os números que chegam sobre as perdas na América do Sul e mais a demanda aquecida pela soja norte-americana.

França disse ainda que a realização de lucros registrada nas últimas sessões já era esperada diante do forte e grande movimento dos fundos de investimentos no último mês. E, em função desse momento, novas realizações podem acontecer, porém, serão movimentos rápidos e pouco expressivos.

No entanto, a ausência de novidades entre os fundamentos impedem que sejam registrados movimentos mais expressivos e novas e significativas altas.

Milho - Já o milho, em contrapartida, opera com uma firme alta nesta segunda-feira em Chicago. Às 14h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos do cereal somavam mais de 7,50 pontos, e o março/12 já chegou a subir mais de 11 pontos.

Analistas afirmam que a previsão de clima seco para a região central dos Estados Unidos no início da primavera já começa a dar suporte aos preços. As condições climáticas poderiam prejudicar o desenvolvimento do grãos e restringir a oferta norte-americana.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes