Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 5 de julho de 2011

Morre Odenir Ortolan, presidente do Sindicato de Campo Novo do Parecis

ESTAMOS DE LUTO. PERDEMOS NOSSO GRANDE LIDER.

É COM EXTREMA TRISTEZA E GRANDE PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DO NOSSO QUERIDO E JÁ SAUDOSO PRESIDENTE ODENIR ORTOLAN. VÍTIMA DE INFARTO PRATICAMENTE FULMINANTE QUANDO DISCURSAVA DURANTE O ENCERRAMENTO DA 15ª EXPOCAMPO, NOS DEIXANDO PREMATURAMENTE AOS 46 ANOS DE IDADE.

AINDA NÃO TEMOS O LOCAL DEFINIFO PARA O VELÓRIO, SABENDO-SE QUE O SEPULTAMENTO SERÁ AMANHÃ, QUARTA-FEIRA, 06, ENTRE OITO E DE DEZ HORAS DA MANHÃ.


Antônio de la Bandeira
Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis (MT)
(65)3382.2491/2338


Fonte: Sind. CNParecis

Fundos cortam aposta nas commodities

Incerteza em relação a futuro da economia global leva investidores a reduzir exposição nas bolsas.
Os grandes fundos de investimento intensificaram os sinais de cautela em relação às commodities agrícolas. Dados divulgados na sexta-feira pela Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês) dos EUA mostram que os fundos liquidaram contratos de compra, papéis com os quais apostam na alta dos preços, em praticamente todos os produtos da cesta entre os dias 21 e 28 de junho.
Os números ainda não capturam as saídas relatadas no fim da semana passada, em reação às novas estimativas de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), consideradas baixistas.
O mercado de milho de Chicago foi o mais castigado. Em apenas uma semana, fundos se desfizeram de 94,9 mil posições compradas, o que corresponde a mais de 12 milhões de toneladas do grão - praticamente a produção anual do Paraná.
A liquidação foi a maior desde junho de 2009. O saldo líquido de compra dos fundos em milho caiu 18,1%, para 226,1 mil contratos, em apenas uma semana. É o menor patamar desde agosto do ano passado, próximo da metade dos 408 mil registrados em meados de janeiro. Os mercados de soja e derivados, trigo e café também sofreram com a fuga de capitais. Neste último, a posição líquida comprada pelos fundos caiu de quase 40 mil contratos, no início do ano, para menos de 4,9 mil há uma semana.
A perspectiva de aumento na área plantada com milho nos EUA e o início da colheita de café no Brasil têm influenciado negativamente os preços dessas mercadorias. No entanto, os fundamentos explicam apenas em parte a perda de apetite pelas commodities agrícolas.
As preocupações com o cenário econômico global parecem se sobrepor em todo o conjunto das matérias-primas. Na visão de muitos analistas, a desaceleração da atividade industrial em países como China, Índia, Alemanha e Reino Unido sugere uma menor demanda por metais, alimentos e combustíveis.
Ao todo, apontam dados da CFTC compilados pela Bloomberg, os fundos cortaram em 15% sua posição líquida de compra nas 18 commodities (agrícolas e minerais) negociadas nos EUA na semana terminada na última terça-feira. O volume apurado naquele dia, de 958,3 mil contratos, foi o menor desde julho do ano passado.
A postura dos fundos começou a mudar em maio. Segundo levantamento do Barclays Capital, investidores institucionais retiraram quase US$ 7 bilhões desses mercados naquele mês -- o maior saque mensal desde outubro de 2008, início da crise financeira global.
Com a queda dos preços, o valor total movimentado por fundos e especuladores nas commodities caiu ainda mais, US$ 26 bilhões ou 5,7%, para US$ 425 bilhões. Essa foi a primeira queda desde agosto de 2010, e a maior desde outubro de 2008. Só nas agrícolas, o volume de capitais especulativos caiu 7,9%, para US$ 104 bilhões. Ainda assim, é 9,4% maior do que o registrado no fim de 2010. O investimento em commodities explodiu na última década. No início dos anos 2000, não passavam de US$ 15 bilhões. Em abril, bateu recorde ao atingir US$ 451 bilhões.


Fonte: Valor Online

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Preços caem após relatório do Usda

O mercado brasileiro da soja sucumbiu às pressões externas. Com isso, os preços de referência retornaram para os níveis de outubro de 2010, aproximadamente R$ 1,50 mais baixo. As cotações na Bolsa de Chicago derreteram 30 pontos e o dólar encerrou cotado a R$ 1,56, queda de 0,51%. No mercado interno, a disputa entre oferta e demanda não injetou ânimo nas negociações, já que os dois lados ficaram totalmente de fora do mercado. Muitas praças ficaram tão vazias que apenas indicações nominais foram registradas. Corretores afirmaram que a calmaria deve durar alguns dias, até que o mercado se adapte à forte queda.

Em Mato Grosso, tarde de ontem foi de preços mais baixos e mercado travado. Em Lucas do Rio Verde, as indicações foram de R$ 36 no disponível e US$ 21 para fevereiro. Em Sapezal, as ofertas ficaram em torno dos R$ 36,50 para a saca com entrega imediata. Em Sorriso, falou-se em R$ 35,50 para o grão no spot.

A baixa geral foi sintomática aos novos números apresentados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda). O mercado esperava que os relatórios de área plantada e estoques trimestrais, ditariam novos rumos para as cotações na Bolsa de Chicago, mas o baque provocado pelos novos números foi mais forte que o esperado. Tão intenso que neutralizou o potencial altista que poderia ser gerado pela recuperação do mercado financeiro, e também por problemas provocados pelo clima no Meio-Oeste dos EUA.

Os contratos da soja poderiam subir por causa da redução de área no setor produtivo norte-americano, que passou de 31 milhões de hectares para 30 milhões, mas outro relatório, o de estoques físicos, apontou que as reservas de grão do país somavam em 1° de junho 16,8 milhões de toneladas, acima da expectativa média do mercado, que era de 16,2 milhões. Como resultado, as posições do grão amargaram ao final do dia perdas de mais de 20 pontos, mas o pregão desta quinta foi muito pior para milho.

Mesmo com toda a dificuldade em semear o cereal nesta temporada, o USDA estima que a área plantada de milho nos EUA seja de 37,3 milhões de hectares, muito acima da expectativa do mercado, que era de 36,7 milhões. Curiosamente, em maio, o órgão havia reduzido o número de 37,3 milhões de hectares para 36,7 milhões.


Fonte: AgRural

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Grãos: Números do USDA dão um tombo nas cotações em Chicago

As cotações dos grãos estão desabando no pregão diurno da Bolsa de Chicago nesta quinta-feira. O mercado reagiu negativamente aos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na manhã de hoje que trouxeram estoques de soja, milho e trigo acima das expectativas.

Para a soja, o departamento informou que os estoques em 1º de junho ficaram em 16,85 milhões de toneladas, acima das 16,25 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. No caso do milho, as reservas somaram 93,22 milhões de toneladas ante o volume esperado de 84,43 milhões de toneladas.

Além disso, o USDA ainda estimou um aumento na área plantado do cereal para 37,35 milhões de hectares, índice que também pressiona expressivamente os preços hoje. Para o analista Shwan McCambridge, da Prudential Bache, a área de milho plantada acima das expectativas e os números dos estoques são definitivamente baixistas para o mercado. No entanto,

McCambridge diz ainda que essas estimativas para o plantio "não condizem com todos os problemas que os produtores tiveram ao cultivar milho nesta primavera ou com o ajuste de área no relatório mensal de oferta e demanda divulgado no último dia 9". A expectativa do analista é de que o USDA reporte algumas reduções nestes números nos próximos meses.

Às 12h15 (horário de Brasília), os principais vencimentos da soja já registravam baixas de mais de 25 pontos. No caso do milho, o vencimento julho recuava 71,75 pontos e os demais contratos perdiam 30 pontos por bushel.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Milho: com geadas, perdas chegam a 80% em casos isolados

O frio que cobriu as lavouras de gelo ampliou as perdas climáticas, agora estimadas em até 80% nas áreas de milho. Justamente porque os efeitos da geada tendem a se agravar com as novas chuvas previstas para esta semana. Parte das plantações já tinha sido atingida também pela estiagem de maio.

“A seca fez a média cair e agora a geada acabou com parte do que restava da lavoura”, lamenta o agricultor Marcelo Riva, que esperava colher 5 mil quilos de milho por hectare e pode registrar menos de 1 mil. “Com a chuva, os grãos podem apodrecer.” Ele plantou 140 hectares de milho em Campo Mourão (Centro-Oeste), metade para o consumo humano (milho verde). Os grãos leitosos foram os mais prejudicados pelo gelo.

Por causa de perdas de 50% por conta da geada, o agricultor Amarildo Walker pretende destinar metade dos 84 hectares de milharal diretamente para silagem (alimentação animal). “A área mais adiantada vai render 60% do previsto.” Ele não fez seguro e fechou contrato de venda de R$ 23 a saca. “Vamos tentar cumprir o contrato.”

Entre os produtores de hortaliças, as perdas chegaram a 100% no Sul e no Oeste. Mesmo em regiões mais quentes houve danos estimados em 15%. “O impacto será visto melhor daqui uns 15 dias”, afirma o horticultor Bento Basílio. A alface, mais prejudicada, teve o preço automaticamente dobrado em feiras e supermercados.


Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Brasil doará alimentos para formar estoque de emergência global

O Brasil deverá contribuir diretamente com o fornecimento de alimentos para a criação do estoque de emergência aprovado pelos ministros de agricultura do G-20 para atender países pobres em crise alimentar aguda. O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, acha que os países produtores poderão contribuir com alimentos e os desenvolvidos importadores, com dinheiro para formação do estoque.

"O Brasil já tem feito doações, como 500 mil toneladas de alimentos (recentemente) e achamos que todos os membros do G-20 devem participar do mecanismo, para atender situações de dificuldade crônica", afirmou ele, à margem da assembleia anual da FAO.

Países desenvolvidos do G-8 costumavam anunciar pacotes de ajuda sem depois cumprir as promessas. Agora, no G-20, parecem aliviados por dividir a fatura com os emergentes.

O Programa Alimentar Mundial (PAM) lista 30 países em situação de insegurança alimentar. A discussão agora é sobre que países poderão recorrer ao estoque, como e qual o volume das reservas.

Para a ONG Oxfam, uma reserva global de cereais de 105 milhões de toneladas custaria US$ 1,5 bilhão, ou US$ 10 por cada pessoa a mais que entrou na categoria de desnutrido como resultado da mais recente crise alimentar.

O diretor eleito da Agência da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, não tem dúvida: "temos que voltar a ter estoques". Reservas emergenciais são consideradas essenciais para evitar distúrbios em caso de crises alimentares em países pobres. "Numa situação de preços já voláteis, havendo crise, seca, guerra e tendo que se comprar grandes quantidades, o preço vai ainda mais para cima", diz Graziano.

A FAO foi criada há 66 anos para enfrentar a fome no mundo. Há 20 anos, os governos se comprometeram a cortar pela metade o número de famintos até 2015. Hoje, 970 milhões de pessoas não têm o suficiente para comer.

A FAO vai trabalhar com o PAM num projeto-piloto de estoques. Mas a Oxfam considera que os ministros de agricultura deram um "pequeno" passo ao abordarem só os impactos dos preços altos e voláteis e não suas causas.

"Os ministros do G-20 fracassaram em reconhecer que reservas estratégicas de alimentos ou estoques de segurança têm também um papel essencial para ajudar países pobres a enfrentar a volatilidade dos preços", diz a ONG.


Fonte: Valor Económico

Grécia aprova plano de austeridade e impulsiona mercado

Os grãos continuam subindo ana Bolsa de Chicago. Nesta quarta-feira, soja, milho e trigo fecharam o pregão noturno com altas de dois dígitos e iniciaram a sessão diurna ampliando seus ganhos. O milho estendeu, segundo analistas da agência Bloomberg, seu maior ganho em quase três meses.

O que os preços refletem hoje, principalmente, são as boas notícias vindas da Grécia, que tranquilizam o mercado e já sinalizam o início de uma recuperação em vários setores, inclusive no de commodities.

A Grécia aprovou nesta quarta-feira (29), um plano de austeridade que prevê corte de gastos e privatizações. O pacote atende a exigência do FMI e também da União Europeia para que seja liberado dinheiro para saldar as dívidas do país.

Diante disso, por volta das 11h50 (horário de Brasília), a soja já registrava altas de mais de 12 pontos e o milho mais de 20. Com as boas notícias vindas da Grécia, a economia já pode respirar um pouco mais aliviada, o que incentiva os investidores a voltarem às compras no mercado de commodities depois da signficativa baixa registrada pelos preços nos últimos dias.

Fundamentos e USDA - Além dessas informações, o mercado reflete ainda a redução do índice que registra as lavouras em boas ou excelentes condições nos Estados Unidos, que é o principal exportador de ambas as commodities. Os números ainda estão abaixo do registrado nesse mesmo período do ano passado.

De acordo com o boletim divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), 68% das plantações de milho estão em plena forma frente a 73% de 2010. Sobre a soja, são 65% ante 67% na mesma época do ano passado.

"As condições da safra norte-americana registraram uma certa deterioração na última semana. E esse declínio nos índices está oferecendo suporte aos preços dos grãos. O foco agora é a condição e evolução das lavouras", disseram analistas do banco Rabobank.

Além das questões de desempenho da safra, as preocupações com o abastecimento e com os estoques apertados estão vindo a tona novamente. Nesta quinta-feira, o USDA divulga seu boletim de estoques trimestrais e de área plantada.

A expectativa para o relatório é de que o departamento reporte uma nova redução nas reservas norte-americanas, fato que também impulsiona o avanço das cotações.

"Nossa análise fundamental indica que os preços devem refletir o que foi registrado em 2010, com uma mudança mais alta", informou o Rabobank.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 28 de junho de 2011

Fazendas de MT serão fiscalizadas para evitar plantio no vazio sanitário

Cerca de 1,2 mil propriedades de Mato Grosso serão fiscalizadas no período do vazio sanitário. A intenção é descobrir se as unidades estão respeitando o prazo de proibição do plantio da soja, que começou no dia 15 de junho e se estende até o dia 15 de setembro. O objetivo do vazio sanitário é reduzir a sobrevivência do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática da soja, evitando assim ataques precoces da doença na safra seguinte.

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) irá fiscalizar uma extensão de aproximadamente 7 milhões de hectares em 101 municípios mato-grossenses. Os números são os mesmos observados no vazio sanitário de 2010.

De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária do Indea-MT, Carlos Roberto Gomes Ferraz, as equipes estão orientadas em distinguir se houve um plantio involuntário ou se foi proposital. No primeiro caso, ele explica que pode ocorrer germinação da soja em áreas próximas a rodovias. “No transporte do grão, alguns acabam caindo no chão. Com isso pode ocorrer o plantio”. Nesta situação, o produtor responsável ou dono da área será notificado para eliminar as plantas em um prazo máximo de 72 horas.

Já no plantio proposital, o produtor será penalizado com multa de 30 Unidade de Padrão Fiscal (UPF), o equivalente a R$ 1.080, somado a dois UPFs por hectare cultivado, ou seja, mais R$ 72,06. Por exemplo, em uma área de mil hectares, o produtor teria que desembolsar cerca de R$ 73,1 mil.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes