Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

SOJA - A ESPETACULAR DECOLAGEM DOS PREÇOS, por Liones Severo

Na minha entrevista do dia 25 de janeiro pp., no Canal Rural, manifestei minha opinião que os preços alcançariam us$ 13,40 por bushel, até o final de março, se não antes. Era quase inimaginável para o mercado que os preços poderiam ter esse desempenho.

No dia 17 de fevereiro pp, postei um artigo no NA, que os preços agrícolas iriam decolar para novas e duradouras altas, como apontavam os fatores históricos.

Sempre considero minhas manifestações de estudos de formação de preços, com muita responsabilidade, porque somos nós, da ponta do mercado, que podemos orientar ou mesmos trazer opiniões abalizadas sobre o desempenho
dos preços.

Meus modelos históricos, sugeriam essas situações em cada tempo. Através de minha longa experiência nesses conteúdos, que resulta em objetivos de preços muito próximo da realidade a médio/longo prazo, desde que, operamos em mercados projetados a futuro.

A repetição dos acertos de minhas análises históricas, conferiu-me a condição de poder afirmar os preços que podem ser alcançados em determinado tempo. Digo isto, porque é importante que a história confirme, como o atual desempenho dos preços, a efetividade de minhas análises.

Fundamentalmente, quando os objetivos históricos apontam esses substanciais aumentos de preços, não trazem no escrutínio de seu DNA ou padrão os meios que se apresentarão para realizar aquele objetivo de preço final que está indicado para ser alcançado.

É importante notar que no epílogo do meu livro ´Como Lucrar Negociando Soja`, escrito dia 4 de março de 2011, praticamente há um ano atrás, já tinha afirmado que durante o ano de 2012, o preços da soja poderiam ter novamente patamares de exceção, talvez os mais altos da história moderna. Aliás, quem leu meu livro vai perceber a mesma constatação em anos anteriores, onde estão literalmente descritos.

Aparentemente, estamos em direção incontestável de uma escalada de preços para todos os produtos agrícolas, até o mês de junho próximo, pelo menos.

Atenciosamente,
Liones Severo


Fonte: Liones Severo

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Soja atinge maior preço em cinco meses na bolsa de Chicago

A valorização foi motivada pela boa demanda pelo grão produzido nos Estados Unidos e por novas revisões para baixo em estimativas para a colheita no Brasil, em virtude dos reflexos da estiagem provocado pelo fenômeno La Niña em regiões produtoras da região Sul.

Os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão a US$ 13,0250 por bushel, ganho de 15,75 em relação ao pregão de sexta-feira.

No oeste da Bahia, a saca de 60 quilos da soja foi negociada, em média, por R$ 42,43, de acordo com levantamento realizado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Fonte: Valor Econômico

Grãos fecham o dia em alta com fundamentos e financeiro positivos

A soja fechou a terça-feira com altas de dois dígitos na sessão regular na Bolsa de Chicago. A demanda aquecida pela oleaginosa norte-americana e mais o clima adverso na América do Sul continuam nos holofotes dos investidores e, por isso, seguem dando suporte às cotações. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, encerrou o dia a US$ 13,12 por bushel, com alta de 10 pontos.

"O quadro de oferta e demanda continua apertado, e a demanda, principalmente por parte da China, ainda é firme", disse o analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar. O mercado da oleaginosa tem ainda a sustentação vinda de notícias de que as chuvas chegaram tarde para as lavouras brasileiras, que já registram danos irreversíveis. Além disso, meteorologistas prevêem chuvas para o Brasil esta semana, o que poderá atrasar a colheita tanto da soja quanto do milho.

A severa quebra na produção sulamericana já está gerando rumores de que os estoques mundiais de soja poderiam ser os menores em 16 anos. Diante disso, instituições financeiras como o banco Rabobank já informaram um aumento em suas estimativas de preços para a oleaginosa. Para o Rabobank, as cotações devem registrar uma média de US$ 12,81 por bushel no primeiro trimestre deste ano. Até agora, a média é de US$ 12,30.

"A baixa produção da América do Sul e mais a firme demanda pela soja dos EUA estão encaminhando os preços para novas altas. E isso está estimulando um aumento nas estimativas para os preços da oleaginosa", disse o analista do Rabobank, Erin FitzPatrick. "E elas ainda podem aumentar diante das boas importações da China", completou.

Paralelamente, o cenário externo mais tranquilo desta terça-feira contribuiu com as altas. O mercado financeiro caminhou por um viés positivo e deixou os investidores menos avessos ao risco.

"O mercado da soja liderou o rally entre as commodities agrícolas hoje. Com o mercado financeiro positivo, houve ânimo dos compras dos fundos e especuladores. Afinal de contas, a cada dia que passa aumentam as estimativas de quebra da safra da América do Sul", complementou Cachia.

Além disso, o analista ainda reiterou as perspectivas de que talvez os Estados Unidos não tenham condições de ampliar sua área de soja, já que as preferências seriam para o milho e para o trigo.

Os futuros do milho e do trigo também encerraram o dia no azul. Os fundamentos para os grãos também são positivos e a subida da soja puxou as cotações nesta terça-feira.

No caso do milho, as expectativas de aumento de área nos EUA acabaram limitando um pouco o avanço dos preços. Entretanto, as cotações devem seguir em alta, já que o cereal tem que garantir preços atrativos para confirmar esse aumento esperado da área.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fundos soberanos avançam sobre tradings de commodities

O anúncio feito na sexta-feira pela Corporação de Investimento do Governo de Cingapura (GIC, na sigla em inglês), dando conta de que adquiriu uma fatia da americana Bunge, apenas confirma o crescente interesse dos países asiáticos pelas firmas globais de commodities. Com US$ 248 bilhões em sua carteira, o GIC comprou 5% das ações da companhia americana por um valor estimado em US$ 500 milhões.

Nos últimos anos, a Corporação de Investimento da China (CIC) e a da Coreia (KIC) adquiriram fatias na Noble, maior trading de commodities da Ásia, e a Temasek Holdings, também de Cingapura, entrou no capital da Olam, trading agrícola com sede no mesmo país. A própria GIC já tinha participação em outra gigante do setor, a suíça Glencore.

Mas a compra de ações da Bunge tem um peso simbólico. Marca a entrada do capital asiático em uma empresa do seleto grupo das "ABCD" - formado também pelas tradings americanas ADM e Cargill, além da francesa Louis Dreyfus -, que domina o comércio global de produtos agrícolas. Com vendas de US$ 58 bilhões, a Bunge movimentou quase 142 milhões de toneladas entre grãos, açúcar e adubos em 2011.

A Dreyfus pode ser a próxima a ter um investidor estatal asiático. A empresa já informou que um aporte de um fundo soberano pode ser uma saída para atrair recursos em um desejado processo de capitalização.

Os fundos soberanos, ligados a governos de países com grandes superávits comerciais, detêm mais de US$ 4,8 trilhões em ativos espalhados pelo mundo. Cerca de 75% desses fundos estão na Ásia e no Oriente Médio. Papéis lastreados em recursos naturais ainda têm um espaço pequeno nessa carteira - no caso da GIC, não passam de 3% - mas são uma aposta cada vez mais evidente.

Os governos asiáticos têm procurado ampliar o controle sobre fontes de alimentos, metais e energia, com o objetivo de sustentar o rápido crescimento de suas economias e populações. Como a compra direta de terras por estrangeiros vem sendo combatida em países que ainda têm condição de expandir a produção agrícola, a participação acionária em empresas do segmento pode ser uma alternativa.

No Brasil, a legislação carece de definições claras sobre a participação de estrangeiros nesse tipo de ativo. Algumas concessões devem ser feitas, mas a tendência é os fundos soberanos ficarem de fora. "Fizemos todas as consultas e análises possíveis e nos convencemos de que a lei não permite, em nenhum caso, a participação de fundos soberanos na propriedade de terras no Brasil", disse Arlindo Moura, presidente da SLC Agrícola, ao Valor no fim de fevereiro.

À frente da maior companhia agrícola do país, Moura negociou durante todo o ano de 2011 a entrada de fundos soberanos no capital da Land Co., uma subsidiária da SLC Agrícola com foco em compra e venda de terras. Na época, a proposta era vender 49% da empresa de terras por US$ 220 milhões. "Estávamos com o cheque na mão. Mas, na última hora, se percebeu que, apesar de a legislação brasileira fazer concessões, elas não existiriam para os fundos soberanos", relata Moura, que agora negocia com fundos de investimentos nacionais para a Land Co.

Mas a compra de pequenas participações em companhias de commodities por fundos soberanos pode indicar tão somente uma aposta no retorno financeiro desses ativos ou uma estratégia para minimizar os prejuízos com a desvalorização do dólar. Apesar da queda no segundo semestre de 2011, os preços das commodities devem seguir pressionados para cima frente ao aumento da demanda, o excesso de liquidez nos mercados financeiros e as restrições ao aumento da oferta no médio prazo


Fonte: Valor Econômico

Economia mundial ainda corre perigo, avalia diretora-gerente do FMI

A economia mundial ainda não está fora de perigo, alertou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, na conclusão ontem do encontro dos ministros das Finanças do G-20 no México.

Para ela, o G-20 deve ampliar sua resistência a novos choques que podem resultar de sistemas financeiros ainda frágeis, do alto endividamento público e privado e de preços mais elevados do petróleo. "De igual preocupação é o desemprego, que ainda é muito alto em muitos países", acrescentou, conforme o comunicado disponível na página eletrônica do Fundo.

O encontro realizado no fim de semana serviu, segundo Lagarde, para discutir os desafios enfrentados pela economia mundial e os próximos passos e ações. Durante o debate, foi abordado ainda, como lembrou a representante do FMI, a construção de barreiras de proteção global mais fortes, incluindo alavancar os recursos do Fundo, para garantir contra choques renovados e para restaurar a confiança global.

"Nós sugerimos aumentar a capacidade de empréstimo do FMI de US$ 500 bilhões, que seria combinada com uma barreira de proteção de tamanho adequado, alta qualidade e crível em nível europeu", sustentou Lagarde. "Fiquei animada pelo reforço do G-20 da importância desse processo. As decisões concretas vão esperar a reavaliação, pelos países da zona do euro, de suas linhas de apoio, planejada para março", emendou.

Lagarde recordou que muitos assuntos discutidos no fim de semana vão ser revisados em encontros a ser realizados em Washington em abril e na reunião de chefes de Estado e governo do G-20 em junho. "Até lá, é crucial que os países continuem seus esforços para restaurar o crescimento global", concluiu.


Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

USDA estima safra de soja 12/13 dos EUA é em 95,2 mi de toneladas

Durante o Fórum Anual do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o órgão divulgou suas primeiras estimativas para a safra 2012/13 do país.

Para a soja, o USDA estima a produção de 95,2 milhões de toneladas (3,5 bilhões de bushels) Na safra anterior, o volume produzido foi de 83,17 milhões de toneladas.

Já para o milho, o estimado é de que os produtores norte-americanos produzam 362,5 milhões de toneladas (14,27 bilhões de bushels). Na safra anterior, a produção do cereal ficou em 313,9 milhões de toneladas.

Os dados divulgados hoje superaram as estimativas base divulgadas anteriormente pelo USDA de 87,5 milhões de toneladas de soja e 361,59 milhões de toneladas de milho.

Trigo - A safra 2012/13 de trigo dos Estados Unidos, segundo números do USDA, deverá totalizar 58,92 milhões de toneladas, acima da estimativa base de 57,7 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

USDA estima retração dos preços agrícolas em 2012

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, em seu Fórum Anual, que prevê uma retração nos preços agrícolas mundiais em 2012. De acordo com o departamento, o aumento da produção deve trazer de volta uma certa estabilidade para o mercado, já que podem reduzir temores com a inflação dos alimentos.

"Certamente, os altos preços que vimos no ano passado estimularam uma resposta da produção global da maioria das commodities", disse o Joe Glauber, economista-chefe do USDA, durante o evento.

Para a instituição, os preços do milho podem chegar a US$ 5 por bushel, recuando 20% neste ano. Porém, Glauber diz que ainda há incertezas nas previsões, já que preocupações com as perdas ocasionadas pela seca na América do Sul e no sul dos Estados Unidos seguem rondando os números.

Os baixos preços previstos pelo USDA refletem, em partes, o aumento da área nos Estados Unidos que, se confirmada, será a maior área semeada com trigo, milho, sorgo, cevada, aveia, arroz, soja e algodão desde os 104,65 milhões de hectares (258,6 milhões de acres de 1997).


Fonte: Notícias Agrícolas

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Colheita de soja do Brasil está adiantada ante 2010/11

Quase 20 por cento da colheita de soja do Brasil na temporada 2011/12 já foi concluída, informaram consultorias agrícolas nesta quarta-feira, apontando que os trabalhos estão cerca de 10 pontos percentuais à frente do índice verificado na mesma época do ano passado.

"A colheita de soja na região centro-sul do Brasil (principal produtora) avançou 6 pontos percentuais na semana de 11 a 17 de fevereiro, totalizando assim 18,6 por cento... mostra-se 10,2 pontos percentuais acima do mesmo período do ano passado", informou relatório da consultoria Clarivi.

Considerando também a colheita no Nordeste, onde os trabalhos estão mais lentos em relação ao Sul e ao Centro-Oeste, a colheita no Brasil atingiu 17 por cento da área até a última sexta-feira, segundo a AgRural, outra de empresa de análise de mercado agrícola.

"O índice representa avanço de seis pontos percentuais em relação aos 11 por cento da sexta passada (10 de fevereiro), supera os 9 por cento de um ano atrás (quando os trabalhos estavam atrasados) e fica acima também dos 13 por cento da média de cinco anos", disse a AgRural em relatório divulgado nesta semana.

Em Mato Grosso (maior produtor brasileiro de soja), que conseguiu plantar mais cedo na safra 2011/12, mais de um terço da safra já foi colhida. No Paraná, segundo Estado para a oleaginosa do Brasil, quase 20 por cento da área já foi colhida.

No Paraná, há certa preocupação com a falta de chuva para as lavouras plantadas mais tarde, que tinham escapado dos problemas da estiagem que quebraram fortemente a safra paranaense, notou a AgRural.

"A preocupação, agora, é com as áreas que plantam mais tarde, cujas lavouras estão na fase decisiva de enchimento de grãos. Embora não se fale ainda em quebra de safra, já há relatos de perdas na região de Ponta Grossa. Guarapuava também tem sentido a irregularidade das chuvas, mas ainda espera uma boa safra", acrescentou a AgRural.

O Brasil é segundo produtor global de soja. Devido à seca, colherá uma safra inferior ao recorde de mais de 75 milhões de toneladas na temporada passada.

Apesar do avanço da colheita, os preços se mantêm firmes no país, com os ganhos no mercado internacional, sustentados recentemente por grandes compras da China de soja norte-americana , e também por preocupações em relação à safra da América do Sul.

Segundo relatório recente da consultoria Informa Economics FNP, os preços têm atraído interesse na ponta vendedora.

BOM VOLUME PARA COLHEITA

Levantamento da consultoria Céleres também aponta que cerca de 20 por cento da área de soja já foi colhida, e acrescenta que "pouco mais da metade das lavouras (51 por cento) tenham passado pela fase de maturação, contra 45 por cento registrado na mesma época do ano anterior".

"Dessa forma, o produtor brasileiro já tem à disposição um representativo volume da safra praticamente pronto para ser colhido...", disse.

O percentual comercializado também avançou na semana passada. A Céleres estima que 53 por cento da produção já foi comercializada, estável ante o mesmo período do ano anterior, mas acima da média de cinco anos de 43 por cento.


Fonte: Reuters

USDA: Área de milho aumenta e de soja se mantém estável nos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta quinta-feira um prognóstico de suas estimativas de área para a safra de grãos 2012/13 do país durante do Fórum Anual da instituição.

Segundo o economista-chefe do departamento, Joe Glauber, na próxima safra, os produtores norte-americanos devem plantar cerca de 30,35 milhões de hectares (75 milhões de acres) de soja.

Na safra 11/12, a área plantada ficou também em 30,35 milhões de hectares, ou 75 milhões de acres. No relatório "baseline", o USDA estimava algo em 29,95 milhões de hectares (74 milhões de acres).

Para o milho, o a estimativa é de que sejam plantados 38,04 milhões de hectares (94 milhões de hectares). Na safra 11/12, foram plantados 37,19 milhões de hectares (91,9 milhões de acres).


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

SOJA: CHICAGO FECHA COM ALTA MODERADA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quarta-feira com preços firmes. A alta foi
moderada. Os contratos sofreram pressão de um movimento de realização de
lucros e do cenário financeiro negativo, em meio às preocupações com a
situação da economia grega. Nova venda de soja para a China, no entanto,
garantiu a alta. Os ganhos milho e do trigo contribuíram para a recuperação.

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de
Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 175 mil toneladas de soja em
grão para a China, a serem entregues na temporada 2012/13. Toda operação
envolvendo a venda de volume igual ou superior a 100 mil toneladas do grão,
feita para o mesmo destino e no mesmo dia, tem que ser reportada ao USDA.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
1,25 centavo de dólar a US$ 12,72 1/4 por bushel. A posição maio teve ganho
de 1,75 centavo de dólar, encerrando a US$ 12,78 3/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 331,30 por
tonelada, alta de US$ 1,10. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 54,42 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,16 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.