Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 14 de junho de 2011

Exportação de soja do Brasil para a China cai mais de 10% no ano

As exportações de soja do Brasil para a China acumulam queda de 11,3 por cento entre janeiro e maio deste ano em relação ao mesmo período de 2010, para 9,2 milhões de toneladas, de acordo com dados detalhados divulgados nesta segunda-feira (13) pelo Ministério da Agricultura.

A redução nas exportações brasileiras para o maior comprador global de soja influenciou nas vendas totais do Brasil, que atingiram 13,5 milhões de toneladas, ante 14,4 milhões de toneladas entre janeiro e maio de 2010 (-6 por cento na comparação anual).

A redução nas compras ocorreu "em função da medida adotada pelo governo chinês, que acabou por leiloar os estoques públicos de óleo de soja, fato que afetou o movimento de compra por parte das esmagadoras chinesas", apontou nesta segunda-feira a consultoria Clarivi.

Os chineses compraram menos soja em meio a elevados preços no mercado global, com a China tentando controlar a sua inflação. De janeiro a maio, a alfândega chinesa registrou uma queda de 1 por cento nos desembarques da oleaginosa de todas as origens no país asiático, para 19,4 milhões de toneladas.

Houve também um atraso na colheita da soja no Brasil, na comparação com o ano passado, devido ao clima.

Em maio, o Brasil voltou a exportar para a China um menor volume (3,7 milhões de toneladas) do que o exportado no mesmo mês do ano passado (4,2 milhões de toneladas), mas a associação das indústrias (Abiove) avalia que houve uma melhora em relação a meses anteriores que indica que as previsões de exportações recordes do Brasil ainda poderão ser mantidas.

"A principal região consumidora está abaixo..., porém no último mês já aconteceu uma retomada de embarques", afirmou o economista da Abiove, Rodrigo Feix.

Segundo ele, a China terá uma "alta de demanda sazonal a partir de junho", e o setor acredita que o país precisará recompor seus estoques.

"Acreditamos em um aumento no ritmo de embarques a partir de agora, pelo que temos ouvido das empresas... O dado de maio foi um pouco alentador para a retomada de embarques para a região...", disse.

A Abiove, que estima um crescimento de mais de 10 por cento nas exportações de soja nesta temporada, para 32,4 milhões de toneladas , deverá atualizar em breve suas previsões. Mas, de acordo com o economista, não devem ocorrer "correções significativas" nos novos números.

Feix observou ainda um dado interessante em relação à China, "a retomada de compra de farelo de soja por parte da China".

Segundo ele, o volume ainda é pequeno, equivale a apenas 8 milhões de dólares, mas "é uma quebra de tendência... é um dado para observarmos se continua".

MAIS ÓLEO

Se comprou menos soja em grão, a China elevou as suas compras de óleo de soja, de acordo com os dados do Ministério da Agricultura.

Entre janeiro e maio, as exportações para os chineses do produto processado brasileiro atingiram 186,7 mil toneladas, quase o dobro das 89 mil toneladas no mesmo período do ano passado.

O volume importado pela China do produto brasileiro representa cerca de um terço do total exportado pelo Brasil.

As indústrias brasileiras exportaram de janeiro a maio 568,6 mil toneladas de óleo de soja, contra 352 mil toneladas no mesmo período do ano passado.

Além da China, outros países como Egito e Argélia ampliaram as compras de óleo de soja do Brasil, de acordo com o governo.


Fonte: Reuters

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Plantio da soja estará proibido

A partir do dia 15 o plantio da soja, em Mato Grosso, estará proibido pelo período de 90 dias. Até 15 de setembro, estará em vigor o vazio sanitário da soja, período no qual não será permitida a existência de plantas vivas de soja em áreas sob sistema de irrigação, em áreas de cultivo tradicional ou qualquer outra modalidade de cultivo. A medida busca a eliminação de todas as plantas de soja como forma de evitar que o fungo causador da ferrugem asiática se multiplique.

De acordo com o supervisor de campo da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja/MT), o engenheiro agrônomo, Rodrigo Fenner, o período proibitivo interrompe o ciclo do fungo hospedeiro da ferrugem asiática, principal doença fúngica que ataca a soja no cerrado. Ele explicou que os produtores não podem manter plantas vivas em suas propriedades. As mesmas devem ser eliminadas com produtos químicos ou outro meio.

Segundo informações do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), as unidades regionais estão se preparando para as fiscalizações nesse período. Já foi realizado o levantamento de plantadas da soja, objetivando a fiscalização. Somente são autorizados os plantios da oleaginosa nesse período para fins de pesquisa, mas com rigoroso controle. O produtor que não obedecer ao Vazio estará sujeito ao pagamento de multas.

Conforme determinação do Indea/MT, ficam os proprietários, arrendatários ou detentores a qualquer título de áreas cultivadas com soja sob sistema de irrigação ou não, obrigados a eliminarem as plantas vivas de soja "cultivadas" ou "guaxas" em áreas de seu domínio, imediatamente antes do período de "vazio sanitário", inclusive, as "plantas vivas" de soja ao redor de seus armazéns e à beira das estradas dentro da área de seu domínio.

A DOENÇA - A ferrugem da soja também conhecida como ferrugem asiática é uma doença causada por fungos. Os primeiros sintomas se manifestam nas folhas com o aparecimento de minúsculos pontos escuros. Posteriormente ao aparecimento das lesões ocorre a desfolha da planta que evita a formação dos GRÃOS com redução da produtividade. O desenvolvimento da doença é extremamente rápido e ela se espalha com facilidade pelo vento e causa grandes prejuízos à produção.

O objetivo é evitar ou retardar ao máximo o aparecimento do fungo causador da ferrugem asiática, doença que ataca a cultura e causa sérios prejuízos econômicos aos produtores.


Fonte: Diário de Cuiabá

Exportações do agronegócio brasileiro cresceram 17,5% em maio

As exportações do agronegócio brasileiro atingiram o valor de US$ 8,4 bilhões em maio, um aumento de 17,5% em relação ao mesmo mês de 2010, que teve US$ 7,2 bilhões. Embora o superávit também tenha crescido mais de 10%, totalizando US$ 6,9 bilhões, o que mais aumentou, à taxa de 53,8%, foi o volume de importações, passando de US$ 1 bilhão para cerca de US$ 1,5 bilhão.
De acordo com os dados publicados hoje (10) pelo Ministério da Agricultura, as principais importações foram de produtos florestais (US$ 302 milhões), de cereais, farinhas e preparações (US$ 270 milhões), e de fibras e produtos têxteis (US$ 215 milhões). Em relação a maio do ano passado, as compras desses produtos cresceram 28,5%, 23,5% e 134,6%, respectivamente. Juntos, eles representaram cerca de 50% das importações brasileiras de produtos agropecuários. As compras de carnes (US$ 38 milhões) e lácteos (US$ 50 milhões) tiveram crescimento de 116,7% e 95,7%.

No acumulado dos últimos 12 meses, o Brasil conseguiu comercializar com outras nações US$ 82,6 bilhões em produtos agropecuários nacionais. Em relação à renda dos agropecuaristas, o diretor do Departamento de Promoção Internacional do Agronegócio do Mapa, Marcelo Junqueira, disse que "ainda que haja uma forte apreciação do real, os produtores foram compensados pela valorização, em dólar, dos preços dos produtos do agronegócio, que permitiu bons ganhos nesta safra".

Os produtos mais exportados em maio foram soja (US$ 3,37 bilhões), com crescimento de 27% na comparação com maio do ano passado, e carnes (US$ 1,37 bilhões), aumento o volume de vendas em 14%. A quantidade de soja em GRÃOS e carnes exportadas sofreu redução entre os dois períodos, mas o aumento significativo dos preços foi responsável pelo aumento da receita.

Os países que mais aumentaram proporcionalmente suas importações de produtos do agronegócio brasileiro em maio de 2011, na comparação com o mesmo mês do ano passado, foram Tailândia (276%), Espanha (99%), Arábia Saudita (67%), Argélia (45 %), Japão (44 %) e Alemanha 41%. (Informações da ABr)


Fonte: O GIRASSOL - TO

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Produção corre risco de ficar a céu aberto

Produção mato-grossense de milho 2ª safra corre o risco de ser armazenada a céu aberto mais uma vez. Com um volume total estimado em 30,7 milhões de toneladas de grãos nesta safra 2010/11, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a projeção é que falte espaço nos 2,123 mil armazéns cadastrados no Estado, os quais dispõem de uma capacidade estática de 27,007 milhões de toneladas.

O problema, segundo o analista de mercado da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Daniel Sebben, resulta da logística. "A estrutura de armazenagem já é limitada e as safras dos últimos 3 anos registraram volume muito grande, resultando em transtornos no escoamento". Afirma que não há silos para atender toda a produção do Estado e a condição logística inadequada agrava a situação. "Fica impossível retirar os grãos com agilidade, como aconteceu neste ano com a soja". Sebben lembra que em 15 dias deve ter início a colheita do milho safrinha. "Provavelmente, teremos grão armazenado à céu aberto".

Ele afirma que no ano passado, os sojicultores começaram a colheita mais cedo, entre dezembro e fevereiro, o que facilitou a retirada da safra. "Neste ano, com o atraso no plantio, a colheita se concentrou entre janeiro e março e isso prejudicou o escoamento da soja". De acordo com a Conab, neste ano houve um ligeiro acréscimo (0,90%) na capacidade estática dos armazéns estaduais em relação a 2010, consequência do aumento de 0,37% no número de silos cadastrados.

Enquanto em 2010 havia 2,115 mil unidades armazenadoras com capacidade para 26,766 milhões de toneladas de grãos, até este mês o número evoluiu para 2,123 mil unidades, adequadas para receber uma produção de 27,007 milhões de toneladas de grãos. Na opinião do gerente de operações da Conab em Mato Grosso, Charles Córdova, a disponibilidade dos armazéns é suficiente para abrigar mais do que é produzido no Estado. "Nesta safra, temos estoque de passagem e produção de milho menor que da safra anterior, além de preços melhores", analisa Córdova ao analisar que não deverá haver problema com o armazenamento e retirada do milho.

No início de 2010, o estoque de passagem do milho era de 3,3 milhões de toneladas e neste ano se mantém em 1,3 milhão (t), segundo o analista na Conab. "Tínhamos estoque e produção maiores". Mas, na avaliação do gerente de mercado da Aprosoja, apesar da confirmada redução na produção de milho, a de soja aumentou. "Serão colhidas cerca de 1,5 milhão de toneladas a menos de milho que no ano passado, mas a soja teve aumento de 1,5 milhão de toneladas", diz Sebben.

O gerente de operações da Conab afirma que a principal dificuldade encontrada no armazenamento de grãos no Estado está relacionada ao credenciamento das unidades para receber o produto do governo quando é feita a intervenção na comercialização (como ocorreu na última safra de milho). "Muitas empresas não têm interesse em estocar produtos do governo, mesmo sendo remunerados a cada 15 dias por isso". Atualmente, a Conab mantém 5 silos no Estado com capacidade para 200 mil toneladas de grãos. Córdova acrescenta que do total de 2115 armazéns registrados em Mato Grosso no ano passado, apenas 73 estavam credenciados para receber a produção comercializada pela estatal, ou seja, apenas 3,45% do total existente.

Pesquisa - Nesta semana, foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) os resultados da Pesquisa de Estoques do segundo semestre de 2010, revelando que houve acréscimo de 3,5% no número de estabelecimentos ativos, comparativamente ao primeiro semestre. No final do segundo semestre, a rede armazenadora de produtos agrícolas contava com 9,092 mil estabelecimentos ativos, dos quais 43,9% encontravam-se na região Sul, 22,9% na região Sudeste, 21,6% na Centro-Oeste, 8,3% na Nordeste e 3,3% na região Norte.

A capacidade útil dos armazéns convencionais, estruturais e infláveis somou 78,834 milhões de metros cúbicos, sendo que pouco mais de 70% estava concentrado nas regiões Sudeste e Sul.


Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Produção de grãos chega a 161 milhões de toneladas

A produção nacional de grãos para a safra 2010/2011 deve ser de 161,5 milhões de toneladas. Os números são do nono levantamento realizado pela Conab e divulgado nesta quarta-feira (8), em Brasília.

Os números confirmam o recorde já anunciado, com um aumento de 8,2% ou cerca de 12,2 milhões de toneladas a mais que a safra passada, que foi de 149,2 milhões de toneladas. A produção cresceu 1,25% ou o equivalente a 2 milhões de toneladas, comparada ao último levantamento, realizado em maio. Também a área cultivada cresceu, com um aumento de 3,8%, atingindo 49,2 milhões de hectares, ou seja, 1,82 milhões de ha a mais que em 2009/10, quando chegou a 47,4 milhões de ha .

As ampliações das áreas de cultivo do algodão, do feijão 1ª e 2ª safras, da soja e do arroz foram os principais responsáveis pelo crescimento, juntamente com a boa influência do clima sobre o desenvolvimento das plantas.
Algodão – Teve o maior crescimento percentual em área (1,39 milhão de ha), com cerca de 66,4% a mais que no ano passado (836 mil ha). A produção deve chegar a 2 milhões de toneladas de pluma, ou seja, cerca de 800 mil t a mais que o número do levantamento anterior (1,2 milhão de t).

Feijão - A área deverá crescer 7,1%, chegando a 3,9 milhões de hectares contra 3,6 milhões de ha no ano passado. Já a produção eleva-se em 14,3 %, podendo alcançar 3,8 milhões de toneladas. A área da 1ª safra é de 1,4 milhão de hectares, enquanto que a da 2ª safra deverá atingir 1,7 milhão de ha e a da 3ª safra, 771 mil ha.

Soja – O aumento de área foi de 2,9 %. Saiu dos 20,4 milhões de hectares para 24,1 milhões de ha, enquanto que a produção cresceu 9,2%, subindo para 75 milhões de toneladas. A colheita do grão está encerrada.

Arroz – A área elevou-se em 3,6%, devendo chegar a 2,86 milhões de hectares, assim como a produção que apresenta um aumento de 18,4%, ampliando para 13,8 milhões de toneladas a safra anterior que foi de 11,7 milhões de t.

Milho - No caso do milho total, a produção deverá ser de 56,7 milhões de toneladas, pouco acima da safra passada, quando atingiu 56 milhões de t. Para o milho 2ª safra, a estimativa é de semear 5,7 milhões de hectares, ou seja, um aumento de 8,8%, devendo, no entanto, produzir 21,7 milhões de toneladas.

Canola - Outra cultura de inverno em destaque é a canola que, nesta safra, deve ter um cultivo de 89 mil hectares, com um aumento de 11,4% sobre a área anterior que foi de 80 mil ha. A produção esperada é de 290,8 mil toneladas, 15% a mais que na safra anterior (252,9 mil t). O cultivo é realizado sobretudo no Sul do país.

Trigo - Por outro lado, o trigo deve diminuir em 4,3% a área de 2,1 milhões de hectares anteriores, chegando a 2 milhões de ha. A produção deve ser de 5,4 milhões de toneladas, com uma redução de 7,6% sobre a anterior (5,9 milhões de t). As variedades mais semeadas neste ano são as destinadas à panificação.

A pesquisa foi realizada por técnicos, no período de 16 a 21 de abril, quando foram consultados representantes de cooperativas e sindicatos rurais, de órgãos públicos e privados nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, além de parte da região Norte.


Fonte: Conab

China quer investir na soja do Oeste baiano

A ChongQing Grain Group Corporation, estatal chinesa que tem entre suas atividades a industrialização e comércio de óleos comestíveis vegetais, anunciou que vai instalar uma planta de esmagamento de soja no município de Barreiras, região Oeste do estado. Uma delegação chinesa lançou domingo a pedra fundamental da esmagadora de grãos, objeto de um protocolo de intenções assinado em Pequim.

Os chineses investirão inicialmente cerca de US$ 300 milhões para a implantação do projeto, que terá como contrapartida a doação, pela Prefeitura de Barreiras, de uma área de 100 hectares para instalação da empresa no polo industrial da cidade. Durante o lançamento, os chineses sinalizaram a intenção de implantar também uma indústria têxtil no município.


Fonte: Correio 24 Horas

terça-feira, 7 de junho de 2011

Embarques brasileiros em ritmo acelerado

Enquanto as atenções de agentes se voltam para o avanço do cultivo da safra norte-americana, os embarques brasileiros, tanto do grão quanto de derivados, seguem em ritmo acelerado. Agentes mantêm a expectativa de que a demanda mundial para a safra 2011/12 cresça ainda mais, elevando a necessidade de importação de soja e derivados pela União Européia, que tem enfrentado problemas com seca nas últimas semanas.

Em maio, os embarques brasileiros de soja e derivados subiram expressivamente, após registrarem quantidades abaixo da média nos primeiros meses do ano, devido ao atraso no plantio. Segundo a Secex (Secretaria de Comércio Exterior), as exportações de soja somaram 5,3 milhões de toneladas em maio, 4,2% a mais que as de abril, mas 6,9% inferiores às de maio/10. No acumulado do ano, os embarques somam 13,6 milhões de toneladas, contra o recorde de 14,5 milhões verificado nos primeiros cinco meses de 2010 – o acumulado neste ano é o segundo maior para o período.

Quanto aos preços no Brasil, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá subiu 2,24% entre 27 de maio e 3 de junho, finalizando a US$ 31,03/sc de 60 kg (em moeda nacional, o Indicador subiu 0,66% no mesmo período, finalizando em R$ 48,91/sc). Quanto à média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, a alta foi de apenas 0,09% nos últimos sete dias, fechando a R$ 46,00/sc nessa sexta-feira.


Fonte: Cepea

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mercado em 06/06/11

A já esperada realização de lucros por parte dos fundos veio hoje (06/06/11), devido à falta de novos fundamentos para o mercado.
Como o movimento é técnico, possivelmente se surgirem novas notícias de clima desfavorável nas lavouras, teremos novamente uma alavancada nas cotações.
Mesmo com o recuo da Bolsa de Chicago, os preços permaneceram nas mesmas bases da semana passada em algumas empresas compradoras, isso devido à necessidade particular.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Soja: Mercado continua focando clima adverso nos EUA e avança

Uma sexta-feira típica para a soja na Bolsa de Chicago. O mercado opera com leves altas na sessão diurna de hoje expandindo o ligeiro avanço do fechamento do pregão noturno, onde os preços registraram o maior patamar em nove meses.

As cotações continuam encontrando suporte no ritmo lento do plantio nos Estados Unidos, que já preocupa os traders. A oleaginosa parece estar bastante focada neste mercado climático, uma vez que nem mesmo a queda acentuada do milho e a falta de direção do trigo pressionam os preços.

O que provoca esse recuo dos grãos é um movimento de realização de lucros, resultado da opção feita pelos agentes de mercado em reduzir sua exposição ao risco às vésperas do final de semana. Essa maior aversão ao risco reflete também alguns números fracos sobre o desempenho da economia norte-americana.

Ainda assim, o cenário tanto para o milho quanto para o trigo ainda é favorável, uma vez que o clima também não é favorável para ambas as culturas.

A atenção deve continuar. Em uma nota divulgada hoje, a Benson Quinn Commodities informou que "os grãos têm conseguido se desconectar das influências externas nesta semana, mas é preciso cautela, uma vez que a desaceleração do crescimento de empregos nos EUA direciona o fluxo de capital para ativos mais seguros".


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Soja: Mercado recupera patamar dos US$ 14 por bushel com clima adverso nos EUA

Na abertura da sessão diurna da Bolsa de Chicago, a soja recuperou o patamar dos US$ 14 por bushel, registrando altas de mais de 20 pontos. O clima adverso nos Estados Unidos continua sendo o principal fator de sustentação para os preços nesta quarta-feira. O milho também avança.

As condições climáticas desfavoráveis em importantes regiões produtoras norte-americanas, como a porção leste do Corn Belt e as planícies do norte, por exemplo, pode provocar uma redução da área de plantio. Além disso, os estoques seguem bastante apertados, o que exige um desempenho muito bom das lavouras. Enquanto isso não se confirma, os preços registram bons ganhos na CBOT.

A liberação de água do rio Missouri para reduzir o risco de enchentes nas cidades atingiu a Dakota do Norte e Dakota do Sul. Embora as chuvas dos últimos dias não tenham atingido os dois estados, essa liberação inundou diversas áreas de produção. Áreas estas que também seguem com os trabalhos de campo atrasados.

Paralelamente, os fatores externos contribuem com o avanço. O dólar índex opera em queda nesta quinta-feira, depois de ter atingido uma nova máxima de 74,90 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes