Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Dólar avança ante real, após Moody's reduzir perspectiva do Brasil

 Dólar abriu em alta ante o real nesta quinta-feira (3), após a agência de classificação de risco Moody's reduzir a perspectiva do rating soberano brasileiro para "estável", de "positiva", citando a deterioração da relação dívida/PIB, o nível dos investimentos e o fraco crescimento

03/10/2013
Dólar R$2,1998 (0,3140%
) 
Mínima R$2,1996
Máxima R$ 2,2083
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês Pontos Bushel
NOV 13(+9,4) 12,83
JAN14(+7,6)12,83
MAR14 (+6,2) 12,63
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês Pontos Bushel
DEZ13 (+3,2) 4,42
MAR 14 (+3,2) 4,55
mAI 14 (+3,0) 4,62
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA EM:
L. do Rio Verde: R$ 62,00
Rondonópolis: R$ 63,50
Alto Garça: R$ 63,00
Sorriso: R$ 61,00
Itiquira: R$ 63,00  FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA PARA 2014:
Rondonopolis U$ 21,80 / Fevereiro
Itiquira: U$ 21,80 / Fevereiro
FECHAMENTO DOS PREÇOS DE MILHO EM:
L. do Rio Verde: R$ 11,50
Rondonópolis: R$ 14,00
Alto Garças: R$ 13,50
Sorriso: R$ 9,00
Itiquira: R$ 13,80

Ameaça de praga causa antecipação do monitoramento de lavouras de MT

Os produtores de soja anteciparam o monitoramento das propriedades de Mato Grosso. A praga chamada de helicoverpa armigera ameaça as lavouras do grão do Estado.
Uma equipe do Ministério da Agricultura faz o mapeamento das áreas de soja de Mato Grosso para acompanhar a evolução da lagarta helicoverpa armigera. A identificação do ataque nos primeiros estágios facilita o controle da praga. A destruição de outras plantas que nascem espontaneamente em meio às lavouras está entre as medidas de manejo.
Em uma propriedade do Estado, a lagarta apareceu logo no começo do plantio, quando as sementes de soja mal tinham germinado. Os técnicos da propriedade conseguiram fazer o controle com pulverização noturna. “No momento mais quente do dia ela se refugia na palhada ou embaixo do solo e o pesticida não atua. Então, fizeram aplicação noturna. É possível conviver”, diz Wanderlei Dias Guerra, coordenador da Comissão de Defesa Agropecuária.
As visitas técnicas vão acompanhar todo o ciclo da soja até o final da colheita. Para o representante do Ministério da Cultura, os produtores não podem deixar de fazer o monitoramento das lavouras. Essa é uma maneira de evitar o aumento dos custos de produção.
O acompanhamento rigoroso é feito também na fazenda em Sapezal, no oeste de Mato Grosso. Dos 14 mil hectares na propriedade, 12 mil foram reservados para a soja. Mais de dois mil hectares já foram semeados. As chuvas se anteciparam e as máquinas começaram a trabalhar mais cedo.
As primeiras sementes plantadas na segunda quinzena de setembro já estão germinando e atingem aproximadamente sete centímetros de altura. A preocupação agora no início do cultivo é que a praga volte mais resistente aos agrotóxicos usados na safra passada. A helicoverpa armigera tem alto poder de destruição e pode afetar os resultados.
Nesta safra, a área de soja em Mato Grosso deve chegar a 8,2 milhões de hectares, com aumento de 5% em relação ao ano passado.

O mercado segue operando do lado positivo da tabela

O mercado segue operando do lado positivo da tabela. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), as posições mais negociadas registravam ganhos de 3,50 a 7,25 pontos, com altas mais expressivas nos vencimentos mais curtos. 
O avanço dos preços se dá diante de preços mais atrativos trazendo os investidores de volta à ponta compradora do mercado. As recentes baixas fizeram com que o vencimento novembro, na última terça-feira (1), batesse no menor patamar em 19 meses na CBOT. 
Além disso, segundo o analista de mercado Mario Mariano, da Novo Rumo Corretora, uma pesquisa feita por consultorias privadas internacionais têm mostrado que o índice de produtividade das lavouras norte-americanas de soja poderiam ficar abaixo do esperado, o que cria uma ligeira tendência de suporte para os preços. Ao mesmo tempo, estão previstas chuvas para o Meio-Oeste americano, as quais poderiam comprometer o bom andamento da colheita e atrasar a entrada da nova oferta no mercado. 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Tempo permanece encoberto em todo o País

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para tempo parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, exceto no sul e sudoeste e no Distrito Federal. Temperatura máxima de 37º C e a mínima de 16ºC. A previsão é válida para esta quarta-feira, dia 2 de outubro.
Possibilidade de chuva em áreas isoladas no leste do Rio Grande do Norte, da Paraíba, litoral e mata de Pernambuco, litoral de Alagoas e sudoeste da Bahia. Temperatura máxima de 39º C e mínima de 16º C.
Nublado com pancadas de chuva em Roraima e Rondônia. Pode chover no Amazonas, Pará, Acre e sul de Tocantins.  Temperatura máxima de 39º C e mínima de 20º C.
Nublado com chuva em Minas Gerais, Rio de Janeiro e em São Paulo. Temperatura máxima de 33º C e mínima de 10º C.
Parcialmente nublado a nublado com pancadas de chuva no centro/leste e norte do Paraná, norte, sul e leste de Santa Catarina. Demais áreas, parcialmente nublado com névoa úmida e/ou seca no decorrer do dia. Temperatura máxima de 29º C e mínima de 8º C.
Fonte: Mapa

Soja: com correção técnica, mercado volta a subir em Chicago.

Depois de algumas sessões de baixa, os preços da soja no mercado internacional voltaram a subir. No pregão eletrônico desta quarta-feira (2), por volta das 8h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 2 e 5 pontos era de mais de 14 pontos. Já o milho trabalhava do lado negativo da tabela, com perdas de de menos de 2 pontos nas posições mais negociadas. 
O mercado passa por uma correção técnica depois das últimas quedas. Segundo analistas, as cotações da soja sentem a pressão do avanço da colheita no Estados Unidos e, consequentemente, a entrada de um novo produto no mercado. "Nós já prevíamos que no momento da colheita nós teríamos pressão nos preços, vai entrando soja e vai entrando oferta", disse o consultor em agronegócio Ênio Fernandes. 
O mercado recua também frente à paralisação do governo americano com o impasse sobre o aumento do teto da dívida fiscal dos EUA. As incertezas sobre o futuro da principal economia mundial aumenta a aversão ao risco por parte dos investidores, os quais acabam deixando suas posições em ativos mais arriscados, como as commodities agrícolas, para migrarem para outros mais seguros. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

soja tem forte baixa com USDA e impasse no governo americano

Nesta segunda-feira (30), o departamento norte-americano reportou os estoques do país, tanto de soja quanto de milho, em números que superaram as expectativas do mercado e isso ainda exerce alguma pressão negativa sobre as cotações. Entretanto, as perdas são bem mais expressivas para a oleaginosa do que para o cereal. 
Outros números do USDA que ainda pesam sobre os negócios são os do relatório de acompanhamento de safra, também divulgado nesta segunda, onde o órgão mostra que o percentual de área colhida, em uma semana, passou de 3 para 11%. Além disso, ainda informou que o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições passou de 50 para 53%, reflexo das últimas chuvas que chegaram ao Corn Belt. 
Entretanto, o mercado espera ainda pelo relatório de oferta e demanda que o USDA divulga no dia 11 de outubro para dar uma direção mais definida ao mercado. Porém, a divulgação desse boletim está pendente e o mercado ainda não sabe se será efetivada, uma vez que o governo dos Estados Unidos está pralisado diante de uma falta de acordo sobre o aumento do teto da dívida federal dos EUA.
"Com essa falta de acerto da questão fiscal nos EUA, temos hoje pelo menos 800 mil pessoas em licença automática nos EUA, de agências, museus e parques nacionais. Hoje, o site principal do USDA já não traz informações e então o mercado trabalha com um possível adiamento desses relatórios, tanto o de condições de lavoura da próxima segunda (8) e também o de oferta e demanda do dia 11", explicou o analista de mercado João Schaffer, da Agrinvest. 
Todas essas informações criam também uma maior aversão ao risco por parte dos investidores, que operam mais na defensiva à espera das definições que são negociadas nos Estados Unidos. Entretanto, o mercado já não reage com tanto nervosismo às informações, como foi registrado ontem. 
"Além da realização de lucros por conta dessa questão de estoques, o mercado também já começa a observar outros ativos, com isso vimos o título de dez anos do mercado norte-americano voltando a observar uma tendência de alta, o que pode tirar um pouco o volume financeiro do mercado de commodities e olhar para essa questão dos títulos americanos, que ainda estão com uma boa valorização", explica Schaffer. 
Milho e Trigo - Enquanto a soja exibi um expressivo recuo, os preços do trigo operam em campo misto na Bolsa de Chicago e, por volta de 12h13 (horário de Brasília), operavam com oscilações pouco expressivas. Mais cedo, as cotações registravam boas altas. É esse movimento positivo, de acordo com o analista da Agrinvest, que limita as perdas do milho. 
Segundo Schaffer, os futuros do grão ainda encontram sustentação na expressiva demanda mundial. "No trigo, há uma demanda aquecida, principalmente do Brasil depois de termos a nossa safra prejudicada, principalmente no Paraná, depois da onda de geadas", disse. 

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dólar opera em queda no último dia de setembro

O dólar comercial opera em queda nesta segunda-feira (30), após três dias seguidos de alta. Perto das 9h15 (horário de Brasília), a moeda norte-americana tinha queda de 0,33%, a R$ 2,2501 para a venda. Veja cotação
Na sexta-feira, o dólar fechou em alta pelo terceiro dia seguido, afetado por temores sobre um possível calote da dívida dos Estados Unidos. A moeda fechou o dia cotada a R$ 2,2575 para a venda, em alta de 0,5%. Na última semana, o dólar teve alta de 1,71%. No mês, no entanto, a moeda ainda tem queda de 5,35%.

Mercado inicia semana à espera de números do USDA.

O mercado aguarda a divulgação do novo relatório trimestral de estoques que será divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e por isso caminha de lado, sem movimentações muito expressivas nem de alta ou baixa. Para esta segunda, espera-se também o relatório de condições de lavouras, que sai no final do dia. 
Um levantamento feito com analistas e corretores por agências internacionais apontam estoques em 3,43 milhões de toneladas (126 milhões de bushels).
No início de setembro, o departamento norte-americano estimou os estoques de passagem para a temporada 2012/13 em 3,4 milhões de toneladas (125 milhões de bushels) e, há um ano, esse número era de 4,6 milhões de toneladas (169 milhões de bushels). No boletim trimestral de junho, o USDA projetou os estoques em 11,84 milhões de toneladas (435 milhões de bushels). 
Além desse reporte, os players do mercado esperam também pelo novo boletim de oferta e demanda que o departamento norte-americano traz no dia 11 de outubro. Para os analistas, esse será o grande direcionador dos preços em Chicago, uma vez que deverá trazer números mais reais e definitivos sobre a nova safra dos Estados Unidos. 

Colheita lenta deixa esmagadoras de soja paradas no Meio-Oeste dos EUA.

 Várias unidades de processamento de soja no oeste do Meio-Oeste norte-americano estão paradas, em meio a um início lento para a colheita da oleaginosa, disseram fontes do mercado e da indústria.
Duas plantas da Cargill localizadas em Kansas City, no Missouri, e Wichita, no Kansas, estavam paralisadas, juntamente com uma unidade da Archer Daniels Midland em Deerfield, no Missouri, disseram as fontes.
Separadamente, uma processadora de soja da Bunge em Emporia, no Kansas, que está fechada desde a primavera, deve retomar suas atividades no próximo mês, após receber novos grãos em volume suficiente para esmagar, disse uma porta-voz.
O ritmo do esmagamento da soja nos Estados Unidos desacelerou nos últimos meses após uma quebra de safra no ano passado, por conta de uma seca histórica no Meio-Oeste. Além disso, uma forte demanda de exportação para a China ajudou a escoar os estoques antigos de soja dos EUA, que atingiram uma mínima de nove anos neste verão.
Como resultado, os produtores de gado e aves, exportadores e outros compradores de produtos de soja aguardam ansiosamente a nova oferta da safra 2013.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) disse que a colheita de soja do Kansas estava 1 por cento completa e a do Missouri não havia começado. Um ano atrás, a colheita do Kansas estava 5 por cento concluída, contra a média de cinco anos de 2 por cento.

A colheita do Missouri registrava 4 por cento de avanço há um ano, com a média de cinco anos em 2 por cento.
Fonte:(Reuters)

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O mercado aguarda o relatório do USDA 30/09/2013

O mercado, nessa semana, tem se comportado de forma técnica à espera de definições sobre a colheita 2013/14 dos Estados Unidos. Assim, vem alternando, segundo explicaram analistas, sessões de alta e de baixa, tentando definir um direcionamento para os preços. 
No entanto, essa definição só deverá começar a ser vista depois da divulgação de novos números que são esperado pelo mercado nos próximos dias. Na segunda-feira (30), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório trimestral de estoques e, no dia 11 de outubro, o novo reporte de oferta e demanda do país. 
"Toda a atenção dos players do mercado se volta para esse relatório, onde o USDA terá números mais concreto sobre o peso dos grãos e números de vagens na soja, tendo mais realidade sobre a safra americana. Esse relatório de outubro deverá ser o grande direcionador dos preços no curto e médio prazo", disse o analista de mercado Marcos Araújo, da Agrinvest.