Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Chicago: Demanda aquecida leva soja a fechar com quase 20 pts de alta

Nesta quinta-feira, a soja se recuperou das recentes perdas e fechou o dia com mais de 20 pontos de altas nos contratos mais próximos. A forte demanda pela oleaginosa norte-americana está dando um sólido suporte aos futuros da negociados na Bolsa de Chicago. O pregão noturno foi encerrado com modestas altas, porém, na sessão regular, os ganhos foram ampliados, permitindo um fechamento bastante positivo.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) anunciou a venda de 115 mil toneladas de soja para a China, com entrega de 55 mil na temporada 11/12 e 100 mil na temporada 12/13, e mais 189 mil toneladas a destinos não revelados.

As vendas confirmam o momento de demanda aquecida em tempos de uma oferta mundial bastante restrita, principalmente em função da quebra da safra da América do Sul causada pela seca. A situação, portanto, é de um quadro fundamental ainda bastante positivo e sólido.

Nas últimas sessões, a soja registrou sessões de realização de lucros após ter atingido os melhores patamares de preços em sete meses. No entanto, como já havia sido sinalizado pelos analistas, as baixas seriam rapidamente compradas e é isso que pode ser visto nesta quinta-feira em Chicago.

O milho também operou em terreno positivo no pregão de hoje, porém, encerrou a quinta-feira no misto. O cereal encontrou impulso no bom desempenho dos mercados vizinhos e também nas altas registradas pelo petróleo. As oscilações foram bem leves e os ganhos registrados não chegaram aos 2 pontos.

Em um dia positivo, o trigo acompanhou a soja e o milho e também fechou em alta. Porém, as cotações do grão focaram ainda as condições climáticas adversas em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos, com a possibilidade de geadas em parte do cinturão.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Soja realiza lucros e fecha em baixa. Milho e trigo têm leve alta com recuperação técnica

A quarta-feira foi de realização de lucros para o mercado internacional de soja. A oleaginosa operou durante todo a sessão regular em território negativo e encerrou o dia em queda depois das fortes altas dos últimos dias.

O que estimulou essa realização de lucros foram as vendas por parte dos fundos. Porém, o dia no financeiro foi positivo e o desempenho das demais commodities agrícolas não afetou os negócios em Chicago. Além disso, o dólar recuou frente a outras moedas e também fechou em baixa.

Analistas afirmam que essas perdas

terça-feira, 10 de abril de 2012

Em dia de USDA, soja foca mercado financeiro e fecha em baixa

A soja encerrou a terça-feira em queda na Bolsa de Chicago. O mercado iniciou a sessão regular de hoje subindo, porém, por volta das 14h, as cotações começaram a recuar e acabaram cedendo a uma realização de lucros. De acordo com analistas, vendas por parte dos fundos pressionaram o mercado.

As altas do início do pregão refletiram os dados que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou hoje reduzindo suas estimativas para a safra e os estoques mundiais de soja.

A safra mundial de soja 2011/12 foi reduzida de 245,07 milhões de toneladas para 240,15 milhões de toneladas. Os estoques finais globais passaram de 57,30 milhões para 55,52 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi estimada em 66 milhões de toneladas, ante as 68,5 milhões estimadas em março. A estimativa para a colheita argentina também foi reduzida e passou de 46,5 milhões para 45 milhões de toneladas.

Porém, o mercado financeiro não teve um dia positivo e acabou influenciando a liquidação dos fundos e pressionou negativamente as commodities agrícolas.

As bolsas de valores ao redor do mundo fecharam em baixa diante de dados negativos vindos da China e do Japão apontando para um desempenho não muito bom de suas economias.

As baixas foram limitadas, portanto, pelos dados do USDA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Depois dos números do USDA, soja realiza lucros em Chicago

O mercado internacional da soja está reagindo aos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta terça-feira. Os futuros da oleaginosa operam em alta e já chegaram a subir mais de 10 pontos no início do pregão regular.

No entanto, por volta das 13h30 (horário de Brasília), as cotações começaram a devolver parte dos ganhos e registravam um ligeiro avanço de pouco mais de 3 pontos nos principais vencimentos, e o contrato novembro/12 operava com 1,75 ponto de baixa.

Os números do relatório desta terça-feira ficaram praticamente em linha com as expectativas do mercado e por isso acabou não provocando tanto furor no mercado. Desde janeiro, a valorização da soja na Bolsa de Chicago já chega a quase 20% por conta das perdas na América do Sul, e por isso, novidades sobre essa situação acabam não sendo tão expressivas para o mercado.

Como explicou o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, o boletim não foi "tão altista" em relação aos estoques de soja, porém, as reduções feitas nas estimativas para a produção, principalmente na América do Sul, seguem dando suporte aos preços.

"O apoio continua, mas o mercado não deve subir em linha reta. Ainda poderemos ver realizações de lucros", disse Dejneka.

Hoje, o departamento norte-americano reduziu suas estimativas para as safras de soja do Brasil e da Argentina. Além disso, ainda cortou as projeções para os estoques finais e produção mundiais.

A safra mundial de soja 2011/12 foi reduzida de 245,07 milhões de toneladas para 240,15 milhões de toneladas. Os estoques finais globais passaram de 57,30 milhões para 55,52 milhões de toneladas.

A produção brasileira foi estimada em 66 milhões de toneladas, ante as 68,5 milhões estimadas em março. A estimativa para a colheita argentina também foi reduzida e passou de 46,5 milhões para 45 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Soja e milho fecham o dia com realização de lucros à espera do USDA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga nesta terça-feira, 10, seu novo relatório de oferta e demanda e essa expectativa tirou a direção do mercado internacional de grãos

A soja fechou o pregão noturno desta segunda-feira em terreno misto por conta, justamente, desta falta de direcionamento. Depois de uma sessão volátil, os vencimentos mais próximos encerraram o dia com perdas de pouco mais de 3 pontos e o novembro/12 com um ligeiro ganho de 0,50 ponto.

As baixas registradas hoje refletem um movimento de realização de lucros com os agentes de mercado tentando se posicionar melhor antes dos novos números que o USDA divulga amanhã e diante da falta de novidades fundamentais.

O cenário mundial, principalmente no caso da soja, é de oferta bastante restrita e demanda aquecida. A expectativa dos analistas é de que o departamento norte-americano reduza suas estimativas para as safras do Brasil e da Argentina, bem como as projeções para os estoques finais da safra 11/12 nos EUA.

No mercado do milho, o sentimento de incertezas também pressionou as cotações. Porém, as perdas foram mais acentuadas do que as registradas pela soja. Em alguns vencimentos, o recuo chegou a ser de dois dígitos no fechamento desta segunda-feira.

A expectativa dos traders para o cereal é de que o USDA traga projeções de uma área de plantio maior para a safra 2012/13 nos Estados Unidos e essa expectativa atuou como forte pressão negativa para o mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 5 de abril de 2012

SOJA: EXPORTAÇÕES POSITIVAS ACENTUAM GANHOS EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços predominantemente mais
altos. As exportações semanais americanas acima do esperado e o aperto na
oferta global do produto voltaram a dar sustentação aos preços. Os
participantes também buscaram um melhor posicionamento frente ao feriado de
Páscoa e ao relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados
Unidos (USDA), na terça-feira, 10.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 406.900 toneladas
na semana encerrada em 29 de março, contra 471.900 toneladas na semana
anterior. China (257.200 toneladas) foi o principal país comprador. Segundo o
USDA, as vendas para a temporada 2012/13 somaram 706.000 toneladas, contra
120.400 toneladas na semana anterior.
A produção brasileira de soja na temporada 2011/12 deverá totalizar
66,815 milhões de toneladas, recuando 10% na comparação com a safra anterior,
que ficou em 74,380 milhões de toneladas. A previsão faz parte de
levantamento divulgado hoje por SAFRAS & Mercado. No relatório anterior,
divulgado no dia 2 de março, a previsão era de safra de 68,228 milhões de
toneladas. O corte ficou em 2%.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com ganho de
14,50 centavos de dólar a US$ 14,34 por bushel. A posição julho teve
valorização de 14,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 14,37 3/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 391,90 por
tonelada, ganho de US$ 3,70. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 56,64 centavos de dólar por libra-peso, alta de 0,62 centavo frente
ao fechamento anterior.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja e milho encerram a semana em alta. Trigo recua

A soja encerrou a quinta-feira com altas de dois dígitos na Bolsa de Chicago. No último programa da semana, os futuros da oleaginosa terminaram a sessão regular com ganhos de mais de 14 pontos nos principais vencimentos. O cenário de demanda aquecida e oferta ajustada segue como principal fator de suporte para os preços.

Hoje, o mercado da soja voltou a subir diante de novos cortes nas estimativas para a safra da América do Sul, com a consultoria Informa Economics reduzindo suas projeções para o Brasil e para a Argentina e o adido do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) projetando uma colheita de 66 milhões de toneladas.Os números confirmam dias de oferta restrita no continente sulamericano e as preocupações com a necessidade de uma safra "perfeita" nos Estados Unidos na temporada 2012/13.

Além disso, as exportações semanais de soja dos EUA reportadas hoje pelo USDA ficaram acima das expectativas do mercado e contribuíram para o bom avanço das cotações nesta quinta-feira. Os norte-americanos exportaram, na semana encerrada no dia 29 de março, 1.112,9 milhão de toneladas.

Os dados confirmam o momento positivo da demanda, principalmente pela oleaginosa dos EUA diante da quebra de safra na América do Sul. A China continua sendo o principal destindo da commodity.

As boas exportações semanais também deram sustentação ao mercado do milho em Chicago. Os futuros do cereal encerraram o dia em território misto diante das vendas dos EUA ficando acima das projeções dos traders.

Outro fator positivo foram as altas do petróleo e dos metais.

Trigo - Na contramão dos mercados vizinhos, o trigo encerrou mais um dia em queda na CBOT. O grão operou boa parte do pregão em alta, porém, depois da metade da sessão começou a recuar e encerrou o dia no vermelho.

Previsão de clima favorável nos Estados Unidos, a alta do dólar e exportações semanais dentro das expectativas foram os principais fatores de pressão negativo para os preços.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quebra na safra da América do Sul volta ao foco e soja fecha em alta. Milho recua

Após trabalhar com muita volatilidade no início do pregão regular desta quarta-feira, o mercado da soja virou e passou para o lado positivo da tabela, encerrando o dia no azul. A quebra da safra na América do Sul voltou aos holofotes dos investidores.

Notícias de novas baixas nas safras do Brasil e da Argentina parecem ter criado uma nova faísca nos negócios depois da realização de lucros das últimas sessões. Hoje, a consultoria Informa Economics reduziu sua projeção para a safra argentina de soja para 45 milhões de toneladas e a do Brasil para 66,5 milhões. Anteriormente, as estimativas eram de 47,5 milhões e 68 milhões de toneladas, respectivamente.

O cenário fundamental é positivo para os negócios. O momento é de demanda bastante aquecida, principalmente por parte da China, que esta semana já comprou mais 120 mil toneladas da oleaginosa dos EUA e pode aumentar seu esmagamento de soja este ano.

Porém, essa demanda enfrenta tempos de

terça-feira, 3 de abril de 2012

Soja sucumbe à realização de lucros e fecha em queda. Milho encerra no misto

Dia de volatilidade no mercado internacional da soja. Nesta terça-feira, os futuros da oleaginosa negociados na Bolsa de Chicago fecharam o pregão noturno no vermelho, abriram a sessão regular com leves baixas, passaram a operar em território positivo - com altas superiores a 10 pontos - porém, fecharam o dia em queda, sucumbindo à realização de lucros.

Outro motivo que pressionou os preços no pregão de hoje foi o mercado financeiro e as preocupações com a dívida da Espanha. As principais bolsas de valores da Europa fecharam o dia em queda, com dados pesando principalmente sobre o setor bancário. Esse viés negativo acabou pesando para o fechamento negativo em Chicago.

Nas últimas sessões, a soja alcançou o maior patamar de preços em sete meses por conta do ajustado quadro de oferta e demanda. A quebra na produção da América do Sul e mais a estimativa de redução da área de plantio nos EUA na próxima safra anunciada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) vem dando sustentação ao mercado, no entanto, essa ligeira devolução de parte dos ganhos é natural, como explicam analistas.

Hoje, a Bolsa de Grãos de Rosário confirmou essa oferta restrita da soja sulamericana, reduzindo novamente, agora em 1,4 milhão de toneladas, sua estimativa para a produção da Argentina, que deve ser de 43,1 milhões de toneladas.

No entanto, assim como a realização de lucros já era prevista, novas altas também são. "Qualquer baixa será rapidamente comprada", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago, referindo-se a todos os participantes do mercado. "Tem bastante gente altista no mercado da soja neste momento", completou.

Como explicou Dejneka, o mercado está bastante nervoso e ansioso a espera de algumas definições sobre a próxima safra norte-americana, porém, essa volta das altas também já estava prevista. "Está tudo dentro do esperado". Além disso, a soja ainda tenta ganhar um pouco mais de área do milho e isso também estimula o mercado, uma vez que preços mais atrativos poderiam mudar as opções dos produtores.

No mercado do milho, os negócios se mantiveram em campo misto. Os contratos mais próximos ainda encontraram sustentação nos dados de estoques trimestrais norte-americanos menores do que o esperado reportados pelo USDA na última sexta-feira.

Por outro lado, os vencimentos mais distantes já sentem a pressão negativa de que caso se confirmem os números divulgados pelo departamento norte-americano, o milho deverá ter, na safra 2012/13, a maior área de plantio desde 1937.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Colheita da soja na reta final no Mato Grosso

Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), 97,4% da área de soja no estado foi colhida até o final de março.

Os trabalhos estão adiantados em relação à safra passada, quando neste mesmo período, a colheita atingira 92,5% da área.

A área plantada de soja aumentou 10,3% nesta temporada em relação à 2010/2011, totalizando 7,07 milhões de hectares.

O IMEA estima uma produção de 21,95 milhões de toneladas de soja. No ano passado, foram colhidas 20,56 milhões de toneladas no estado.


Fonte: Scot Consultoria