Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

COLHEITA DE MILHO E SOJA NOS EUA

"Nossa safra de milho ainda está em andamento, mas alguns já encerraram. A soja está apenas começando. Tudo foi adiado esta semana pelo clima úmido na nossa área, mas Northern Illinois teve tempo bom e tivemos uma grande colheita esta semana. Alguns relatórios de produtividade da soja têm mostrado 30-50 bushels por acre, mas é muito cedo para ver uma tendência boa ou ruim. Acho que as pessoas estarão em campo amanhã. Tempo deve ser supostamente bom para mim no fim de semana. Lotes de agricultores podem obter ajuda extra para colher nos fins de semana, de modo que é bom para a colheita". 

POR: David Rahe / Illinois

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

MERCADO: SEM OFERTA, SOJA SEGUE TRAVADA EM TERMOS DE NEGÓCIOS

O mercado brasileiro de soja teve mais um dia lento,
praticamente parado em termos de comercialização. Com a oferta cada vez mais
apertada e com a proximidade da entressafra, a tendência é de que o ritmo dos
negócios permaneça lento. Os preços, ainda que nominais, recuaram,
acompanhando a sinalização de Chicago.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 82,50 para R$ 81,50.
Na região das Missões, o preço da saca caiu de R$ 82,50 para R$ 81,50. No
porto de Rio Grande, os preços seguiram em R$ 81,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 78,00 para R$ 77,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 74,00 por saca,
contra R$ 75,00 de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço saiu de R$ 76,50 para
R$ 72,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 79,00, contra R$ 80,00 da
terça.

Chicago

Os preços da soja fecharam em forte baixa nesta quarta-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). Fundos e especuladores seguem se desfazendo de
posições vendidas, movimento impulsionado pelo avanço da colheita nos Estados
Unidos e pelo cenário técnico negativo. As preocupações com as questões
macroeconômicas globais, principalmente com a situação financeira de alguns
países da Europa contribuiu para a forte baixa.
Os contratos recuaram para patamares inferiores a US$ 16,00 por bushel,
atingindo os menores níveis desde o início de agosto. Outros fatores que pesam
sobre as cotações: a perspectiva de uma safra cheia na América do Sul e a
necessidade dos agentes buscarem um melhor posicionamento das carteiras diante
do relatório de sexta do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
com os dados sobre os estoques americanos em 1 de setembro.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com baixa
de 38,50 centavo de dólar a US$ 15,73 por bushel. A posição janeiro teve
perda de 40,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 15,74 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 475,10
por tonelada, com baixa de US$ 10,10. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 51,65 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,44
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,19%,
cotado a R$ 2,0330 na compra e a R$ 2,0350 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0320 e a máxima de R$ 2,0360.


FONTE: Safras e Mercado.

CBOT: Soja volta a registrar perdas nesta quarta com avanço da colheita nos EUA

Após fechar a terça-feira (25) operando em leve alta em Chicago, a soja iniciou a sessão desta quarta-feira (26) em queda, recuando entre 16 e 22 pontos nos principais vencimentos. Por volta das 14h10(horário de Brasília), o contrato Novembro/2012 registrava US$ 15,66/bushel, e o vencimento Janeiro/2013 operava em US$15,68/bushel. O principal motivo para o recuo nas cotações é ainda o avanço da colheita norte-americana de grãos, que vem sendo realizada com rapidez acima da média. Além disso, a instabilidade do financeiro e as chuvas nas regiões produtoras da América do Sul, favoráveis ao plantio da oleaginosa, também exercem influência no mercado, ainda que menor.

O movimento de alta registrado ontem (25) foi puxado por uma correção técnica influenciada pela volta dos compradores ao mercado, que entenderam que devido às recentes baixas, o momento era favorável para compras. Nesta quarta-feira, no entanto, o mercado já retomou a pressão exercida pela entrada da safra norte-americana, e voltou a apresentar queda.

De acordo com Bruno Perottoni, operador de mesa da Terra Investimentos, a expectativa agora é para a divulgação do relatório de estoques trimestrais, na quinta-feira (27) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Até lá, segundo Perottoni, o mercado deve andar “de lado” até ter uma noção mais clara do cenário. “Caso os estoques estejam mais baixos que nos últimos levantamentos, traz um novo fôlego de alta”, diz.

O milho e o trigo também iniciaram a quarta-feira (26) em leve queda na CBOT, acompanhando o movimento de recuo da soja. Por volta das 14h10(horário de Brasília), o milho registrava perdas entre 19 e 20 pontos, e o contrato Dez/12 operava em US$ 7,24, enquanto o vencimento Mar/13 registrava US$ 7,27/bushel. O trigo também operava em território negativo, com o contrato Dez/12, por volta das 14h11, registrandoUS$8,70/bushel, e o vencimento Mar/13 operava em US$8,81.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

terça-feira, 25 de setembro de 2012

MERCADO: SOJA MANTÉM RITMO LENTO DE COMERCIALIZAÇÃO NO BRASIL

O mercado brasileiro de soja não apresentou alterações
nesta terça-feira, repetindo a lentidão no ritmo dos negócios, que envolvem
pequenos lotes e estão restritos ao Rio Grande do Sul. Apesar da leve alta em
Chicago e da valorização do dólar, a fixação de preços permaneceu
prejudicada e, na maior das praças, são apenas referências nominais.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 83,00 para R$ 82,50.
Na região das Missões, o preço da saca subiu de R$ 80,00 para R$ 82,50. No
porto de Rio Grande, os preços avançaram de R$ 81,00 para R$ 81,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 81,00 para R$ 78,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 75,00 por saca,
repetindo a segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço saiu de R$ 75,00 para R$
76,50. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 80,00, mesmo valor de ontem.

Chicago

Os preços da soja fecharam em alta para o grão e o farelo e mais baixo
para o óleo nesta segunda-feira, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Em
dia muito volátil, o mercado se recuperou tecnicamente das recentes perdas. Na
segunda, os contratos atingiram os menores níveis em seis semanas. Com as
condições sobrevendidas, os compradores marcaram presença e garantiram a
alta, ainda que moderada.
Os ganhos foram limitados pela pressão sazonal exercida pelo avanço da
colheita nos Estados Unidos e pelo início do plantio na América do Sul. O
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório
sobre a evolução da colheita das lavouras de soja. Até 23 de setembro, a
área colhida está apontada em 22%. Na semana anterior, o dado era de 10%,
contra 4% de igual período do ano passado e 8% de média. Segundo o USDA, 35%
estão entre boas e excelentes condições, 31% em situação regular e 34% em
condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os dados eram
respectivamente 33%, 31% e 36%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com alta
de 1,50 centavo de dólar a US$ 16,11 por bushel. A posição janeiro teve
ganho de 3,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,14 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 485,20
por tonelada, com alta de US$ 3,60. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 53,09 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,67
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,24%,
cotado a R$ 2,0290 na compra e a R$ 2,0310 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0240 e a máxima de R$ 2,0330.


FONTE: Safras e Mercado

CBOT: Soja fecha a terça-feira (25) no positivo; milho e trigo registram quedas

Após iniciar a sessão na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (25) com uma leve recuperação, trabalhando com ganhos entre 3,75 e 6,25 pontos por volta das 12h01(horário de Brasília), a oleaginosa passou a operar em território misto, mas fechou o dia do lado positivo da tabela. Por volta das 16h00(horário de Brasília), o contrato Nov/2012 registrava US$16,11/bushel, alta de 1,50 pontos, e o vencimento Jan/2013 em US$ 16,14, alta de 3,25 pontos. O milho, que registrou recuo nos últimos dias, esteve em campo positivo por alguns momentos na sessão de hoje, mas encerrou com pequenas quedas próximo da estabilidade.

O mercado da soja registrou leve alta nesta terça-feira como parte de um movimento de correção técnica, já que devido às recentes baixas, os compradores retornam ao mercado, entendendo que este é um bom período para compras. De acordo com o analista Steve Cachia, da Cerealpar, mesmo com a quebra da safra norte-americana, a pressão sazonal causada pela colheita da soja nos Estados Unidos já era esperada e é o que vem causando o cenário instável das cotações, que tiveram recentes baixas nas últimas semanas.

O milho encerrou o pregão eletrônico em baixa na CBOT, e por volta das 16h09(horário de Brasília), o contrato Dez/2012 registrava US$ 7,43/ bushel, com uma queda de 1,00 pontos e o vencimento Mai/2013 operava em US$ 7,46/ bushel com baixa de 1,25 pontos.

Já o trigo fechou a sessão em Chicago no negativo, o vencimento Dez/2012 a US$8,86 e o contrato Março/2013 a US$8,98, ambos com perdas de 5,50 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA LENTO E COM PREÇOS EM QUEDA NO BRASIL

Os preços da soja caíram nas principais praças do país
nesta segunda-feira, acompanhando a tendência da Bolsa de Chicago. Os negócios
seguiram limitados, se concentrando no mercado gaúcho, mas apenas pequenos
lotes no disponível. Destaque para a forte queda em Paranaguá, creditada ao
final dos embarques da atual temporada.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 83,00. Na região
das Missões, o preço da saca caiu de R$ 82,50 para R$ 80,00. No porto de Rio
Grande, os preços baixaram de R$ 82,00 para R$ 81,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 84,50 para R$ 81,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 75,00 por saca,
contra R$ 85,00 da sexta. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 76,00 para
R$ 75,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 80,00, mesmo valor da sexta.

Chicago

Os preços da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). Após esperar uma recuperação na sexta, o
mercado voltou a ser pressionado pela imposição de fundos e especuladores, que
estão liquidando posições vendidas, com base no cenário gráfico e no
avanço da colheita da nova safra americana.
As preocupações com a economia mundial foram reiteradas neste início de
semana. Com isso, os investidores assumem uma postura de aversão ao risco, se
desfazendo das commodities agrícolas e escolhendo opções mais seguras. No
campo fundamental, os contratos também sentem o peso das expectativas positivas
em relação à safra sul-americana, em fase inicial de plantio.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 12,119
milhões de bushels na semana encerrada no dia 20 de setembro, conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 10,025 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
9,973 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro,
as inspeções estão em 34,755 milhões de bushels, contra 34,606 milhões de
bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com baixa
de 11,750 centavos de dólar a US$ 16,10 por bushel. A posição janeiro teve
perda de 11,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,11 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 481,60
por tonelada, com baixa de US$ 2,90. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 53,76 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,69
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje em alta de 0,14%,
cotado a R$ 2,0240 na compra e a R$ 2,0260 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0250 e a máxima de R$ 2,03100.


FONTE: Safras e Mercado.

USDA: Colheita de soja e milho nos EUA está bastante adiantada

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta segunda-feira (24), divulgou novos números sobre o andamento da safra 2012/13.

De acordo com o último boletim de acompanhamento de safra, a colheita da soja já estava concluída em 22% da área estimada até o último dia 23. Os trabalhos evoluíram 12 pontos percentuais em relação à semana passada, quando a colheita estava concluída em 10%.

Ainda sobre a soja, o departamento informou que 35% das lavouras norte-americanas estão em boas ou excelentes condições, índice maior do que o registrado na semana passada de 33%. 31% das plantações estão em situação regular e 34% em condições entre ruins e muito ruins, quando na semana passada esses índices eram de 31 e 36%.

O departamento informou também que, em uma semana, a colheita do miho evoluiu de 26% - na semana passada - para 39% da área estimada até o último domingo (23). No mesmo período do ano passado, a área colhida nos EUA era de apenas 12%, e a média para o período era de 13%.

Os dados do USDA mostram ainda que 24% das plantações norte-americanas estão em boas ou excelentes condições.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

PORTOS: MODELO DE CONCESSÃO VISA MAIOR CAPACIDADE E COMPETITIVIDADE

O modelo de concessão que o governo estuda para o setor de
portos prioriza o estímulo ao ambiente competitivo e o aumento da capacidade
instalada para atender a demanda nos próximos 20 anos.
Fonte governamental explicou que a finalidade do programa a ser anunciado em
outubro é reduzir o custo de logística em 30% e criar um cenário mais
favorável para o escoamento da produção do país.
A ideia é estimular a competição não só entre os portos, mas também
entre terminais, a exemplo do que acontece na Europa. Para isso, o governo
estuda alguns mecanismos. A fonte citou como exemplo, o Terminal do Meio, no Rio
de Janeiro, cujo processo de licitação está em andamento. Ele seria uma
alternativa para atender aos pequenos mineradores. Atualmente, o Rio tem dois
terminais de minério, um controlado pela Vale e outro pela Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN).
A fonte ainda antecipou que o modelo que será analisado pela presidente
Dilma Rousseff envolve concessões de terminais privativos, os chamados TUPs.
"Esse é o modelo que tem dado certo e o governo o considera".
Quanto ao marco regulatório, tema que tem levantado muitas dúvidas no
setor de transportes, o governo pretende promover modificações pontuais, mas
não criar um novo. A proposta que o governo considera é manter os grandes
portos públicos, a exemplo do que acontece em todo o mundo, mas com "lógica
de gestão privada". Ou seja, o governo pode profissionalizar a gestão das
Companhias Docas e também terceirizar para a iniciativa privada o que afeta a
eficiência dos terminais. As informações partem da Agência CMA.


FONTE: Safras e Mercado.

Grãos recuperam fôlego e fecham em alta. Trigo lidera ganhos

Nesta sexta-feira, os futuros da soja encerraram o pregão em território positivo, com os principais vencimentos registrando leves altas. A sessão foi bastante volátil. A commodity deu início a um pouco expressivo movimento de recuperação no início do dia, mas em seguida voltou a recuar. No entanto, já no final dos negócios, os preços retomaram parte do fôlego e acabaram encerrando o dia em alta.

Durante essa semana, a oleaginosa registrou fortes perdas no mercado internacional, sentindo a pressão sazonal - e natural, segundo analistas - do avanço da colheita da safra dos Estados Unidos. Diante disso, os investidores aproveitaram o cenário para realizar parte de seus lucros. No entanto, ainda de acordo com os analistas, os fundamentos continuam positivos e podem seguir dando sustentação para os preços.

Como explicou Liones Severo,operador de mercado, o momento é de bastante volatilidade. "A volatilidade existe, é um mercado extremamente forte em função das quedas que foram registradas e tem esse período de baixa com a colheita nos EUA, que pesa muito sobre o mercado, e o vencimento do trimestre".

Porém, apesar das baixas que têm sido vistas recentemente, os preços devem voltar a subir e o próximo mês de alta seria dezembro. Dessa forma, há tempo suficiente para uma avaliação do real tamanho da colheita norte-americana e para o início do plantio na América do Sul.

Mas, ainda de acordo com Liones, os altos preços já registrados em sessões anteriores dificilmente serão repetidos. “O mercado antecipa ou retarda as situações. Aparentemente, os americanos anteciparam a crise maior do que realmente era e agora estão dizendo que o rendimento da soja é melhor do que o esperado e também há um acréscimo de área significativo o que conspira contra qualquer rally no mercado”, explica.

Milho e Trigo - Assim como a soja, o milho e o trigo encerraram a semana em campo positivo. O mercado do milho operou durante todo o tempo buscando se recuperar das baixas dos últimos dias.

Já no caso do trigo, as cotações lideraram os ganhos em Chicago nesta sexta-feira sustentadas ainda pela preocupação com a safra da Rússia e ainda com as expectativas de uma possível limitação de suas exportações em função da quebra na produção ocasionada pela seca.

Segundo o analista de mercado Gabriel Ferreira, da AF News, o primeiro ministro russo já começa a cogitar essa redução das exportações do país e isso poderia, eventualmente, aumentar o interesse pelo grão norte-americano, dessa forma estimulando novas altas para os preços em Chicago.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA DE POUCOS NEGÓCIOS E PREÇOS NOMINAIS

Mais um dia parado para o mercado brasileiro de soja e com
preços nominais. Com Chicago caindo forte, os participantes saíram do mercado.
O feriado no Rio Grande do Sul também contribuiu para o marasmo nas
negociações.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 85,50 para R$ 85,00.
Na região das Missões, o preço da saca caiu de R$ 85,00 para R$ 84,50. No
porto de Rio Grande, os preços subiram de R$ 83,50 para R$ 84,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço passou de R$ 81,00 para R$ 83,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 85,00 por saca,
estável. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 76,00 para R$ 73,00. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 80,00, mesmo valor da quarta.

Chicago

Os preços da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). O movimento de liquidação de posições
vendidas persistiu e colocou os contratos nos menores níveis em um mês. A
queda se acentuou na parte da tarde, após as cotações baixarem dos níveis
indicados no início da semana, o que acelerou as vendas por parte de fundos e
especuladores.
Além deste movimento de reposicionamento de carteiras, o mercado também
sofre pressão fundamental. O avanço da colheita da safra nova americana e a
perspectiva de uma safra recorde no Brasil e na Argentina contribuem para a
baixa, além das preocupações com a situação da economia mundial.
Os contratos da soja em grão com vencimento em novembro fecharam com baixa
de 50,75 centavos de dólar a US$ 16,18 3/4 por bushel. A posição janeiro
teve queda de 51,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,17 3/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição outubro do farelo teve preço de US$ 482,30
por tonelada, com baixa de US$ 17,40. Os contratos do óleo com vencimento em
outubro fecharam a 54,63 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,20
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com queda de 0,19%,
cotado a R$ 2,0210 na compra e a R$ 2,0230 na venda, mínima da sessão. Durante
o dia, a moeda norte-americana atingiu a máxima de R$ 2,0310.


FONTE: Safras e Mercado.