Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 16 de abril de 2012

Soja tem baixa de dois dígitos com realização de lucros na CBOT

Nesta segunda-feira, os futuros da soja voltaram a registrar fortes baixas. Na sessão regular de hoje, os principais vencimentos perdiam mais de 20 pontos na Bolsa de Chicago, por volta das 13h25 (horário de Brasília). O vencimento maio, referência para a safra brasileira, era cotado a US$ 14,15/bushel, perdendo 21,25 pontos.

O mercado internacional da oleaginosa registra mais um dia de intensas realizações de lucros. O movimento já vinha sendo sinalizado pelos analistas e, segundo os mesmos, é algo natural.
Diante da falta de novidades entre os fundamentos - que, no entanto, seguem bastante positivos e sólidos - os investidores acabam "se justificando" na fragilidade do mercado financeiro, que se abalou por conta de notícias negativas vindas da China e da Europa, para se retirar das posições, buscando ativos mais seguros do que as commodities agrícolas.

"Isso já era esperado, já estava prevista essa realização de lucros. E nós sabemos que abril é, historicamente, um mês mais fraco. Até achamos estranho os preços não recuarem no início de abril", disse João Birkhan, analista de mercado da Centrogrãos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Grãos: Mercado realiza lucros e fecha a semana no vermelho em Chicago

Sexta-feira de realização para o mercado da soja na Bolsa de Chicago. Depois de registrarem expressivas altas nesta quinta-feira, de quase 20 pontos, os futuros da oleaginosa encerraram a semana no vermelho.

Analistas afirmam que o mau humor do mercado financeiro e a proximidade do final de semana pressionaram os preços ao afugentar os investidores, que optaram por realizar lucros na sessão de hoje.

O petróleo e importantes bolsas de valores mundiais operando em queda também pesaram sobre o mercado hoje e nem mesmo o anúncio de uma nova venda de soja dos Estados Unidos para a China impulsionou o mercado.

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 165 mil toneladas da oleaginosa para os chineses a serem entregues na temporada 2012/13. Ontem, foi feito o anúncio de 115 mil toneladas e mais 189 mil a destinos não revelados.

O milho e o trigo também fecharam em queda. Os grãos também realizaram lucros nesta sexta-feira. O milho ampliou suas perdas, que no início da sessão eram de pouco mais de 2 pontos e o trigo encerrou o dia com recuos de dois dígitos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Chicago: Demanda aquecida leva soja a fechar com quase 20 pts de alta

Nesta quinta-feira, a soja se recuperou das recentes perdas e fechou o dia com mais de 20 pontos de altas nos contratos mais próximos. A forte demanda pela oleaginosa norte-americana está dando um sólido suporte aos futuros da negociados na Bolsa de Chicago. O pregão noturno foi encerrado com modestas altas, porém, na sessão regular, os ganhos foram ampliados, permitindo um fechamento bastante positivo.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 115 mil toneladas de soja para a China, com entrega de 55 mil na temporada 11/12 e 100 mil na temporada 12/13, e mais 189 mil toneladas a destinos não revelados.

As vendas confirmam o momento de demanda aquecida em tempos de uma oferta mundial bastante restrita, principalmente em função da quebra da safra da América do Sul causada pela seca. A situação, portanto, é de um quadro fundamental ainda bastante positivo e sólido.

Nas últimas sessões, a soja registrou sessões de realização de lucros após ter atingido os melhores patamares de preços em sete meses. No entanto, como já havia sido sinalizado pelos analistas, as baixas seriam rapidamente compradas e é isso que pode ser visto nesta quinta-feira em Chicago.

O milho também operou em terreno positivo no pregão de hoje, porém, encerrou a quinta-feira no misto. O cereal encontrou impulso no bom desempenho dos mercados vizinhos e também nas altas registradas pelo petróleo. As oscilações foram bem leves e os ganhos registrados não chegaram aos 2 pontos.

Em um dia positivo, o trigo acompanhou a soja e o milho e também fechou em alta. Porém, as cotações do grão focaram ainda as condições climáticas adversas em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos, com a possibilidade de geadas em parte do cinturão.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Soja realiza lucros e fecha em baixa. Milho e trigo têm leve alta com recuperação técnica

A quarta-feira foi de realização de lucros para o mercado internacional de soja. A oleaginosa operou durante todo a sessão regular em território negativo e encerrou o dia em queda depois das fortes altas dos últimos dias.

O que estimulou essa realização de lucros foram as vendas por parte dos fundos. Porém, o dia no financeiro foi positivo e o desempenho das demais commodities agrícolas não afetou os negócios em Chicago. Além disso, o dólar recuou frente a outras moedas e também fechou em baixa.

Analistas afirmam que essas perdas

terça-feira, 10 de abril de 2012

Em dia de USDA, soja foca mercado financeiro e fecha em baixa

A soja encerrou a terça-feira em queda na Bolsa de Chicago. O mercado iniciou a sessão regular de hoje subindo, porém, por volta das 14h, as cotações começaram a recuar e acabaram cedendo a uma realização de lucros. De acordo com analistas, vendas por parte dos fundos pressionaram o mercado.

As altas do início do pregão refletiram os dados que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou hoje reduzindo suas estimativas para a safra e os estoques mundiais de soja.

A safra mundial de soja 2011/12 foi reduzida de 245,07 milhões de toneladas para 240,15 milhões de toneladas. Os estoques finais globais passaram de 57,30 milhões para 55,52 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi estimada em 66 milhões de toneladas, ante as 68,5 milhões estimadas em março. A estimativa para a colheita argentina também foi reduzida e passou de 46,5 milhões para 45 milhões de toneladas.

Porém, o mercado financeiro não teve um dia positivo e acabou influenciando a liquidação dos fundos e pressionou negativamente as commodities agrícolas.

As bolsas de valores ao redor do mundo fecharam em baixa diante de dados negativos vindos da China e do Japão apontando para um desempenho não muito bom de suas economias.

As baixas foram limitadas, portanto, pelos dados do USDA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Depois dos números do USDA, soja realiza lucros em Chicago

O mercado internacional da soja está reagindo aos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça-feira. Os futuros da oleaginosa operam em alta e já chegaram a subir mais de 10 pontos no início do pregão regular.

No entanto, por volta das 13h30 (horário de Brasília), as cotações começaram a devolver parte dos ganhos e registravam um ligeiro avanço de pouco mais de 3 pontos nos principais vencimentos, e o contrato novembro/12 operava com 1,75 ponto de baixa.

Os números do relatório desta terça-feira ficaram praticamente em linha com as expectativas do mercado e por isso acabou não provocando tanto furor no mercado. Desde janeiro, a valorização da soja na Bolsa de Chicago já chega a quase 20% por conta das perdas na América do Sul, e por isso, novidades sobre essa situação acabam não sendo tão expressivas para o mercado.

Como explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, o boletim não foi "tão altista" em relação aos estoques de soja, porém, as reduções feitas nas estimativas para a produção, principalmente na América do Sul, seguem dando suporte aos preços.

"O apoio continua, mas o mercado não deve subir em linha reta. Ainda poderemos ver realizações de lucros", disse Dejneka.

Hoje, o departamento norte-americano reduziu suas estimativas para as safras de soja do Brasil e da Argentina. Além disso, ainda cortou as projeções para os estoques finais e produção mundiais.

A safra mundial de soja 2011/12 foi reduzida de 245,07 milhões de toneladas para 240,15 milhões de toneladas. Os estoques finais globais passaram de 57,30 milhões para 55,52 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi estimada em 66 milhões de toneladas, ante as 68,5 milhões estimadas em março. A estimativa para a colheita argentina também foi reduzida e passou de 46,5 milhões para 45 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Soja e milho fecham o dia com realização de lucros à espera do USDA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta terça-feira, 10, seu novo relatório de oferta e demanda e essa expectativa tirou a direção do mercado internacional de grãos

A soja fechou o pregão noturno desta segunda-feira em terreno misto por conta, justamente, desta falta de direcionamento. Depois de uma sessão volátil, os vencimentos mais próximos encerraram o dia com perdas de pouco mais de 3 pontos e o novembro/12 com um ligeiro ganho de 0,50 ponto.

As baixas registradas hoje refletem um movimento de realização de lucros com os agentes de mercado tentando se posicionar melhor antes dos novos números que o USDA divulga amanhã e diante da falta de novidades fundamentais.

O cenário mundial, principalmente no caso da soja, é de oferta bastante restrita e demanda aquecida. A expectativa dos analistas é de que o departamento norte-americano reduza suas estimativas para as safras do Brasil e da Argentina, bem como as projeções para os estoques finais da safra 11/12 nos EUA.

No mercado do milho, o sentimento de incertezas também pressionou as cotações. Porém, as perdas foram mais acentuadas do que as registradas pela soja. Em alguns vencimentos, o recuo chegou a ser de dois dígitos no fechamento desta segunda-feira.

A expectativa dos traders para o cereal é de que o USDA traga projeções de uma área de plantio maior para a safra 2012/13 nos Estados Unidos e essa expectativa atuou como forte pressão negativa para o mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 5 de abril de 2012

SOJA: EXPORTAÇÕES POSITIVAS ACENTUAM GANHOS EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços predominantemente mais
altos. As exportações semanais americanas acima do esperado e o aperto na
oferta global do produto voltaram a dar sustentação aos preços. Os
participantes também buscaram um melhor posicionamento frente ao feriado de
Páscoa e ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA), na terça-feira, 10.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 406.900 toneladas
na semana encerrada em 29 de março, contra 471.900 toneladas na semana
anterior. China (257.200 toneladas) foi o principal país comprador. Segundo o
USDA, as vendas para a temporada 2012/13 somaram 706.000 toneladas, contra
120.400 toneladas na semana anterior.
A produção brasileira de soja na temporada 2011/12 deverá totalizar
66,815 milhões de toneladas, recuando 10% na comparação com a safra anterior,
que ficou em 74,380 milhões de toneladas. A previsão faz parte de
levantamento divulgado hoje por SAFRAS & Mercado. No relatório anterior,
divulgado no dia 2 de março, a previsão era de safra de 68,228 milhões de
toneladas. O corte ficou em 2%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com ganho de
14,50 centavos de dólar a US$ 14,34 por bushel. A posição julho teve
valorização de 14,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,37 3/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 391,90 por
tonelada, ganho de US$ 3,70. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 56,64 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,62 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja e milho encerram a semana em alta. Trigo recua

A soja encerrou a quinta-feira com altas de dois dígitos na Bolsa de Chicago. No último programa da semana, os futuros da oleaginosa terminaram a sessão regular com ganhos de mais de 14 pontos nos principais vencimentos. O cenário de demanda aquecida e oferta ajustada segue como principal fator de suporte para os preços.

Hoje, o mercado da soja voltou a subir diante de novos cortes nas estimativas para a safra da América do Sul, com a consultoria Informa Economics reduzindo suas projeções para o Brasil e para a Argentina e o adido do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) projetando uma colheita de 66 milhões de toneladas.Os números confirmam dias de oferta restrita no continente sulamericano e as preocupações com a necessidade de uma safra "perfeita" nos Estados Unidos na temporada 2012/13.

Além disso, as exportações semanais de soja dos EUA reportadas hoje pelo USDA ficaram acima das expectativas do mercado e contribuíram para o bom avanço das cotações nesta quinta-feira. Os norte-americanos exportaram, na semana encerrada no dia 29 de março, 1.112,9 milhão de toneladas.

Os dados confirmam o momento positivo da demanda, principalmente pela oleaginosa dos EUA diante da quebra de safra na América do Sul. A China continua sendo o principal destindo da commodity.

As boas exportações semanais também deram sustentação ao mercado do milho em Chicago. Os futuros do cereal encerraram o dia em território misto diante das vendas dos EUA ficando acima das projeções dos traders.

Outro fator positivo foram as altas do petróleo e dos metais.

Trigo - Na contramão dos mercados vizinhos, o trigo encerrou mais um dia em queda na CBOT. O grão operou boa parte do pregão em alta, porém, depois da metade da sessão começou a recuar e encerrou o dia no vermelho.

Previsão de clima favorável nos Estados Unidos, a alta do dólar e exportações semanais dentro das expectativas foram os principais fatores de pressão negativo para os preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quebra na safra da América do Sul volta ao foco e soja fecha em alta. Milho recua

Após trabalhar com muita volatilidade no início do pregão regular desta quarta-feira, o mercado da soja virou e passou para o lado positivo da tabela, encerrando o dia no azul. A quebra da safra na América do Sul voltou aos holofotes dos investidores.

Notícias de novas baixas nas safras do Brasil e da Argentina parecem ter criado uma nova faísca nos negócios depois da realização de lucros das últimas sessões. Hoje, a consultoria Informa Economics reduziu sua projeção para a safra argentina de soja para 45 milhões de toneladas e a do Brasil para 66,5 milhões. Anteriormente, as estimativas eram de 47,5 milhões e 68 milhões de toneladas, respectivamente.

O cenário fundamental é positivo para os negócios. O momento é de demanda bastante aquecida, principalmente por parte da China, que esta semana já comprou mais 120 mil toneladas da oleaginosa dos EUA e pode aumentar seu esmagamento de soja este ano.

Porém, essa demanda enfrenta tempos de