Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dados do início da colheita de soja dos EUA.‏

Algumas informações de colheita da soja nos EUA, repassadas de produtores, as áreas são pequenas e ainda não podemos considerar como média relevante.


Mississipi=> 56,5 bu. avg on 715 acres
Tennessee=> 35 bu. avg. on 179 acres
Ohio=> 29.6 bu. avg. on 600 acres
Missouri=> 14.25 bu. avg. on 390 acres
Indiana=> 46.8 bu. avg. on 135 acres
Iowa=> 35.46 bu. avg. on 866 acres
Minnesota=> 39 bu. avg. on 307 acres
Nebraska=> 27.3 bu. avg. on 34 acres
Wisconsin=> 5 bu. avg. on 300 acres
South Dakota=> 27.33 bu. avg. on 189 acres


Fonte: Israel Negócios.

Chuvas em áreas do MT‏.

Informações das primeiras chuvas que antecedem o Plantio da Safra 12/13 no MT.

Itiquira algumas áreas temos 50mm de chuva no sábado (15/09/12)
Rondonópolis algumas áreas com 30mm segunda (17/09/12)
Primavera do Leste sábado (15/09/12) áreas com 50mm e outras poucas receberam até 80mm (informações que já começaram a plantar)
Jaciara no sábado (15/09/12) algumas áreas com 40mm (até granizo)
Sorriso ainda sem chuvas
Canarana ainda sem chuvas
Serra da Petrovina domingo (16/09/12) 30mm e segunda (17/09/12) 10mm
Simioni / Sinop ainda sem chuvas
Guarantã sábado (15/09/12) 20mm
Peixoto sábado (15/09/12) 20mm
Guiratinga ainda sem chuvas


Fonte: Israel Negócios - Eduardo Paim

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

CBOT: Soja tem dia negativo e fecha o dia em limite de baixa

Nesta segunda-feira (17), a soja despencou no mercado internacional e fechou no limite de baixa na Bolsa de Chicago, com os principais vencimentos registrando um recuo de 70 pontos. Um conjunto de fatores negativos conferiram esse fechamento ao mercado que, de acordo com o analista de mercado Vinícius Ito, da Jeffrey's Corretora, teria sido um pouco "exagerado".

De acordo com Ito, o mercado refletiu boatos de que conforme a colheita da soja avança nos Estados Unidos, taxas melhores de produtividade estariam sendo reportadas, o que poderia resultar em uma oferta melhor do que o esperado. Além disso, houve informações de que o governo da China poderia liberar mais regularmente soja de seus estoques para leilões - um volume de aproximadamente 2 milhões de toneladas - o que também teria causado uma pressão vendedora por parte dos fundos. Tal notícia fez com que os preços da oleaginosa cedessem também na Bolsa de Dalian, na China.

Completando este cenário baixista, nos vencimentos mais longos foram retirados os prêmios de clima depois de algumas chuvas que chegaram a regiões produtoras do Brasil, como o Mato Grosso e diante de boas expectativas para as condições climáticas no início do plantio no país.

A baixa registrada, portanto, teria sido uma correção técnica, segundo explicou o analista. Depois de fortes altas, quando o mercado atingiu seu recorde de preços nas últimas duas semanas, as notícias baixistas desta segunda-feira estimularam uma forte realização de lucros, inclusive com o acionamento de stops de venda (ordens de venda automáticas), fazendo o mercado despencar na CBOT.

Entretanto, Ito disse ainda que tal movimento é pontual e no médio e longo prazo a tendência para os preços ainda é positivo. Isso acontece pois o mercado ainda tem a tarefa de racionar a demanda em função de uma oferta bastante ajustada. Segundo o analista, os EUA produzirão nesta safra apenas 83% do total da demanda de 2011.

Por outro lado, o operador de mercado Liones Severo, afirma que os preços entraram agora em uma natural tendência de queda. Isso acontece em função da pressão sazonal da colheita da safra norte-americana e de os preços já terem registrado suas máximas no ano. "É muito difícil que o mercado repita os altos preços já vistos, as maiores altas já estão no mercado", explicou Severo.

Para o operador, até a segunda quinzena de outubro as cotações deverão continuar devolvendo parte dos ganhos expressivos acumulados até o momento. O que poderia provocar uma nova onda de altas no mercado seriam um "fato inusitado", como explicou Severo, forte o bastante para estimular os preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Relatório de Fechamento e condições de Lavouras‏

No dia de hoje, tivemos uma enorme pressão nos Grãos, com todos os contratos de Soja até o Junho/13 operando no limite de baixa.

No Milho observamos enorme pressão com queda de -4,3% e o pior fechamento desde 16/07, que foi quando se iniciou a segundo grande movimento de alta.

Trigo fechou com -4,8%, assim como Ethanol -4,7% e o petróleo que caiu -3%.

O petróleo teve um dia de liquidação, em cima de rumores que os EUA e alguns outros países da OPEC iram liberar suas reservas estratégicas, para conter os altos preços e também atenuar qualquer possível efeito sobre as tensões no oriente médio.

As pressões estão vindo de todos os lados, conflitos no Oriente Médio, fechamento temporário de algumas empresas Japonesas na China, em contrapartida aos atentados registrados na China.

Tivemos a divulgação do relatório de condições de Lavouras nos EUA.

MILHO:

Melhora de 2 Pontos percentuais para as lavoura boas (em detrimento da queda de 1 ponto nas Muito ruins e 1 ponto nas ruins).
A colheita segue em ritmo acelerado atingindo 26% contra os 9% da média de 5 anos e contra os 8% do ano passado.

A pressão de colheita continua falando mais alto, mesmo com dados de exportações vindo favoráveis ao Milho hoje nos EUA.


SOJA:

Melhora de 1% nas condições Boas ( em detrimento de 1 ponto das condições normais).
A colheita avança para 10% da área aumento em relação aos 4% da média de 5 anos e 4% do ano passado e os 4% da semana passada.

Dados de Exportação muito Fracos para a SOJA, que acabou dando mais força a pressão baixista.

A pressão de colheita aliada a VENDA por parte dos produtores (que é o principal fato) para a pressão nos preços, derrubou as cotações, com forte liquidação dos fundos de investimentos.

A porta ficou pequena e por este motivo vimos pressão em todos os vencimentos.
Com o fechamento de hoje temos os limites de oscilação estendidos para amanhã, aonde o mercado pode oscilar U$1,05 (U$0,35 cents a mais que os usuais U$0,7).


Fonte: Israel Negócios.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

CBOT: Soja fecha sessão em território negativo; milho e trigo registram alta

A soja iniciou o pregão desta sexta-feira (14) em alta, registrando ganhos em três dos principais vencimentos e estabilidade no contrato setembro. No início da tarde, no entanto, os contratos novembro e janeiro mudaram de lado e passaram a operar no negativo. No final do pregão, o vencimento Março/13 também apresentou queda, com perdas de 2,25 pontos, assim como o de setembro, com perdas de 7,00 pontos. Para novembro/12, a oleaginosa encerrou o dia cotada a US$17,39,com perdas de 8,25 pontos.

De acordo com o analista de mercado Pedro Dejneka, as fortes altas apresentadas pela soja após o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) foram uma devolução das perdas que aconteciam nos dias anteriores, pois o mercado neste momento não tem muita força para continuar subindo. As medidas anunciadas ontém (13) pelo Comitê Federal de Mercado Aberto do Banco Central americano trouxeram otimismo ao mercado, mas após a euforia, os investidores passaram a olhar novamente para os fundamentos. "Estamos entrando em colheita, que é uma época de pressão nos preços, e o mercado está realizando lucros novamente", diz Dejneka. Segundo o analista, nas próximas duas semanas deve ser difícil que haja uma sustentação de novas altas para a oleaginosa, a não ser que hajam novos dados de demanda.

O milho, que também iniciou a sexta-feira (14) em território positivo na CBOT, manteve o movimento de leve alta no fechamento da sessão. O cereal recebeu influência das fortes altas registradas pelo trigo durante a manhã e tarde de hoje. O vencimento setembro para o milho fechou o dia a US$7,77/bushel. O contrato de dezembro finalizou a sexta feira (14) cotado a US$7,82, com alta de 8,75 pontos.

O trigo também fechou o pregão de hoje operando em alta em Chicago. A principal motivação dos investidores continua sendo a preocupação com a quebra na safra de importantes regiões produtoras do cereal, e agora com a seca na Austrália. Além disso, a expectativa de compras de trigo norte-americano pelo Egito também influencia o movimento de alta. O contrato setembro fechou o dia cotado a US$8,97/bushel, registrando ganhos de 18,50 pontos. Para o vencimento dezembro, o cereal terminou o dia operando a US$9,24, ganhando 22,25 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CBOT: Soja recupera perdas no fechamento do pregão em Chicago

A soja encerrou o pregão desta quinta-feira (13) recuperando as perdas registradas durante o período da manhã, na abertura da sessão. O pregão foi marcado pela oleaginosa no território negativo das cotações, mas no final da tarde já não haviam mais vencimentos no vermelho. O contrato setembro encerrou a sessão na CBOT cotado a US$17,43/bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar. O vencimento novembro teve alta de 1,50 centavo de dólar, fechando o pregão em US$17,47/bushel.

Segundo analistas, o mercado apresentava recuo devido ao avanço na colheita da safra norte-americana de grãos e a uma possível desaceleração nas exportações por parte da China. A reação ao final da sessão em Chicago teve como um dos fatores de motivação o anúncio de que o Comitê Federal de Mercado Aberto do Banco Central norte-americano vai aumentar o volume mensal de compra de títulos vinculados a hipotecas em cerca de U$40 bilhões, alongando até 2015 o prazo para manutenção das taxas de juros em 0,00 e 0,25%. Além disso, a divulgação do relatório do USDA na última quarta-feira(12), que reduziu as expectativas de produtividade para a oleaginosa, também exerce influência no posicionamento dos investidores.

O milho registou ganhos durante a maior parte da sessão de hoje(13) na CBOT, recuperando as perdas do dia anterior, puxadas pela divulgação do relatório do USDA, que estimou uma elevação dos estoques finais do cereal na safra norte-americana. Os contratos com vencimento em setembro fecharam o dia cotados a US$ 7,76/bushel, alta de 5,75 centavos frente ao fechamento anterior.

O trigo também fechou a quinta-feira (13) em terreno positivo, refletindo a preocupação dos investidores com a disponibilidade mundial do cereal.O contrato setembro terminou o pregão em Chicago cotado a US$8,79/bushel, avançando 12,00 centavos com relação ao último fechamento.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

Correspondente Direto dos EUA para o Blog Israel Negócios.

David B. Rahe é um amigo que conheci, ele mora nos EUA e também sempre me mantenho informado das condições das lavouras por lá, ele tem nos ajudado muito com as informações e acredito que esta comunicação entre nós será ainda mais proveitosa agora que vamos trocar informações constantemente.

In our area, drought has affected soybeans, but how much is still a big question. Most of our soybean areas got some rain while they were still green, so we will need to harvest them. I am expecting to see 40 bushels per acre on average which is not terrible. I guess USDA is guessing lower than I am. Some of our prominent market analysts are expecting the price to push past $20 per bushel.


Tradução:

Em nossa região, a seca afetou a soja, mas o 'quanto' ainda é uma grande questão.
A maioria de nossas áreas de soja recebeu um pouco de chuva, enquanto elas ainda estavam verdes, então vamos colher.
Estou esperando para ver 40 bushels por acre (44,8 sacos/Ha), em média, o que não é terrível.
Eu acho que o USDA está supondo menor do que vamos mesmo colher. Alguns de nossos analistas de mercado proeminentes estão esperando o preço ultrapassar US $ 20 por bushel. Suas caras de pré-vendidos são muitas, mas eu não sou analista de mercado e realmente não vou fazer previsões.

Fonte de informação: David B. Rahe

Jesus abençoe a todos!


Fonte: Israel Negócios / Eduardo Paim

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CBOT: Soja fecha o dia no vermelho e mercado aguarda relatório do USDA, amanhã (12)

A falta de novidades no mercado da soja e a expectativa para o relatório do USDA de amanhã (12), que trará os reais números sobre a safra norte-americana de grãos, contribuiu para o fechamento de mais um dia de recuo para as cotações da oleaginosa. O movimento negativo faz parte de uma realização de lucros após as recentes altas atingidas. Outro fator de influência para o cenário de baixas registrado hoje (11) foi a divulgação dos dados sobre as condições de lavouras da oleaginosa nos Estados Unidos, que estão 2% melhores que no último levantamento, de agosto. O contrato set/12 encerrou negociado a US$16,96/bushel, com queda superior aos 16 pontos. O contrato de novembro fechou em US$17,01/ bushel, recuando mais de 17 pontos.

A expectativa para o relatório de amanhã, segundo o analista de mercado Bruno Perottoni, da Terra Investimentos, é que mais uma vez o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) diminua as estimativas para a produtividade das lavouras de milho e soja norte-americanas. De acordo com ele, os números de produtividade para a oleaginosa devem chegar a 35 bushels por acre, o que equivale a cerca de 39,7 sacas por hectare. Para o milho, a estimativa é de aproximadamente 120 bushels por acre, o equivalente a uma média de 127 sacas por hectare. A demanda continua forte para a oleaginosa e os fundamentos ainda são altistas.

O milho, que iniciou a sessão eletrônica na CBOT em alta nesta terça feira (11), recuou ao longo do dia e fechou as cotações em terreno negativo para os contratos mais longos. A posição dezembro fechou o dia cotada a US$ 7,77 por bushel, com recuo superior aos 5 pontos. Mesmo com o avanço da colheita nos Estados Unidos, a expectativa pré-relatório do USDA ainda toma conta do mercado, com os investidores tentando se posicionar frente aos números que serão divulgados.

O trigo, que no início do pregão em Chicago operava em território misto, também fechou o dia no vermelho. O contrato setembro/12 teve um recuo acima dos 8 pontos, negociado a US$ 8,60 por bushel. Ainda que haja uma preocupação mundial com a quebra de safra do cereal na Rússia e Austrália e a escassa oferta do produto, a tentativa de posicionamento dos investidores com relação ao relatório de oferta e demanda da safra norte-americana, que será divulgado amanhã(12), ainda puxa os preços para baixo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge