Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Soja: Produtores começam a focar nova safra

Com boa parte da produção brasileira de soja deste ano já comercializada, produtores consultados pelo Cepea se dedicam aos preparativos da nova temporada (2011/12). Muitos têm realizado os ajustes nas aquisições de insumos e vendas antecipadas que garantam parte da renda da nova safra. Assim, a comercialização da nova temporada está mais adiantada que em anos anteriores, estimulada pela relação de troca de soja por insumos favorável.

Análises do Cepea, que consideram hipoteticamente a compra de todos os insumos e também a venda de toda a produção a preços regionais de um único mês, mostram que a rentabilidade da soja segue crescente. Além da ligeira melhora na receita no comparativo de mês após mês, os custos reduziram, devido ao menor desembolso com defensivos. Os valores dos fertilizantes seguem em alta expressiva, em linha com o observado no mercado internacional, mas não chegam a elevar o custo agregado da cultura.


Fonte: Cepea

Com clima adverso nos EUA, trigo lidera altas na Bolsa de Chicago

O clima adverso nos Estados Unidos segue dando suporte aos grãos negociados na Bolsa de Chicago. A semana começou bastante positiva para o trigo, que fechou o pregão noturno desta segunda-feira com altas de mais de 20 pontos e liderou as altas na CBOT, além de alcançar a maxima em dois meses. A soja e o milho também fecharam a sessão com altas de dois dígitos.

Há especulações de que a seca nos EUA possa provocar uma redução da área plantada de trigo de inverno no país. De acordo com informações do instituto de meteorologia norte-americano Telvent DTN, o clima quente e seco deverá persistir na próxima semana nos estados de Kansas, Oklahoma e Texas, os principais produtores de trigo de inverno do país. Este ano, a região sul das Grandes Planícies recebou poucas ou quase nenhuma chuva.

"O desapontamento sobre a safra de trigo de primavera e o temor do atraso no plantio do trigo de inverno nas Grandes Planícies por conta da seca são os principais assuntos no mercado do grão neste momento", disse Carsten Fritsch, analista do Commerzbank AG, de Frankfurt.

Essas condições climáticas também favorecem os preços da soja e do milho, já que sinalizam uma nova redução nas estimativas sobre a produtividade das lavouras dos EUA.

Tais informações devem ser confirmadas por uma pesquisa de longo prazo que começará a ser desenvolvida por profssionais da Farmers of America. A organização deverá implantar analistas, traders de grãos, compradores e agricultores como "olheiros" para a pesquisa de dois mil campos em sete estados. O objetivo do estudo é descobrir evidências da diminuição do rendimento da produção norte-americana depois do mês de julho mais quente desde 1955.

A chamada de abertura para os grãos no pregão diurno da Bolsa de Chicago é de alta. Para a soja, de 12 a 14 pontos de alta, para o milho de 8 a 10 pontos e para o trigo de 10 a 12 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Em Chicago, grãos operam em alta diante de clima adverso nos EUA

Depois das perdas registradas durante o pregão noturno de Chicago, os preços no complexo de grãos reagiram, tomaram fôlego na piora do clima nos EUA e abriram a sessão diurna com ganhos significativos nesta sexta-feira.

A falta de chuvas e as secas no Meio-Oeste americano trazem incertezas ao mercado e também ajustam mais ainda a relação oferta X demanda, o que continua dando uma sustentação aos preços. Segundo analistas, a soja sustenta um prêmio de risco climático, o que impulsiona o avanço das cotações, devido às dúvidas sobre o potencial da safra mesmo com as fortes quedas do mercado de ações ocorridas nesta semana. Nos próximos dias, a soja entra em uma fase decisiva para a determinação de sua produtividade.

Às 11h45 (horário de Brasília), o vencimento novembro 2011 da soja operava com alta de dez pontos. O trigo e o milho eram negociados com mais de oito pontos de variação positiva.

Cenário Macroeconômico - Durante a madrugada, as quedas nas bolsas na Ásia pesaram sobre os preços no complexo de grãos. O medo de uma possível recessão mundial tem trazido nervosismo ao mercado e pode ainda exercer uma pressão negativa sobre os preços, garantem analistas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Produtor deve trocar pastagem por soja para aumentar produção em MT

Mato Grosso deve expandir em 3,4% a área para plantio de soja na safra 2011/2012, que começa a ser preparada no estado. A explicação para o incremento não estaria no fato da abertura de novos territórios mas sim na incorporação e transformação de áreas de pastagens em solos agricultáveis. Ao fazer isso, a área total da cultura deve superar 6,6 milhões de hectares.

As regiões Nordeste e Norte do estado podem registrar os maiores incrementos sobre as pastagem, com percentuais de 9% e 5%, respectivamente, quando comparados à safra passada, segundo projeção do Instituto Mato-grossense de Economia e Agropecuária (Imea).

"É uma aposta. Temos muitas áreas de pastagem que hoje estão degradadas e sem uso. Todas elas podem ser utilizadas em grande parte", explicou a analista de agricultura da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato), Karine Gomes Machado.

De acordo com a analista, as projeções para a próxima safra mostram-se favoráveis no estado. Com o incremento na área de soja, a partir de pastagens, o estado deve produzir 2,3% a mais em relação ao ano passado. Se o cenário se concretizar, Mato Grosso pode superar 21 milhões de toneladas do grão, sendo este o melhor resultado desde 2007, quando foram 17,6 milhões de toneladas.

Nesta safra 2010/11, a produção no estado ultrapassou 20,5 milhões de hectares. "O cenário da safra de 2010/11 foi positivo e o da 2011/2012 será bom", pontuou a analista.

Confiante

Há pelo menos três anos o agricultor Gilmar Dell'Osbel aposta na transformação de pastagens em áreas propícias ao cultivo de diferentes culturas. Segundo o produtor, o saldo tem sido positivo. Para o próximo ano, ele pretende utilizar 200 hectares para semear soja, aumentando para 1,4 mil hectares sua área total com soja. Metade ainda no primeiro semestre e, o restante, no segundo.

A valorização nas terras contribuiu com o cenário porque encareceu a compra de espaços abertos. "Vou transformar os 200 hectares em lavoura. É preciso agregar [os espaços], aos poucos, pois nessas áreas de pastagem você colhe menos", explicou, ao G1.

Conforme o produtor, seriam necessários em torno de três anos para que a produção atinja níveis positivos nas áreas de pastagens. "Se fizer um investimento pesado você consegue produzir bem. Mesmo assim, estou apostando", complementou.

Mato Grosso conta atualmente com 28 milhões de hectares em área de pastagem.

Preparativos

A 'corrida' visando a safra 2011/2012 em Mato Grosso já começou. Segundo o Imea, a maior parcela dos componentes necessários para o preparo da terra e plantio já foi adquirida. É o caso dos insumos, cuja aquisição atingiu a casa dos 90% no estado. Conforme o Instituto de Pesquisas, para sementes o percentual chega a 94% e, de fertilizantes, outros 90%.

"O ano safra encerra em julho e a partir deste mês os agricultores já começam o preparo para a próxima safra", completou a analista Karina Gomes Machado, da Famato.


Fonte: g1.com

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Mercado financeiro pressiona e grãos registram fortes quedas

Os futuros dos grãos seguem a tendência do pregão noturno e continuam operando em baixa no diurno desta quarta-feira em Chicago. Às 11h58 (horário de Brasília) a soja operava o vencimento março 2012 com queda de 14 pontos. O trigo apresentava 20 pontos de baixa, devido à fraca demanda de exportação. O milho apresentava 13 pontos de queda, realizando lucros dos dias anteriores.

As incertezas no mercado financeiro continuam pressionando as cotações dos grãos nas bolsas internacionais. As inquietações quanto ao crescimento da economia mundial também derrubaram as bolsas asiáticas em mais de 1%. Na esteira da Ásia, as bolsas europeias também registram quedas nesta manhã.

Na bolsa Nova York os índices caíam cerca de 4%, enquanto o petróleo recuava de cerca de US$ 87 para pouco mais de US$ 83 o barril.

O complexo de grãos continua observando um aumento da aversão ao risco por parte dos traders. Esse temor sobre o futuro do cenário macroeconômico acaba até mesmo ofuscando a força dos fundamentos.

Porém, de acordo com analistas, os grãos voltaram a carregar o fardo da melhora climática americana. As previsões de chuvas para as áreas mais secas de Iowa, Indiana e Illinois fizeram os traders retirarem novamente o prêmio climático das cotações, que haviam sido colocados ontem em cima das dúvidas acerca dessas mesmas previsões.

Segundo uma previsão do Instituto de meteorologia norte-americano Telvent DTN, a parte oeste do Meio-Oeste norte-americano receberá boas chuvas nos próximos dias e este padrão deverá se estender para a parte leste da região durante o final de semana, aliviando o estresse das lavouras de soja e milho. Além disso, a parte norte do cinturão de produção do trigo de inverno, estimulando um aumento das projeções para a área de plantio do grão.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Com crise e planos de estímulo, governo deve ter de ajustar orçamento

Com a nova fase da crise econômica e os planos de estímulo à economia, o governo deve ter que cortar gastos no orçamento do ano que vem para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece que toda renúncia de receita feita pelo governo tem de ser compensada.

Os ajustes também serão necessários para que o governo possa atingir a meta de superávit primário do setor público (a economia feita para pagar os juros da dívida pública e manter sua trajetória de queda), de quase R$ 140 bilhões em 2012.

Isso porque o governo já abriu mão, até o momento, de R$ 23 bilhões no orçamento do ano que vem por meio dos planos de estímulo à economia lançados recentemente. Estas renúncias não estão previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que foi sancionada nesta semana pela presidente Dilma Rousseff.

O pacote de apoio à competitividade da indústria, segundo cálculos da área econômica, vai custar R$ 18,5 bilhões em 2012 - valor que o governo deixará de arrecadar por conta das reduções de tributos anunciadas. Ao mesmo tempo, o Ministério da Fazenda confirmou que também deixará de arrecadar mais R$ 4,8 bilhões por conta da correção dos limites do Simples Nacional no próximo ano.

Crescimento menor

Para completar o quadro, o governo também terá de ajustar o orçamento de 2012 ao cenário de desaceleração da economia. Isso pode não ser, necessariamento, feito no envio da proposta de orçamento ao Congresso - que acontece até o fim deste mês, mas o ajuste terá de ser implementada em algum momento.

A LDO, recentemente sancionada pela presidente Dilma, traz uma previsão de crescimento do Produto Interno Buto (PIB) para o ano que vem de 5%, muito acima do que acreditam os economistas. A explicação é que, com uma revisão para baixo do crescimento PIB, a arrecadação também sobe menos - impactando a estimativa de receita do orçamento.

Antes mesmo do nova fase da crise financeira internacional, cujos efeitos mais fortes começaram com a redução da nota de classificação de risco dos Estados Unidos, o mercado financeiro já estimava um crescimento menor do que o governo para o PIB: de 4% para 2012.

Com a nova "onda" da crise financeira, a percepção dos economistas é de que o crescimento ficará abaixo disso. "Algo entre 3% e 3,5% em 2012 de crescimento do PIB seria um cenário ideal. Mas se vier uma crise, pode ser muito menor do que isso", opinou o economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

Gilberto Braga, professor de Economia do IBMEC, está um pouco mais otimista. Para ele, a taxa de crescimento do PIB, em 2012, deverá ficar acima de 4%, mas não chegará aos 5% que constam como parâmetro na LDO.

Meta fiscal e cortes de gastos

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, tem dito que o governo está mirando na meta "cheia" de superávit primário de todo o setor público (governo, estados, municípios e empresas estatais), que é de R$ 139,8 bilhões, o equivalente a 3,1% do PIB, para o ano de 2012.

Para o Mansueto Almeida, do Ipea, o cumprimento desta meta será muito difícil, mesmo com os ajustes que o governo buscará fazer na peça orçamentária do ano que vem. "No próximo ano, o gasto que está crescendo muito é o custeio, que é o que vem do aumento do salário mínimo, que vai crescer quase 15% e gerar um aumento de gastos R$ 25 bilhões. Vai ter um impacto muito forte nas contas e deixar o governo de mãos atadas", disse ele.

Ele acrescentou que, pelo ritmo de execução dos investimentos, com a Copa e Olimpíadas se aproximando, os gastos de capital também terão de subir em 2012 - frente ao que está sendo feito neste ano.

Almeida observou também que os subsídios governamentais devem aumentar no ano que vem, por conta do programa Minha Casa Minha Vida, que totalizam R$ 72 bilhões em subsídios - mas cujo impacto acontece de acordo com o ritmo de execução do programa. A segunda fase do programa habitacional do governo contém R$ 125,7 bilhões em recursos.

"O cenário é pior do lado da receita e da despesa. Eu acho que eles vão acabar não cumprindo a meta cheia [de superávit, de 3,1% do PIB]. Mas se o esforço fiscal ficar acima de 2% do PIB, a dívida manterá a trajetória de queda", declarou o economista do Ipea, lembrando que o governo tem a prerrogativa, caso queira, de abater gastos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do superávit primário.

Por outro lado, o governo também já trabalha para obter um pouco mais de arrecadação no ano que vem. Uma forma de compensar as renúncias com os planos de estímulo lançados recentemente, conforme sinalização já dada pelo governo federal, deve ser o aumento dos impostos sobre cigarros. Entretanto, o impacto desta arrecadação extra ainda não foi informado.

Negociação política

A negociação política também é um fator que pode gerar impactos no orçamento. Em um momento em que são discutidos reajustes para várias categorias de servidores públicos, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pediu que os parlamentares evitem aprovar novos gastos para o ano que vem.

Gilberto Braga, do IBMEC, lembrou que há, também, as tradicionais emendas parlamentares ao orçamento. "Se os políticos tiverem um comportamento republicano, onde eles coloquem interesses do país à frente de interesses regionais e eleitorais, podemos ter um bom orçamento. Se insistirem em recortarem o orçamento com emendas, e questões de natureza partidária e regionais, podemos ter um orçamento pior", explicou ele.

Geralmente, o governo busca evitar, durante as discussões sobre o orçamento no Congresso Nacional, que começam em setembro e se estendem até a aprovação da peça orçamentária, que o Legislativo eleve muito o valor das receitas, que resulta em uma subsequente elevação das despesas.

Mesmo assim, após a aprovação do orçamento, o governo federal anuncia, no começo de cada ano, um bloqueio de gastos para adequar a peça orçamentária. Em 2011, o valor do corte chegou a R$ 50 bilhões. "No Brasil, é muito difícil cortar despesas. O Congresso costuma jogar o desgaste de ter de cortar gastos para o governo", avaliou Braga, do IBMEC.


Fonte: G1.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Soja avança diante do recuo do dólar e fundamentos positivos

O complexo de grãos registra mais um dia de preços em alta na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira. No pregão diurno de hoje, por volta das 13h54 (horário de Brasília), os futuros da soja somavam mais de 15 pontos positivos e o trigo quase 10. Apenas o milho que apontava ganhos mais tímidos, cerca de 1,50 ponto nos principais vencimentos.

O impulso para os preços vem da baixa do dólar e dos ja conhecidos fundamentos do mercado sobre as incertezas em relação a produção norte-americana. Além dos fundamentos, movimentos técnicos do mercado, com ajuda do bom humor do mercado financeiro, também impulsionam as altas. A alta do petróleo contribui para o avanço. Com isso, a soja encontrou um espaço para subir e aproveitou a oportunidade para se recuperar das recentes perdas.

O período atual é o mais representativo em relação ao clima nos Estados Unidos e agravam as preocupações com o tamanho das safras norte-americanas. "O mês agosto é o período mais crucial no desenvolvimento, dia a dia temos notícias de clima saindo e isso vai influenciando diretamente as cotações de mercado", disse Glauco Monte, consultor da FC Stone.

Diante deste cenário, a orientação de Glauco é de ques os produtores aproveitem esta alta dos preços e realizem algumas vendas, garantindo, dessa forma, alguns valores.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

China confirma intenção de aumentar processamento de soja, confirma Aprosoja em visita ao país

Em visita a China, a comitiva da Aprosoja esteve na sede da Hope Full Group, maior indústria privada de processamento de soja da China e a quarta maior do país. O encontro serviu para reafirmar a intenção de parceria entre a associação e a empresa, que compra em média 1,5 milhão de toneladas de soja no ano, dos quais 50% do Brasil.

Com uma indústria com capacidade para processar 3 milhões de toneladas de soja, a Hope Full Group tem a meta de alcançar nos próximos a marca dos 8 milhões de toneladas do grão. É exatamente aí que entra o interesse no Brasil, e em Mato Grosso em particular. O diálogo entre Aprosoja e a empresa tem girado em torno do investimento do grupo em infraestrutura, principalmente no modal hidroviário, e na maior disseminação do modelo de produção com integração lavoura-pecuária.

“É fato que precisamos de melhor infraestrutura para podermos dar conta de atender a demanda projetada pela empresa e pelo mercado chinês de uma forma geral”, observou o diretor executivo da Aprosoja, Marcelo Duarte.

As bases para a parceria já estão seladas, como mostra a gentil recepção que os executivos da Hope Full Group preparam para os brasileiros da Aprosoja.


Fonte: Aprosoja - Missão China

AGRONEGÓCIO: CNA PROMOVE FEED 2011 DIAS 5 E 6 DE SETEMBRO EM SP

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
promove, entre os dias 5 e 6 de setembro, no Centro de Convenções da
Fecomercio, em São Paulo (SP), o Fórum Internacional de Estudos Estratégicos
para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima - FEED 2011. O evento
busca discutir, avaliar e estabelecer soluções para os impactos das mudanças
climáticas no agronegócio brasileiro. Também visa um consenso do setor para
posicionar-se frente às negociações da Conferência das Partes da Convenção
das Nações Unidas sobre o Clima - COP, que neste ano, em sua 17a edição,
será realizada em Durban, África do Sul.
Em sua 2a edição, o FEED 2011 reunirá renomados especialistas nacionais
e internacionais para avaliar os desafios de alimentar 9 bilhões de pessoas em
uma agricultura de baixo carbono. Serão abordados quatro temas principais:
1) Agricultura e Florestas
2) Pecuária de Baixo Carbono: um novo paradigma produtivo para o Brasil
3) A produção de Lácteos e os desafios de reduzir emissões
4) Oportunidades para a agricultura na economia do clima
A programação completa do evento pode ser verificada no portal
www.feed2011.com.br. As informações partem da Confederação de Agricultura e
Pecuária do Brasil.

Fonte: Safras

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Soja realliza lucros. Milho e trigo operam em alta

Os fundamentos para os grãos são positivos para os grãos, porém, os fatores externos seguem exercendo sua influência nos futuros negociados na Bolsa de Chicago.

A soja, nesta terça-feira, tirou o dia para a realização de lucros, e o movimento foi estimulado pelas notícias pessimistas do mercado financeiro, principalmente sobre as economia da Europa. Por volta das 14h09 (horário de Brasília), os contratos mais negociados somavam baixas de pouco mais de 5 pontos.

Além disso, a falta de novidades entre os fundamentos também tira levemente o suporte das cotações. Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informando que o índice de lavouras em boas ou excelentes condições se manteve em linha com os números divulgados na última semana.

Por outro lado, ainda em Chicago, o milho e o trigo registram altas. Nesta tarde, o trigo liderava o avanço e já tinha alta de mais de 10 pontos, por volta das 14h20 (horário de Brasília).

Ambos os grãos mantiveram seu foco nos fundamentos positivos de demanda bastante aquecida e estoques extremamente ajustados. A expectativa de que a safra de trigo será menor do que o estimado pelo USDA impulsionou as cotações e o grão acabou puxando o mercado vizinho. Paralelamente, ha ainda especulações de compras de trigo americano, fator que contribui para as altas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes