Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 2 de julho de 2012

MERCADO: SOJA INICIA SEMANA COM POUCOS NEGÓCIOS E PREÇOS MISTOS

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com poucos
negócios e preços mistos. Com praticamente toda a safra disponível negociada,
a comercialização se restringiu às vendas antecipadas, mas mesmo assim em
pequeno volume.
Em algumas praças, as cotações foram pressionadas pela queda do dólar.
Em outras, a alta em Chicago e a falta de produto sustentaram os preços.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 71,50 para R$ 71,00. Na
região das Missões, o preço da saca recuou de R$ 71,00 para R$ 70,50. No
porto de Rio Grande, os preços subiram de R$ 71,00 para R$ 70,50 por saca.
Em Cascavel, no Paraná, o preço seguiu em R$ 69,00 por saca. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 71,00 por saca, contra R$ 72,00 na
sexta-feira. Em Rondonópolis (MT), o preço estabilizou em R$ 66,00 por saca.
Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 68,00, estável.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações desta segunda-feira com preços mais altos para o grão e o farelo e
mais baixos para o óleo. O clima desfavorável ao desenvolvimento das lavouras
norte-americanas voltou a dar sustentação aos contratos. As previsões
meteorológicas indicam mais uma semana de temperaturas elevadas e clima seco.
Diante deste quadro, os participantes começam a adicionar prêmio de risco e
trabalham com a possibilidade cada vez maior da safra americana ficar abaixo do
esperado inicialmente.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
19,50 centavos de dólar a US$ 15,32 1/4 por bushel. A posição agosto teve
ganho de 12,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,94 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo teve preço de US$ 437,80 por
tonelada, com alta de US$ 8,30. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 52,30 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,09 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações desta segunda-feira em queda
de 1,14%, cotado a R$ 1,9850 para compra e R$ 1,9870 para venda. Durante o
pregão na BM&FBovespa, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 1,9850 e a máxima
de R$ 2,0140.


FONTE: Safras e Mercado.

Clima seco nos EUA confere mais um pregão de alta para os grãos

Liderados pelo milho, os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago continuam subindo na Bolsa de Chicago e fecharam com boas altas nesta segunda-feira. O cereal fechou o dia com altas superiores a 20 pontos nos principais vencimentos. A soja e o trigo também ficaram do lado positivo da tabela, porém, vinham devolveram parte dos expressivos ganhos registrados mais cedo. A oleaginosa, no entanto, conseguiu retomar parte do fôlego.

A situação climática nos Estados Unidos continua caótica e bastante desfavorável para para o bom desenvolvimento das lavouras de grãos no país. Diante disso, como informou a consultoria PHDerivativos, de Chicago, a agência CropCast, que faz estimativas baseadas em imagens de satélites e previsões meteorológicas reduziu seus números para a produtividade norte-americana, prevendo 40,6 bushels por acre para a soja e 150,6 bushels para o milho.

"A agência defende que estas previsões são baseadas não somente no estrago já causado, mas no estrago que SERÁ causado nas próximas duas semanas, já que a previsão é de continuidade da tendência atual de forte calor e chuvas esparsas", diz o analista Pedro Dejneka, da PHDerivativos.

A tendência, daqui para frente, é de que essas estimativas de agências privadas e governamentais continuem caindo enquanto o clima não reverter essa situação de calor intenso e falta de chuvas suficientes.

O mercado em Chicago está muito atento à toda e qualquer notícia ou movimentação do clima. O calor segue acima do normal, as lavouras se defendem, como disse Dejneka, e os preços continuam refletindo essa possibilidade de uma oferta menor de milho e ainda mais escassa de soja.

Caso haja uma correção dos preços causada por uma realização de lucros ou movimentos similares por conta de chuvas pontuais, os investidores irão encará-la como uma oportunidade de compra até que o clima se "torne mais amigável", explica o analista.

A demanda pela oleaginosa norte-americana continua aquecida e é outro fator de sustentação para os preços. Nesta segunda (2), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 1,19 milhão de toneladas de soja da safra 2012/13 para destinos desconhecidos. "Me parece que, cada vez mais, quem pode adiantar suas compras quanto a safra nova o está fazendo. A situação é realmente complicada no momento", alerta Dejneka.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 29 de junho de 2012

SOJA: PREOCUPAÇÕES COM CLIMA E OUTROS MERCADOS IMPULSIONAM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações desta sexta-feira com preços acentuadamente mais
altos. As preocupações com o clima nas regiões produtoras dos Estados Unidos
e o bom desempenho de outros mercados impulsionaram as cotações, com os
contratos com vencimento em julho rompendo a barreira de US$ 15,00 por bushel. O
aguardado relatório do Departamento de Agricultura americano, o USDA, para
área e estoques não trouxe surpresas e pouco impactou na composição dos
preços futuros.
Os boletins meteorológicos seguem indicando clima seco e temperaturas
elevadas, condições que poderão comprometer a produtividade da nova safra
americana. Para completar o quadro positivo aos preços, o dólar recuou frente
a outras moedas e petróleo e ações subiram, reflexo do otimismo em relação
a um cenário mais estável para a economia da Eurozona.
Os produtores norte-americanos deverão plantar 76,1 milhões de acres com
soja na temporada 2012/13, com elevação de 1% sobre o ano passado, quando
foram semeados 74,976 milhões de acres. A área a ser colhida está projetada
em 75,3 milhões de acres, com aumento de 2%.
O USDA indica recorde de área plantada para os estados de Nova York,
Dakota do Norte e Pensilvânia. Na Dakota do Sul, o plantio se igualaria ao
recorde anterior. O relatório confirmou o sentimento do mercado ao indicar uma
área superior ao levantamento de intenção de plantio, divulgado no final de
março, que apontava área de 73,9 milhões de acres. O mercado apostava, no
entanto, em área um pouco menor, em torno de 75,6 milhões de acres.
Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição
1o de junho, totalizaram 667 milhões de bushels. O volume estocado subiu 8% na
comparação com igual período de 2011. O mercado esperava número em torno de
640 milhões de bushels. Do total, 179 milhões de bushels estão armazenados
com os produtores, com baixa de 18%. Os estoques fora das fazendas somam 488
milhões de bushels, com alta de 22%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
46,75 centavos de dólar a US$ 15,12 3/4 por bushel. A posição agosto teve
ganho de 35,75 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,82 por bushel.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo teve preço de US$ 429,50 por
tonelada, com alta de US$ 8,20. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 52,39 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 1,30 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Clima adverso persiste nos EUA e soja fecha a semana com forte alta na Bolsa de Chicago

O mercado internacional da soja explodiu em Chicago nesta sexta-feira. Os futuros da oleaginosa operaram com firmes e significativas altas durante toda a sessão. O vencimento julho bateu o patamar dos US$ 15 por bushel, e encerrou o dia cotado a US$ 15,12, subindo 46,75 pontos. O contrato mais relevante no momento, novembro/12, fechou valendo U$ 14,27, com alta de 24,25 pontos.

Na sessão desta sexta, o mercado deixou de lado as informações do relatório divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre um aumento de área e dos estoques físicos de soja nos Estados Unidos e focou, novamente, o clima seco e quente no país e também o dia bastante positivo no mercado financeiro.

As lavouras norte-americanas continuam sofrendo com as altas temperaturas e a falta de chuvas, como vêm sinalizando os modelous europeus de meteorologia e isso estimula a alta do mercado. A região mais preocupante é o Corn Belt, principal área produtora de grãos norte-americana.

As condições desfavoráveis de clima nos EUA criam o temor de uma possível redução na produtividade da soja, que, mesmo que não se confirme, ainda assim deverá ser insuficiente para atender a demanda e abastecer os estoques adequadamente. Essa situação já se confirma no milho, que vem sentindo os efeitos da seca em sua fase de polinização, estágio onde a água é fundamental para o bom desenvolvimento das plantas.

Paralelamente, o mercado de grãos ainda encontra impulso para continuar subindo no macrocenário. Nesta sexta-feira, foi anunciado um acordo vindo da reunião de cúpula da União Europeia que foi muito bem recebido pelos mercados. Com isso, as principais bolsas de valores do mundo registraram um dia muito positivo e o dólar exibiu um forte e expressivo recuo.

Porém, a cautela deve permanecer. Como explicou Pedro Dejneka, analista da PHDerivativos, "nada está resolvido a longo prazo. O acordo assinado é apenas um novo capítulo na complicada realidade econômica que vivemos hoje".

Milho - Os futuros do milho também encerraram a sexta-feira em alta. Porém, os ganhos foram bem mais modestos do que os registrados para a soja. O cereal encontrou sustentação no avanço dos mercados vizinhos e também nas condições climáticas adversas dos Estados Unidos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Grãos: Clima nos EUA e relatório do USDA determinam volatilidade

A quinta-feira foi de muita volatilidade para o mercado internacional da soja na Bolsa de Chicago e os futuros da oleaginosa fecharam o dia em baixa. O mercado oscilou várias vezes entre os campos positivo, negativo e misto. Porém, as perdas registradas nesta sessão foram pequenas, ficando entre 7,75 e 12,75 pontos. O trigo também fechou positivo, e o milho, porém, conseguiu manter o fôlego e terminar em alta.

Segundo informações da consultoria PHDerivativos, de Chicago, essa volatilidade é natural de um weather market, o chamado mercado climático, uma vez que os investidores operam a cada divulgação de mapa com previsões. Como explicou o analista Pedro Dejneka, da PHDerivativos, a divergência dos modelos de previsão do tempo americanos (GFS) e europeus (Euro) de continua deixando o mercado nervoso.

Paralelamente, a divulgação do relatório de área de plantio nos Estados Unidos por parte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que acontece nesta sexta-feira (29) também acaba deixando o mercado mais confuso.

À espera dos dados do departamento norte-americano, os investidores observam os fundamentos climáticos positivos e ao mesmo tempo buscam um melhor posicionamento antes do reporte. A movimentação desses agentes traz mais volatilidade ao mercado, além de um movimento de realização de lucros.

Clima nos Estados Unidos - As lavouras norte-americanas sofrem com o calor excessivo e a falta de chuvas. As plantações, principalmente as de milho, encontram-se em estágios onde a água é fundamental e por conta dessa seca já há o temor de que a produtividade da soja seja reduzida e a confirmação no caso do milho.

Como já foi dito, os modelos europeu e americano de meteorologia estão divergindo sobre as condições para os próximos dias. Enquanto o dos Estados Unidos indica precipitações tendo início nesta sexta (29) em boa parte do Corn Belt, o da Europa ainda indica dias mais quentes e secos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 26 de junho de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA DE POUCOS NEGÓCIOS E PREÇOS MISTOS

MERCADO: SOJA TEM DIA DE POUCOS NEGÓCIOS E PREÇOS MISTOS


SAFRAS (26) - O mercado brasileiro de soja teve um dia de poucos
negócios e de preços mistos nas principais praças do país. Os vendedores
seguem retraídos e a oferta no disponível é agitada, até porque o mercado
aproveitou os bons preços e vendeu quase toda soja da safra atual. A
movimentação ficou restrita a negócios pontuais e envolvendo pequenos
volumes.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu para R$ 70,00 por saca,
contra R$ 69,00 por saca da segunda. Na região das Missões, o preço passou de
R$ 68,50 por saca para 69,50 por saca. No porto de Rio Grande, os preços
ficaram em R$ 71,50 por saca, estabilizados.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 68,00 por saca, inalterado.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 72,00 por saca, contra R$
73,00 de ontem. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 65,00 por saca para
R$ 66,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 67,00, contra R$ 66,00 da
segunda.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações desta terça-feira com preços mais baixos. O mercado iniciou o dia
no território positivo, dando continuidade ao recente movimento de alta,
deflagrado por compras por parte de fundos e especuladores, reflexo das
preocupações com o clima seco nas regiões produtoras dos Estados Unidos, que
poderia comprometer a produtividade.
Ao longo do dia, no entanto, os participantes retiraram parte do prêmio de
risco climático e optaram por realizar lucros. Os agentes também estão
buscando um melhor posicionamento frente ao relatório de área plantada em 2012
nos Estados Unidos, que será divulgado na sexta-feira pelo Departamento de
Agricultura norte-americano, o USDA.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com baixa de
12,00 centavos de dólar a US$ 14,70 1/2 por bushel. A posição agosto teve
perda de 11,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,55 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo teve preço de US$ 424,20 por
tonelada, com baixa de US$ 5,90. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 51,06 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,39 centavo
frente ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,29%,
cotado a R$ 2,0700 na compra e a R$ 2,0720 na venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0620 e a máxima de R$ 2,0790.


FONTE: Safras e Mercado.

Em sessão volátil, soja volta a realizar lucros e tem baixa de dois dígitos

Em uma sessão volátil, os futuros da soja e do trigo negociados na Bolsa de Chicago voltaram a recuar nesta terça-feira (26). Os preços já operaram do lado negativo da tabela, retomaram o fôlego e passaram a subir, porém, não sustentaram as altas e voltaram a cair. Analistas afirmam que os investidores aproveitaram a falta de novidades e novamente voltaram a realizar lucros depois das intensas valorizações registradas ontem.

Por volta das 14h (horário de Brasília), a soja tinha baixa de 14,75 a 17,75 pontos nos principais vencimentos negociados na CBOT. O trigo registrava rápidas baixas que não chegavam a 1 ponto. Já o milho se mantinha em campo positivo, porém, reduzindo levemente os ganhos exibidos mais cedo.

Essa reversão dos preços, no entanto, não indica uma mudança da tendência de alta para os preços dos grãos. O principal fator que influencia o mercado no momento é o clima adverso nos Estados Unidos e a previsão é de que as condições continuem desfavoráveis às lavouras nos próximos dez dias.

As lavouras norte-americanas sofrem com a falta de chuvas e altas temperaturas, as quais ameaçam a produtividade, nesse momento, mais intensamente do milho. Nesta segunda-feira (25), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu último relatório semanal de acompanhamento de safra indicando um baixa no índice de plantações em boas ou excelentes condições tanto da soja quanto do milho, e isso deve continuar dando sustentação aos preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 25 de junho de 2012

MERCADO: SACA DA SOJA SUPERA R$ 70,00 EM RIO GRANDE E PARANAGUÁ

Os preços da soja subiram nas principais praças de
comercialização do país na abertura da semana, acompanhando a firmeza do
câmbio e, principalmente, a alta acentuada nos contratos futuros em Chicago. A
comercialização, no entanto, foi prejudicada pela oferta escassa. Os
compradores seguem retraídos, apostando em preços ainda melhores no curto
prazo.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu para R$ 69,00 por saca,
contra R$ 67,00 por saca da sexta. Na região das Missões, o preço passou de
R$ 66,50 por saca para 68,50 por saca. No porto de Rio Grande, os preços
ficaram em R$ 71,50 por saca, contra R$ 69,50 por saca na sexta.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 68,00 por saca, contra R$
67,00. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 73,00 por saca,
contra R$ 70,00 por saca. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 63,50 por
saca para R$ 65,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 66,00, contra R$ 65,00
por saca do último dia útil.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações desta segunda-feira com preços mais altos. As projeções de clima
seco e temperaturas elevadas para o cinturão produtor dos Estados Unidos
trouxeram fundos e especuladores para a ponta compradora, impulsionando os
contratos.
A previsão é de que as condições desfavoráveis ao desenvolvimento das
lavouras persistam por 10 dias, o que pode prejudicar a produtividade da safra
norte-americana. Os agentes também buscam um melhor posicionamento frente ao
relatório de área do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA),
que será divulgado na sexta, 29.
As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 9,182
milhões de bushels na semana encerrada no dia 21 de junho, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 11,240 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
8,895 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro,
as inspeções estão em 1,230,128 bilhão de bushels, contra 1,419 bilhão de
bushels no acumulado do ano-safra anterior.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
40,25 centavos de dólar a US$ 14,82 3/4 por bushel. A posição agosto teve
ganho de 41,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,67 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição agosto do farelo teve preço de US$ 430,10 por
tonelada, com alta de US$ 11,00. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 51,45 centavos de dólar por libra-peso, alta de 1,61 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com ligeira alta de
0,09%, cotado a R$ 2,0640 na compra e a R$ 2,0660 na venda. Durante o dia, a
moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 2,0660 e a máxima de R$
2,0790.


FONTE: Safras e Mercado.

Grãos: Clima nos EUA volta a determinar forte alta em Chicago

Segunda-feira excepcional para o mercado internacional de grãos. A soja fechou o dia com mais de 40 pontos de alta, o milho no limite de alta e o trigo subindo mais de 50 pontos, liderando as altas da sessão. Negócios diante de um mercado extremamente climático.

As condições continuam adversas nos Estados Unidos. As temperaturas continuam altas e a falta de chuvas persiste. Além disso, a previsão para os próximos dias é de que o clima se mantenha assim, impulsionando ainda mais os fundos e especuladores para a ponta compradora do mercado.

Essas previsões apontam para um clima quente e seco nos EUA por mais cerca de 10 dias, o que pode prejudicar a produtividade da safra norte-americana.

O temor é de que em um ano de uma oferta já bastante curta, os Estados Unidos sofram com uma quebra de safra, reduzindo ainda mais os estoques no segundo semestre. Diante disso, os investidores estão colocando prêmio climático em cima dos preços, impulsionando mais ainda a alta das cotações.

Além disso, os investidores ainda buscam um melhor posicionamento antes do novo relatório de área de plantio que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 29.

No caso da soja, outro fator que estimula os preços é a demanda aquecida pela oleaginosa norte-americana. Nesta segunda-feira, o departamento anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja dos EUA para a China a serem entregues na temporada 2012/13.

Essa confirmação do mercado climático se deu em um dia de extrema pressão negativa no mercado financeiro e dados ruins sobre as exportações norte-americanas. Na Europa, as principais bolsas europeias encerraram a segunda-feira com a pior queda diária em três semanas. Na Ásia as bolsas também encerraram no vermelho e, no Brasil, a Bovespa também registrou um forte recuo.

As incertezas sobre a crise na Europa continuam crescendo e se agravando e a aversão ao risco por parte dos investidores aumenta a cada dia, fazendo com que os agentes do mercado migrem de ativos mais arriscados para outros mais seguros, como o dólar, por exemplo.

Porém, o mercado internacional futuro de grãos mostra-se bastante descolado dessa influência do macrocenário, desconsiderando, no pregão de hoje, qualquer pressão negativa que pudesse vir do financeiro, registrando altas explosivas.

Além disso, o USDA ainda divulgou dados de embarques semanais norte-americanos de soja, os quais ficaram abaixo das expectativas do mercado, informações que também não intimidaram as altas da oleaginosa.

Mercado interno da soja - No mercado interno brasileiro, a soja segue batendo recordes. A explosão dos preços em Chicago, a alta do dólar e os prêmios elevados estimulam a altas dos preços e, nesta segunda, em Paranaguá a soja fechou o dia com a saca valendo R$ 70 e no porto de Rio Grande a R$ 70,50. Durante o dia, as cotações bateram os R$ 71.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 22 de junho de 2012

SOJA: CHICAGO ENCERRA COM PREÇOS MAIS ALTOS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações desta sexta-feira com cotações mais altas para o
grão e mais baixas para o farelo e óleo. O clima voltou a ditar o ritmo dos
negócios no mercado hoje. Investidores estão preocupados com a safra do país,
após a América do Sul ter apresentado uma quebra na safra de verão devido a
estiagem. O tempo quente e seco no cinturão produtor dos EUA não tem sinais de
que vá virar a curto prazo, o que manteve os preços em alta durante todo o
dia.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
4,00 centavos de dólar a US$ 14,42 1/2 por bushel. A posição agosto teve
ganho de 3,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,26 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 422,0 por
tonelada, com baixa de US$ 7,00. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 49,74 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,07 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.