Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ECONOMIA: INDEFINIÇÃO SOBRE DIVIDA GREGA PRESSIONA BOLSAS EUROPEIAS

Influenciadas pela indefinição quanto às negociações
realizadas ontem entre o primeiro ministro grego Lucas Papademos e os líderes
dos três principais partidos do país, as principais bolsas da Europa
encerraram o dia de hoje em queda. De acordo com a agência estatal grega Athens
News Agency (ANA), na noite de ontem, Papademos participou de uma reunião com
líderes de partidos da Grécia, que terminou sem acordo. Uma nova reunião para
discutir as medidas de austeridade tinha sido marcada para hoje, porém foi
adiada para amanhã.
De acordo com a agência grega de notícias "Amna", o primeiro ministro
também discutiria a divida grega hoje com a Troika - comissão formada por
representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia e
Banco Central Europeu (BCE) -, para finalizar o acordo para o segundo pacote de
resgate que será liberado para o país.
Outro fator influenciador foi a alta nos preços de imóveis no Reino
Unido, que avançou para 0,6% em janeiro na comparação com dezembro, segundo a
pesquisa da Halifax. O preço médio atingiu 160.907 libras esterlinas no mês
passado. Em relação a janeiro de 2011, os preços de imóveis recuaram 1,8%.
O índice FTSE-100, principal da bolsa de Londres, fechou com queda de
0,15%, a 5.892,20 pontos; o DAX-30, de Frankfurt, encerrou com perda de 0,03%, a
6.764,83 pontos; o CAC-40, de Paris, registrou decréscimo de 0,66%, a 3.405,27
pontos; o Ibex-35, de Madri, desvalorizou 0,29%, a 8.835,30 pontos; o SMI-20,
de Zurique, apresentou retração de 0,10%, a 6.147,03 pontos e o FTSE MIB, da
bolsa de Milão, caiu 0,30%, a 16.389,82 pontos.


As informações são da agência Leia.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA DE POUCOS NEGÓCIOS E DE PREÇOS MISTOS

A quinta-feira foi lenta para a soja no mercado brasileiro
e de preços mistos, ora influenciados pelas oscilações positivas em Chicago,
ora pela retração no câmbio. Apenas agentes com necessidades pontuais e de
poucos lotes de soja fazendo negócios a preços levemente superiores a ontem.
No geral, as cotações em diversas localidades permaneceram nominais devido ao
seguimento da retração nos negócios.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 47,50 para R$ 48,00.
Na região das Missões, o preço avançou de R$ 47,00 para R$ 47,50. No porto
de Rio Grande, os preços ficaram em R$ 50,00 por saca.
Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 45,00 por saca. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 48,00 por saca, repetindo a quarta.
Em Rondonópolis (MT), o preço da saca caiu de R$ 39,50 para R$ 39,00. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 40,50, contra R$ 41,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da quinta-feira com preços em leve alta. O dia foi de muita
volatilidade. De um lado, houve pressão exercida por um movimento de
realização de lucros. Em contrapartida, o mercado recebe suporte do cenário
fundamental.
O sentimento de demanda aquecida pelos produtos agrícolas dos Estados
Unidos limitou qualquer tentativa de correção técnica. Ainda há incertezas
quanto ao tamanho dos prejuízos em termos de produtividade na safra
sul-americana, por conta da estiagem de dezembro e início de janeiro.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
1,75 centavo de dólar a US$ 12,17 por bushel. A posição maio teve ganho de
1,25 centavo de dólar, encerrando a US$ 12,25 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 323,40 por
tonelada, alta de US$ 1,10. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 51,19 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,01 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a negociação de hoje em queda de 0,69%,
negociado a R$ 1,7200 na compra e a R$ 1,7220 na venda. Durante o pregão, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7200 e a máxima de R$

Vendas de grão em Mato Grosso perdem ritmo

Os produtores de grãos de Mato Grosso se capitalizaram o suficiente para executarem manobras que amortecem os impactos das oscilações das cotações internacionais, conforme avaliação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo das vendas antecipadas desta safra é apontado como prova dessa articulação. O índice estava adiantado na época do plantio chegou a 40% da produção em setembro. Mas, quando os preços começaram a cair, o setor colocou o pé do freio. Agora, as vendas estão atrasadas em relação ao ano passado, numa diferença de 60% para 65%.

A cotação chegou a R$ 45 em alguns momentos. Quem não conseguiu aproveitar, passou a vender só o necessário depois que foram registradas baixas expressivas, observa o superintendente do Imea, Otavio Celidonio. A expectativa é que os preços voltem a subir após a colheita.

A capitalização do produtor se expressa na demanda por máquinas, aponta Daniel Latorraca Ferreira. O comércio não está dando conta de atender a todos os pedidos. As compras renovam o parque de máquinas e permitem a ampliação do cultivo.

As máquinas com tecnologia de precisão que estão chegando ao campo provocam falta de mão de obra especializada em todas as regiões de Mato Grosso. Em Sorriso, região onde as empresas e produtores disputam agrônomos experientes e trabalhadores braçais, um operador de máquinas pode ganhar R$ 3 mil por mês.


Fonte: Correio do Povo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

China deve expandir em mais de 10pct capacidade de moagem de soja em 2012

O CNGOIC - Centro Nacional de Informações sobre Grãos e Óleos da China - informou nesta quarta-feira que a China irá expandir sua capacidade de moagem de soja em mais de 10% em 2012. Isso deve acontecer mesmo com uma capacidade excedente já existindo. De acordo com o centro, as esmagadoras devem adicionar à sua capacidade anual de processamento mais 12 milhões de toneladas da oleaginosa.

A estimativa anterior da instituição para a capacidade anual de moagem de soja da nação asiática era de 125 milhões de toneladas até o final do ano. O volume é mais de duas vezes maior do que a demanda de, aproximadamente, 60 milhões de toneladas.

Em 2011, os chineses acrescentaram mais de 15 milhões de toneladas à capacidade de processamento. Este foi o maior aumento desde 2004.

A estatal COFCO é uma das líderes da expansão, com novas unidades de esmagamento nas províncias de Guangxi e Tianjin, com unidades que, combinadas, são capazes de esmagar 8 mil toneladas por dia, ou 3 milhões de toneladas por ano.

Além dessas, a COFCO ainda tem mais unidades novas em Hubai e Anhui, as quais, juntas, têm capacidade de processamento de 3 mil toneladas/dia, ou 1,1 milhão de toneladas por ano.

A China National Grain Reserves também iniciou suas atividades em duas novas unidades de processamento em Guangdong e Jiangsu, com capacidade de esmagamento de 6 mil toneladas por dia.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Seca na América do Sul e frio intenso no leste europeu impulsionam grãos em Chicago

O mercado internacional de grãos registra mais um dia de expressivas altas na Bolsa de Chicago. A soja fechou o pregão noturno com altas de dois dígitos e já soma mais de 13 pontos positivos no início dos negócios, por volta das 13h50 (horário de Brasília).

Uma junção de problemas climáticos ao redor do mundo e mais a euforia do mercado financeiro são os principais fatores de altas das cotações nesta quarta-feira. Entre eles, as perdas registradas na América do Sul por conta da estiagem é o mais importante, como explica o analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar.

Mas, o frio intenso em importantes regiões produtoras do Leste Europeu também tem movimentado bastante o mercado, já que deve ocasionar uma severa quebra na safra europeia. Com esse cenário, o vencimento março/12, operava a US$ 6,77 por bushel, com alta de 11 pontos. Já o setembro/12, já superava os US$ 7, subindo 5,75 pontos, às 14h (horário de Brasília).

"Ainda é muito cedo para calcular perdas, até porque a previsão é de que esse clima extremamente frio continue nos próximos dias. Sem dúvidas, na próxima semana vamos começar a conhecer a magnitude desse problema", diz Cachia.

A expectativa agora é de que esses fundamentos climáticos permitam que o mercado de grãos retomem sua tendência altista. "Mas é bom alertar que o mercado não tem garantia nenhuma em função da questão econômica, volta e meia os fundos vão realizar lucros e isso pode ter um efeito negativo nos preços", afirma o analista.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Clima adverso ao redor do mundo dá suporte aos grãos em Chicago

Após as baixas registradas ontem, o mercado internacional de grãos parece tentar uma recuperação nesta terça-feira, operando com leves altas. Por volta das 15h20 (horário de Brasília), os futuros da soja subiam pouco de 5 pontos e o milho mais de 3 pontos. Já o milho operava com altas de dois dígitos, subindo mais de 12 pontos nos principais vencimentos.

Essa alta vista no mercado do trigo nos negócios de hoje reflete uma junção de adversidades climáticas pelo mundo. Há problemas climáticos na Rússia e na Ucrânia, dois importantes produtores mundiais, com o frio excessivo castigando as lavouras do grão nos dois países.

Como explicou o analista de mercado Daniel D'Ávilla, da New Edge Corretora, trata-se de uma "doença" chamada winter kill, em que o frio queima as plantas. "E isso dá suporte para o mercado", completa. De acordo com o analista, 15% da produção russa estaria comprometida, bem como 1/4 da produção ucraniana.

Além disso, nos Estados Unidos o tempo muito seco também compromete o bom desempenho das lavouras de trigo norte-americanas, mais um fator que acaba impulsionando o mercado.

O clima na América do Sul também continua no foco dos investidores. A seca segue prejudicando as lavouras do Sul do Brasil e de regiões da Argentina, o que dá suporte aos preços em Chicago, principalmente da soja e do milho. As chuvas que chegam em ambos os países não são suficientes para reverter parte das perdas, que já são bastante severas e irreversíveis.

Além disso, hoje foram reportadas informações de que o Japão comprou 330 mil toneladas de sorgo e milho da Argentina. Sinais de que a demanda pelo cereal está aquecida também contribuem para as altas, porém, ainda de acordo com D'Ávilla, as compras de grãos em outros países que não os Estados Unidos são "uma forma de tentar impedir uma alta dos preços na Bolsa de Chicago", fato que poderia limitar os ganhos na CBOT.

"Soja e milho estão mais baratos na América do Sul do que nos Estados Unidos, então é normal vermos um pouco mais de demanda do mundo pelos grãos do Brasil e da Argentina", Daniel D'Ávilla, analista de mercado da New Edge Corretora.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Frustração com Grécia eleva dólar e pesa sobre agrícolas

A ausência de um acordo entre Grécia e credores privados a respeito da reestruturação da dívida do país provocou uma onda de aversão ao risco que elevou o dólar e pesou sobre os mercados financeiros pelo mundo. No caso das commodities agrícolas, as perdas foram generalizadas nas bolsas de Chicago e de Nova York.

O mercado da soja esteve entre os mais pressionados. Além da crise, a previsão de chuvas sobre áreas secas da Argentina ajudou a baixar o preço da oleaginosa, que cedeu 2,77%, para US$ 11,8525 por bushel. A expectativa é que a umidade ajude as lavouras do vizinho a recuperar produtividade depois de um extenso período de estiagem. O milho também teve desvalorização expressiva, acompanhando as perdas da soja.O contrato março recuou 1,56%, para fechar cotado a US$ 6,3175 por bushel.

Em Nova York, o contrato março do açúcar fechou em baixa de 1,49%, em 23,85 centavos de dólar por libra-peso. Sem novidades nos fundamentos de oferta e demanda, esse mercado tem acompanhado as preocupações com a economia europeia e a valorização do dólar. É o mesmo caso do café, que recuou 0,35%, cotado a 216,60 centavos por libra em um dia sem novidades.

O preço do suco de laranja caiu 0,52%, para 209,80 centavos de dólar por libra-peso, no contrato março, depois de ter disparado na sexta-feira com a decisão do governo dos Estados Unidos de devolver cargas da bebida contendo níveis do defensivo carbendazim acima do permitido no país.


Fonte: O ESTADO DE S. PAULO - SP

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ferrugem na soja ameaça produção em MT

Mato Grosso lidera ocorrências de ferrugem asiática na safra 2011/2012 com 47% dos focos registrados até sexta-feira (27). São 65 notificações entre os laboratórios credenciados no Estado pelo Consórcio Antiferrugem e os produtores começam se preocupar com as perdas devido ao fungo Phakopsora pachyrhizi. Com as chuvas e o clima quente, a proliferação da ferrugem é facilitada e a recomendação dos técnicos é que produtores aumentem o número de aplicações de defensivos nas lavouras a fim de evitar o aparecimento do fungo. Problema disso, além da possível perda de produtividade, está no aumento de custo ao produtor que precisa a investir mais na aquisição e aplicação de fungicida.

Em média, o custo por hectare para o ciclo completo da soja é de R$ 200 a R$ 400, dependendo da qualidade do produto aplicado. De acordo com gerente técnico da Associação de Produtores de Soja e de Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Luiz Nery Ribas, a ferrugem asiática na safra 2011/2012 está mais crítica que nos últimos 2 anos por causa do fenômeno La Niña. Segundo ele, o clima está extremamente favorável para doença. Altas temperaturas e umidade facilitam a propagação do fungo, assim como a colheita da soja precoce e super precoce, porque o vento é o maior dispersor do fungo, que acaba afetando as lavouras mais tardias.

Ou seja, os produtores que plantaram em dezembro são os que mais correm risco de ter a produção afetada, devido à contaminação vinda de outras lavouras. A chuva persistente dificulta o tratamento, o produtor não consegue entrar com o trator e o pulverizador. É mais um agravante neste ano. Vamos reduzir produtividade e vai aumentar o custo e a produção vai ser afetada, embora ainda seja cedo para falar em percentual, afirma Ribas.

Diretor-executivo da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Seneri Paludo, afirma que ainda é cedo para estimar a perda para o Estado, mas não descarta o problema. Mato Grosso como um todo é muito suscetível à ferrugem devido ao excesso de umidade neste período. Além da ferrugem, outro dano causado pela chuva é a fermentação do grão, conhecido como soja ardida. Neste caso, explica Paludo, o grão fica com mais umidade do que o recomendável e o produtor tem que gastar mais para secar a oleaginosa quando possui armazém próprio, ou receber menos das tradings pelos custos extras que essas empresa terão.

Engenheiro agrônomo, especialista em ferrugem, José Tadashi, explica que com a doença o grão não enche, ou seja, não amadurece até o ponto ideal, tornando-o mais leve do que o normal e às vezes o custo de colheita não compensa o que será pago pelo produto. Além de receber menos pelo menor peso, Tadashi afirma que as compradoras também pagam menos porque na hora de processar o grão o custo sobe, uma vez que a fabricação do óleo fica mais complicada.

Uma característica que poderá ajudar para evitar uma propagação muito grande, segundo o engenheiro, é a redução do tempo de amadurecimento da soja de 130 para 100 dias, em média, permanecendo assim menos tempo em exposição. Produtor Neri Geller conta que em visita às lavouras da região Médio-Norte e Norte na última semana, foi possível perceber a proporção do problema. Há lavouras inteiras tomadas pelos fungos. Os produtores precisam se atentar e aplicar o preventivo a cada 15 dias ou menos.

Motivação -

Engenheiro agrônomo José Tadashi explica que o crescimento da incidência da ferrugem nesta safra é influenciada pela soma de alguns fatores. Segundo ele, com a redução do problema nas duas últimas safras, o produtores costumam relaxar mais, fazer menos aplicações e ou comprar produtos de qualidade inferior. Além disso

SOJA: CHICAGO RECUA NO MEIO-PREGÃO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
opera com preços mais baixos no meio-pregão de hoje. A força do dólar está
dando o tom baixista ao mercado hoje. O cenário externo de maior cautela e
incertezas em relação a situação econômica mundial está refletindo nas
cotações da oleaginosa. As perdas do petróleo e dos metais completam o quadro
baixista.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 41,503
milhões de bushels na semana encerrada no dia 26 de janeiro, conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 36,401 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
43,834 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de
setembro, as inspeções estão em 718,040 milhões de bushels, contra 979,393
milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com entrega em março de 2012 estão cotados
a US$ 11,92 1/2 por bushel, baixa de 26,50 centavos de dólar por bushel em
relação ao fechamento anterior. As posições da soja em grão com entrega em
maio de 2012 estão cotadas a US$ 12,02 1/4 por bushel, perda de 26,25 centavos
de dólar por bushel em relação ao fechamento anterior.
No farelo, março de 2012 tem preço de US$ 315,40 por tonelada, retração
de US$ 6,80 por tonelada em relação ao fechamento anterior. No óleo de soja,
a posição março de 2012 vale 50,60 centavos de dólar por libra-peso,
desvalorização de 0,99 centavo de dólar em relação ao fechamento anterior.

FONTE: Safras e Mercado.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Em Chicago, soja e trigo recuam; milho registra mais um dia de alta

A soja opera com leves baixas na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira. Em um pregão típico de sexta-feira, com pouca movimentação, os preços iniciaram a sessão regular de hoje com baixas de pouco mais de 2 pontos.

Segundo analistas, a oleaginosa tenta realizar parte dos lucros acumulados ontem, quando fechou o dia com avanços de dois dígitos. Além disso, o mercado ainda se depara com o dólar em alta, fator que ajuda a pressionar as cotações em Chicago.

Já o milho, por outro lado, abriu o pregão em alta, ampliando os ganhos do pregão noturno desta sexta-feira. O mercado segue encontrando suporte nas adversidades climáticas da América do Sul e também na boa demanda pelo cereal norte-americano.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 170,2 mil toneladas de milho para o México, com entrega prevista para a safra 2011/12.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes