Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

OCDE reduz previsão de crescimento da economia dos países mais ricos

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) revisou para baixo, nesta quinta-feira (8), a perspectiva de crescimento dos países do G7 - grupo que reúne as economias mais ricas do mundo -, e calcula que, à exceção do Japão, as nações do bloco crescerão no segundo semestre a um ritmo inferior a 1%.

As previsões da OCDE sobre o G7 (Estados Unidos, Japão, Canadá, Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália) destacam que dois desses países - Alemanha e Itália - registrarão pelo menos um trimestre de contração do Produto Interno Bruto (PIB).

No caso dos Estados Unidos, seu PIB irá progredir 1,1% entre julho e setembro e 0,4% nos três últimos meses do ano, segundo a projeção da OCDE.

O Japão ficará distante dos demais em consequência dos efeitos do terremoto de março e da posterior crise nuclear.

"O risco de um período de crescimento negativo em breve ganhou força", declarou o economista chefe da OCDE, Pier Carlo Padoan, que não descarta a possibilidade de recessão em algumas das grandes economias do planeta.

"Duvidamos, no entanto, que aconteça uma repetição da crise de 2008-2009", completou, antes de pedir uma ação dos poderes públicos.

A OCDE deseja, em especial, que os bancos centrais do G7 que ainda tenham margem de manobra reduzam as taxas de juros, para estimular o investimento e o consumo.

Também pede à zona do euro um reforço da capitalização de seus bancos e a aplicação rápida do resgate da Grécia, para frear o contágio da crise da dívida.


Fonte: g1.com

Cenário positivo para o plantio da safra de soja

Os produtores brasileiros de soja preparam-se para iniciar, na semana que vem, o plantio de mais uma safra gorda que tem tudo para ser tão remuneradora quanto a passada, quando muitos deles tiveram as melhores margens de lucro já obtidas com a oleaginosa no país.

Ainda que as incertezas sobre a economia global sejam maiores do que às vésperas da semeadura da safra passada, quando o foco estava no ritmo da recuperação mundial, e não na profundidade da recessão que se avizinha em países desenvolvidos, demanda e preços continuam firmes, no exterior e no Brasil, e vendas antecipadas já garantem bons retornos, apesar das turbulências.

Previsões iniciais de consultorias privadas sinalizam que haverá aumento na área plantada com o grão, ainda que o volume a ser colhido talvez não acompanhe a tendência por conta do clima. Não que esteja certo que a natureza vá jogar contra a produção, que tende a sofrer influência do fenômeno La Niña, mas porque na anterior ela foi generosa e proporcionou produtividades recordes.

Na safra 2010/11, segundo o último levantamento da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), a área plantada nacional foi de 24,2 milhões de hectares, 3% superior a de 2009/10. A colheita alcançou o recorde de 75,3 milhões de toneladas, incremento de quase 10%.

Os cálculos mais recentes divulgados pelo Ministério da Agricultura indicam que, com esses incrementos, o valor bruto da produção (VBP, "da porteira para dentro") também baterá recorde em 2011 - R$ 54,8 bilhões, 17% mais que em 2010 -, e diversas estimativas apontam para margens agrícolas líquidas de R$ 800 e mais de R$ 1,1 mil por hectare, dependendo da região.

Nesse contexto, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) projeta as exportações do complexo soja - inclui grão, farelo e óleo - em US$ 22,848 bilhões, um salto de 33,5% sobre 2010 e também a melhor marca da história. A soja é o carro-chefe do agronegócio brasileiro por liderar tanto o ranking das culturas de maior VBP quanto o das exportações agrícolas.

É quase consenso que esses recordes não precisam ser necessariamente repetidos para que a temporada 2011/12 seja mais um sucesso Mas é possível que eles sejam até superados, a depender do clima e da estratégia de vendas.

De acordo com a Agroconsult, a área plantada com a oleaginosa será 860 mil hectares maior no ciclo 2011/12 do que foi em 2010/11, mas a produção será um pouco menor (74 milhões de toneladas). Segundo a Safras & Mercado, o aumento da área colhida será de quase 470 mil hectares e as plantações renderão pouco mais de 75 milhões de toneladas.

Para Marcos Rubin, analista da Agroconsult, a expansão do plantio, particularmente notável no nordeste de Mato Grosso, poderia até ser maior dadas as condições de mercado, mas as atuais restrições ambientais à abertura de novas áreas limitam o movimento. Na safra 2003/04, lembra, os preços também estavam remuneradores e houve aumento de área de quase 3 milhões de hectares.

Conforme o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuaria (Imea), ligado à Famato, a federação da agricultura e pecuária do Estado, a expansão da área plantada em 2011/12 em Mato Grosso, que lidera a produção do grão no país, será pouco inferior a 220 mil hectares, para 6,6 milhões, mas alguns especialistas preveem cerca de 400 mil.

Esses mesmos especialistas observam que o avanço da soja se dará sobretudo em áreas de pastagens. Só que esse deslocamento muitas vezes acaba levando os pecuaristas mais para o norte, o que pode colaborar para o aumento do desmatamento no bioma amazônico, como já aconteceu na última década.

Conforme o Imea, a colheita mato-grossense aumentará 2,3%, para 21 milhões de toneladas, e um terço dela já está negociada, tanto para exportação quanto para o mercado doméstico. Os produtores do Estado têm tradição em vendas antecipadas, e como os preços estão elevados ela vem sendo respeitada, especialmente após os lucros da temporada passada, que também garantiram uma boa antecipação das compras de insumos como fertilizantes.

Na bolsa de Chicago, os contratos futuros de maior liquidez do grão encerraram agosto com valor médio de US$ 13,6729 por bushel (medida equivalente a 27,2 quilos), 33,8% superior ao do mesmo mês de 2010, de acordo com cálculos do Valor Data. Em algumas praças domésticas, a diferença é até mais expressiva.

Em 29 de agosto, conforme a corretora gaúcha Brasoja, o agricultor do interior do Rio Grande do Sul, terceiro maior Estado produtor do país, atrás do Paraná, recebia pela saca de 60 quilos o equivalente a US$ 30, enquanto a média da época nos últimos 30 anos é US$ 14. "A motivação do produtor é grande", diz Antonio Sartori, da Brasoja.

Ele observa que parte do atual suporte aos preços internacionais vem dos problemas climáticos que reduziram as previsões para a colheita nos EUA, único país a superar o Brasil na produção do grão. Como os estoques mundiais seguem apertados e a demanda da China continua forte - cerca de 60% das exportações brasileiras têm como destino o país asiático -, a incerteza em relação à produção dos EUA ganha ainda mais importância nesse momento.

No Rio Grande do Sul, antecipar as vendas não é a estratégia geral, mas, mesmo assim, há notícias de contratos já fechados de 2011/12. Em contrapartida, ainda resta no Estado 30% da safra passada a ser comercializada - o que, diante das cotações atuais, também se mostrou uma aposta rentável.

Sartori chama a atenção para outro indicador importante de momento do mercado. Em meados de 2008, quando as cotações da soja em grão alcançaram sua máxima histórica em Chicago, os prêmios pagos ao sojicultor gaúcho eram negativos. Na semana passada, eram positivos. A grosso modo, os prêmios "ajustam" as cotações às realidades locais de oferta e demanda.

Para as indústrias e tradings que, além de exportarem o grão diretamente, também o processam para a produção de óleo e farelo, o horizonte também é positivo. Apesar do encarecimento da matéria-prima, "ninguém fala em crise", como diz Fabio Trigueirinho, secretário-geral da Abiove. "A tendência é de crescimento do mercado, mas as exportações ainda enfrentam problemas por causa do câmbio adverso".


Fonte: VALOR ECONÓMICO -SP

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Grãos abrem pregão regular com queda acentuada frente à crise na zona do euro

Após feriado do Dia do Trabalho americano, o complexo de grãos encerrou o pregão noturno e abriu o diurno desta terça-feira em Chicago com fortes quedas. Às 12h05 (horário de Brasília), a soja perdia mais de 27 pontos no contrato novembro/2011. Milho e trigo, também seguiam as tendências baixistas e operavam com desvalorização de 13 e 18 pontos, respectivamente, nos principais vencimentos.

As quedas dos preços para o complexo de grãos refletem as incertezas quanto ao futuro da economia global. Ontem, o mercado financeiro sentiu os efeitos do aumento da aversão ao risco dos investidores diante de uma possível recessão mundial, agravada devido ao aumento da dívida dos países da zona do euro, principalmente da Itália e da Grécia, e da divulgação na última sexta-feira de que durante o mês de agosto não houve geração de empregos nos EUA.

No entanto, apesar do nervosismo dos mercados, hoje, as principais Bolsas trabalham com leves ganhos. A Bovespa, que ontem recuou mais de 2,5%, opera com leve volatilidade. Às 11h57, o Ibovespa trabalhava com alta de 0,72%, com 55.394 pontos.

No campo dos fundamentos climáticos, a seca nos EUA continua comprometendo a safra americana. As esperadas chuvas para o Cinturão de Produção norte-americano tiveram volume muito inferior ao necessário para uma melhora nas lavouras do país. De acordo com o último relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), divulgado no último dia 29, o somatório de lavouras de soja em condições boas/excelentes apresentou redução de 59% para 57% da área plantada. Para o milho, as perdas são ainda maiores, com declínio de 57% para 54% com plantações em boa forma.

Para hoje está prevista a divulgação de mais um relatório do USDA sobre o andamento da safra norte-americana (às 17h - após o fechamento das Bolsas). O mercado espera um novo corte, de 1%, no índice de bom/ótimo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Safra deve alcançar 21 milhões de ton. no Estado

A Safra 2011/2012 de soja, prevista para ser iniciada a partir do dia 16 deste mês em Mato Grosso, deve alcançar produção de 21,04 milhões de toneladas, volume 2,28% maior que o obtido no último ciclo produtivo, quando se manteve em 20,57 milhões de toneladas, conforme estimativa do Instituto de Economia Agropecuária (Imea).

Projeção é de aumento de área plantada, evoluindo de 6,41 milhões de hectares para 6,72 milhões de hectares, um incremento de 4,83%. A produtividade pode sofrer ligeira variação (1,05%), reduzindo de 3,208 quilos por hectare para 3,174 (kg/ha).

De acordo com gestor do Imea, Daniel Latorraca Ferreira, o cenário aponta para mais um recorde de produção. Por enquanto, os solos estão sendo adubados para aprontar o plantio.

Nas regiões Norte e Oeste, a semeadura da oleaginosa deve iniciar primeiro, se o clima for favorável, com intensificação das chuvas nos próximos 15 dias. Nesse período pode aumentar a precipitaçãode chuvas, por isso tudo segue dentro da normalidade. Por enquanto, 33% da próxima safra já foi comercializada por meio de contratos futuros.

Da última safra colhida, apenas 6% ainda não foram negociados. Por enquanto, como é característico dos períodos de entressafra, preços seguem com tendência de alta. Em comparação com cotação registrada no início de agosto em Mato Grosso, o preço da saca de soja já alcançou alta de 9%, tomando como referência o Médio Norte (Sorriso), onde a saca da oleaginosa saltou de R$ 37,80 para R$ 41. Na semana, os preços registrados estão sendo considerados os melhores do ano.

Custo - Nesta safra, gasto com insumos (sementes e fertilizantes) pesou mais para produtores do Sudeste (região de Campo Verde) e Oeste (Sapezal), alcançando respectivamente R$ 887,78 e R$ 880,58. Para este ciclo produtivo, custo total varia entre R$ 1599,89 e R$ 1724,24, conforme aponta o Imea.

De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato Rural de Sorriso, o custo de produção por hectare no munícipio, em comparação com o ano passado, será 20% mais caro, variando de R$ 1.463 para R$ 1.768.

Vazio Sanitário - Período restritivo de plantio da soja no Estado termina no dia 15 de setembro. Por enquanto, o relatório do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), registra 271 notificações e 22 autuações, resultado de visitas realizadas até o dia 20 de agosto a 1,730 propriedades em todo Estado.

No ano passado, durante todo período de vigência do vazio sanitário, apenas 6 propriedades foram autuadas pela ocorrência de "tigueras" (germinação involuntária), de um total de 2,221 vistoriadas, observou o coordenador de Defesa Sanitária Vegetal, Carlos Roberto Gomes Ferraz.. "Balanço geral só teremos no início de outubro, mas esse aumento pode ser decorrente de chuvas ocasionais em algumas regiões".


Fonte: A Gazeta

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Soja: ritmo de negociação melhora no Brasil

A liquidez melhorou no mercado nacional de soja nos últimos dias, conforme pesquisas do Cepea. Vendedores têm aproveitando as altas expressivas de preços. Esse movimento tende a estimular a produção e, ao mesmo tempo, limita o consumo mundial, o que pode aliviar a pressão sobre os estoques mundiais. De modo geral, o mercado ainda está atento à possibilidade de redução na produtividade das lavouras de soja dos Estados Unidos, diante do baixo volume de chuvas no Meio-Oeste do país.

No Brasil, além das influências vindas do clima desfavorável nos Estados Unidos, a baixa oferta da oleaginosa brasileira também reforçou o suporte aos preços, tendo em vista o bom interesse comprador. Nem mesmo a maior necessidade de negociação por parte de vendedores, visto que o período é de vencimento de contas (final de mês), arrefeceu o movimento de alta. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá fechou nessa sexta a US$ 32,04/sc de 60 kg, subindo 1,33% entre 26 de agosto e 2 de setembro (em moeda nacional, o Indicador fechou a R$ 52,42/sc, elevação de 3,3% no mês).

Quanto à média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, observou-se alta de 2,83% em sete dias, fechando a R$ 48,97/sc no dia 2.


Fonte: Cepea

Commodities continuarão valorizadas, diz Rabobank

Os preços de commodities agrícolas deverão permanecer em elevados patamares nesta temporada 2011/12, ainda sustentados pelo crescimento da demanda nas economias emergentes e pelo interesse de investidores. A avaliação é do Rabobank, banco holandês com forte presença no setor de agronegócios.

O índice de preços de alimentos do Banco Mundial mostrou alta de 33% em julho sobre o mesmo mês de 2010 e continua próximo ao pico de 2008.

Os preços estão bastante elevados, sobretudo nos casos de milho e açúcar. Pascal Lamy, diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), realça que estoques globais de alimentos seguem baixos.

Além disso, a ameaça de recessão na Europa e nos EUA deverá manter o foco de investidores em commodities. Especuladores voltaram ao mercado agrícola diante das projeções de quebra nas safras de milho e soja nos EUA.

Nos principais mercados futuros americanos, grandes fundos e pequenos especuladores aumentaram suas posições com 249.249 contratos nas ultimas duas semanas.

O Barclays Capital, de Londres, calcula que os ativos sob gestão em fundos de commodities alcançavam US$ 431 bilhões ao final de julho, US$ 20 bilhões a menos do que o pico de abril. Mas já em julho houve retomada no fluxo, com US$ 8,3 bilhões a mais no mês em commodities. As indicações agora são de que a especulação deverá aumentar.


Fonte: Valor Económico

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Previsão de quebra na safra do milho nos EUA

Nos primeiros dias do intercâmbio da Aprosoja nos Estados Unidos, uma das constatações mais visíveis foi o prejuízo que a seca e o tempo quente têm causado sobre a lavoura do milho, principalmente nos estados que compõem o chamado Corn Belt (Cinturão do Milho). Produtores de grãos ouvidos pelos representantes da associação já prevêem uma quebra de 20% na safra atual.

“Aqui em Illinois, as condições das lavouras de milho estão abaixo do padrão. Na fazenda de Ken Dalenberg, por exemplo, a média de produtividade do milho é 220 bushels/acre (cerca de 230 sc/ha), e nesta safra, ele espera colher 160 bushels/acre (166 sc/ha) – ou seja, 27% a menos”, informa o coordenador de projetos da Aprosoja, Daniel Sebben, que participa do intercâmbio nos Estados Unidos.

Dalenberg produz grãos na região de Champaign e é membro da Associação de Produtores de Soja de Illinois (ILSoy) – entidade parceira da Aprosoja nos Estados Unidos.

Sebben explica que em agosto as precipitações na região de Illinois foram muito tímidas, prejudicando o encerramento do ciclo do milho. Além da falta de chuva, as altas temperaturas têm prejudicado o período de polinização.

A projeção para a soja é um pouco diferente. Não há previsão de quebra de safra porque os serviços de meteorologia prevêem chuva em setembro, e os produtores se mostram mais otimistas. “A perspectiva é de se colher volumes muito próximos das médias anteriores”, afirma Daniel Sebben.

Nos estados mais a noroeste do Corn Belt (Dakota do Norte e do Sul, Wisconsin, Nebraska), a situação é mais tranqüila: as condições das lavouras são melhores e a produtividade deve ficar dentro da normalidade. Mas na região sul (no Delta do Mississipi), a seca também prejudicou bastante a safra.

Na última segunda-feira (29.08), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) liberou um relatório semanal de monitoramento da safra indicando uma piora nas plantações de grãos do país. No caso do milho, os números apontaram para uma queda de 3 pp (pontos percentuais) na área com plantações em boa forma.

A consultoria norte-americana FC Stone prevê que a safra de milho nos Estados Unidos deve ter uma redução de aproximadamente 20 milhões de toneladas. A previsão era colher 354 milhões de toneladas do grão, mas a consultoria acredita que a produção ficará em torno 336 milhões.

INTERCÂMBIO DA SOJA  A comitiva da Aprosoja visita a região de cultivo de grãos nos Estados Unidos (Illinois e Missouri), no nordeste norte-americano, e confere de perto as novidades da Farm Progress Show  considerada a maior feira de máquinas e implementos agrícolas ao ar livre do mundo. A viagem começou no dia 28 de agosto e o retorno do grupo, formado por cerca de 30 pessoas, ocorre no dia 5 de setembro. O intercâmbio da Aprosoja nos Estados Unidos pode ser acompanhado pelo blog www.aprosoja.com.br/intercambiodasoja


Fonte: Ascom Aprosoja

Comercialização antecipada do milho focada no mercado externo aumenta em 120pct o preço do grão

Produtores suínos e aves estão receosos com a possibilidade de falta o produto no mercado Aprosmat A comercialização antecipada do milho focada no mercado externo é responsável pelo acréscimo médio de 120% no preço da saca do grão em Mato Grosso. Enquanto os agricultores comemoram a valorização do produto e a expectativa de incremento, na ordem de 27%, para a produção da safra seguinte, os produtores que usam o grão com insumo para a criação de suínos e aves estão receosos com a possibilidade de faltar o produto no mercado.Isso ocorre porque a venda da safra que acabou de ser colhida está acelerada e já alcança 86% da produtividade total.

Na temporada passada, neste mesmo período, chegava a 79%. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) e confirmam que há pouco milho disponível para consumo no mercado interno.Segundo o superintendente Imea, Otávio Celidônio, não é descartada a falta do produto para a venda. Ele explica que a tendência é que os preços se mantenham acima do preço mínimo que é de R$ 13,98 a saca. E é justamente este o cenário.

O preço da saca do milho chega R$ 21,50 no Estado, valor que é 126% maior da cotação do ano passado, quando o produto podia ser comprado na média de R$ 9,5 a saca."Nunca o milho atingiu valores tão altos, como foi nesta safra 2010/11", diz o último boletim do Imea.A análise de mercado feita pelo Instituto ainda prevê que as negociações para a nova safra 2011/2012, estão aquecidas, de forma incomparável com safras passadas. "Se o mercado do cereal continuar no mesmo ritmo, a safrinha poderá ser negociada antes mesmo da soja, cultura que antecede o milho, e que, teoricamente, deveria ser vendida", conclui o informe. A elevação do valor tem preocupado principalmente os suinocultores de Mato Grosso.

Segundo o setor, o custo de produção está acima do preço de venda do animal."Enquanto gastamos cerca de R$ 2,10 por quilo para criar um suíno, o preço do animal no mercado não passa de R$ 1,70 o quilo", conta o diretor- executivo da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrismat), Custódio Rodrigues.Para o governo, o mercado de milho ainda não é uma preocupação.O diretor de operações da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), Chárles Córdova, explica que só há intervenção quando o mercado sinaliza, o que não vem ocorrendo."A ofertas de vendas do milho estocado no Estado estão ocorrendo lentamente.

Para se ter ideia, ofertamos 46 mil toneladas do grão nos últimos meses, sendo que apenas sete mil foram comercializadas ao custo médio de R$ 16 a saca".De acordo com ele, a falta de compradores indica que o mercado não está necessitando de ajuda do governo. Conforme ele, há 1,3 milhão de toneladas do milho estocado nos armazéns de Mato Grosso.


Fonte: Portal do Agronegócio

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Soja realiza lucros e opera com queda de 10 pontos na CBOT

Após as altas registradas nos últimos dias a soja realizou lucros na sessão noturna e abriu a diurna em Chicago também em queda. Às 11h53 (horário de Brasília), a oleaginosa caia 10 pontos no vencimento setembro/11. Milho e trigo também apresentavam quedas de 7 e 19 pontos, respectivamente, nos principais contratos futuros. De acordo com analistas, além de reembolsar os ganhos dos últimos dias, muitos investidores aumentam a aversão ao risco e preferem sair do mercado devido ao feriado do Dia do Trabalho americano, que acontece na próxima segunda-feira, dia 5.

Sem novidades fundamentais, o complexo de grãos perde força nesta quinta-feira. A maior preocupação é quanto ao clima no meio-oeste americano. Dados recentes do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e do Pro Farmer apontam quedas na produção de grãos nos EUA, aumentando a pressão sobre os estoques globais. No entanto, para alguns analistas esse quadro ainda pode sofrer alterações, pois, as chuvas, ainda podem sinalizar uma recuperação das vagens.

Hoje, o USDA divulgou ainda seu relatório semanal de registros de exportação com números dentro da expectativa inicial (200 a 750 mil toneladas). De acordo com o documento, na semana encerrada no último dia 25, os EUA venderam 593,8 mil toneladas da safra 2011/12.

Durante o mês de agosto, os fundamentos climáticos sustentaram os preços dos grãos. A soja, por exemplo, teve nas últimas semanas a maior alta em seus preços desde 2008 e ontem o vencimento novembro/11 fechou com a maior alta do ano. De acordo com o analista de mercado Pedro Dejneka, a expectativa é de que os preços se estabilizem nos próximos dias através do reembolso dos lucros. Ainda assim, eles devem permanecer elevados e o produtor deve aproveitar a oportunidade para travar seu custo de produção.

Demanda - Os futuros do milho recuam nesta quinta-feira também por conta de especulações de que a demanda pelo grão norte-americano possa registrar um desaquecimento por conta de os preços terem alcançado seus maiores patamares deste ano em agosto. Com isso, o cereal pode acabar tornando-se menos competitivo do que as exportações de outros países.

As exportações norte-americanas de milho e trigo, provavelmente, caíram na semana encerrada no último dia 25 de agosto em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com uma pesquisa da agência Bloomberg News.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Chineses farão trajeto para avaliar futuro investimento em MT

Está confirmada a participação de uma comitiva de empresários chineses na expedição “Rota da Integração”, que inicia neste sábado (3) em Cuiabá e chega a Santarém (PA) na segunda-feira (5). O representante do Sistema de Crédito Chinês será recebido pelo governador Silval Barbosa na sexta- feira (2) e estará presente na largada da expedição.

Participarão também representantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que iniciará os primeiros contatos para os estudos de impacto ambiental, conforme o protocolo assinado entre o governo do Estado e ANTT.

A Rota da Integração, liderada pelo governador Silval Barbosa, vai contar com a participação de representantes dos segmentos empresarias, produtores rurais e políticos, no sentido de ampliar as ações do governo nas mais diversas áreas e não apenas no setor produtivo, mas também no social e cultural.

O secretário-extraordinário de Estado de Acompanhamento de Logística de Transportes (Selit), Francisco Vuolo, disse que a participação dos chineses será importante para futuros investimentos. Os chineses são da companhia China Railway Engineering Corporation (CREC) com a qual foi assinado o protocolo de intenções quando o governador visitou a China. A CREC é responsável na China pela construção de mais de 90 mil quilômetros de ferrovia.

O interesse chinês, segundo Vuolo, se deve pelo modelo de concessão, que já está definido. A concessão da malha Ferronorte foi concedida a partir de Santos a Santarém e Porto Velho. AALL, que detinha a concessão, desistiu do trecho de Rondonópolis-Cuiabá e de Cuiabá-Santarém e Cuiabá-Porto Velho. A saída da expedição ocorrerá às 6h30, no Palácio Paiaguás e vai contar com participação da Aprosoja, Fa- mato, Ampa, Acrimat e jornalistas de diversos segmentos da comunica- ção (jornal, revistas, web e TV).


Fonte: A Gazeta