Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Volatilidade marca os negócios na Bolsa de Chicago

Na bolsa de Chicago, a volatilidade marca o dia nesta quinta-feira. Depois da queda dos preços ocasionada pela realização de lucros no início da sessão diurna, os preços passaram para o campo positivo de forma rápida por volta das 13h15, (horário de Brasília). Porém, as 14h03, os preços já operavam no terreno vermelho novamente.
A sustentação veio das incertezas em relação ao futuro da safra norte-americana. A grande preocupação é com a seca que atinge grande parte dos estados de Illinois e Indiana.

Por volta das 13h43, horário de Brasília, os contratos futuros da soja operavam com 2,75 pontos de alta para o vencimento setembro 2011. O mesmo contrato para o milho avançava 0,50 e o trigo 9,50 pontos.

O início da sessão diurna em Chicago foi de queda para o complexo de grãos. A soja operava às 11h53 (horário de Brasília) com cinco pontos de baixa no contrato janeiro 2012. Também no vermelho, o milho operava com perda de 1 ponto nos principais vencimentos. Já o trigo, trabalhava no misto.

Segundo analistas, a oleaginosa começou ontem a realizar os lucros de 9% da segunda semana de agosto e deve seguir na mesma direção nesta quinta-feira.

De acordo com o operador de mesa da Terra Futuros, Flávio Oliveira, os fundamentos são positivos e a realização de lucros é natural devido às fortes altas dos últimos dias.

As especulações sobre o pronunciamento do presidente do Federal Reserve (Banco Central norte-americano), Ben Bernanke, também têm alimentado o clima de desconfiança quanto a economia mundial. Segundo analistas, existe a possibilidade de Bernanke anunciar mais um pacote de ajuda monetária aos EUA. A medida seria positiva para os grãos, pois mais dólares no mercado levariam a moeda americana a se desvalorizar e consequentemente, elevariam os preços das commodities. No entanto, o pacote sinalizaria também a dificuldade da economia americana em ganhar fôlego, o que pode influenciar as cotações.

Clima nos EUA

As tempestades que atingiram a porção leste do Corn Belt dos EUA, não foram suficientes para as áreas mais afetadas pelas secas. Apenas uma faixa que vai do centro-leste ao nordeste de Indiana foi beneficiada pela umidade. De acordo com metereologistas, os mapas de monitoramento mostram alguns pontos de umidade em Illinois, mas com acumulados modestos.

Segundo o instituto de meteorologia Freese-Notis Weather, os pontos mais secos de Illinois continuam sem receber uma boa chuva desde o dia 27 de junho. A previsão é de que no período de 6 a 10 dias Illinois e Indiana na devem receber chuvas substanciais.

As preocupações com as lavouras de soja no Meio-Oeste dos EUA ainda sustentam as cotações. Já as de milho do país indicaram nesta semana números menores do que os verificados no mesmo período do ano anterior.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Safra de milho do Paraná tem perda de 32,4pct em função das geadas, estima Deral

As perdas para a safra de milho do Paraná, em função das geadas, estão sendo menores do que as estimadas inicialmente em avaliação do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná (SEAB)

A expectativa anterior indicava uma quebra de 37% na produção, reduzida agora para 32,4%, o que indica prejuízo de R$ 970 milhões nessa cultura. Mesmo assim o prejuízo segue elevado, visto que foram perdidas 2,65 milhões de toneladas somente na estimativa de produção do milho da segunda safra.

O Deral esperava uma colheita de 8,18 milhões de toneladas, volume que foi reduzido para 5,53 milhões de toneladas. As informações são da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.


Fonte: Agência Safras

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Área de soja deve crescer 3,4% em Mato Grosso na safra 2011/2012

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a área plantada de soja em Mato Grosso deve aumentar 3,4% em 2011/2012, em comparação com 2010/2011, totalizando 6,63 milhões de hectares.

A produtividade esperada no Estado é de cerca de 52,9 sacas por hectare. Este valor é próximo da produtividade média em 2010/2011, que foi de 53,4 sacas de quilos por hectare.

Com isto, a produção deve alcançar 21,04 milhões de toneladas, o que significa 2,3%, ou aproximadamente 500 mil toneladas a mais de soja na temporada.


Fonte: Scot Consultoria

Mercados agrícolas locais ganham força nos EUA

Mais americanos passaram a comprar alimentos cultivados localmente e novos mercados de agricultores locais, em que os próprios produtores vendem ao público de sua região, vêm surgindo por todo o país.

Nos últimos 12 meses, mais de 1 mil mercados de agricultores, dentro de um total de 7.175, foram abertos no país, de acordo com números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A maior parte do crescimento foi registrada fora de Nova York e Califórnia, que são os Estados com mais mercados do tipo nos EUA.

"O notável crescimento dos mercados de agricultores é um indicador excelente do poder de resistência dos alimentos locais e regionais", afirmou a vice-secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Kathleen Merrigan.

"Esses pontos de venda proporcionam benefícios econômicos para os produtores desenvolverem suas atividades e também para as comunidades, ao proporcionar-lhes acesso a frutas, vegetais e outros alimentos frescos."

Merrigan atribuiu o crescimento ao desejo dos agricultores de ter contato direto com os consumidores, para ganhar uma maior parcela dos dólares dos compradores, e à demanda dos próprios consumidores por alimentos de cultivo local e acesso direto aos produtores.

"Sempre que surge algum surto provocado alimentos, mais consumidores se dirigem aos mercados de agricultores", disse Dianne Eggert, diretora-executiva da Federação de Mercados de Agricultores de Nova York. "Eles podem perguntar mais questões sobre como seus alimentos são produzidos."

O Alasca teve o maior aumento, de 46%, com 35 novos mercados, seguido pelo Texas e Colorado, ambos com crescimento de 38%.

"De início, imaginamos que poderia ser uma tendência; e estamos tentando desenvolver todo o setor a partir dessa tendência e diversificar as oportunidades de mercado e os locais, para os consumidores terem acesso a esses produtos", comentou Cynthia Torres, da Associação de Mercados de Agricultores do Colorado, sobre o crescimento do número de mercados no Estado.

No Novo México, onde também houve aumento de 38%, com 80 novos mercados, a demanda pelos locais supera o número de produtores em condições de abastecê-los.

"Recebemos ligações de comunidades que querem iniciar seus próprios mercados, mas não há agricultores suficientes", disse Denise Miller, diretora-executiva da Associação de Comercialização dos Agricultores do Novo México.

Os mercados permitem aos agricultores locais vender seus produtos diretamente aos consumidores, o que intensifica o desenvolvimento da estrutura de comércio de alimentos do Estado e beneficia propriedades agrícolas familiares, além de criar comunidades. Também trazem a oportunidade de interação entre agricultores e seus clientes.

A demanda no Novo México elevou o número de produtores envolvidos, de 560, em 2005, para 959, em 2010, de acordo com a associação do Estado. A demanda, contudo, parece estar superando a oferta.

"O problema é que o número de agricultores antigos está encolhendo e não há novos agricultores substituindo-os", explicou Denise Miller.

Torres disse receber cerca de cinco ligações por semana de cidades e distritos interessados em iniciar mercados de agricultores.

"O valor econômico está definitivamente se consolidando e criando fluxos de receita", afirmou a representante da associação.

Nos últimos dez anos, a popularidade dos mercados de agricultores cresceu, à medida que o país passou por diferentes tendências quanto à saúde pública.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) começou a divulgar números sobre esses mercados em 1994, quando eram apenas 1.755 em todo o país. Dez anos depois, em 2004, havia 3.706 mercados de agricultores locais, quase a metade dos registrados neste ano, 7.175.

A atualização dos números é baseada em dados enviados no início do ano, de forma voluntária, pelos administradores desses tipos de mercados.


Fonte: Valor Económico

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Terremoto atinge estado da Virgínia e é sentido em Washington e Nova York

Um forte terremoto de magnitude 5,9 atingiu o estado americano da Virgínia na tarde desta terça-feira (23), segundo o Serviço Geológico dos EUA, e foi sentido em várias regiões do nordeste do país, inclusive na capital, Washington, em Nova York e em Boston, onde prédios foram preventivamente esvaziados.

O abalo durou cerca de cinco segundos, segundo testemunhas, e foi sentido até no Canadá. Ainda não havia relatos sobre vítimas.

A Catedral Nacional de Washington e o prédio da Embaixada do Equador sofreram danos, segundo as autoridades.

O epicentro do tremor foi localizado entre as cidades de Charlottesville e Richmond, e próximo da localidade de Mineral, a uma profundidade de 1 quilômetro, considerada bastante rasa, segundo a agência americana que monitora tremores.

O tremor foi sentido na capital, Washington, a 134 quilômetros do epicentro.

O Pentágono (sede das Forças Armadas), o Capitólio (sede do Congresso) e outros prédios da cidade foram esvaziados.

Na hora, funcionários públicos acreditaram se tratar de uma bomba, segundo a rede de TV americana CNN.

Objetos chegaram a cair de mesas e prateleiras em prédios comerciais, segundo testemunhas.

A maioria tentava se comunicar com parentes, mas as linhas telefônicas sofreram interrupções.

No metrô, o terremoto também foi sentido, mas o serviço foi mantido normalmente.

O Corpo de Bombeiros do Distrito de Colúmbia, onde fica a capital, disse em sua página no Twitter que recebeu muitos telefonemas de moradores, mas não há notícias sobre feridos.

Nova York
O abalo ocorreu às 13h51 locais, 14h51 de Brasília, e também foi sentido em outros locais da Costa Leste dos EUA, como Boston e a cidade de Nova York, onde prédios, inclusive o da prefeitura, também foram esvaziados.

A cidade usou os procedimentos de evacuação que foram adotados após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

As obras de reconstrução do memorial do World Trade Center, destruído nos atentados, foram temporariamente interrompidas.

Os bombeiros disseram que não há relatos de "danos estruturais" em prédios da cidade.

Voos
As torres de controle dos aeroportos JFK e Newark, que servem à região de Nova York, foram esvaziadas, e os voos foram interrompidos durante cerca de uma hora para averiguação de possíveis danos nas pistas.

Também houve atrasos em voos em Washington e na Filadélfia.

Dois reatores nucleares da Estação de Energia de North Anna foram automaticamente desligados por sistemas de segurança no momento em que o terremoto foi registrado, disse um porta-voz da Comissão Regulatória Nuclear dos EUA. A planta fica no mesmo condado onde ocorreu o epicentro do tremor.

O terremoto também foi sentido na ilha de Martha's Vineyard, em Massachusetts, onde o presidente Barack Obama passa férias com a família.

Inicialmente, o Serviço Geológico dos EUA havia medido a magnitude do tremor em 5,8.

Um outro forte tremor havia sido registrado na noite de segunda no estado americano do Colorado, também sem deixar vítimas ou danos.


Fonte: g1.com

Clima nos EUA dá suporte à alta dos grãos. Soja volta aos US$14 por bushel

As más condições do clima no EUA têm mantido firmes os preços dos grãos em Chicago. A soja fechou o pregão noturno desta terça-feira com alta de 9 pontos no vencimento março de 2012, levando os preços da oleaginosa de volta ao patamar dos US$14 por bushel. O milho e o trigo também encerraram com ganhos de 4 e 8 pontos, respectivamente, nos principais vencimentos.

As temperaturas muito altas e a falta de chuvas nos EUA voltaram a provocar a queda no somatório bom/excelente das lavouras de soja e milho. De acordo com o relatório de acompanhamento de safra que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou no fim da tarde de ontem, as melhores plantações de soja do país batiam recordes e registravam o menor número dos últimos cinco anos, com apenas59% da área emergida. No mesmo período do ano passado, este número era de 66%.

No caso do milho, as lavouras em boas condições sofreram uma redução de três pontos percentuais e foram de 60% da última semana para 57%. No ano passado, nessa mesma época, o índice era de 70%. A média dos últimos cinco anos é de 64%.

O que se espera agora é que o departamento reporte novos cortes em suas estimativas para a produção, a produtvidade e os estoques finais nas safras de soja e milho do país, condições que devem continuar sendo o principal suporte para as cotações.

De acordo com analistas, ontem a soja apresentou alta devido às preocupações dos traders em relação à qualidade das plantações da oleaginosa no Meio-Oeste americano.Os estados mais atingidos com a seca são Illinois e Indiana, além do sudeste de Iowa.


Fonte:

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Soja: Produtores começam a focar nova safra

Com boa parte da produção brasileira de soja deste ano já comercializada, produtores consultados pelo Cepea se dedicam aos preparativos da nova temporada (2011/12). Muitos têm realizado os ajustes nas aquisições de insumos e vendas antecipadas que garantam parte da renda da nova safra. Assim, a comercialização da nova temporada está mais adiantada que em anos anteriores, estimulada pela relação de troca de soja por insumos favorável.

Análises do Cepea, que consideram hipoteticamente a compra de todos os insumos e também a venda de toda a produção a preços regionais de um único mês, mostram que a rentabilidade da soja segue crescente. Além da ligeira melhora na receita no comparativo de mês após mês, os custos reduziram, devido ao menor desembolso com defensivos. Os valores dos fertilizantes seguem em alta expressiva, em linha com o observado no mercado internacional, mas não chegam a elevar o custo agregado da cultura.


Fonte: Cepea

Com clima adverso nos EUA, trigo lidera altas na Bolsa de Chicago

O clima adverso nos Estados Unidos segue dando suporte aos grãos negociados na Bolsa de Chicago. A semana começou bastante positiva para o trigo, que fechou o pregão noturno desta segunda-feira com altas de mais de 20 pontos e liderou as altas na CBOT, além de alcançar a maxima em dois meses. A soja e o milho também fecharam a sessão com altas de dois dígitos.

Há especulações de que a seca nos EUA possa provocar uma redução da área plantada de trigo de inverno no país. De acordo com informações do instituto de meteorologia norte-americano Telvent DTN, o clima quente e seco deverá persistir na próxima semana nos estados de Kansas, Oklahoma e Texas, os principais produtores de trigo de inverno do país. Este ano, a região sul das Grandes Planícies recebou poucas ou quase nenhuma chuva.

"O desapontamento sobre a safra de trigo de primavera e o temor do atraso no plantio do trigo de inverno nas Grandes Planícies por conta da seca são os principais assuntos no mercado do grão neste momento", disse Carsten Fritsch, analista do Commerzbank AG, de Frankfurt.

Essas condições climáticas também favorecem os preços da soja e do milho, já que sinalizam uma nova redução nas estimativas sobre a produtividade das lavouras dos EUA.

Tais informações devem ser confirmadas por uma pesquisa de longo prazo que começará a ser desenvolvida por profssionais da Farmers of America. A organização deverá implantar analistas, traders de grãos, compradores e agricultores como "olheiros" para a pesquisa de dois mil campos em sete estados. O objetivo do estudo é descobrir evidências da diminuição do rendimento da produção norte-americana depois do mês de julho mais quente desde 1955.

A chamada de abertura para os grãos no pregão diurno da Bolsa de Chicago é de alta. Para a soja, de 12 a 14 pontos de alta, para o milho de 8 a 10 pontos e para o trigo de 10 a 12 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Em Chicago, grãos operam em alta diante de clima adverso nos EUA

Depois das perdas registradas durante o pregão noturno de Chicago, os preços no complexo de grãos reagiram, tomaram fôlego na piora do clima nos EUA e abriram a sessão diurna com ganhos significativos nesta sexta-feira.

A falta de chuvas e as secas no Meio-Oeste americano trazem incertezas ao mercado e também ajustam mais ainda a relação oferta X demanda, o que continua dando uma sustentação aos preços. Segundo analistas, a soja sustenta um prêmio de risco climático, o que impulsiona o avanço das cotações, devido às dúvidas sobre o potencial da safra mesmo com as fortes quedas do mercado de ações ocorridas nesta semana. Nos próximos dias, a soja entra em uma fase decisiva para a determinação de sua produtividade.

Às 11h45 (horário de Brasília), o vencimento novembro 2011 da soja operava com alta de dez pontos. O trigo e o milho eram negociados com mais de oito pontos de variação positiva.

Cenário Macroeconômico - Durante a madrugada, as quedas nas bolsas na Ásia pesaram sobre os preços no complexo de grãos. O medo de uma possível recessão mundial tem trazido nervosismo ao mercado e pode ainda exercer uma pressão negativa sobre os preços, garantem analistas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Produtor deve trocar pastagem por soja para aumentar produção em MT

Mato Grosso deve expandir em 3,4% a área para plantio de soja na safra 2011/2012, que começa a ser preparada no estado. A explicação para o incremento não estaria no fato da abertura de novos territórios mas sim na incorporação e transformação de áreas de pastagens em solos agricultáveis. Ao fazer isso, a área total da cultura deve superar 6,6 milhões de hectares.

As regiões Nordeste e Norte do estado podem registrar os maiores incrementos sobre as pastagem, com percentuais de 9% e 5%, respectivamente, quando comparados à safra passada, segundo projeção do Instituto Mato-grossense de Economia e Agropecuária (Imea).

"É uma aposta. Temos muitas áreas de pastagem que hoje estão degradadas e sem uso. Todas elas podem ser utilizadas em grande parte", explicou a analista de agricultura da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), Karine Gomes Machado.

De acordo com a analista, as projeções para a próxima safra mostram-se favoráveis no estado. Com o incremento na área de soja, a partir de pastagens, o estado deve produzir 2,3% a mais em relação ao ano passado. Se o cenário se concretizar, Mato Grosso pode superar 21 milhões de toneladas do grão, sendo este o melhor resultado desde 2007, quando foram 17,6 milhões de toneladas.

Nesta safra 2010/11, a produção no estado ultrapassou 20,5 milhões de hectares. "O cenário da safra de 2010/11 foi positivo e o da 2011/2012 será bom", pontuou a analista.

Confiante

Há pelo menos três anos o agricultor Gilmar Dell'Osbel aposta na transformação de pastagens em áreas propícias ao cultivo de diferentes culturas. Segundo o produtor, o saldo tem sido positivo. Para o próximo ano, ele pretende utilizar 200 hectares para semear soja, aumentando para 1,4 mil hectares sua área total com soja. Metade ainda no primeiro semestre e, o restante, no segundo.

A valorização nas terras contribuiu com o cenário porque encareceu a compra de espaços abertos. "Vou transformar os 200 hectares em lavoura. É preciso agregar [os espaços], aos poucos, pois nessas áreas de pastagem você colhe menos", explicou, ao G1.

Conforme o produtor, seriam necessários em torno de três anos para que a produção atinja níveis positivos nas áreas de pastagens. "Se fizer um investimento pesado você consegue produzir bem. Mesmo assim, estou apostando", complementou.

Mato Grosso conta atualmente com 28 milhões de hectares em área de pastagem.

Preparativos

A 'corrida' visando a safra 2011/2012 em Mato Grosso já começou. Segundo o Imea, a maior parcela dos componentes necessários para o preparo da terra e plantio já foi adquirida. É o caso dos insumos, cuja aquisição atingiu a casa dos 90% no estado. Conforme o Instituto de Pesquisas, para sementes o percentual chega a 94% e, de fertilizantes, outros 90%.

"O ano safra encerra em julho e a partir deste mês os agricultores já começam o preparo para a próxima safra", completou a analista Karina Gomes Machado, da Famato.


Fonte: g1.com