Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

BOLSA DE CHICAGO: RESUMO DAS OPERAÇÕES DE QUINTA-FEIRA

Acompanhe, abaixo, o resumo das operações da Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT) na sessão de quinta feira (13):

SOJA: Os preços da soja reverteram a tendência inicial e fecharam em alta
nesta quinta, na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado iniciou o dia
sob pressão, com os participantes realizando os bons lucros da quarta. Mas as
medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados
Unidos) para reativar a economia daquele país trouxeram os agentes para a ponta
compradora, garantindo a inversão da tendência. Os contratos da soja em grão
com vencimento em setembro fecharam com alta de 2,75 centavos de dólar a US$
17,43 1/2 por bushel. A posição novembro teve ganho de 1,50 centavo de dólar,
encerrando a US$ 17,47 1/4 por bushel. Nos subprodutos, a posição setembro do
farelo teve preço de US$ 533,50 por tonelada, com baixa de US$ 1,90. Os
contratos do óleo com vencimento em setembro fecharam a 56,46 centavos de
dólar por libra-peso, ganho de 0,55 centavo frente ao fechamento anterior.


TRIGO: O trigo encerrou as operações com cotações mais altas. O cereal
refletiu a preocupação de investidores com a disponibilidade mundial de trigo,
já que diversos produtores enfrentaram clima adverso e devem ter redução da
safra. As vendas líquidas norte-americanas de trigo, referentes à temporada
comercial 2012/13, que tem início em 1o de junho, ficaram em 381.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, ante 508.400 toneladas na semana anterior.
México, com 86.600 toneladas, foi o principal comprador. As informações são
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A posição setembro
de 2012 fechou com avanço de 12,00 centavos em relação ao último fechamento,
cotada a US$ 8,79 por bushel. A posição dezembro de 2012 fechou cotada a US$
9,02 por bushel, valorização de 12,00 centavos em relação ao último
fechamento.


MILHO: O milho fechou as operações de quinta-feira com cotações mais altas.
O mercado buscou recuperação após as perdas de anteontem. A boa alta do
contrato vizinho do trigo deu suporte para a elevação das cotações do
cereal. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial
2012/13, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram s em 214.800 toneladas
na semana encerrada em 6 de setembro, contra 33.700 toneladas negativas na
semana anterior. Coréia do Sul (com 97.500 toneladas) foi o principal
comprador. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA).A posição setembro finalizou cotada a US$ 7,76 3/4 por bushel,
alta de 5,75 centavos em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro
finalizou cotada a US$ 7,73 3/4 por bushel, ganho de 4,25 centavos em relação
ao fechamento anterior.


Fonte: Safras e Mercado.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CBOT: Soja recupera perdas no fechamento do pregão em Chicago

A soja encerrou o pregão desta quinta-feira (13) recuperando as perdas registradas durante o período da manhã, na abertura da sessão. O pregão foi marcado pela oleaginosa no território negativo das cotações, mas no final da tarde já não haviam mais vencimentos no vermelho. O contrato setembro encerrou a sessão na CBOT cotado a US$17,43/bushel, com alta de 2,75 centavos de dólar. O vencimento novembro teve alta de 1,50 centavo de dólar, fechando o pregão em US$17,47/bushel.

Segundo analistas, o mercado apresentava recuo devido ao avanço na colheita da safra norte-americana de grãos e a uma possível desaceleração nas exportações por parte da China. A reação ao final da sessão em Chicago teve como um dos fatores de motivação o anúncio de que o Comitê Federal de Mercado Aberto do Banco Central norte-americano vai aumentar o volume mensal de compra de títulos vinculados a hipotecas em cerca de U$40 bilhões, alongando até 2015 o prazo para manutenção das taxas de juros em 0,00 e 0,25%. Além disso, a divulgação do relatório do USDA na última quarta-feira(12), que reduziu as expectativas de produtividade para a oleaginosa, também exerce influência no posicionamento dos investidores.

O milho registou ganhos durante a maior parte da sessão de hoje(13) na CBOT, recuperando as perdas do dia anterior, puxadas pela divulgação do relatório do USDA, que estimou uma elevação dos estoques finais do cereal na safra norte-americana. Os contratos com vencimento em setembro fecharam o dia cotados a US$ 7,76/bushel, alta de 5,75 centavos frente ao fechamento anterior.

O trigo também fechou a quinta-feira (13) em terreno positivo, refletindo a preocupação dos investidores com a disponibilidade mundial do cereal.O contrato setembro terminou o pregão em Chicago cotado a US$8,79/bushel, avançando 12,00 centavos com relação ao último fechamento.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

Correspondente Direto dos EUA para o Blog Israel Negócios.

David B. Rahe é um amigo que conheci, ele mora nos EUA e também sempre me mantenho informado das condições das lavouras por lá, ele tem nos ajudado muito com as informações e acredito que esta comunicação entre nós será ainda mais proveitosa agora que vamos trocar informações constantemente.

In our area, drought has affected soybeans, but how much is still a big question. Most of our soybean areas got some rain while they were still green, so we will need to harvest them. I am expecting to see 40 bushels per acre on average which is not terrible. I guess USDA is guessing lower than I am. Some of our prominent market analysts are expecting the price to push past $20 per bushel.


Tradução:

Em nossa região, a seca afetou a soja, mas o 'quanto' ainda é uma grande questão.
A maioria de nossas áreas de soja recebeu um pouco de chuva, enquanto elas ainda estavam verdes, então vamos colher.
Estou esperando para ver 40 bushels por acre (44,8 sacos/Ha), em média, o que não é terrível.
Eu acho que o USDA está supondo menor do que vamos mesmo colher. Alguns de nossos analistas de mercado proeminentes estão esperando o preço ultrapassar US $ 20 por bushel. Suas caras de pré-vendidos são muitas, mas eu não sou analista de mercado e realmente não vou fazer previsões.

Fonte de informação: David B. Rahe

Jesus abençoe a todos!


Fonte: Israel Negócios / Eduardo Paim

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CBOT: Soja fecha o dia no vermelho e mercado aguarda relatório do USDA, amanhã (12)

A falta de novidades no mercado da soja e a expectativa para o relatório do USDA de amanhã (12), que trará os reais números sobre a safra norte-americana de grãos, contribuiu para o fechamento de mais um dia de recuo para as cotações da oleaginosa. O movimento negativo faz parte de uma realização de lucros após as recentes altas atingidas. Outro fator de influência para o cenário de baixas registrado hoje (11) foi a divulgação dos dados sobre as condições de lavouras da oleaginosa nos Estados Unidos, que estão 2% melhores que no último levantamento, de agosto. O contrato set/12 encerrou negociado a US$16,96/bushel, com queda superior aos 16 pontos. O contrato de novembro fechou em US$17,01/ bushel, recuando mais de 17 pontos.

A expectativa para o relatório de amanhã, segundo o analista de mercado Bruno Perottoni, da Terra Investimentos, é que mais uma vez o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) diminua as estimativas para a produtividade das lavouras de milho e soja norte-americanas. De acordo com ele, os números de produtividade para a oleaginosa devem chegar a 35 bushels por acre, o que equivale a cerca de 39,7 sacas por hectare. Para o milho, a estimativa é de aproximadamente 120 bushels por acre, o equivalente a uma média de 127 sacas por hectare. A demanda continua forte para a oleaginosa e os fundamentos ainda são altistas.

O milho, que iniciou a sessão eletrônica na CBOT em alta nesta terça feira (11), recuou ao longo do dia e fechou as cotações em terreno negativo para os contratos mais longos. A posição dezembro fechou o dia cotada a US$ 7,77 por bushel, com recuo superior aos 5 pontos. Mesmo com o avanço da colheita nos Estados Unidos, a expectativa pré-relatório do USDA ainda toma conta do mercado, com os investidores tentando se posicionar frente aos números que serão divulgados.

O trigo, que no início do pregão em Chicago operava em território misto, também fechou o dia no vermelho. O contrato setembro/12 teve um recuo acima dos 8 pontos, negociado a US$ 8,60 por bushel. Ainda que haja uma preocupação mundial com a quebra de safra do cereal na Rússia e Austrália e a escassa oferta do produto, a tentativa de posicionamento dos investidores com relação ao relatório de oferta e demanda da safra norte-americana, que será divulgado amanhã(12), ainda puxa os preços para baixo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Thaís Jorge

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CBOT: Soja fecha o dia com leve baixa e trigo sobe mais de 20 pts

A soja encerrou o pregão desta quinta-feira (6) registrando um leve recuo na Bolsa de Chicago. O pregão foi marcado por bastante volatilidade e as cotações fecharam o dia com pequenas oscilações. Segundo analistas, o mercado atua na defensiva à espera do novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no dia 12 de setembro. Com essas informações, os investidores serão capazes de se aproximar do real tamanho da safra norte-americana.

Nesta quinta-feira (6), a consultoria FC Stone divulgou suas novas estimativas para a produção e a produtividade de milho nos Estados Unidos. Para a soja, a produção foi estimada em 74,54 milhões de toneladas contra as 73,26 milhões projetadas pelo USDA em agosto.

Já a produtividade estimada pela consultoria veio em linha com os números divulgados pelo departamento no mês passado em 40,92 sacas por hectare.

No caso do milho, a safra dos EUA foi projetada em 269,43 milhões de toneladas contra as 273,8 milhões de toneladas estimadas pelo USDA em agosto. O rendimento do cereal foi reduzido pela FC Stone de 130,6 sacas previstas pelo USDA no mês passado para 128,5 sacas por hectare.

A volatilidade registrada hoje e a falta de direcionamento dos preços confirmam o momento de poucas novidades concretas que pudessem estimular novas e expressivas altas às cotações a não ser os já conhecidos fundamentos, os quais ainda são bastante positivos. A oferta mundial é bastante restrita e a demanda se mantém ativa e aquecida, sendo assim, a tendência de alta permanece no mercado.

Porém, como explicou o analista de mercado Glauco Monte, é preciso estar atento à entrada da safra norte-americana no mercado. "Mesmo que a safra dos EUA seja pequena, uma hora vai entrar e isso, com certeza, vai contrapor um pouco o fator altista. Ou seja, o mercado não muda a tendência, mas conforme vai entrando mais a safra podemos ver uma contenção desse ímpeto altista", completa o analista.

"O mercado passou por um verdadeiro 'braço de ferro' com os comerciais comprando e alguns fundos liquidando. O mercado não está ciente da verdadeira situação de oferta x demanda e liquida, no momento, 'no embalo' de estimativas privadas de produtividade que indicam uma possível recuperação da safra de soja frente aos números anunciados pelo USDA em agosto", explica o analista Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

Segundo Dejneka, trata-se de uma verdadeira oportunidade de compra no curto prazo. "Mesmo que o mercado venha a liquidar mais, o prognóstico para as próximas semanas é de novas máximas no contrato de novembro", completa.

Milho e Trigo - Na contramão da soja, porém, os futuros do milho e do trigo terminaram a quinta-feira registrando expressivas altas. O milho fechou com quase 10 pontos positivos nos principais vencimentos e o trigo com mais de 20.

Segundo analistas, o mercado do milho foi sustentado por compras escpeculativas, as quais foram estimuladas por expectativas de que o USDA trará números ainda menores para a produção de milho nos EUA, como as apresentadas pela FC Stone.

A alta do cereal acabou puxando o mercado vizinho, que liderou as altas na CBOT na sessão desta quinta. Além disso, os ganhos ainda encontraram sustentação na oferta ajustada na região do Mar Negro por conta da seca. A produção na Rússia está bastante comprometida pois sofre com o clima bastante quente e seco.

"Quanto à Rússia, boatos e expectativa do mercado é de que eles tenham que anunciar algum tipo de limitação às exportações nas próximas semanas/meses. Talvez que não limitem exportações para o curto prazo (próximos 2 ou 3 meses) mas que anunciem medidas para limitar exportações do trigo á partir do início do ano. Isso de qualquer maneira, seria bullish para o trigo aqui nos EUA, que atrairia mais demanda", disse Dejneka.

Além disso, o analista explica ainda que o grão não pode ficar muito acima do milho para atrair demanda para uso para ração nos Estados Unidos. "O trigo ainda atrai demanda para uso em ração aqui nos EUA com um prêmio relativo ao milho entre 60c e 70c, por ser nutricionalmente mais eficiente. O prêmio atual com o movimento de hoje é em torno de 90c para os contratos de dezembro", complementa.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA LENTO E DE PREÇOS MISTOS

O mercado brasileiro de soja teve um dia lento, refletindo
a escassez de oferta. Os preços, em sua maioria nominais, tiveram comportamento
misto. A queda de Chicago prejudicou ainda mais a comercialização doméstica.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 86,50 para R$ 86,00.
Na região das Missões, o preço da saca baixou de R$ 86,00 para R$ 85,00. No
porto de Rio Grande, os preços avançaram de R$ 86,00 para R$ 86,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 88,00 por saca, contra os R$
87,00 de ontem. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 89,00 por
saca, contra R$ 92,00 da terça-feira. Em Rondonópolis (MT), o preço avançou
de R$ 79,00 para R$ 81,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 83,00, contra
R$ 82,00 de ontem.

Chicago

Os preços da soja fecharam em baixa nesta quarta-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). Após atingir recordes históricos na terça, o
mercado sucumbiu a um movimento de realização de lucros por parte de fundos e
especuladores. A queda das cotações no mercado físico americano, por conta da
proximidade do início da colheita, contribuiu para a correção.
A pequena melhora nas condições das lavouras americanas também serviu de
pretexto para que os participantes embolsassem parte dos ganhos obtidos ao
longo da semana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgou ontem seu relatório. Segundo o USDA, 30% estão entre boas e
excelentes condições, 33% em situação regular e 37% em condições entre
ruins e muito ruins. Na semana anterior, os dados eram respectivamente 30%, 32%
e 38%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em setembro fecharam com baixa
de 23,00 centavos de dólar a US$ 17,48 por bushel. A posição novembro teve
perda de 20,75 centavos de dólar, encerrando a US$ 17,47 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 532,00
por tonelada, com baixa de US$ 9,40. Os contratos do óleo com vencimento em
setembro fecharam a 57,36 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,21
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com queda de 0,14%,
cotado a R$ 2,0380 para compra e R$ 2,0400 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0370 e a máxima de R$ 2,0460.


Fonte: Safras e Mercado.

Soja: Mercado amplia realização de lucros e perde mais de 20 pts

Nesta quarta-feira (5), a soja ampliou suas perdas ne Bolsa de Chicago e, por volta das 14h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos perdiam mais de 20 pontos. O contrato setembro operava a US$ 17,46, caindo 24,75 pontos. O milho e o trigo perdiam mais de 16 pontos no mesmo momento.

O recuo dos grãos na sessão de hoje nada mais é do que mais um movimento de realização de lucros. No caso da soja, o mercado está bastante pressionado nesta sessão depois de ter atingido novos recordes no pregão desta terça-feira (4).

Além disso, analistas afirmam que a indicação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) de uma leve melhora nas condições das lavouras de soja no país e a falta de firmeza da oleaginosa no mercado interno norte-americano.

No entanto, apesar de expressivo, esse recuo registrado hoje pelo mercado é "normal e saudável", segundo analistas. "Considerando as recentes altas, principalmente na soja, o mercado está em uma forma de consolidação antes do relatório [de oferta e demanda que o USDA divulga no dia 12 de setembro], ainda assim, com expectativas bastante altistas. Eu espero que essa consolidação não dure muito e essas novas baixas serão compradas", disse Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos, direto de Chicago.

No caso do milho, há ainda uma leve pressão da evolução da colheita do grão nos Estados Unidos. De acordo com o último boletim de acompanhamento de safra do USDA, os trabalhos já haviam sido concluídos em 10% da área até o último dia 2, índice que ficou bem acima do registrado nessa mesma época do ano passado, de apenas 3%.

Paralelamente, há ainda informações de que, diferente do que acontece na soja, a demanda pelo milho dos EUA já tem dado sinais de desaquecimento diante das cotações historicamente altas, que vem desestimulando os compradores.

Sobre o relatório - Para o relatório da semana que vem, segundo Dejneka, há uma incógnita, pois o mercado já precificou, em partes, números até abaixo dos apresentados em agosto. Com isso, podemos ver o mercado reagindo com o "compra boato e vende fato".

Com isso, como explicou o analista, o mercado poderia exibir algumas novas altas antes da divulgação e, pós-relatório, uma nova realização de lucros. Entretanto, acredita ainda que essas novas correções de preços deverão ser breves, pelo menos até o início de outubro, pois serão compradas diante do ajustado quadro de oferta e demanda.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 4 de setembro de 2012

MERCADO: PREÇOS FICAM DE ESTÁVEIS A MAIS ALTOS NO BRASIL NESTA TERÇA-FEIRA

SAFRAS (04) - O mercado brasileiro de soja seguiu pouco movimentado nesta
terça-feira. Os preços ficaram de estáveis a mais altos nas principais
praças de comercialização do País, buscando sustentação nos ganhos do
referencial de Chicago, que voltou a operar hoje depois do feriado de ontem.
Contudo, as indicações seguem apenas nominais, diante da pouca liquidez.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 84,00 para R$ 86,50.
Na região das Missões, o preço da saca subiu R$ 83,50 para R$ 86,00. No porto
de Rio Grande, os preços avançaram de R$ 85,00 para R$ 86,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 87,00 por saca, contra os R$
86,00 por saca de ontem. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$
92,00 por saca, repetindo a segunda-feira. Em Rondonópolis (MT), o preço
permaneceu em R$ 79,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 82,00, mesmo valor
da segunda-feira.

Chicago

Os preços da soja fecharam predominantemente firmes nesta terça-feira,
na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Somente os primeiros contratos do
farelo recuaram. O quadro de aperto na oferta e de boa demanda pela voltou a
colocar os contratos nos melhores níveis históricos ao longo da sessão. As
primeiras posições, no entanto, reduziram as perdas, seguindo o desempenho
negativo de outros mercados.
Na avaliação de alguns analistas, o mercado deverá continuar com viés
altista, em decorrência do cenário fundamental. Eles alertam, no entanto, que
o preço deverá permanecer em patamares que ainda atraiam a demanda chinesa.
Entre agosto e setembro, os chineses deverão importar 7 milhões de toneladas
de soja,um ritmo abaixo do que vinha sendo registrado até o momento.
Os contratos da soja em grão com vencimento em setembro fecharam com alta
de 6,50 centavos de dólar a US$ 17,71 por bushel. A posição novembro teve
ganho de 11,75 centavos de dólar, encerrando a US$ 17,68 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 541,40
por tonelada, com baixa de US$ 5,70. As posições a partir de janeiro fecharam
no território positivo. Os contratos do óleo com vencimento em setembro
fecharam a 57,57 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 1,15 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações desta terça-feira na
BM&FBovespa com alta de 0,49%, cotado a R$ 2,0410 para compra e R$ 2,0430 para
venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$
2,0300 e a máxima de R$ 2,0440.


Fonte: Safras e Mercado.

Monsanto decide destruir 600 mil sacas de sementes de Intacta

A direção da Monsanto decidiu na tarde desta terça-feira, em comunicado oficial, anunciar a destruição de 600 mil sacas de sementes que estavam sendo oferecidas a produtores brasileiros, que iriam fazer teste de campo com a nova tecnologia. A polêmica surgiu na semana passada, através da Aprosoja/MT, que passou a alertar aos produtores dos riscos embutidos neste teste, pois a responsabilidade da guarda da colheita seria inteiramente do sojicultor.

Caso o novo grão fosse misturado com cargas das sojas já aceitas pelo mercado, os carregamentos poderiam vir a ser rejeitados pela China, maior comprador da soja do Brasil. Diante dos argumentos contrários, a Monsanto recuou no seu projeto, e decidiu pela interrupção dos testes de campo, enquanto aguarda aprovação final pela China. A polêmica, no entanto, tem novos desdobramentos (ver entrevistas e opiniões publicadas pelo NA).

30 MILHÕES DE SACOS DE GRÃOS

Os 600 mil sacos de sementes colocados nos campos são suficientes para produzir um volume equivalente a 30 milhões de sacos de grãos (1 milhão e 800 mil toneladas), que, ao preço de mercado (safra nova, base porto), significariam R$ 2 bilhões e 100 milhões de Reais. A compra dos grãos seria feita por empresas autorizadas pela Monsoy, com o compromisso dos grão apenas irem ao mercado com a aprovação chinesa. Mas como o risco de contaminação é latente, haverá a destruição, conforme informa a empresa.

Produtores argumentam que a Monsanto estaria, com esses teste de campo, obrigando indiretamente a China a aceitar a nova tecnologia, pois os chineses dependem do fornecimento da soja brasileira para sua segurança alimentar. Mas, na opinião de produtores ouvidos pelo NA, essa atitude seria temerária, pois a China poderia não só recusar as cargas contaminadas, como até aceitá-las, mas pedindo um ágio (uma quebra de preço), pela não aceitação da nova tecnologia. "Aí o prejuízo seria só do produtor e do Brasil", como disse o vice-presidente da Aprosoja/MT, Ricardo Tomzick.

Segue o posicionamento da Monsanto a respeito da tecnologia INTACTA RR2 PRO™ para a safra 2012/13:

Agricultores brasileiros terão a oportunidade de participar do programa Eleitos 2.0 na safra 2012/13


A soja INTACTA RR2 PRO™, desenvolvida pela Monsanto, foi aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em agosto de 2010. Além do Brasil, a nova soja também já está aprovada em diversos países, como Estados Unidos da América, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Colômbia, México, Filipinas, Tailândia, Taiwan, Argentina, Japão e Coréia, além da União Européia (UE).

Na safra 2011/2012, a Monsanto convidou 500 produtores brasileiros, em 275 municípios espalhados em 10 estados (Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Goiás e Bahia) e no Distrito Federal, para plantar a soja INTACTA RR2 PRO™ lado a lado com campos com a tecnologia Roundup Ready em suas propriedades. Todas as 500 áreas seguiram critérios de gestão responsável do produto, sendo monitoradas desde o plantio até a colheita, com posterior destruição dos grãos.

Graças à parceria e à participação desses agricultores pioneiros, chamados “Os Eleitos”, foram comprovados, mais uma vez, os três benefícios proporcionados pela nova tecnologia: resultados de produtividade sem precedentes, devido a tecnologias avançadas de mapeamento genético, seleção e inserção de genes em regiões do DNA com potencial impacto positivo na produtividade; proteção contra as principais lagartas que atacam a cultura da soja; e tolerância ao glifosato proporcionada pela tecnologia Roundup Ready (RR).

A Monsanto reafirma que segue fiel ao seu compromisso voluntário de não lançar comercialmente novas tecnologias até a liberação para importação nos principais destinos da soja brasileira. Assim, na safra 2012/13, o plantio de INTACTA RR2 PRO™ se limitará a áreas demonstrativas, seguindo os mesmos procedimentos e princípios de gestão responsável do produto já consagrados com o programa “Os Eleitos” na safra anterior. Os agricultores que decidirem fazer parte dessa rede de demonstração – chamada de “Eleitos 2.0” – terão, mais uma vez, a oportunidade de experimentar em primeira mão os benefícios trazidos pela tecnologia em suas propriedades.

Para garantir o cumprimento da gestão responsável do produto, a Monsanto irá destruir 600.000 sacas de sementes com a tecnologia INTACTA RR2 PRO™, apesar de estarmos em um ano de forte demanda por soja em função de inúmeros fatores, como o aumento do consumo mundial e a quebra da safra em razão da seca em regiões como Estados Unidos, Argentina e o Sul do Brasil.

A Monsanto continua comprometida em trazer soluções inovadoras que aumentem a produtividade da agricultura brasileira, de forma sustentável, e a trabalhar colaborativamente com a cadeia produtiva.

MEDO NÃO!, por Almir Rebelo (sobre a polêmica da contaminação da soja Intacta)

Por Almir Rebelo, presidente do Clube Amigos da Terra em Tupaciretã (RS).

Quando lutamos para liberar a Soja Transgênica da Monsanto RR1, investigamos e descobrimos que a Argentina carregava 45 mil toneladas da soja no navio que completava a carga em Rio Grande com mais 15 mil toneladas de soja convencional com destino a qualquer país do resto do mundo.

O maior argumento dos “contra a Biotecnologia” era (ainda é): Quem garante que os transgênicos são seguros?

Com todo o respeito que temos pela Aprosoja, mas com toda a experiência de 15 anos nessa luta, temos o dever de manifestar nossa posição sobre essa nova realidade que deu o maior salto de qualidade da história da agricultura brasileira.

Foi marcante a época em que a soja vivia um momento de grande demanda mundial e os preços alcançaram níveis positivos históricos, o maior comprador mundial precisava de um motivo para derrubar os preços, e os “contra os transgênicos” apostando que não seria aprovada uma medida provisória e a conseqüente Lei de Biossegurança, (o produtor voltaria a plantar soja convencional), trataram as sementes com fungicidas e posteriormente deram de graça aos chineses o motivo para quase liquidar o produtor brasileiro.

Não satisfeitos, inventaram o Protocolo de Cartagena para “certificar” a soja brasileira com um custo de 10% sobre o preço da soja para o produtor pagar em função do “medo” de “possível” contaminação causando “danos” para a biodiversidade mundial.

Essa posição do produtor brasileiro fez com que nesta safra(2012/2013) o Brasil cultive 88% de soja transgênica de seus quase 30 milhões de hectares de soja e 87% do milho também transgênico.

Quando o mundo apela ao Brasil para atender a demanda mundial de alimentos, sabemos que precisamos aumentar a produtividade, diminuir custos e preservar o meio ambiente. Com os benefícios da soja RR1 e do milho Bt pedimos aos Cientistas que fizessem para o Brasil uma cultivar de soja com as duas características.

Na safra 2011/2012 fomos um dos eleitos e comprovamos serem verdadeiras as qualidades contidas na tecnologia intactaRR2pro.

Conforme estabelecido, para evitar “contaminação” o esmagamento da soja na lavoura nos fez lembrar a época do obscurantismo quando assistimos no Rio grande do Sul, roçarem soja e/ou queimarem a “semente da morte”!

Não temos dúvidas de que como brasileiros que acreditamos que nosso país será o celeiro do mundo com tecnologias modernas, a Biotecnologia será fundamental.

No Brasil lutamos para que a CTNBio liberasse o cultivo e comercialização, o que já foi feito. Este ano comemoramos a liberação no mercado mais exigente que é a União Eropéia.

Estamos aguardando o mercado Chinês que já come RR e Bt. Será uma questão de tempo. Tempo esse que não podemos perder.

Instituições Brasileiras possuem grandes disponibilidades de sementes que precisam ser multiplicadas para atender o mercado brasileiro da safra 2013/2014, é preciso plantar!

O contrato para cultivo este ano diz que devemos plantar com a mesma responsabilidade de 2011/2012 mas com uma vantagem: Não deveremos destruir, esmagar a soja como em 2012.

O Brasil está liberado para segregar e industrializar a IntactaRR2Pró de forma moderna e responsável.

O futuro do Brasil depende do que fizermos ou não no presente.

Nosso presente de hoje foi construído a duras penas pela coragem e visão de desenvolvimento do produtor rural.

É por isso que vamos plantar a IntactaRR2pro de forma responsável e vamos mostrar ao mundo que um país para ser celeiro tem que ter coragem, conhecimento científico para ter desenvolvimento e jamais ter medo.

Não esqueçam que nós produtores somos os primeiros consumidores.

Deveríamos ter medo de perder 37 ou 53 milhões de hectares para um Código Florestal Irracional e não para a Biotecnologia.

Falar em critério social tem um preço, e quem está pagando esse preço é o produtor rural.


Fonte: NA + Monsanto (CDIcom)