Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PORTOS: SANTOS ULTRAPASSA 10 MILHÕES DE TONELADAS EM AGOSTO

A movimentação de cargas pelo Porto de Santos em agosto
superou a inédita marca de 10 milhões de toneladas de cargas. Com 10,52
milhões de toneladas operadas, o complexo santista registrou crescimento de
13,8% em relação a agosto do ano passado, estabelecendo novo recorde tanto no
mensal quanto no acumulado, que chegou a 67,11 milhões de toneladas, elevando
em 4,4% o total verificado em igual período de 2011.
Renato Barco, diretor presidente da CODESP, comentou que a performance do
Porto de Santos em agosto confirma a oferta de atendimento com boa capacidade
operacional e de escoamento das instalações.
"Se os doze meses do ano repetissem a demanda de agosto, atingiríamos
mais de 126 milhões de toneladas anuais. Considerando a fase de ampliação de
infraestrutura, com a continuidade das obras viárias, novos píeres, reforço e
realinhamento de cais, mais a construção e expansão de terminais, certamente
Santos dará um salto expressivo para o aumento de sua capacidade", comentou
Barco, lembrando que uma logística bem afinada é vital para se aproveitar ao
máximo a capacidade instalada. "Iniciativas como Porto Sem Papel e o
monitoramento e controle de tráfego certamente contribuem para garantir a
capacidade de atendimento", conclui.
O presidente da Autoridade Portuária externou também sua preocupação
com a acessibilidade, observando que o cenário de expansão do complexo e a
crescente demanda intensificam a necessidade de intervenções na malha viária
e a prioridade da ampliação da participação do modal ferroviário.

Movimentação

O elevado desempenho no mês foi reflexo direto do alto índice de
crescimento observado nas cargas de exportação, com destaque para os granéis
vegetais, e da recuperação das importações que registraram aumento de 2,4%,
revertendo a tendência de queda verificada nos últimos meses.
No total acumulado, a exportação, com participação de 67,5% no
movimento geral, atingiu incremento de 7,3%. A importação, ainda fortemente
influenciada pela redução dos últimos meses, caiu 5,4% no período.
No mês, o açúcar liderou a pauta das principais mercadorias operadas,
atingindo 2,34 milhões de toneladas e apontando incremento de 9,4%, apesar de
ainda se manter em queda no total acumulado. A segunda carga mais movimentada em
agosto foi o milho, com 1,76 milhão de toneladas, registrando aumento de 57%.
Na sequência, o complexo soja, mesmo com o escoamento da safra já em
declínio, registrou aumento de 34,9% em relação a agosto de 2011.
O crescimento da importação em agosto foi resultado direto do aumento na
descarga de produtos de destaque como o adubo que, com 407 mil toneladas
operadas, cresceu 4,5%. A amônia, também utilizada na produção de
fertilizantes, teve incremento de 147,3%. O trigo foi outro produto com forte
crescimento, registrando índice de 114,8%.
A operação com contêineres reiterou a tendência de crescimento
verificada nos últimos anos, acumulando no período 2,06 milhões teu,
representando 32% da tonelagem movimentada por Santos.
O total de atracações no ano chegou a 3.731, numa redução do fluxo de
embarcações da ordem de 4,4%. A queda no total de navios atracados representa
um ganho de consignação média da carga de quase 10%, reflexo, entre outros
fatores, das maiores profundidades oferecidas à navegação.
Quanto à balança comercial, Santos apontou aumento de 3,4% no acumulado
até agosto, com participação de 25,7% do total nacional, chegando a US$ 79,1
bilhões o valor das cargas movimentadas pelo complexo. O valor das
exportações cresceu 3,7%, atingindo US$ 41,7 bilhões, respondendo por 26% dos
embarques brasileiros para o exterior. As importações, com US$ 37,4 bilhões,
cresceram 3%, participando com 25,4% do total brasileiro. Os valores apurados
no trânsito comercial das cargas mantêm Santos na liderança do ranking
nacional com uma diferença de quase 60 pontos percentuais sobre o segundo
colocado.


Fonte: Safras e Mercado.

ILLINOIS: TEMPO e CULTURAS‏

Estas informações é de um amigo (correspondente) da região de ILLINOIS ele nos informa de como andam realmente as coisas por lá, compara os relatórios do USDA com o que realmente está acontecendo e pode acontecer, e isto tem sido importante na formação de um pensamento.

Resumo agrícola

Temperaturas mergulhando abaixo da média, esta semana, terminando a semana com uma média de 25 graus, 2,6 graus abaixo do normal.
Precipitação média estadual 16 milímetros (50 milímetros abaixo do normal). As temperaturas mais baixas e falta de chuva para a maior parte do estado, desde uma média de 6 dias adequados para o trabalho de campo.
Umidade do solo foi avaliada como estando superficial em 15 por cento, o que é pouco, bom seria entre 34 por cento e 51por cento adequada.

A Colheita de milho continua com progresso de 36 por cento da safra agora está sendo colhida. Colheita de milho estava com 9 por cento concluída nesta época do ano passado e na média de 5 anos para este período de tempo é de 13 por cento.
Houve pouca mudança na condição do milho, agora avaliado em 42 por cento ruins, 33 por cento regular, 18 por cento normal e 7 por cento bom.

A Colheita da soja está começando em muitas áreas em todo o estado mas apenas 3 por cento da safra foi colhida até agora.
Setenta e nove por cento da safra de soja está amarelando, contra 62 normalmente.
As folhas da soja estão caindo e aumentou para 45 por cento na semana passada, em comparação com 26 por cento no ano passado e média de 5 anos de 32 por cento.
A soja foi avaliada em 19 por cento mais ruins, 23 por cento regulares, 37 por cento normal e 19 por cento bom, e 2 por cento excelente.

Condições de pasto continuam na tendencia de melhorar, com 20 por cento avaliado muito ruins, 23 por cento regular, 38 por cento normal, 17 por cento bom e 2 por cento excelente.

Percentuais de Progresso de Culturas:
(clique para ampliar)



FONTE: David B.Rahe - Illinois EUA / Israel Negócios.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Em Chicago, grãos fecham mais um dia em território negativo

A soja encerrou mais um dia com expressivas baixas no pregão da Bolsa de Chicago nesta terça-feira (18). O mercado marcou mais um dia realização de lucros e fechou a sessão com mais de 30 pontos de baixa em seus principais vencimentos. O milho e o trigo também encerraram no vermelho.

A baixa registrada essa semana pelas cotações no mercado internacional da soja refletem um pressão sazonal do início e avanço da colheita da safra norte-americana. De acordo com o último relatório de oferta e demanda divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no dia 12, o processo já havia sido concluído em 10% da área estimada.

Diante disso, os investidores acabam diminuindo sua exposição ao risco e acabam liquidando boa parte de suas posições, provocando essas fortes baixas dos preços. Os fundos, portanto, deram continuidade ao seu movimento de realização de lucros depois dos recordes batidos nos últimos 15 dias.

"Há um refluxo nos preços nessa época de colheita e isso é natural diante da entrada física do produto. O mercado físico norte-americano cai, esfria um pouco e isso reflete em Chicago", explica Flávio França, analista de mercado da Safras & Mercado.

Ainda de acordo com França, o atual momento não traz ao mercado novos motivos para voltar a subir, e por isso, acaba passando pro esse reenquadramento dos preços. Porém, não há uma mudança da tendência positiva para as cotações, haja visto que a situação da oferta é bastante apertada e a demanda mundial, principalmente por parte da China, deverá se manter aquecida.

Os futuros do milho e do trigo também terminaram a terça-feira em queda. A forte baixa da soja pesou sobre os mercados vizinhos e contribuiu para a baixa registrada nessa sessão. Além disso, no caso do milho, o avanço da colheita nos EUA também pesou sobre as cotações e, no do trigo, expectativas de melhores condições climáticas para a cultura nos EUA foi mais um fator de pressão negativa para o mercado.

Percentuais de Progresso de Culturas:




Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Dados do início da colheita de soja dos EUA.‏

Algumas informações de colheita da soja nos EUA, repassadas de produtores, as áreas são pequenas e ainda não podemos considerar como média relevante.


Mississipi=> 56,5 bu. avg on 715 acres
Tennessee=> 35 bu. avg. on 179 acres
Ohio=> 29.6 bu. avg. on 600 acres
Missouri=> 14.25 bu. avg. on 390 acres
Indiana=> 46.8 bu. avg. on 135 acres
Iowa=> 35.46 bu. avg. on 866 acres
Minnesota=> 39 bu. avg. on 307 acres
Nebraska=> 27.3 bu. avg. on 34 acres
Wisconsin=> 5 bu. avg. on 300 acres
South Dakota=> 27.33 bu. avg. on 189 acres


Fonte: Israel Negócios.

Chuvas em áreas do MT‏.

Informações das primeiras chuvas que antecedem o Plantio da Safra 12/13 no MT.

Itiquira algumas áreas temos 50mm de chuva no sábado (15/09/12)
Rondonópolis algumas áreas com 30mm segunda (17/09/12)
Primavera do Leste sábado (15/09/12) áreas com 50mm e outras poucas receberam até 80mm (informações que já começaram a plantar)
Jaciara no sábado (15/09/12) algumas áreas com 40mm (até granizo)
Sorriso ainda sem chuvas
Canarana ainda sem chuvas
Serra da Petrovina domingo (16/09/12) 30mm e segunda (17/09/12) 10mm
Simioni / Sinop ainda sem chuvas
Guarantã sábado (15/09/12) 20mm
Peixoto sábado (15/09/12) 20mm
Guiratinga ainda sem chuvas


Fonte: Israel Negócios - Eduardo Paim

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

CBOT: Soja tem dia negativo e fecha o dia em limite de baixa

Nesta segunda-feira (17), a soja despencou no mercado internacional e fechou no limite de baixa na Bolsa de Chicago, com os principais vencimentos registrando um recuo de 70 pontos. Um conjunto de fatores negativos conferiram esse fechamento ao mercado que, de acordo com o analista de mercado Vinícius Ito, da Jeffrey's Corretora, teria sido um pouco "exagerado".

De acordo com Ito, o mercado refletiu boatos de que conforme a colheita da soja avança nos Estados Unidos, taxas melhores de produtividade estariam sendo reportadas, o que poderia resultar em uma oferta melhor do que o esperado. Além disso, houve informações de que o governo da China poderia liberar mais regularmente soja de seus estoques para leilões - um volume de aproximadamente 2 milhões de toneladas - o que também teria causado uma pressão vendedora por parte dos fundos. Tal notícia fez com que os preços da oleaginosa cedessem também na Bolsa de Dalian, na China.

Completando este cenário baixista, nos vencimentos mais longos foram retirados os prêmios de clima depois de algumas chuvas que chegaram a regiões produtoras do Brasil, como o Mato Grosso e diante de boas expectativas para as condições climáticas no início do plantio no país.

A baixa registrada, portanto, teria sido uma correção técnica, segundo explicou o analista. Depois de fortes altas, quando o mercado atingiu seu recorde de preços nas últimas duas semanas, as notícias baixistas desta segunda-feira estimularam uma forte realização de lucros, inclusive com o acionamento de stops de venda (ordens de venda automáticas), fazendo o mercado despencar na CBOT.

Entretanto, Ito disse ainda que tal movimento é pontual e no médio e longo prazo a tendência para os preços ainda é positivo. Isso acontece pois o mercado ainda tem a tarefa de racionar a demanda em função de uma oferta bastante ajustada. Segundo o analista, os EUA produzirão nesta safra apenas 83% do total da demanda de 2011.

Por outro lado, o operador de mercado Liones Severo, afirma que os preços entraram agora em uma natural tendência de queda. Isso acontece em função da pressão sazonal da colheita da safra norte-americana e de os preços já terem registrado suas máximas no ano. "É muito difícil que o mercado repita os altos preços já vistos, as maiores altas já estão no mercado", explicou Severo.

Para o operador, até a segunda quinzena de outubro as cotações deverão continuar devolvendo parte dos ganhos expressivos acumulados até o momento. O que poderia provocar uma nova onda de altas no mercado seriam um "fato inusitado", como explicou Severo, forte o bastante para estimular os preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Relatório de Fechamento e condições de Lavouras‏

No dia de hoje, tivemos uma enorme pressão nos Grãos, com todos os contratos de Soja até o Junho/13 operando no limite de baixa.

No Milho observamos enorme pressão com queda de -4,3% e o pior fechamento desde 16/07, que foi quando se iniciou a segundo grande movimento de alta.

Trigo fechou com -4,8%, assim como Ethanol -4,7% e o petróleo que caiu -3%.

O petróleo teve um dia de liquidação, em cima de rumores que os EUA e alguns outros países da OPEC iram liberar suas reservas estratégicas, para conter os altos preços e também atenuar qualquer possível efeito sobre as tensões no oriente médio.

As pressões estão vindo de todos os lados, conflitos no Oriente Médio, fechamento temporário de algumas empresas Japonesas na China, em contrapartida aos atentados registrados na China.

Tivemos a divulgação do relatório de condições de Lavouras nos EUA.

MILHO:

Melhora de 2 Pontos percentuais para as lavoura boas (em detrimento da queda de 1 ponto nas Muito ruins e 1 ponto nas ruins).
A colheita segue em ritmo acelerado atingindo 26% contra os 9% da média de 5 anos e contra os 8% do ano passado.

A pressão de colheita continua falando mais alto, mesmo com dados de exportações vindo favoráveis ao Milho hoje nos EUA.


SOJA:

Melhora de 1% nas condições Boas ( em detrimento de 1 ponto das condições normais).
A colheita avança para 10% da área aumento em relação aos 4% da média de 5 anos e 4% do ano passado e os 4% da semana passada.

Dados de Exportação muito Fracos para a SOJA, que acabou dando mais força a pressão baixista.

A pressão de colheita aliada a VENDA por parte dos produtores (que é o principal fato) para a pressão nos preços, derrubou as cotações, com forte liquidação dos fundos de investimentos.

A porta ficou pequena e por este motivo vimos pressão em todos os vencimentos.
Com o fechamento de hoje temos os limites de oscilação estendidos para amanhã, aonde o mercado pode oscilar U$1,05 (U$0,35 cents a mais que os usuais U$0,7).


Fonte: Israel Negócios.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CBOT: Soja fecha sessão em território negativo; milho e trigo registram alta

A soja iniciou o pregão desta sexta-feira (14) em alta, registrando ganhos em três dos principais vencimentos e estabilidade no contrato setembro. No início da tarde, no entanto, os contratos novembro e janeiro mudaram de lado e passaram a operar no negativo. No final do pregão, o vencimento Março/13 também apresentou queda, com perdas de 2,25 pontos, assim como o de setembro, com perdas de 7,00 pontos. Para novembro/12, a oleaginosa encerrou o dia cotada a US$17,39,com perdas de 8,25 pontos.

De acordo com o analista de mercado Pedro Dejneka, as fortes altas apresentadas pela soja após o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) foram uma devolução das perdas que aconteciam nos dias anteriores, pois o mercado neste momento não tem muita força para continuar subindo. As medidas anunciadas ontém (13) pelo Comitê Federal de Mercado Aberto do Banco Central americano trouxeram otimismo ao mercado, mas após a euforia, os investidores passaram a olhar novamente para os fundamentos. "Estamos entrando em colheita, que é uma época de pressão nos preços, e o mercado está realizando lucros novamente", diz Dejneka. Segundo o analista, nas próximas duas semanas deve ser difícil que haja uma sustentação de novas altas para a oleaginosa, a não ser que hajam novos dados de demanda.

O milho, que também iniciou a sexta-feira (14) em território positivo na CBOT, manteve o movimento de leve alta no fechamento da sessão. O cereal recebeu influência das fortes altas registradas pelo trigo durante a manhã e tarde de hoje. O vencimento setembro para o milho fechou o dia a US$7,77/bushel. O contrato de dezembro finalizou a sexta feira (14) cotado a US$7,82, com alta de 8,75 pontos.

O trigo também fechou o pregão de hoje operando em alta em Chicago. A principal motivação dos investidores continua sendo a preocupação com a quebra na safra de importantes regiões produtoras do cereal, e agora com a seca na Austrália. Além disso, a expectativa de compras de trigo norte-americano pelo Egito também influencia o movimento de alta. O contrato setembro fechou o dia cotado a US$8,97/bushel, registrando ganhos de 18,50 pontos. Para o vencimento dezembro, o cereal terminou o dia operando a US$9,24, ganhando 22,25 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.