Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 11 de julho de 2013

Grãos sobem na CBOT com clima quente e seco nos EUA; mercado aguarda USDA

Na manhã desta quinta-feira (11), dia em que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório de oferta e demanda, os contratos futuros dos grãos operam em alta na Bolsa de Chicago. Na soja, por volta das 8h (horário de Brasília), os primeiros vencimentos subiam mais de 10 pontos. 
De acordo com a agência internacional Bloomberg, além dos fundamentos positivos, o mercado observa com muita atenção o desenvolvimento do clima nos Estados Unidos. o risco de os dias mais quentes e e secos prejudicarem o desenvolvimento das lavouras norte-americanas. 
Um relatório da DTN mostra que um padrão mais seco e quente pode se desenvolver no Meio-Oeste a partir da próxima semana, aumentando o estresse para as plantações de soja e milho, especialmente nos estados de Kansas e Nebraska. 
Estimativas para o relatório - USDA pode reduzir estoques de soja dos EUA da safra velha e aumentar para safra nova
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga, nesta quinta-feira (11), seu novo relatório mensal de oferta e demanda e o mercado já conta com algumas expectativas sobre os números. 
Para a soja, segundo um levantamento feito por agências nacionais e internacionais, o órgão deverá trazer um aumento em suas estimativas para os estoques norte-americanos da safra nova. A projeção dos analistas é de que o chamado carryover fique em 7,35 milhões de toneladas, contra 7,21 milhões de toneladas estimadas em junho. 
Por outro lado, o mercado acredita que o departamento irá reportar estoques finais menores para a temporada 2012/13 passando de 3,4 milhões de toneladas, do boletim de junho, para 3,29 milhões de toneladas. 
No caso do milho, o levantamento aponta para um corte nos estoques finais de milho também da safra velha. Para os analistas, o volume estimado deverá ser de algo em torno de 18,34 milhões de toneladas. Em junho, foram estimadas 19,53 milhões de toneladas. 
Para o cereal espera-se também um corte nos estoques da safra nova. O número deverá cair de 49,51 milhões de toneladas, do relatório de junho, para 47,6 milhões no reporte que será divulgado nesta quinta. 
O USDA deverá cortar ainda os estoques finais de trigo da safra velha de 17,94 milhões, do relatório anterior, para 16,98 milhões de toneladas no boletim de julho.  

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Condições de plantio em Ilinois EUA

Por: David B. Rahe Illinois EUA

O milho veio apresentando um rápido crescimento em relação a semana passada como a altura média aumentando de 40.64cm para até 121.92cm esta semana. As temperaturas amenas e amplas de chuva causaram significativo desenvolvimento das culturas sobre as partes do Norte e Central do Estado, bem como permitir que os agricultores para completar a colheita do trigo. Enquanto isso, o excesso de chuva reduziu a colheita de trigo no sul. Precipitações médias de 21.33mm em todo o estado, 1.52mm abaixo do normal. As temperaturas em todo o estado em média 21.33ºC para a semana, -15.22ºC abaixo do normal. Houve 6 dias adequados para o trabalho de campo na semana passada. Níveis de umidade solo superficial em todo o estado foram classificados como 8 % ruim, 74 % adequado e 18 % excedente. Condições milho foram classificadas como 2 % muito ruim, 6 % ruim, 24 % adequado, 51 % bom, e 17 % excelente. A soja progrediu para 97 %, com condições de soja classificados como de 2 % muito ruim, 5 ruim, 20 % regular, 61 % bom e 12 % excelente.

Leilão de PEPRO.

Leilão de prêmio equalizador pago ao produtor rural e/ou sua cooperativa, sediados no Estado do Mato Grosso será no dia 16/07/13, pela venda e escoamento de 1.000.000.000kg de Milho em Grãos, safra 2012/2013.
 O participante deverá, obrigatoriamente, comprovar a venda e o escoamento do milho em grãos para os interessados que tenham como atividade e estejam em plena atividade: avicultores, suinocultores, bovinocultores, cooperativas de criadores de aves, de suínos e de bovinos de leite, indústria de ração para avicultura e suinocultura, indústrias de alimentação humana e comerciantes.
O produto não poderá ter como destino final os Estados que compõem as Regiões Sul, Sudeste (exceto norte de Minas Gerais e os Estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro, para onde o escoamento será permitido) e Centro Oeste, e os Estados da Bahia, Maranhão, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins.
O preço do milho em grãos, para fins de preenchimento do DCO, será de R$ 0,217/kg (R$ 13,02/livre) para o Estado do Mato Grosso. Entende-se por preenchimento de DCO preço pago pelo comprador mais prêmio pago pelo governo (leilão).
Realizar a venda do produto até o dia 16/8/13 deverá entregar a documentação até a data limite de 16/1/14
Nº LOTE  UF ORIGEM    PRÊMIO/R$  QUANTIDADE (kg)
1    MATO GROSSO (REGIÃO I - NORTE) 4,32s/c 330.000.000
2     MATO GROSSO (REGIÃO II – CENTRO NORTE) 3,72s/c 430.000.000
3    MATO GROSSO (REGIÃO III – CENTRO SUL) 3,72s/c  240.000.00
TOTAL 1.000.000.000isra

Grãos: Às vésperas do USDA, mercado opera sem direção em Chicago

Na manhã desta quarta-feira (10), os futuros dos grãos operam com volatilidade e sem um direção definida no mercado internacional. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), soja, milho e trigo trabalhavam em campo misto à espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga amanhã, dia 11 de julho. 
O que também intensifica a falta de uma direção definida para os negócios, apesar de os fundamentos - principalmente de demanda - ainda serem muito positivos - o é a incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre a nova safra americana. 

terça-feira, 9 de julho de 2013

CONDIÇÕES DE LAVOURAS EUA

Milho:
68% das lavouras de estão em condições de Boas à excelentes e 6% do Milho encontra-se me fase de formação de espiga contra 46% do ano passado e 20% da média dos últimos 5 anos.
Soja:
67% das lavouras encontram-se em condições de Boas a Excelentes e 10% está na fase de Florescimento, contra 42% do ano passado e 24% da média dos últimos 5 anos.
Este último dado, ocasionado principalmente pelo plantio Tardio e deverá começar a ser monitorado de Perto.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Grãos: Mercado inicia mais uma semana com volatilidade nesta 2ª feira

Mais uma semana se inicia com volatilidade no mercado internacional de grãos. Na sessão desta segunda-feira (8), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, por volta das 7h50 (horário de Brasília), operavam em campo misto, com um leve recuo de 1,75 ponto apenas no vencimento agosto/13, que valia US$ 14,30 por bushel. Os contratos mais distantes subiam entre 7 e 8 pontos. 
No mesmo momento momento, entre os grãos, milho e trigo operavam em campo positivo. Nos dois mercados, as altas eram de pouco mais de 2 pontos nos principais vencimentos. 
Para o trigo, segundo analistas consultados pela agência internacional Bloomberg, mais uma sessão de ganhos reflete um possível aumento na demanda pelo cereal frente ao recuo de 15% que os preços já registram esse ano. 
Além disso, as condições climáticas desfavoráveis para a culturatambém favorecem o bom momento das cotações em Chicago. "As chuvas atrasaram a colheita do trigo de inverno. Isso implica, possivelmente, em uma safra menor de soja, a qual pode ser imediatamente plantada após a colheita do grão", disse um analista. 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Na volta do feriado, soja e milho operam no misto, trigo recua na CBOT

O mercado retomou os negócios nas bolsas dos Estados Unidos nesta sexta-feira (5), após o feriado do Dia da Independência comemorado ontem no país. Para os grãos, a volta do feriado é de volatilidade na Bolsa de Chicago. Por volta de 12h (horário de Brasília), soja e milho operavam em campo misto, com apenas o julho do lado positivo da tabela, e o trigo, que chegou a operar em alta, passava por uma ligeira realização de lucros. 
Como é típico de uma sexta-feira, e ainda mais depois de um feriado, o mercado atua de forma mais calma, com os investidores buscando um melhor posicionamento frente a uma falta de tendência única para os preços nesse momento. 
O mercado continua se deparando com o suporte para os preços no curto prazo, com a situação de estoques apertados nos EUA e demanda aquecida, e as boas perspectivas para a nova safra norte-americana pesando sobre os vencimentos mais distantes.
"Esse cenário tem sido bem claro nas últimas semanas, e isso deve continuar assim enquanto o clima seguir ajudando, e a situação de estoques apertados nos EUA não vai embora. As exportações continuam bastante sólidas, um pouco acima do esperado, e os níveis de prêmios nos portos americanos continuam historicamente altos, principalmente para a soja", explica Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos, de Chicago. 
Nesse momento, o mercado não conta com novidades que pudessem contribuir para que um rumo em comum fosse definido para os preços. "O foco do mercado é esse, entender que na safra velha a situação continua apertada, tanto no milho quanto na soja, e no o trigo conta ainda com essa demanda quase que surpresa da China ajudando a sustentar os preços

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Soja: Com produção menor, China deve aumentar importações

A China, maior consumidor mundial de soja, pode registrar novamente uma quebra em sua safra da oleaginosa este ano, segundo a Oil World. Assim, diante de estoques menores, as importações da nação asiática devem crescer. 
A produção chinesa de oleaginosas pode chegar a 48 milhões de toneladas no ciclo 2013/14, cerca de 2 milhões de toneladas a menos em relação ao produzido há um ano, segundo projeções da consultoria alemã. Ainda segundo a Oil World, as importações de junho deverão totalizar um recorde de 8 milhões de toneladas, 43% maiores do que o registrado no mesmo mês de 2012 e a maioria dos carregamentos foi originada no Brasil. 
"Uma produção menor e estoques mais baixos no início da nova temporada deverão causar um aumento das importações chinesas de oleaginosas", disse a Oil World. Atualmente, a nação asiática consome quase um terço da produção mundial de soja, de acordo com o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 
Segundo explicou Vlamir Brandalizze, consultor de mercado da Bradalizze Consulting, essa demanda crescente da China pode ser um importante fator de sustentação para os preços mais adiante, quando, para alguns analistas, a tendência é de baixa frente à entrada da nova safra dos EUA. 
Porém, afirma que não é só a China que vem registrando aumento de suas compras, mas a demanda em crescimento é um fenômeno mundial. "Demanda existe, e demanda forte. O mundo vai consumir mais soja porque nós temos todos os segmentos em que a soja se faz presente, que são os segmentos de ração, de óleos - tanto para consumo humano quanto para indústria, estão todos em crescimento", explica Brandalizze. 
O consultor explica que no setor de rações esse crescimento é o mais expressivo, com uma grande aumento do consumo de proteína animal. Há demanda em alta em mercados como o de ovos, leite - o qual conta com um momento positivo para os preços no cenário mundial - carnes, principalmente na China, onde a criação de suínos também vem aumentando. 
"A soja continua mostrando uma demanda potencial até mesmo maior do que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vem indicando para o próximo ano e isso já faz com que os investidores olhem a soja do lado positivo", completou. 

Com feriado nos EUA, bolsas de Chicago e NY não operam nesta quinta

Nesta quinta-feira, 4 de julho, comemora-se o feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos e com isso as bolsas tanto de Chicago quanto de Nova York não operam. Os negócios no mercado internacional serão retomados, portanto, amanhã, às 10h30 (horário de Brasília), com a abertura da sessão regular. 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Grãos: Mercado tem dia de alta nesta 4ª e soja lidera os ganhos

Nesta quarta-feira (3), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam com forte alta. Por volta das 7h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos subiam entre 13,25 e 18 pontos impulsionados mais uma vez pelos fundamentos de oferta e demanda. 
O contrato julho/13 era cotado a US$ 15,91, tentando novamente se aproximar dos US$ 16 por bushel frente à escassez de soja nos Estados Unidos e de uma demanda ainda muito aquecida. A apertada relação entre a oferta e procura pelo pouco produto ainda disponível nos EUA ainda é o principal motivo de sustentação para os preços no curto prazo, porém, o cenário acaba puxando também os vencimentos mais distantes. 
Na sessão de hoje, os futuros do trigo também registram uma expressiva valorização, com altas superiores a 10 pontos nos principais contratos. Os futuros do grão sobem pelo segundo dia consecutivo frente à informações que depois das últimas baixas levando os preços aos menores patamares em um ano pode encorajar compras de países como o Egito, o maior importador mundial do produto. 
Na esteira da soja e do milho, os futuros do milho também operam em campo positivo, no entanto, os ganhos são um tanto menos expressivos e variam entre 4 e 5 pontos. O mercado do cereal dá continuidade ao movimento de alta registrado ontem, quando o vencimento julho fechou o dia subindo mais de 17 pontos.