Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 22 de junho de 2012

Clima seco persiste nos EUA e grãos continuam em alta na CBOT

Nesta sexta-feira, o mercado internacional de grãos voltou a registrar um avanço dos preços depois da realização de lucros no pregão de ontem. Os futuros da soja, do milho e do trigo ampliaram seus ganhos na manhã de hoje e, por volta das 12h20 (horário de Brasília), a oleaginosa tinha ganhos de mais de 20 pontos nos principais vencimentos. Os grãos também trabalhavam com altas de dois dígitos.

O clima adverso nos Estados Unidos segue como principal fator de impulso para as cotações. No Corn Belt - principal região produtora de grãos norte-americana - o tempo está seco e as temperaturas elevadas. A previsão é de que as condições se mantenham assim por mais alguns dias.

As condições não são favoráveis para o desenvolvimento das lavouras e poderia comprometer a produtividade norte-americana, ajustando ainda mais a oferta de soja, que já registra previsões de ser bastante restrita. Porém, as lavouras que mais sofrem com esse tempo são as do milho, que já se encontram em um estágio mais avançado.

"Os pontos onde a seca é mais expressiva são as Planícies Centrais, as regiões central e sul do Meio-Oeste e no norte do Delta. Essa estiagem, agregada a altas temperaturas, tem preocupado bastante os produtores de soja e milho, e já provocou a perda de qualidade das plantações nas últimas semanas. Com os trabalhos de campo antecipados nesta safra, a última semana de junho e as duas primeiras de julho serão fundamentais para a determinação da produção agrícola especialmente com o milho em fase de polinização, fase muito importante do desenvolvimento. ", disse o meteorologista Kyle Tapley, agrometeorologista do instituto MDA EarthSat Weather.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 21 de junho de 2012

SOJA: CHUVAS NOS EUA E TEMORES ECONÔMICOS MUNDIAIS DERRUBAM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações desta quinta-feira com cotações significativamente
mais baixas. O mercado foi pressionado pela ocorrência de chuvas em partes do
Meio Oeste dos Estados Unidos durante a madrugada. As precipitações ficaram
acima da expectativa na parte oeste do cinturão produtor, mas áreas do leste e
sul seguem com déficit hídrico. Um movimento de realização de lucros foi
observado. As incertezas em relação à economia mundial completaram o quadro
negativo.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 163.800 toneladas
na semana encerrada em 14 de junho, contra 425.100 toneladas na semana anterior.
Destinos desconhecidos (101.500 toneladas) foi o principal comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Para a temporada 2012/13, as exportações líquidas norte-americanas de
soja ficaram em 444.200 toneladas na mesma semana, contra 580.000 toneladas na
semana anterior. China (434.000 toneladas) foi o principal comprador.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com baixa de
8,00 centavos de dólar a US$ 14,38 1/2 por bushel. A posição agosto teve
perda de 14,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,23 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 429,0 por
tonelada, com alta de US$ 1,60. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 49,81 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,00 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Soja retoma fôlego e volta a subir. Milho e trigo caminham de lado

Nesta quarta-feira (20), os futuros da soja recuperaram o fôlego e voltaram a operar em alta na Bolsa de Chicago. A oleaginosa iniciou esse pregão no azul, mas logo passou a atuar em território misto. Às 14h20 (horário de Brasília), os principais contratos registravam ganhos entre 5 e 8 pontos. O milho e o trigo, por outro lado, operavam sem direção nos negócios de hoje.

As condições de clima adverso nos Estados Unidos ainda dão sustentação ao preços. A falta de chuvas e as altas temperaturas vêm preocupando os produtores e chamando a atenção dos trades, já que a redução da produtividade implicaria em uma produção e estoques ainda menores nos Estados Unidos.

Os mapas climáticos apontam que pontos importantes no Corn Belt - principal região produtora de grãos do país - irão receber volumes de chuvas bem abaixo do normal, o que torna a situação ainda mais preocupante. No estado de Indiana, a umidade do solo está bastante baixa.

Porém, mesmo operando do lado positivo da tabela, há um movimento de realização de lucros por parte dos trader depois das altas de mais de 60 pontos registradas ao longo dos negócios desta terça-feira (19).

Enquanto a soja registra seu quarto dia consecutivo de alta, os preços do milho caminham sem uma direção definida em Chicago. Esse mercado de lado reflete também uma realização de lucros depois de ontem o grão ter subido mais de 11 pontos nos principais vencimentos.

Além disso, analistas afirmam que mesmo que a produção norte-americana venha a registrar uma quebra por conta de problemas climáticos, o volume produzido será historicamente alto, perspectivas que já vêm pressionando o mercado há algumas sessões.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

SOJA: CHICAGO FECHA COM PREÇOS MAIS ALTOS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quarta-feira com cotações mais altas. O mercado
estende os ganhos de terça-feira, sustentado pelas preocupações em relação
ao clima nos Estados Unidos. O sentimento é que a escassez de chuvas pode
afetar a produção norte-americana, reduzindo a oferta de soja mundial.
Os índices adequados de umidade do solo oscilaram bastante na última
semana na maioria dos estados produtores de soja dos Estados Unidos. Relatório
do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), com data de 19 de
junho, indica que o percentual de umidade adequada é de 29 pontos em Illinois e
de 15 pontos em Indiana, ante 22% e 25% na semana anterior, respectivamente.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
12,75 centavos de dólar a US$ 14,46 1/2 por bushel. A posição agosto teve
ganho de 15,75 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,37 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 427,4 por
tonelada, com baixa de US$ 0,50. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 50,81 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,37 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Oferta escassa e clima adverso nos EUA levam soja a fechar com mais de 40 pts de alta

Nesta terça-feira (19), a soja fechou o dia com firmes e expressivas altas na Bolsa de Chicago. Ao longo do dia, os preços chegaram a subir mais de 60 pontos nos principais vencimentos, porém, encerraram os negócios com ganhos de pouco menos de 50 pontos. As principais bases de suporte do mercado foram o clima adverso nos Estados Unidos e a já conhecida escassa oferta mundial da commodity.

O clima nas principais regiões produtoras de grãos dos Estados Unidos está muito quente e seco. As condições não são favoráveis para as lavouras e já criam o temor de uma redução da produtividade norte-americana, principalmente sobre as plantações de soja. Na última semana, menos de 5% das chuvas "normais" caíram em partes dos estados de Iowa e Illinois, importantes estados produtores nos EUA.

Confirmando essa preocupação, o último relatório de acompanhamento de safra divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) apontou um recuo do índice de lavouras em boas ou excelentes condições tanto para a oleaginosa quanto para o milho.

Segundo o boletim do departamento norte-americano, entre as plantações de milho, 63% estão em condições boas ou excelentes, contra 66% da semana passada e 70% do mesmo período no ano passado. No caso da soja, os números recuaram de 60% das lavouras em bom estado para apenas 56%. Nesse mesmo período em 2011, o índice era de 68%.

Como explicou o analista de mercado Liones Severo, a situação nos Estados Unidos está bastante preocupante e foi o principal fator de alta para os preços nesta segunda-feira. "Já há uma escassez de soja no mundo e o mercado está reagindo. Não tem mais soja no Brasil, há muito pouco na Argentina e toda a demanda está pressionando os Estados Unidos". Diante desse cenário bastante positivo para os preços, a tendência é de estabilidade daqui em diante. "O mercado deverá ficar, em média, em US$ 14,50", completou Severo.

O analista diz ainda que a situação de oferta é preocupante. Mesmo com uma melhora do clima nos Estados Unidos resultando em uma safra cheia, ainda assim os estoques continuarão baixos. E a situação se agrava muito se o clima permanecer quente e seco como está, o que poderá gerar uma quebra da safra e um problema de abastecimento mundial.

"Caso volte a chover nos Estados Unidos nos próximos dias, pode haver um impacto nos preços com uma realização de lucros, principalmente por parte dos fundos. Mas depois, voltam a subir por conta dessa estabilidade que os preços estão alcançando", disse Severo.

Mercado Interno - E acompanhando as fortes altas no mercado externo, os preços da soja no mercado doméstico seguem batendo recordes. Nos porto de Rio Grande, o preço da soja bateu os R$ 68,50 por saca no disponível e R$ 62,00 para a safra nova - 2012/13.

Farelo de Soja - Outro fator que impulsionou os preços da soja em grão na Bolsa de Chicago foi a a escassez também de farelo no mercado mundial. Nesta terça-feira, a tonelada chegou a ser negociada a R$ 1050,00, registrando preços recordes.

Segundo Liones, essa falta de farelo também é bastante preocupante, uma vez que trata-se de uma das proteínas mais importantes do mundo. E com essa falta ao redor de soja ao redor do mundo, assim como os preços do grãos, as cotações do derivado também encontram estímulos para subir.

Mercado Financeiro - Severo confirmou ainda que o mercado futuro de grãos há tempos está descolado do financeiro. "Se ainda estivesse muito ligado, não teria subido como subiu nesta terça-feira (19)", pois a situação ainda é de muita incerteza sobre o futuro da economia da Zona do Euro.

Para o analista, a crise na Europa não influencia diretamente pois a principal demanda pelos grãos vem da Ásia e não mais da Europa, como antigamente. Os países asiáticos, como explicou, continuam exibindo demandas aquecidas e isso também estimula muito o mercado. A crise europeia influencia diretamente mercados como o de café, açúcar e suco de laranja, mas soja, milho e trigo, não, de acordo com Liones Severo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MERCADO: PREÇOS DA SOJA SOBEM NO BRASIL, MAS LENTIDÃO PERSISTE

O mercado interno de soja seguiu lento de negócios nesta
segunda-feira. Há pouca oferta disponível na maior parte das principais
praças de comercialização do País, fator que, naturalmente, trava o mercado.
Embora de forma nominal, os preços apresentaram alta quase que generalizada
hoje, diante da valorização tanto dos contratos futuros da oleaginosa na Bolsa
de Chicago como do dólar frente ao Real.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos se manteve na casa dos R$ 65,00
por saca. Na região das Missões, o preço passou de R$ 64,00 por saca para
64,50 por saca. No porto de Rio Grande, os preços ficaram em R$ 66,80 por saca,
contra R$ 65,00 por saca na sexta-feira.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 65,00 por saca, contra R$
63,50 por saca na sexta-feira. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço
de R$ 67,50 por saca, contra R$ 67,00 por saca. Em Rondonópolis (MT), o preço
subiu de R$ 61,00 por saca para R$ 62,00 por saca. Em Dourados (MS), a saca
fechou em R$ 62,00, contra R$ 61,00 por saca do último dia útil.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da segunda-feira com cotações mais altas. Assim como os contratos
vizinhos do trigo e do milho, a oleaginosa refletiu o tempo quente e seco nos
EUA. Investidores estão preocupados com a falta de umidade, que pode prejudicar
o desenvolvimento das lavouras e afetar os rendimentos. Ainda hoje, o USDA
atualiza seu relatório semanal de condições das lavouras.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
8,25 centavos de dólar a US$ 13,76 por bushel. A posição agosto teve ganho
de 13,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,70 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 412,19 por
tonelada, com alta de US$ 2,80. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 48,76 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,32 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial fechou a segunda-feira com alta de 0,63%, cotado a R$
2,0550 na compra e a R$ 2,0570 na venda.



FONTE: Safras e Mercado.

Chicago: Grãos fecham o dia com boas altas diante de clima adverso nos EUA

Nesta segunda-feira, os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão com boas e expressivas altas. Além da influência positiva vinda do macrocenário, o mercado encontrou suporte também nas previsões climáticas para os Estados Unidos, fator que, segundo explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, de Chicago, foi o principal trampolim para o avanço das cotações.

As lavouras norte-americanas sofrem com o clima quente e seco no país e as condições adversas vêm estimulando novas altas nos mercados da soja, do milho e do trigo. O temor é de que a falta de chuvas e as altas temperaturas possam comprometer a produtividade das plantações, frustrando as expectativas para uma safra recorde de milho e ajustando ainda mais a já preocupante safra de soja.

Diante desse clima "preocupante" nos Estados Unidos e com previsões de que se mantenha assim nos próximos dias, Dejneka afirma que a tendência para esta semana é positiva, porém, ainda sensível a qualquer surpresa ou notícia negativa vinda do mercado financeiro. No atual momento e no estágio em que estão as lavouras, o clima prejudica mais o desenvolvimento do milho do que a da soja.

Para o segundo semestre, principalmente baseando-se em fundamentos, o cenário para os preços da soja são bastante positivos, e o mercado deverá estar atento ao comportamento dos negócios no médio e no longo prazo. No entanto, o milho deverá seguir na contramão desse caminho positivo. Na safra 12/13, a produção nos EUA deverá se aproximar de um volume recorde, mesmo que sofra alguma quebra por conta do clima. Além disso, há a safrinha recorde também no Brasil e isso deve colaborar para os preços em baixa nos próximos meses.

"A situação para o milho no segundo semestre é contrário à soja. Os estoques estarão amplos e a situação de oferta x demanda não é complicada. Por isso, no médio e longo prazo, os preços deverão ser menores. Já para a soja, a tendência é muito positiva, uma vez que a oferta deve ser bastante apertada", disse o analista.

Mercado Financeiro - Um dia de menos nervosismo no mercado financeiro também contribui para o fechamento positivo do mercado internacional de grãos. O resultado das eleições presidenciais na Grécia foi positivo e bem recebido pelos investidores.

Por outro lado, os analistas e traders ainda não descartam a extrema necessidade de cautela e da possibilidade do contínuo aumento da aversão ao risco. O que aconteceu no último domingo é apenas um caminho para uma solução. No entanto, ainda há a preocupação com o delicado e frágil momento do sistema bancário da Espanha e o temor de que outras economias possam ser contagiadas pela crise, como a Itália, por exemplo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 15 de junho de 2012

SOJA: CHICAGO FECHA COM PREÇOS MISTOS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da sexta-feira com cotações mistas. A oleaginosa teve
desempenho misto hoje, devido a fatores internos e externos. Os primeiros
contratos foram pressionados pelas incertezas em relação a economia da zona do
euro. Com as eleições da Grécia marcadas para este final de semana,
investidores adotaram uma postura mais cautelosa. Porém, os contratos mais
distantes se beneficiaram das incertezas climáticas dos EUA - com chuvas
insuficientes e previsões conflitantes - e da forte demanda pela soja
estadunidense.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com queda
de 10,00 centavos de dólar a US$ 13,76 por bushel. A posição agosto teve
baixa de 6,75 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,57 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 410,10 por
tonelada, com baixa de US$ 6,40. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 48,44 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,44 centavo frente
ao fechamento anterior.

FONTE: Safras e Mercado.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

MERCADO: OFERTA RESTRITA MANTÉM SOJA COM NEGOCIAÇÕES TRAVADAS NO BRASIL

O mercado físico brasileiro de soja seguiu travado nesta
quinta-feira. Há pouco produto disponível, remanescente da safra 2011/12.
Assim, a liquidez fica restrita e o mercado, esvaziado. Apesar da queda no
dólar e no mercado futuro de Chicago, os preços da oleaginosa subiram em
algumas praças, refletindo exatamente a questão da oferta restrita. Enquanto
isso, em outras localidades, o dia foi de preços mas baixos, diante do
comportamento de queda dos principais referenciais do mercado.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou dos R$ 64,20 de ontem para
R$ 65,00 por saca. Na região das Missões, o preço passou de R$ 64,00 para R$
64,50 por saca. No porto de Rio Grande, os preços ficaram em R$ 67,00 por saca,
estável em relação a ontem.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 64,00 por saca, sem
alterações. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 67,00 por
saca, inalterado. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 61,00 por saca para
R$ 60,00 por saca. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 61,50, contra R$ 61,00
por saca ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da quinta-feira com cotações em queda. Apesar das boas quantidades
das vendas semanais estadunidenses e de dados positivos do esmagamento nos EUA,
a oleaginosa foi pressionada pelas operações de realização de lucros por
mais uma sessão. Segundo analistas consultados por agências internacionais, a
fraqueza foi provocada pela liquidação de posições compradas por parte de
fundos especulativos. As preocupações com o cenário econômico mundial
também acabaram pesando sobre os preços da soja hoje.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com queda
de 22,25 centavos de dólar a US$ 13,86 por bushel. A posição agosto teve
baixa de 14,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,63 3/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 416,50 por
tonelada, com baixa de US$ 5,50. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 48,00 centavos de dólar por libra-peso, queda de 1,10 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com queda de 0,67%, a R$ 2,0560 para compra e a
R$ 2,0580 para venda. Na sessão de quarta-feira, a divisa havia encerrado em
alta de 0,33%, cotado a R$ 2,0720.


FONTE: Safras e Mercado.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Soja fecha o dia com posições de curto prazo perdendo quase 30 pts

A soja encerrou esta quarta-feira com perdas de mais de 30 pontos na Bolsa de Chicago. Os traders que atuam no mercado internacional estiveram atentos ao agravamento das preocupações com a crise financeira na Europa e os fundos de investimentos aproveitaram para liquidar suas posições. O milho e o trigo também fecharam no vermelho.

Os reflexos mais abrangentes da crise econômica na Europa criam uma forte tensão no mercado, que preocupa-se agora com a possibilidade de um contágio de economias europeias maiores, como a da Itália, por exemplo. Com isso, as principais bolsas de valores ao redor do mundo operam em queda nesta quarta-feira.

Os investidores vêm se deparando com soluções pouco ou nada substanciais para os problemas que se agravam a cada dia. Três dias após a liberação de um total de 100 bilhões de euros em recursos para a recapitalização do sistema bancário da Espanha, a agência de classificação de risco Fitch rebaixou mais de 18 bancos do país.

Outro foco são as eleições presidenciais que acontecem na Grécia no próximo domingo e que ameaçam a permanência do país na Zona do Euro e a continuidade dos acordos já firmados sobre os pacotes de ajuda financeira destinados à economia grega.

Tantas dúvidas seguem aumentando a aversão ao risco e estimulando uma fuga dos fundos de investimento de ativos mais arriscados, como commodities. A relação do mercado financeiro com as commodities agrícolas tem se estreitado bastante e permitindo consecutivas sessões marcadas por uma correção de preços apesar dos fundamentos positivos.

Analistas afirmam que a crise na União Europeia vem se aprofundando nos últimos dias por conta da falta de intervenção dos líderes do bloco, Alemanha e França. O jornal O Estado de S. Paulo informou hoje que nos bastidores, sabe-se que a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, François Hollande, negociam reformas na governança europeia, mas desde o resgate da Espanha nenhum comentário sobre as propostas na mesa foi feito. "A situação da Espanha, por exemplo, é pior do que a da última semana", avaliou Nordine Naam, analista do banco francês de investimentos Naxitis.

Clima nos Estados Unidos - Além das atenções focadas no andamento do financeiro, o mercado também passa ser climático agora. Até o momento, as condiçoes climáticas nos Estados Unidos são favoráveis, com as lavouras recebendo as chuvas na medida. Por conta disso, as expectativas para os próximos dias é bastante grande.

No caso do trigo, o clima na Europa também influencia e as melhores condições registradas nos últimos dias contribuíram para o fechamento negativo do cereal, que foi influenciado ainda pelo dia ruim para a soja e para o milho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes