Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 13 de junho de 2012

SOJA: CHICAGO FECHA EM QUEDA, POR REALIZAÇÃO DE LUCROS

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quarta-feira com cotações em queda. A oleaginosa
foi pressionada durante todo o dia pela realização de lucros após os avanços
de ontem. A previsão de chuvas no cinturão produtor dos EUA também
pressionou as cotações.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com queda
de 26,75 centavos de dólar a US$ 14,08 1/4 por bushel. A posição agosto teve
baixa de 23,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,77 3/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 422,00 por
tonelada, com baixa de US$ 11,00. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 49,27 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,62 centavo
frente ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Soja: No Brasil, preço no porto para abril/maio já bate R$ 61/saca

No mercado interno, os preços da soja continuam históricos e a alta segue refletindo os bons momentos da oleaginosa na Bolsa de Chicago atrelados a alta do dólar frente ao real. Nos portos de Paranaguá e de Rio Grande, a saca de soja vale R$ 67,70, registrando os maiores preços dos últimos tempos. Além disso, há informações ainda de que já há preços para as negociações com a novas safra brasileira - 2012/13 - no mercado físico que estão por volta de R$ 61,00/saca para abril/maio.

Nesta terça-feira (12), na Bolsa de Chicago, os futuros da soja encerraram as operações em campo positivo em mais uma dia de poucas novidades expressivas. O mercado vinha esperando o relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), porém, o boletim veio com dados nada surpreendentes para a soja e esse foi o foco do mercado um tempo curto, imediatamente após o reporte.

Os números divulgados para a soja, principalmente sobre os Estados Unidos - que indicaram uma pequena redução nas estimativas para os estoques finais norte-americanos -, vieram em linha com as expectativas dos traders. Com isso, os investidores voltaram a focar o andamento do mercado financeiro e também as condições climáticas nos Estados Unidos. "Agora temos um mercado extremamente climático, que vai poder reagir", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

O quadro continua sinalizando, portanto, um mercado complexo e ainda marcado pela volatilidade latente. As incertezas climáticas e mais a falta de soluções para os problemas pelos quais passa a economia mundial continuam exigindo a cautela por parte dos investidores.

Além disso, analistas afirmam ainda que os estoques de soja reportados pelo USDA hoje não refletem a real situação no país. A estimativa é de que estes sejam os menores estoques de passagem dos últimos tempos, o que reforça a existência de uma tendência de médio e longo prazo de preços também historicamente altos.

Já no mercado do milho a situação foi diferente e os dados divulgados nesta terça-feira pressionaram as cotações na Bolsa de Chicago. Os preços terminaram a terça-feira com baixas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos depois de confirmadas as expectativas do mercado de que o USDA reportaria dados recordes sobre a produção não só norte-americana como mundial de milho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: SOJA SEGUE COM POUCA OFERTA DISPONIVEL NO BRASIL

O mercado físico brasileiro de soja teve um dia (ainda
mais) lento de negócios. A maior parte da safra 2011/12 já foi comercializada
pelos produtores brasileiros. Assim, a tendência é de que o mercado fique cada
mais esvaziado nos próximos meses - pelo menos no disponível - até que
comecem a chegar aos armazéns os grãos da nova temporada, 2012/13. Nesta
terça-feira, os preços ficaram entre estáveis a mais altos para a oleaginosa
nas principais praças de comercialização do Brasil, com suporte na
valorização do dólar e dos contratos futuros de Chicago.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou dos R$ 63,80 da
segunda-feira para R$ 64,50 por saca. Na região das Missões, o preço subiu de
R$ 63,20 por saca para R$ 64,00 por saca. No porto de Rio Grande, os preços
subiram de R$ 67,00 por saca para R$ 68,00 por saca.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 63,00 por saca. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 67,50 por saca, contra R$ 66,50 da
segunda-feira. Em Rondonópolis (MT), o preço se manteve em R$ 61,00 por saca.
Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 61,00, contra R$ 60,00 na segunda-feira.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com cotações em alta. O relatório mensal de
oferta & demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
repercutiu de forma positiva no mercado.
O corte efetuado na estimativa de estoques finais dos Estados Unidos na
safra 2011/12 ofereceu suporte para a elevação das cotações da soja em
Chicago, uma vez que aumenta a "responsabilidade" da nova safra. A quebra na
produção da América Latina devido à estiagem neste ano fez com que a demanda
se deslocasse para os Estados Unidos, o que causou uma redução nos estoques
finais.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com alta de
10,25 centavos de dólar a US$ 14,35 por bushel. A posição agosto teve alta
de 2,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,01 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 429,80 por
tonelada, com alta de US$ 4,30. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 49,72 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,02 centavo frente
ao fechamento anterior.


Câmbio

O dólar comercial encerrou com alta de 0,38%, a R$ 2,0630 para compra e a
R$ 2,0650 para venda. Na sessão de segunda-feira, a divisa havia encerrado em
alta de 1,73%, cotado a R$ 2,0570.


FONTE: Safras e Mercado.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

SOJA: NA VÉSPERA DO USDA, GRÃO E FARELO FECHAM NO TERRITÓRIO NEGATIVO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da segunda-feira com preços mais baixos para o grão e
o farelo e firmes para o óleo. Os contratos iniciaram o dia no território
positivo, sustentados pelo cenário fundamental de aperto na oferta e pelos
fatores macroeconômicos positivos. No decorrer do dia, no entanto, o mercado
sofreu pressão da expectativa de melhora no clima nos Estados Unidos e da
tentativa dos participantes em ser posicionar frente ao relatório de junho do
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado nesta
terça-feira, 11, às 9h30min.
O USDA deverá cortar as atuais projeções os estoques finais de soja dos
Estados Unidos na temporada 2011/12. Para 2012/13, a previsão é de uma pequena
revisão para cima.
Corretores e analistas consultados por agência internacionais apostam em
estoques finais de 197 milhões de bushels para 2011/12, contra 210 milhões de
maio. Para 2012/13, a previsão é de carryover de 147 milhões de bushels,
contra 145 milhões do relatório anterior.
Com a queda na safra sul-americana, os compradores voltaram seu foco ao
mercado dos Estados Unidos. Com isso, a expectativa é de um aumento nas
exportações americanas, o que deverá justificar o corte esperado pelo USDA
nos estoques finais.
O mercado também deverá prestar atenção aos números para a produção
da América do Sul em 2011/12. A aposta é de que o USDA indique safra
brasileira próxima de 65,6 milhões de toneladas. Em maio, a estimativa era de
65 milhões. Para a Argentina, a produção deverá ser cortada de 42,5 milhões
para 40,7 milhões de toneladas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com perda de
1,50 centavo de dólar a US$ 14,24 3/4 por bushel. A posição agosto teve
baixa de 1,50 centavo de dólar, encerrando a US$ 13,99 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 428,00 por
tonelada, com baixa de US$ 1,80. Os contratos do óleo com vencimento em agosto
fecharam a 49,94 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,27 centavo frente
ao fechamento anterior.

Inspeções

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 14,215
milhões de bushels na semana encerrada no dia 07 de junho, conforme relatório
semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na
semana anterior, as inspeções haviam atingido 17,162 milhões de bushels
(número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de 7,655
milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de setembro, as
inspeções estão em 1,180,521 bilhão de bushels, contra 1,405 bilhão de
bushels no acumulado do ano-safra anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Soja registra recorde no mercado interno e bate R$68/sc em Paranaguá

Nesta segunda-feira, os preços da soja bateram recordes no mercado interno brasileiro. No Porto de Paranaguá, o dia terminou com a saca de soja valendo R$ 68,00, maior cotação de todos os tempos. No Porto de Rio Grande, o valor foi de R$ 67,70. Essa forte alta foi resultado de uma junção do avanço do dólar, dos prêmios em alta, da já conhecida falta de soja e dos momentos de preços em alta na sessão de hoje na Bolsa de Chicago.

Apesar da abertura bastante positiva da oleaginosa no mercado internacional, os preços voltaram a recuar e encerraram os negócios em campo positivo, porém, com baixas que não chegaram aos dois pontos nos principais vencimentos. A pressão negativa veio do esfriamento dos ânimos no mercado financeiro, que foram estimulados pelo pacote de resgate aos bancos da Espanha acordado no último sábado (10). Os grãos também encerraram no vermelho, com o milho liderando as baixas, que superaram os 10 pontos nos principais vencimentos.

Depois da euforia inicial do mercado, uma injeção de realidade trouxe de volta a cautela aos investidores, que novamente focaram as incertezas que continuam rondando a economia europeia, apesar dessas soluções temporárias apresentadas pelas autoridades da Zona do Euro. Como explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, "essas pseudo-soluções nada mais são do que band-aids temporários para uma ferida que necessita de pontos".

Dejneka reiterou a falta de substância nos detalhes desses pacotes, principal fator que esfria qualquer melhor perspectiva para o mercado. "Com tudo isso, os mercados de commodities são empurrados e puxados pra cima e pra baixo de acordo com o ânimo dos investidores de peso (especuladores)", completou o analista.

Paralelamente, há demais fatores que vêm sustentando esse mercado extremamente volátil e complexo, como o clima, as notícias sobre demanda e ainda as especulações. Esse fechamento próximo da estabilidade no mercado da soja, com oscilações pouco expressivas, foi, portanto, resultado de mais um dia de ausência de novidades, "sem ter o que comprar ou vender".

No entanto, nesta terça-feira, 12 de junho, o mercado deverá dar atenção à divulgação do relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e aos números que serão divulgados para os grãos - soja, milho e trigo - e a influência que irão exercer sobre o mercado.

Além disso, é importante ainda acompanhar os mapas climáticos sobre as condições nos Estados Unidos para as próximas duas semanas. "É preciso que se faça isso antes de tentar se adotar a existência de uma nova tendência de curto prazo", disse Dejneka.

O analista reforçou, portanto, a atenção à essa estreita relação entre a situação do mercado financeiro global e os fundamentos que movem o mecanismo de cada commodity agrícola, não só da soja. Para a oleaginosa, Dejneka disse que "a nuvem cinza do macrocenário continua sobre estes fundamentos de oferta x demanda e não se pode ficar muito "confortável" com qualquer análise altista no momento, até que tenhamos soluções mais sustentáveis aos problemas da Europa e economia mundial, o que me parece cada vez mais difícil. Para que os fundamentos fortes da soja possam conseguir sustentar e impulsionar os preços a novas altas, precisaremos de que no mínimo não tenhamos pânico geral no macro. Porém, é preciso lembrar que o problema maior não é necessariamente econômico, mas sim, político, tanto aqui nos EUA quanto na Europa. E até que se acertem, as soluções econômicas que poderíam ser criadas, ficarão só no sonho".


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Chicago: Apesar de recuperação, soja fecha a semana no vermelho

Em uma sexta-feira de bastante volatilidade, a soja encerrou os negócios em baixa na Bolsa de Chicago. Durante o pregão, os futuros da oleaginosa chegaram a operar com baixas próximas dos 20 pontos, se recuperaram, trabalharam em território misto, mas voltaram a recuar e fecharam no vermelho.

Nesta quinta-feira (7), a soja disparou e fechou o dia com mais de 40 pontos de alta refletindo bons fundamentos e novidades sobre a demana. Já na sessão desta sexta, os negócios foram marcados pela realização de lucros, inevitável depois do forte avanço e das incertezas que ainda rondam o mercado.

O cenário macroeconômico voltou a pesar sobre o mercado de commodities agrícolas. A situação na Europa ainda é preocupante e não há sinais de medidas concretas que pudessem conter de forma eficaz a crise no continente. Isso acaba trazendo de volta a aversão ao risco que afasta os investidores de ativos mais voláteis e sensíveis, como as commodities.

Além disso,analistas afirmam que os participantes do mercado também deverão retirar parte dos prêmios de risco climático que foram adicionados nos últimos dias, já que apostam em uma mudança nas condições para os próximos dias.

O mercado futuro da soja ainda é bastante incerto e deverá continuar assim na próxima semana, como explicou o analista de mercado Daniel D'Ávilla, da New Edge Consultoria, direto de Nova York. "Não acredito que seja um mercado que deva cair muito, mas ainda tem bastante coisa pra acontecer", disse. O analista afirma que será necessária atenção para o desenrolar do cenário econômico mundial, do clima nos Estados Unidos e dos próximos dados que serão divulgados sobre a safra norte-americana 2012/13.

Na próxima terça-feira, 12, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seu novo relatório de oferta e demanda e os números deverão trazer movimento ao mercado internaciona de grãos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Soja: USDA anuncia nova venda para a China e impulsiona mercado em Chicago

O USDA (Departamento de Agricultura) anunciou a venda de 120 mil toneladas de soja para a China e isso está dando ainda mais impulso às cotações da soja na Bolsa de Chicago. O contrato julho/12 chegou a subir mais de 40 pontos durante o pregão desta quarta-feira e, por volta das 14h50 (horário de Brasília), operava com alta de 35,25 pontos.

Durante esta tarde, os negócios continuavam trazendo altas maiores para os vencimentos referentes à safra 2011/12, mas, ainda assim, as posições de longo prazo também exibiam firme e bons avanços. O novembro subia mais de 21 pontos, cotado a US$ 12,97.

Os fundamentos positivos continuam como foco dos investidores, uma vez que para o longo prazo também há expectativas de que oferta de soja seja apertada e de que a demanda continue crescendo. Nem mesmo o bom desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos tem pressionado muito os preços até o momento por conta dessas projeções preocupantes.

Além disso, outro fator que vem sustentando os preços da oleaginosa em grão é a escassez de farelo. Como explicou o analista de mercado Liones Severo, "a proteína extraída da soja correponde a cerca de 80% da soja em grão e contribui na mesma proporção para a formação do preço do grão, restando cerca de 20% em óleo de soja, que completa o preço da oleaginosa".

Paralelamente, o melhor desempenho do mercado financeiro nesta quarta-feira também contribui para as altas. Há um otimismo por parte dos traders diante de novas medidas para a contenção da crise na Europa e isso acaba deixando os investidores menos avessos ao risco.

Confirmando esse cenário, a consultoria alemã Oil World afirmou que a recente queda dos preços da soja em Chicago - cerca de 11% me maio - poderia estimular uma volta dos fundos às compras provocando uma recuperação dos preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 5 de junho de 2012

MERCADO: SOJA TEM DIA DE PREÇOS FIRMES, MAS DE POUCOS NEGÓCIOS

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais baixos
nesta terça-feira no mercado físico brasileiro, seguindo a sinalização
positiva da Bolsa de Mercadorias de Chicago. O dólar recuou frente ao real,
freando a recuperação e mantendo ritmo apenas moderado de negócios.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos passou dos R$ 60,50 da
segunda-feira para R$ 61,00 por saca. Na região das Missões, o preço passou
de R$ 60,00 por saca para R$ 60,50 por saca. No porto de Rio Grande, os preços
subiram de R$ 63,00 para R$ 64,00 por saca.
Em Cascavel, no Paraná, o preço permaneceu em R$ 61,00 por saca. No porto
de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 63,00 por saca, sem alterações.
Em Rondonópolis (MT), o preço avançou de R$ 58,00 para R$ 59,30 por saca. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 58,00, sem alterações.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços mais altos. A recuperação foi
determinada pelo cenário fundamental de longo prazo, que aponta aperto na
relação mundial de oferta e demanda. A previsão meteorológica, indicando
clima seco e temperaturas elevadas para o Meio Oeste americano nos próximos
dias, também contribuiu para a sustentação.
Por enquanto, no entanto, o desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos
é satisfatório. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgou ontem relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de soja.
Até 03 de junho, a área plantada está apontada em 94%. Na semana anterior, o
dado era de 89%, contra 63% de igual período do ano passado e 75% de média.
Segundo o USDA, 65% estão entre boas e excelentes condições, 29% em
situação regular e 6% em condições entre ruins e muito ruins.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com ganho de
9,50 centavos de dólar a US$ 13,49 1/2 por bushel. A posição agosto teve
alta de 12,75 centavo de dólar, encerrando a US$ 13,32 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 400,00 por
tonelada, com alta de US$ 3,90. Os contratos do óleo com vencimento em julho
fecharam a 48,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,19 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou hoje na cotação mínima do dia, com queda de
1,70%, a R$ 2,0150 para compra e a R$ 2,0170 para venda. Durante o dia, a moeda
norte-americana registrou a cotação máxima de R$ 2,0620.


FONTE: Safras e Mercado.

SOJA: APERTO DA OFERTA GLOBAL SUSTENTA CONTRATOS EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da terça-feira com preços mais altos. A recuperação
foi determinada pelo cenário fundamental de longo prazo, que aponta aperto na
relação mundial de oferta e demanda. A previsão meteorológica, indicando
clima seco e temperaturas elevadas para o Meio Oeste americano nos próximos
dias, também contribuiu para a sustentação.
Por enquanto, no entanto, o desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos
é satisfatório. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgou ontem relatório sobre a evolução do plantio das lavouras de soja.
Até 03 de junho, a área plantada está apontada em 94%. Na semana anterior, o
dado era de 89%, contra 63% de igual período do ano passado e 75% de média.
Segundo o USDA, 65% estão entre boas e excelentes condições, 29% em
situação regular e 6% em condições entre ruins e muito ruins.
Os contratos da soja em grão com vencimento em julho fecharam com ganho de
9,50 centavos de dólar a US$ 13,49 1/2 por bushel. A posição agosto teve
alta de 12,75 centavo de dólar, encerrando a US$ 13,32 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo teve preço de US$ 400,00 por
tonelada, com alta de US$ 3,90. Os contratos do óleo com vencimento em julho
fecharam a 48,50 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,19 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Soja: Com sessão volátil, mercado opera em campo misto em Chicago

O mercado internacional da soja enfrenta mais uma sessão marcada pela volatilidade nesta segunda-feira na Bolsa de Chicago. Durante a madrugada, os futuros da oleaginosa trabalharam em campo negativo, passaram para o positivo registrando ganhos de mais de 10 pontos, e agora operam em terreno misto. Por volta das 14h40 (horário de Brasília), o contrato julho perdia 4 pontos, o agosto operava estável, sem variação, e os vencimentos de longo prazo tinham leve alta. O milho e o trigo, porém, seguem sua trajetória de alta.

Apesar das preocupações com o clima nos Estados Unidos, fator que mantém o milho em alta, essa semana também começou com os investidores atentos ao comportamento do macrocenário. O mercado financeiro continua sentido a pressão vinda das preocupações com o futuro da Zona do Euro e também com uma sequência de dados negativos sobre a economia dos EUA, como explicou o analista de mercado João Carlos Kopp.

Esse quadro marcado pelas incertezas acaba mantendo a aversão ao risco ainda bastante presente nos negócios, o que acaba limitando a expressão da força dos fundamentos. Com isso, novas baixas das cotações podem acontecer, de acordo com analistas.

"Ainda temos um grande espaço para a liquidação de posições nos principais grãos - soja, milho e trigo - e com isto deveremos ver a deterioração dos preços em reais, porém menos intensa do que as quedas que deveremos observar nas bolsas, pois os prêmios devem continuar o movimento de alta e possivelmente veremos a marcação de prêmios recordes no Brasil", disse Kopp.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes