Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SOJA: DEMANDA FRACA DETERMINA PERDAS PARA 1as POSIÇÕES DO GRÃO EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais predominantemente mais
baixos para o grão, fracos para o farelo e firmes para o óleo. A demanda
enfraquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos determinou a queda nas
cotações. Com a safra sul-americana se desenvolvendo bem, o temor é de
aumento na competitividade e possibilidade de enfraquecimento das exportações
norte-americanas.
Diferentemente das últimas sessões, o mercado financeiro não deu apoio
ao movimento de recuperação. Petróleo, metais e bolsas tiveram um dia de
perdas, apesar do recuo do dólar frente a outras moedas.
Os contratos com vencimento em janeiro recuaram 3,25 centavos de dólar,
fechando a US$ 11,28 por bushel. A posição março teve baixa de 2,50 centavos
de dólar, encerrando a US$ 11,38 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 287,20
por tonelada, perda de US$ 3,20. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 49,52 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,25
centavo frente ao fechamento anterior.

Exportações

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 489.600 toneladas
na semana encerrada em 24 de novembro, contra 921.600 toneladas na semana
anterior. China (534.600 toneladas) foi o principal país comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

FONTE: Safras.

Queda no preço da soja dificulta fechamento de novos negócios

O produtor Helmuth Steffen plantou 150 hectares de soja em Santa Rosa, no noroeste do Rio Grande do Sul. Este ano, ele antecipou o plantio e também a negociação da safra, fechou os contratos em agosto. Cerca de 1/3 foi negociado para travar os custos de produção. Nós conseguimos comercializar a soja por R$ 50 a saca", conta.

Nos últimos meses o preço da soja vem caindo e, por isso, os agricultores resolveram segurar a venda do produto.

Muitos agricultores que fazem contratos futuros de venda aguardam pelo melhor preço da soja. Hoje, o valor estimado da saca é de R$ 39, redução de 11% em relação ao valor comercializado em agosto.

Helmuth está esperançoso de que os preços voltem a subir e ele consiga novamente os excelentes patamares que conseguiu alguns meses atrás. Vamos aguardar por um preço melhor e melhor rentabilidade.

Fonte: Globo Rural

Commodities Agrícolas: Em novembro, resultado foi negativo nas bolsas internacionais

Em novembro, o cacau teve queda de 15,4%, o algodão de 9,8%. No milho, a desvalorização foi de 7,7%. O trigo caiu 7,5% e o açúcar 7,3%. O preço da soja recuou 6,2%. Já o suco de laranja teve alta de 1,8% e o café arábica fechou o mês com valorização de 2,8%.

O analista de mercado Antônio Sartori explica que o motivo que está influenciando os preços nas Bolsas internacionais é reflexo da crise mundial. Isso já aconteceu em 2008, quando o mercado em outubro caiu 300 pontos. Este ano, o índice foi igual e a queda em novembro foi pequena em relação ao mês anterior, mas os fundamentos não mudaram. O mundo não parou de comer, mas os estoques mundiais estão baixos, o que indica movimento forte pela frente.

De acordo com Sartori, enquanto o cenário na Europa não estiver resolvido, a situação não deve mudar e o clima é outro fator que preocupa porque estamos em ano de La Niña e a estiagem já acontece no sul da América do Sul.

Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Comentário do analista de mercado Liones Severo

SOJA - COMENTÁRIO SOBRE A CRISE

Não era difícil prever que, se a Zona do Euro tem um endividamento médio de 100pct do PIB, com as economias expandidas pelos altos preços praticados em todas as commodities e demais produtos. É certo que a desimbolização dos preços e mercados que promoveram, teria uma repercussão direta na diminuição na arrecadação de impostos e tributos em todos os países da Zona do Euro.

O resultado seria uma redução dos PIB´s e consequentemente um aumento proporcional de seus endividamentos em relação a um PIB reduzido pela crise, ainda mais, comprometendo também a capacidade de arredação para mitigar as dívidas existentes.

É admirável a imprevisão da administração estratégica global, responsáveis por este prejudicado cenário econômico da Zona do Euro, quando o custo de pagar a dívida da Grécia teria saído bem mais em conta.

Agora, a única maneira de reduzir e tornar administrável seus déficts será realçar novamente as economias de mercados com preços altos, expandir o PIB e arrecadação de impostos, competitivos o suficiente para a retomada do curso de desenvolvimento sustentado.

Os custos de uma instituição, empresa ou estado, concorrem com o aumento da receita, mas a recíproca não é verdadeira. Portanto, o que podemos esperar é uma retomada ou re-evolução dos muitos mercados afetados por uma tentativa de solução muito distante do que se poderia considerar como adequada.

Com o advento do mundo global, os mercados se tornaram mais complexos ou de maior valor contributivo, do que foi num passado em que esses domínios prosperavam sem qualquer percepção dos prejuízos que estendiam há muitos setores produtivos, principalmente no setor agrícola primário que amargavam anos eternos de preços aviltados, sem qualquer poder de reação.

Nossa agricultura já não vive essa dependência, mas ainda hoje está marcado em nossa saga, o temor de assistir o levante de nossas máquinas confiscadas pelos bancos pela impossibilidade de obter uma receita legítima pela nossa produção agrícola.

Fonte: Liones Severo - Analista de mercado

Soja: Mercado dos EUA já sente pressão da concorrência com América do Sul

As exportações e o esmagamento de soja dos Estados Unidos registraram um declínio de 22% em setembro e outubro se comparado ao mesmo período do ano passado. A consultoria alemã Oil World informou que as vendas norte-americanas têm diminuído ao passo que os compradores se voltam mais para a oferta da América do Sul.

Nos últimos dois meses, as exportações e o esmagamento tiveram uma baixa de 13,74 milhões de toneladas. Na Argentina, por outro lado, as vendas aumentaram 15% e no Brasil, 21%. As exportações sulamericanas subiram para 22,2 milhões de toneladas e, de acordo com a Oil World, é o maior nível já registrado.

\"Os sojicultores e exportadores dos Estados Unidos sofreram com a competição com o produto da América do Sul. A disposição da soja sulamericana parece ser, portanto, a principal razão para a redução das exportações e do processamento de soja no país em setembro e outubro\", afirmou a consultoria em seu último reporte.

Em novembro, as exportações brasileiras de soja podem somar 1,8 milhões de toneladas. O volume é maior do que as 1,41 milhões de toneladas exportadas em outubro.

Mercado - Só neste ano, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago já recuaram 20%. Parte dessas perdas foram ocasionadas por conta de um recuo da demanda por matérias-primas, agravado pela crise financeira pela qual passa a economia europeia e também por notícias negativas sobre as finanças dos EUA.

Com informações da Bloomberg. Clique no link abaixo e veja a notícia original, em inglês.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Financeiro dá trégua e soja ganha mais de dois dígitos em Chicago

Os futuros da soja operam com ganhos de até dois dígitos na primeira hora do pregão regular desta terça-feira em Chicago. Às 14h29 (horário de Brasília) a oleaginosa subia mais de 10 pontos no vencimento janeiro 2012, negociada a US$11,31. O milho ganhava 5 pontos em seus principais contratos e o trigo mostrava fôlego com ganhos superiores aos 14 pontos nos papéis negociados para março de 2012 na CBOT.

O sentimento positivo em relação à crise na economia europeia traz tranquilidade aos investidores que voltam as compras hoje frente a um mercado muito vendido. A notícia de que a Itália realizou leilão de títulos com venda de quase 8 bilhões de euros em bônus também animou o mercado financeiro, puxando para cima as principais bolsas de valores mundiais.

Os investidores operam ainda nesta terça-feira sob expectativa da reunião do Eurogrupo marcada para hoje entre ministros de finanças do bloco europeu. Os traders esperam que do encontro saiam medidas de controle para a crise financeira.

Para o milho, apesar do cenário também positivo, as altas são limitadas pela fraca demanda. Segundo analistas, as recentes perdas não foram suficientes para atrair compradores para o grão estadunidense que ainda sofre com a competitividade do cereal dos países da região do Mar Negro. Já o trigo, se apoia no cenário macroeconômico favorável e realiza as perdas das últimas sessões

A leve desvalorização do dólar completa, mesmo que timidamente, o tom altista do dia para as commodities agrícolas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

USDA estima safra brasileira de soja 11/12 4,1% menor que safra passada

De acordo com o levantamento divulgado pelo USDA, estima-se que a produção brasileira de soja será de 72,2 milhões de toneladas na safra 11/12, sendo 4,1% menor que o volume produzido na safra 10/11. Mesmo com essa diminuição, o total importado permanecerá o mesmo. Já o consumo brasileiro do grão passará dos 40,45 para 40,65 milhões de toneladas para a próxima safra.

Entretanto, as estimativas para o volume exportado deverá diminuir 2,8% com relação à safra passada, quando 33,8 milhões de toneladas foram exportadas. Assim, os estoques finais apontam para 2,69 milhões de toneladas, ou seja, 30,3% menores que os 3,86 milhões de toneladas da safra 2010/11.

Exportações

De acordo com o relatório da Secex, o volume exportado pelo Estado de Mato Grosso nos primeiros 10 meses do ano foi de 8,2 milhões de toneladas, sendo 20,6% menor que o volume exportado no mesmo período de 2009, classificado como o segundo menor dentre os últimos 4 anos, sobressaindo apenas ao volume exportado em 2008, que foi de 8,04 milhões de toneladas. Os fatores desse cenário podem ser a colheita tardia e a diminuição de compra em 14,5% por parte da China, principal cliente do grão em Mato Grosso. Nos dois últimos meses do ano está se exportando cada vez menos, desde 2008, e, seguindo essa tendência, e também avaliando o estoque de soja da safra 10/11 que possui 98,8% comprometidos, neste ano poderemos ver o menor volume exportado da séria analisada.

Fonte: Imea

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Crise da zona do euro é risco para a economia mundial, diz OCDE

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) afirmou nesta segunda-feira (28) que a crise dos países da zona do euro representa o principal risco para a economia mundial neste momento.

De acordo com o relatório "Perspectiva Econômica", a OCDE vê que a recuperação econômica mundial está perdendo força, deixando a zona do euro em uma leve recessão e os Estados Unidos em risco de seguir o mesmo caminho.

Em dificuldade para conter uma crise de dívida sem precedentes, a zona do euro crescerá apenas 0,2% em 2012, disse a OCDE, cortando a previsão anterior de 2%.

"A crise da zona do euro representa o risco principal para a economia mundial no momento, com a preocupação sobre a sustentabilidade da dívida soberana dos países haver se tornado generalizada", informou relatório da OCDE.

Se medidas não forem tomadas, de acordo com o relatório da OCDE, o contágio recente que afeta países cujas finanças públicas eram antes consideradas sólidas poderia levar a uma "ruptura econômica massiva".

Mais cedo, a agência de classificação financeira americana Moody's advertiu que todas as notas que medem o risco de crédito da União Europeia (UE) estão ameaçadas pela atual crise financeira.

"Nós vemos o crescimento dos Estados Unidos se recuperando lentamente, a zona do euro entrando em uma leve recessão e o Japão crescendo mais rápido por causa da reconstrução, mas esse impulso é temporário e irá desvanecer".

Previsões reduzidas
A ameaça de recessões ainda mais devastadoras existe se a zona do euro não conseguir controlar sua crise de dívida e se os parlamentares dos EUA não puderem acertar um plano de redução de gastos estatais, advertiu a OCDE.

Seu relatório semestral previu que o crescimento mundial desacelerará para 3,4% em 2012, contra 3,8% neste ano.

Isso marca uma forte queda em relação ao cenário projetado em maio, quando a OCDE estimava expansão de 4,2% neste ano e 4,6% em 2012.

Fonte: Do G1, com informações de agências internacionais

Financeiro dá sinais positivos e anima mercado de grãos

A forte correlação entre o mercado financeiro mundial e o mercado de commodities agrícolas está sendo refletida no pregão noturno desta segunda-feira. Os grãos negociados na Bolsa de Chicago registraram boas altas na sesão eletrônica de hoje, com a soja subindo mais de 14 pontos e o milho e o trigo mais de 10 nos principais vencimentos.

A Europa começou a semana dando sinais de que poderia estar próxima de medidas efetivamente concretas para a contenção e solução da crise que vem castigando as principais economias do continente. Com isso, ao redor do mundo as principais bolsas de valores operam em alta, bem como importantes mercados como o do ouro, da prata e do petróleo, que oferecem suporte às commodities agrícolas neste processo de recuperação.

A melhora vista no cenário macroeconômico impacta diretamente no apetite dos fundos e no comportamento dos investidores, que acabam reduzindo sua aversão ao risco e voltando para as commodites. "Ainda não é uma forte alta, apenas um avanço moderado, mas que reflete puramente a melhora no humor do investidor e nas expectativas de compras dos fundos", disse o analista de mercado Steve Cachia, da corretora Cerealpar, de Curitiba/PR.

Porém, a cautela deve ser mantida, uma vez que o cenário segue bastante incerto e ainda opera baseado em expectativas positivas, e não em medidas anunciadas. Por conta disso, é preciso muita atenção à movimentação do financeiro e às novas baixas que ele pode voltar a provocar.

Cachia diz ainda que entre a falta de novidades entre os fundamentos - sejam positivas ou negativas - também deixam o mercado mais sensível em relação à macroeconomia, já que essa acaba sendo a principal referência para o mercado, em especial para os fundos.

Nos últimos dias, o que se pode observar foi uma liquidação geral dos fundos entre as commodities agrícolas por conta das notícias negativas que chegavam incessantemente da Europa e provocam um aumento constante da aversão ao risco por parte dos agentes do mercado.

>> No Estadão: Bolsas na Europa disparam; Bovespa acompanha otimismo

A sinalização de uma resolução para as regras do uso do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês) causa otimismo nos mercados nesta segunda-feira. As bolsas na Europa sobem e são acompanhadas pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que avançou 0,78%, a 55.320 pontos, na abertura.

“O mercado trabalha nessa possibilidade de definição da ajuda, mas nenhuma notícia oficial foi divulgada”, diz o operador da Renascença, Luiz Roberto Monteiro. Segundo notícia da agência Reuters, as regras operacionais detalhadas para o fundo de resgate estão prontas para serem aprovadas pelos ministros de Finanças da zona do euro na terça-feira. Amanhã, as autoridades fazem uma reunião.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Comentário do analista de mercado Liones Severo

É surpreendente o que está acontecendo com a degradação das economias dos países desenvolvidos e como trouxe a derrocada em todos os mercados globais.

As commodities agrícolas pela primeira vez na história moderna, perderam suas relações de parâmetros e equivalência entre todos os produtos, até mesmo em relação ao ouro, sabidamente competidor competente na formação de preços de muitos mercados.

A crise financeira de 2008, deixou a compreensão de decisões equivocadas dos governantes americanos que não atacaram de imediato os problemas de endividamento privados de seus habitantes, mas nem mesmo serviu de lição para a Zona do Euro que está carregando um plano de indefinições com imprevisíveis conseqüências para todas as economias globais.

Felizmente esta crise surgiu num momento em que as atividades agrícolas da America do Sul estão organizadas e com competência para administrar os problemas que poderão advir desta situação global. O mercados de commodities agrícolas, embora passando por um período de dificuldades, não deverão sofrer grandes alterações no médio e longo prazo, porque são imprescindíveis para a existência e sustentação da vida humana.

É da natureza dos mercados que situações invasivas de caráter diverso não pertinentes à atividade, neste caso agrícola, não tem sustentação por longos períodos, embora por um determinado tempo se confundam e se comuniquem. Seria como ´o gato bebe leite e o rato come queijo`, com semelhança de origem com o fim completamente diverso.

As crises acontecem por necessidades de ajustes e mudanças de determinados padrões existentes, mas qualquer que seja a resultante, não se pode entender que haverá uma forma diferenciada no consumo humano de alimentos.

Neste tempo os ativos agrícolas representados por contratos de futuros na Bolsa de Chicago estão sendo vendidos agressivamente pelos fundos de investimentos. A condição que este mercado oferece de primeiro ´vender` para depois ´comprar`, permite este tipo de negócio, mas também tem a outra incomum característica de um mercado que soma zero, isto é, um mercado de contra-partida que para cada vendedor tem que ter um comprador.

Resta-nos saber, se quando os fundos de investimentos decidirem cobrir com compras suas posições vendidas, encontrarão um universo de vendedores nos atuais preços deprimidos ? - Afinal, o fluxo do produto físico é soberano para a formação dos preços do produto.

Fonte: Liones Severo - Analista de mercado