Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 20 de agosto de 2012

De olho na demanda, soja ganha mais de 30 pontos na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão desta segunda-feira (20) subindo mais de 30 pontos em seus primeiros vencimentos.O principal impulso para os preços da oleaginosa vem do atual cenário de oferta e demanda. A procura pela soja segue bastante aquecida em tempos de uma oferta preocupantemente escassa. As perdas da safra 2011/12 da América Latina são seguidas pela pior seca da história dos Estados Unidos, a qual pode causar perdas de até 20 milhões de toneladas no ciclo 2012/13 do país.

Diante disso, os estoques mundiais são os mais baixos dos últimos tempos e esse tem sido o principal fator de sustentação para os preços nos últimos meses. Além disso, as adversidades climáticas que continuam deteriorando as lavouras nos Estados Unidos também oferecem sustentação ao mercado. "Vamos ver um mercado muito sólido daqui até o início do ano que vem", disse o analista de mercado Flávio França, da agência Safras & Mercado.

E não é só o clima adverso dos EUA que contribui. A possibilidade de um tufão podendo chegar à China também estimula os preços nesta segunda, de acordo com alguns analistas.

Milho e trigo - Na esteira da soja, os contratos do milho também encerraram suas negociações no terreno positivo, com alta superior aos 16 pontos no vencimento março/13. O trigo, que operou com bastante volatilidade durante a sessão, tomou fôlego no final desta segunda-feira e encerrou com variação positiva em seus principais vencimentos.

O mercado do milho agora se atenta à demanda e a novidades sobre a procura pelo grão norte-americano. As perdas da safra dos EUA são irreversíveis e já foram precificadas. Enquanto o trigo conta com as perdas expressivas na safra da Rússia, que também sofre com uma severa estiagem.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

MERCADO: NEGÓCIOS COM SOJA SE LIMITAM AO RS E AO OESTE DO PR

Os negócios com soja no Brasil ficaram restritos ao Rio
Grande do Sul e ao oeste do Paraná, mas envolvendo pequenos volumes. Nas demais
localidades, mercado travado e indicações apenas nominais de preços, que
pouco oscilaram nas principais praças do país.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 81,00. Na região
das Missões, o preço da saca seguiu em R$ 80,50. No porto de Rio Grande, os
preços estabilizaram em R$ 83,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 82,00 para R$ 83,00 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 82,00 por saca, contra
R$ 83,00 de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço estancou em R$ 74,50. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 81,00, repetindo a quarta.

Chicago

Os preços da soja recuaram, nesta terça-feira, na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). Os contratos foram pressionados pelo retorno das chuvas ao Meio
Oeste dos Estados Unidos, aliviando parte do estresse hídrico e da perda no
potencial produtivo da safra americana. Os participantes também realizaram
parte dos fortes ganhos obtidos na quarta.
Mas a correção foi limitada pelo cenário fundamental. O aperto nos
estoques mundiais reforça o sentimento de que os preços necessitam permanecer
elevados, como forma de racionar a demanda pela oleaginosa. Com isso, não há
muito espaço para queda acentuada nas cotações.
Os contratos da soja em grão com vencimento em setembro fecharam com baixa
de 3,50 centavos de dólar a US$ 16,56 1/4 por bushel. A posição novembro
teve perda de 9,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,25 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 516,50
por tonelada, com baixa de US$ 3,50. Os contratos do óleo com vencimento em
setembro fecharam a 53,04 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,03
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com queda de 0,19%,
cotado a R$ 2,0170 na compra e a R$ 2,0190 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0190 e a máxima de R$ 2,0270.


FONTE: Safras e Mercado.

CBOT: Soja fecha o dia com leve queda e trigo tem expressivo avanço

Nesta quinta-feira (16), depois de um pregão volátil, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam o dia em baixa. O mercado registrou, novamente, um novo movimento de realização de lucros frente à expressiva alta registrada na sessão desta quarta-feira (15).

Segundo analistas de mercado, a melhora no clima norte-americano, apesar de pouco expressiva, acaba pressionando as cotações mesmo que seja apenas com um efeito psicológico. As chuvas previstas para as regiões produtoras nos Estados Unidos não devem contribuir muito para uma melhora das lavouras de soja que possa reverter as perdas.

Porém, o mercado agora tem seu foco principal na demanda. "Saimos de um mercado climático para um mercado de demanda", disse Pedro Dejneka, analista de mercado da PHDerivativos. Segundo Dejneka, o mercado precisa de novas informações, principalmente sobre demanda, que possam estimular novos avanços. "É preciso estar atento à demanda que está por trás desses altos preços", completa.

No entanto, o analista reforça a tendência ainda altista dos fundamentos, mais expressivamente no curto prazo. A oferta ainda é muito ajustada, a situação dos Estados Unidos é grave e, até o início de março do ano que vem, Brasil, Argentina e Paraguai nao terão soja disponível.

"É hora de analisar o mercado como um todo.Não é hora de analisar dia a dia.Os fundamentos a médio prazo são extremamente altistas", completa Dejneka.

Na contramão da soja, o milho fechou em alta nesta quinta-feira na Bolsa de Chicago. O cereal foca também a demanda aquecida e a oferta mundial bastante ajustada. Durante toda a sessão o mercado andou de lado e encerrou o dia com altas pouco expressivas, que não chegaram aos 4 pontos.

Trigo - Nesta quinta-feira, entretanto, o movimento mais intenso foi no mercado do trigo. As cotações do grão são sustentadas pela complicação das lavouras na Rússia. Assim como nos Estados Unidos, uma severa estiagem castiga o país e a produção está bastante comprometida.

Frente a isso, já há rumores de que o governo russo poderia bloquear as exportações de trigo para garantir a oferta no mercado interno. “A oferta de trigo dos EUA é boa, mas temos perdas na região do Mar Negro, da Rússia, e na China”, disse o analista de mercado Flávio França, da agência Safras & Mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MERCADO: PREÇOS DA SOJA AVANÇAM, MAS RITMO DOS NEGÓCIOS É LENTO NO BRASIL

O mercado brasileiro de soja permaneceu lento nesta
quarta-feira, com negócios localizados no Rio Grande do Sul, mas envolvendo
pequenos lotes. Os preços oscilaram entre estáveis e mais altos, acompanhando
o desempenho da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 80,00 para R$ 81,00.
Na região das Missões, o preço da saca passou de R$ 79,50 para R$ 80,50. No
porto de Rio Grande, os preços avançaram de R$ 80,00 para R$ 83,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 80,00 para R$ 82,00 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 83,00 por saca,
repetindo o valor de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 74,00
para R$ 74,50. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 81,00, contra R$ 82,00 de
ontem.

Chicago

Os preços da soja subiram nesta quarta-feira, na Bolsa de Mercadorias de
Chicago (CBOT). O aperto na oferta mundial da oleaginosa voltou a impulsionar as
cotações. Com estoques apertados, a tendência é de que os contratos sigam
elevados, como forma de tentar racionar o consumo da soja. Mesmo com as chuvas
no Meio Oeste dos Estados Unidos, o quadro fundamental segue bastante altista.
As precipitações poderão limitar as perdas no potencial produtivo da
safra americana, que se encontra em estágio decisivo para consolidar a
produção. Mas a situação mundial dos estoques é agravada pelas quebras que
ocorreram na safra do Brasil e da Argentina.
Os contratos da soja em grão com vencimento em setembro fecharam com alta
de 36,25 centavos de dólar a US$ 16,59 3/4 por bushel. A posição novembro
teve ganho de 36,50 centavo de dólar, encerrando a US$ 16,34 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 520,00
por tonelada, com alta de US$ 13,40. Os contratos do óleo com vencimento em
setembro fecharam a 53,07 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,28
centavo frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com desvalorização
de 0,19%, cotado a R$ 2,0210 na compra e a R$ 2,0230 na venda. Durante o
pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0200 e a
máxima de R$ 2,0310.


Fonte: Safras e Mercado.

CBOT: Soja fecha o dia com mais de 30 pts de alta; milho e trigo também avançam

O mercado internacional da soja focou a demanda aquecida e a oferta restrita e fechou o pregão com mais de 30 pontos de alta na Bolsa de Chicago. Nesta quarta-feira (16), a oleaginosa encontrou suporte para novas altas em sinais de que a procura pela commodity continua bastante aquecida frente a uma oferta historicamente baixa.

De acordo com Vinícius Ito, analista de mercado da Jeffrey's Corretora, de Nova York, os prêmios no portos norte-americanos registraram uma elevação expressiva o que indica uma demanda ainda bastante fortaleciada. Nesta quarta-feira, foram ouvidos boatos de que a China teria voltado a consultar os preços no mercado dos Estados Unidos.

Paralelamente, a oferta restrita preocupa. Os estoques estão historica e preocupantemente baixos depois da quebra da safra 2011/12 na América do Sul e das perdas que vêm sendo contabilizadas pela safra 2012/13 nos Estados Unidos. Dessa forma, os preços devem continuar subindo como tentativa de racionar a demanda. Para Ito, o valor que poderia limitar as compras seria o de US$ 17 por bushel, apesar de alguns analistas considerarem alguns valores superiores a estes, como algo entre US$ 18 e US$ 19.

Ainda nesta quarta-feira, o avanço do mercado foi "limitado" pelas previsões climáticas que indicam novas chuvas para o Meio-Oeste norte-americano, região onde se encontra o cinturão produtor do país. Porém, o quadro de oferta e demanda revela uma força maior com influência mais expressiva no mercado, haja visto que a situação dos estoques mundiais de soja é bastante grave. Além disso, o impacto e os resultados positivos que essas chuvas poderiam causar não seriam muito significativos.

“A oleaginosa vale ouro, e a situação está complicada e de repente no próximo relatório do USDA podemos ver números mais baixos pela frente”, disse Daniel D'Ávilla, analista de mercado da New Edge.

No mesmo caminho da soja, o milho também encerrou o dia em alta, subindo mais de 12 pontos em seus principais vencimentos. A alta da soja e o cenário de oferta restrita e demanda aquecida também estimularam as cotações no mercado internacional do cereal.

Outro fator de estímulo aos preços foi o anúncio de uma possível redução de 500 mil toneladas na produção de milho da China, que, atualmente, é o segundo maior produtor mundial do cereal.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 14 de agosto de 2012

MERCADO: SOJA SEGUE COM PREÇOS NOMINAIS E RITMO LENTO

Poucas alterações no ritmo do mercado brasileiro de soja
nesta terça-feira. Os preços oscilaram pouco, mas permanecem em patamares
nominais. Sem muita oferta e com agentes retraídos, poucos negócios foram
registrados, limitando-se ao Rio Grande do Sul.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 80,00. Na região das
Missões, o preço da saca permaneceu em R$ 79,50. No porto de Rio Grande, os
preços caíram de R$ 82,00 para R$ 80,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço caiu de R$ 81,50 para R$ 80,00 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 83,00 por saca, contra R$
82,00 da segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço passou estabilizou em R$
74,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 82,00, contra R$ 80,00 de ontem.

Chicago

Os preços da soja fecharam a terça-feira mistos, na Bolsa de Mercadorias
de Chicago (CBOT). Os contratos seguiram pressionados pela previsão de clima
favorável ao desenvolvimento das lavouras, com o retorno das chuvas para o Meio
Oeste americano. Mesmo assim, o quadro de oferta e demanda segue apertado,
dando suporte fundamental aos preços.
As lavouras americanas se encontram no estágio de desenvolvimento de
vagem, vital para a definição do potencial produtivo da safra americana. O
retorno das chuvas pode, ao menos, minimizar as perdas decorrentes da forte
estiagem. O fato é que a oferta global da oleaginosa, após problemas de climas
nos três principais produtores mundiais - Estados Unidos, Brasil e Argentina
-, ainda é muito apertado.
Os contratos da soja em grão com vencimento em agosto fecharam com alta de
23,75 centavos de dólar a US$ 16,80 por bushel. A posição setembro teve
ganho de 1,25 centavo de dólar, encerrando a US$ 16,23 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 506,60
por tonelada, com alta de US$ 1,80. Os contratos do óleo com vencimento em
agosto fecharam a 52,83 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,12 centavo
frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,29%,
cotado a R$ 2,0250 na compra e a R$ 2,0270 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0200 e a máxima de R$ 2,0300.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, grãos têm dia volátil e soja fecha em campo misto

A soja encerrou a terça-feira (14) em território misto depois de um pregão bastante volátil na Bolsa de Chicago. Entre os vencimentos de maior liquidez, o novembro/12 fechou com 2,75 pontos de queda e o março/13 subindo 4 pontos.

A tendência de alta continua no mercado em função do quadro de oferta e demanda bastante ajustado. A quebra de safra nos Estados Unidos pode chegar à casa das 20 milhões de toneladas e isso já vem sendo refletido pelos preços. A relação de estoque x consumo para a soja é a menor dos últimos anos.

Por outro lado, essa volatilidade, como já vinha sendo sinalizado por analistas de mercado, deve continuar permeando os negócios no mercado internacional até que haja uma definição climática nos Estados Unidos.

Novas previsões indicam novas chuvas no Meio-Oeste norte-americano, principal região produtora dos EUA. Tais precipitações poderiam amenizar a situação das lavouras de soja, que há meses vêm sendo deterioradas pelo calor intenso e pela falta de chuvas. Essa possibilidade, portanto, acaba pressionando as cotações, mesmo que a curto prazo.

Já os futuros do milho fecharam com todos os vencimentos em território negativo na Bolsa de Chicago, com perdas de 3 a 4,50 pontos. Segundo analistas, o grão ainda não encontra novas informações que estimulem uma renovação das altas.

Além disso, o mercado se deparou com dados divulgados pelo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) altistas, porém, que já vinham sendo esperados.

Paralelamente, há ainda circulando no mercado internacional os boatos de uma menor demanda de milho para a produção de etanol nos Estados Unidos em função de um pedido da ONU e do G20 para a redução do mandato do combustível no país. As entidades, com esse apelo, têm o objetivo de aumentar a oferta do grão para consumo animal e humano, dessa forma freando uma alta muito intensa nos preços.

Entretanto, alguns analistas já afirmam que a probabilidade de que isso seja aprovado é bem remota já que os Estados Unidos estão em ano de eleições presidenciais e a indústria de etanol de milho representa uma expressiva parcela da economia do país.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MERCADO: SOJA INICIA SEMANA TRAVADO E COM PREÇOS MAIS BAIXOS

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana bastante
travado, com negócios restritos ao Rio Grande do Sul, mas envolvendo apenas
pequenos lotes. Os preços recuaram nas principais regiões de negociação,
seguindo a sinalização de Chicago.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 82,00 para R$ 80,00.
Na região das Missões, o preço da saca baixou de R$ 82,00 para R$ 79,50. No
porto de Rio Grande, os preços caíram de R$ 83,50 para R$ 82,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 81,00 para R$ 81,50 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 82,00 por saca, contra
R$ 84,00 da sexta. Em Rondonópolis (MT), o preço passou de R$ 75,00 por saca
para R$ 74,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 80,00, contra R$ 85,00 de
sexta.

Chicago

Os preços da soja registraram forte baixa nesta segunda-feira, na Bolsa de
Mercadorias de Chicago (CBOT). Após absorver o relatório de agosto do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na sexta, os
participantes optaram por realizar lucros, com base na previsão de clima
favorável ao desenvolvimento das lavouras.
Os institutos projetam chuvas e temperaturas mais baixas ao longo da
semana, contribuindo para o desenvolvimento das lavouras americanas, que se
encontram em fase de enchimento de vagem, etapa decisiva para a definição do
potencial produtivo.
A perspectiva é de que o levantamento de condições das lavouras a ser
divulgado pelo USDA no final da tarde já indique uma leve melhora de um ponto
percentual no índice de lavouras entre boas e excelentes condições,
interrompendo uma longa séria de piora semanal nestes níveis. Atualmente, 29%
das lavouras se situam em boas excelentes condições.
Os contratos da soja em grão com vencimento em agosto fecharam com baixa
de 53,25 centavos de dólar a US$ 16,56 1/4 por bushel. A posição setembro
teve perda de 51,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 16,22 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição setembro do farelo teve preço de US$ 504,80
por tonelada, com baixa de US$ 16,30. Os contratos do óleo com vencimento em
agosto fecharam a 52,95 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,65 centavo
frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,34%,
cotado a R$ 2,0190 na compra e a R$ 2,0210 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0170 e a máxima de R$ 2,0310.


FONTE: Safras e Mercado

USDA: 30% das lavouras de soja estão em boas condições

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira (13) mais um relatório de acompanhamento de safra apontando as condições das lavouras norte-americana.

Soja - 30% das plantações de soja estão em boas ou excelentes condições. Na semana passada, essa índice era de 29%. Já no caso do milho, o número se manteve em 23%. Em situação regular estão 32% das lavouras, número igual ao divulgado na semana anterior. Já em condições ruins ou muito ruins estão 38% das plantações, ante 39% da semana anterior.

Milho - Já no caso do milho, o número se manteve em 23% para as plantações em boas ou excelentes condições. O órgão informou ainda que 26% das lavouras estão em situação regular e 51% em condições ruins ou muito ruins, contra 27% e 50%, respectivamente, na semana anterior.

Trigo - Sobre o trigo de primavera, o departamento informou que 61 das lavouras estão em boas ou excelentes condições, contra 63% da semana passada. Em condições regulares estão 28% das plantações, contra 26%, e em situação ruim, 11%, mesmo número da semana passada.

O USDA informou também que a colheita do grão já estava concluída em 65% da área estimada nos Estados Unidos até o último dia 12. Na semana anterior, o índice era de 47%. Nesse mesmo período do ano passado, o processo estava 24% concluído.

A colheita do trigo de inverno, por sua vez, chegou a 94%. Na semana passada, os trabalhos estavam concluídos em 88% da área. Neste mesmo período, em 2011, a colheita estava em 88%.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

CBOT: grãos fecham a semana com reação "morna" frente ao USDA

Nesta sexta-feira (10), os futuros da soja, do milho e do trigo fecharam o dia de olho nos novos números de oferta e demanda divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). A soja encerrou em alta, com ganhos de dois dígitos, e o milho e o trigo no vermelho.

Soja - Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam o último pregão da semana com altas entre 12,50 e 19,75 pontos refletindo os cortes nas projeções para a oferta de soja feitos pelo USDA.

O departamento norte-americano promoveu um ajuste para baixo na produção de soja mundial e dos Estados Unidos, além de reduzir sua produtividade e estimar os estoques do país em 3,13 milhões de toneladas, níveis historica e perigosamente baixos.

A projeção para a safra mundial de soja 2012/13 caiu de 267,16 milhões para 260,46 milhões de toneladas e os estoques mundiais caíram de 55,66 milhões para 53,38 milhões de toneladas.

Além desses cortes feitos pelo USDA, sinais de uma demanda bastante aquecida também contribuíram para o avanço dos preços. Nesta sexta-feira, o departamento reportou a venda de 290 mil toneladas de soja para a China. As importações da oleaginosa pela nação asiática só no primeiro semestre desse ano tiveram aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.

Milho - Na contramão da soja, o milho fechou a semana em baixa. O mercado viu, a princípio, números dentro do esperado e registrou uma reação mais morna aos novos números do USDA depois de uma sessão de boas altas nesta quinta-feira (9), pré-relatório, quando o cereal atingiu o recorde dos US$ 8,49 por bushel. Na sessão desta sexta, as perdas nos principais vencimentos ficaram entre 10 e 18,25 pontos.
Entretanto, assim como no caso da soja, o departamento norte-americano também promoveu uma redução em suas estimativas para produção, produtividade e estoques nos Estados Unidos e, como explicaram os analistas de mercado, trata-se de um boletim, portanto, altista. A produção norte-americana deverá registrar uma baixa de 100 milhões de toneladas, o volume projetado hoje foi de 273,9 milhões contra a estimativa inicial de 365 milhões de toneladas.

Mercado - A reação do mercado ao reporte do USDA foi pouco expressiva, segundo analistas. Porém, essa não é a realidade dos preços, que devem logo voltar a subir. Nesta quinta-feira (9), os grãos registraram boas altas tentando antecipar os números divulgados nesta sexta e esse avanço acabou "limitando" movimentos mais significativos neste pregão.

Segundo explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, "o relatório é extremamente altista. O USDA foi obrigado a cortar estimativas de exportação para "fazer a matématica funcionar", pois não tem como mostrar um número negativo de estoques tanto para soja quanto para milho. Ou seja, dados "jogam a realidade na cara do mercado" e o mercado sabe que é preciso racionar. As estimativas de exportação estão muito baixas, mas serão maiores no final das contas. Precisaremos de preços mais altos para racionar o que é preciso racionar", disse.

De acordo com o analista, a reação dos preços foi mais um reflexo do movimento de "compra de boatos e venda de fatos". Sendo assim, o que poderá ser visto até meados de setembro são os futuros tanto da soja quanto do milho testando novas máximas diante do atual quadro de oferta e demanda.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes