Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 20 de março de 2012

CBOT: Soja despenca e fecha o dia com mais de 20 pts de baixa

Nesta terça-feira, a soja despencou na Bolsa de Chicago. A oleaginosa encerrou o pregão noturno
de hoje com baixas de mais de 13 pontos, abriu a sessão regular em campo ainda negativo, ampliou suas perdas e encerrou o dia com quedas superiores a 20 pontos nos principais vencimentos. O contrato maio/12, referência para a safra brasileira, fechou cotado a US$ 13,53,
recuando 21,25 pontos.

De acordo com analistas, essa significativa queda, no entanto, nada mais foi do que uma continuação do movimento de realização de lucros iniciado pelo mercado nesta segunda-feira, após fortes altas registradas pela soja nas últimas sessões.

O cenário fundamental positivo que vem sendo registrado nos últimos três meses por conta das severas perdas na América do Sul causadas por uma forte estiagem e mais a demanda aquecida por parte da China permitiu que o mercado registrasse fortes avanços. A soja vem subindo por sessões consecutivas em Chicago, intercaladas apenas por essas breves realizações de lucros. Nos últimos três meses, a commodity negociada em Chicago teve uma alta de 24%.

Porém, quedas como estas observadas hoje já vinham sendo sinalizadas por analistas de mercado. Como explicou Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago, o movimento reflete a manifestação de um mercado eficaz e saudável. "Trata-se de uma simples e pura realização de lucros daqueles que lucraram muito com a alta, praticamente em linha reta, desde meados de janeiro, nos preços dos grãos, principalmente da soja".

Dejneka explica ainda que o mercado busca também novas informações para voltar a subir expressivamente, haja visto que as perdas na América do Sul e a demanda chinesa já foram absorvidas. "A faísca que nos trouxe essas altas já foi precificada no mercado". E agora o foco muda para as expectativas de um grande início de plantio nos EUA [safra 12/13], com o clima ajudando bastante", completou.

O analista ainda chama a atenção para a intensa participação dos fundos no mercado. Na última sexta-feira (16), a posição comprada dos fundos atingiu níveis quase iguais aos maiores já registrados.

-- "Muitos se posicionaram na compra, comprando quantias de contratos equivalentes ao que compraram ano passado, quando a soja chegou acima de $14,50 o bushel em Chicago", explicou Dejneka. "Isso trouxe maior cautela ao mercado e com o fechamento de ontem relativamente negativo, deu um incentivo maior aos participantes do mercado a retirarem seus lucros e aguardar uma maior definição de uma nova tendência de curto prazo", disse.

Porém, mesmo com movimentos como este registrados hoje, a tendência de alta da soja no médio e longo prazos não muda, já que o cenário permanece positivo e o quadro de oferta e demanda bastante ajustado.

Essa realização que pressionou a soja, também impactou os preços do milho e do trigo. O mercado, assim como a oleaginosa, deram início a este movimento ontem e fez com que os grãos ampliassem suas perdas nesta terça-feira.

No caso do trigo, porém, houve mais um fator negativo. Os investidores intensificaram essa realização de lucros diante de previsões de condições climáticas favoráveis no cinturão produtor do EUA, informação que também pesou sobre as cotações.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: QUEDA EM CHICAGO PRESSIONA PREÇOS DOMÉSTICOS DA SOJA

Os preços da soja recuaram nas principais praças do país
nesta terça-feira, acompanhando a queda forte das cotações futuras na Bolsa
de Chicago. A movimentação, a exemplo do que ocorreu ontem, perdeu ritmo,
apesar da valorização do dólar frente ao real.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 53,00 para R$ 52,50. Na
região das Missões, o preço passou de R$ 52,50 para R$ 52,00. No porto de
Rio Grande, os preços recuaram de R$ 56,50 para R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço baixou de R$ 52,30 para R$ 52,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca,
repetindo a segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço recuou de R$ 46,50 para R$
46,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 47,00, contra R$ 48,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços acentuadamente mais baixos. O mercado
realizou parte dos lucros acumulados nos últimos dias, estendendo as perdas da
segunda-feira. A alta do dólar - que reduz a competitividade norte-americana no
cenário exportador - e o sentimento de que o mercado está sobrecomprado -
diante da escassez de notícias de exportações - também influenciaram
negativamente.
Até o final do mês, as especulações sobre o plantio nos Estados Unidos
ficam no foco das atenções. No dia 30, o Departamento de Agricultura americano
(USDA) irá divulgar o relatório de intenção de plantio, o que deverá dar
as sinalizações iniciais sobre a preferência de cultivo do produtor
americano.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com perda de
21,50 centavos de dólar a US$ 13,45 por bushel. A posição julho teve
desvalorização de 21,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,52 1/4 por
bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 365,60 por
tonelada, queda de US$ 5,30. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 54,33 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 1,07 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com alta de 0,38%, R$
1,8160 para compra e R$ 1,8180 para venda. Durante o dia a moeda norte-americana
oscilou entre a mínima de R$ 1,8180 e a máxima de R$ 1,8370.


FONTE: Safras e Mercado.

segunda-feira, 19 de março de 2012

GRÃOS: GOVERNO DA RÚSSIA DIZ QUE NÃO VAI LIMITAR EXPORTAÇÕES

O governo da Rússia disse hoje que não deve utilizar
restrições nas exportações de grãos, já que a situação doméstica é
estável. Com isso teve fim uma série de especulações sobre a introdução de
taxas para combater a redução dos estoques causada por níveis recordes de
exportação.
As vendas do país durante a primeira metade da temporada 2011/12 subiram,
com analistas dizendo que as autoridades estavam dispostas a limitar as
exportações para um número em torno de 24 milhões e 25 milhões de toneladas
para garantir o abastecimento interno.
As vendas de grãos chegaram a 22 milhões de toneladas até o momento e
devem subir para 27 milhões de toneladas até o final do ano. Com informações
de agência internacionais.


FONTE: Safras e Mercado.

Em Chicago, soja segue operando em queda. Milho e trigo também recuam

A sequência de altas registrada pelo mercado internacional da soja está estimulando uma realização de lucros no início desta semana na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa na sessão regular de hoje seguem os passos do pregão noturno e seguem operando em terreno negativo.

O novo foco dos traders agora são as informações sobre o plantio da safra 2012/13 nos Estados Unidos. No dia 30, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga seus primeiros números oficiais sobre a próxima temporada.

As perdas provocadas pela seca na América do Sul, principalmente no Brasil e na Argentina, e a maior demanda pela soja dos EUA são dados já precificados pelo mercado, o que faz com que os futuros busquem novidades para voltarem a subir expressivamente.

Nos útlimos três meses, em função deste cenário, a soja subiu quase 24% em Chicago. Na última semana, o vencimento maio registraram uma alta de 3,21%, passando para US$ 13,80 e marcando o mais alto fechamento em seis meses.

Assim como a soja, os futuros do milho negociados em Chicago também recuam em função de uma realização de lucros.

Nas últimas sessões, o cereal também subiu estimulado por expectativas de uma maior demanda pelo produto norte-americano, principalmente por parte da China, que se depara com preços historicamente altos no mercado doméstico.

Paralelamente, os dados dos embarques semanais de milho dos EUA ficaram aquém do esperado e também acabam tirando parte da sustentação do mercado. Em relação à semana anterior, o volume embarcado foi bem menor.

O mesmo acontece no mercado do trigo. Os negócios entre os futuros do grão caminham por um viés negativo, também sentindo o peso da realização de lucros. O trigo, entre os grãos, registra as perdas mais acentuadas, com os primeiros vencimentos atuando com baixas de dois dígitos. Uma previsão de condições climáticas favoráveis no cinturão produtor dos EUA catalisa as quedas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 16 de março de 2012

Soja: Safras & Mercado estima produção da América do Sul em 123,148 mi t

A agência Safras & Mercado estimou a safra de soja da América do Sul em 123,148 milhões de toneladas no ciclo 2011/12. O total é 9% menor do que o colhido na safra 10/11 - 135,830 milhões de toneladas. A área também foi revista para cima em 2%, passando a ser estimada em 48,778 milhões de hectares.

A projeção da Safras para a produção brasileira de soja recuou 8% e passou a ser de 68.228 milhões de toneladas. A colheita da Argentina foi estimada em 46 milhões e a do Paraguai em 5 milhões de toneladas. As safras apresentam declínio de 7% e 50%, respectivamente.

Colheita - Ainda de acordo com um levantamento da Safras apresentado nesta sexta-feira, a colheita brasileira de soja já está concluída em 55% da área. O avanço dos trabalhos de campo foi bastante expressivo, haja visto que na semana anterior, esse índice era de 46%. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás são os estados mais adiantados.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Grãos se recuperam e encerram a semana no azul em Chicago

A soja encerrou a semana em alta na Bolsa de Chicago. Nesta sexta-feira, a volatilidade voltou ao mercado, porém, os futuros da oleaginosa focaram os fundamentos e fecharam a sexta-feira em campo positivo. Com isso, os preços da soja atingiram, novamente, os melhores níveis desde o dia 16 de setembro.

Durante os negócios de hoje, os contratos até foram pressionados por uma ligeira realização de lucros, movimento típico de sexta-feira, quando os investidores buscam um melhor posicionamento antes do final de semana.

Porém, os agentes acabaram dando voz, novamente, ao quadro apertado de oferta e demanda. A menor disponibilidade de soja na América do Sul, em função da seca que provocou uma quebra na produção, e a demanda aquecida pelo produto dos EUA ainda são os principais fatores de sustentaçao dos preços. As compras, principalmente por parte da China, devem aumentar.

Paralelamente, o bom desempenho das bolsas de valores e do petróleo e mais a desvalorização do dólar contribuíram para o avanço das cotações nesta sexta-feira. Hoje, o vencimento maio, referência para a safra brasileira, já supera os US$ 14 por bushel, passando a US$ 14,29, se somado ao prêmio no Porto de Paranaguá, que hoje é de 55 centavos de dólar por libra peso, com o fechamento de US$ 13,74 na CBOT.

O milho também encerrou a semana no azul. O mercado se focou, assim como no caso da soja, no dia positivo do mercado financeiro e nas expectativas de aumento da demanda pelo grão norte-americano.

O trigo, por sua vez, acompanhou o bom momento dos mercados vizinhos e também fechou a semana em território positivo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 15 de março de 2012

SOJA: COLHEITA ESTÁ ENCERRADA EM SORRISO (MT)

Os produtores de soja de Sorriso, no norte de Mato Grosso,
encerraram a colheita. As informações são do engenheiro agrônomo Sérgio
Rubin, da Planejamento Agrícola e Topografia Boa Safra, de atuação local, que
concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS. "Não temos mais notícia de
sojicultor no campo", relata. Na semana passada, o percentual era de 80%.
Segundo Rubin, a produtividade é que caiu bastante, cerca de 6 sacas de 60
quilos por hectare. "Inicialmente, esperávamos de 58 a 60 casas por hectare.
Mas teremos uma quebra de no mínimo 10% e fechar com 54 a 55 sacas por
hectare", explica. "Há dez anos que isto não acontecia", ressalta.
A ferrugem, o clima desfavorável - durante o desenvolvimento vegetativo -
e as doenças afetaram o potencial produtivo, principalmente das lavouras
tardias. "Quem plantou mais cedo teve resultado bem melhor", frisa o
entrevistado. As tardias, porém, chegaram a ter média de apenas 38 a 40 sacas
por hectare em alguns talhões.


FONTE: Safras e Mercado.

Soja: Oferta restrita e demanda aquecida garantem fechamento positivo na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago ampliaram os ganhos registrados na sessão noturna desta quinta-feira e subiram ainda mais no pregão regular na Bolsa de Chicago e fecharam o dia com fortes altas. Nos contratos mais próximos, os ganhos se aproximaram dos 20 pontos. O milho e o trigo também fecharam em alta.

A demanda está aquecida e a oferta está ajustada. As compras, principalmente por parte da China, devem continuar aumentando e essas boas expectativas seguem estimulando o avanço dos preços em Chicago. Esse bom momento da procura pela oleaginosa norte-americana foi ainda confirmado pelo relatório de registro de exportações divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que trouxe as exportações semanais de soja acima das expectativas do mercado.

Além disso, a oferta deve ficar ainda mais restrita nos Estados Unidos, haja visto que a área destinada ao plantio da soja deve ser reduzida em detrimento do aumento para o milho e para o trigo. Porém, essas fortes altas vistas nos últimos dias poderia, de acordo com alguns analistas, reverter esse sentimento, fazendo com que a oleaginosa ganhasse um pouco mais de espaço.

Essas informações sobre a batalha por área entre os grãos e a oleaginosa também devem contribuir para a alta das commodities, uma vez que é necessário que as mesmas mantenham seus preços atrativos de modo a garantir sua alta.

O milho e o trigo também operaram em alta nesta quinta-feira, encerrando o dia em terreno positivo. Segundo analistas, no caso do milho, compras especulativas - que acompanham a baixa do dólar e o movimento positivo do mercado financeiro - deram suporte aos preços.

Paralelamente, o bom desempenho também das exportações semanais dos EUA e as expectativas de que a China irá aumentar suas compras de milho contribuíram para o avanço dos preços. A nação asiática enfrenta um momento em que os preços do grão no mercado doméstico estão bastante altos e acaba sendo mais viável importar.

Já o trigo segue o bom momento da soja para avançar, e o anúncio da venda de trigo dos EUA para o Egito. Hoje, a estatal de abastecimento do país africano anunciou a compra de 120 mil toneladas de trigo dos EUA e do Canadá, sendo 60 mil de cada local.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 14 de março de 2012

Agroconsult reduz estimativa para safra brasileira de soja para 67,1 mi t

A consultoria Agroconsult voltou a revisar para baixo a estimativa para a safra de soja 2011/12 do Brasil. A projeção passou de 69,9 milhões para 67,1 milhões de toneladas.

A redução dos números se deve, mais uma vez, aos prejuízos causados pela forte estiagem provocada pelo La Niña que castigou as lavouras da região Sul do Brasil.

Com isso, a consultoria reduziu sua estimativa para a produtividade média no Brasil para 44,5 sacas por hectare, enquanto na temporada anterior foi o recorde de 51,9 sacas, com uma produção de 75 milhões de toneladas.

Os estados mais atingidos foram o Rio Grande do Sul, com quebra de 50% da produção, e o Paraná, com perda de 16% da safra de soja.

Baixas foram registradas também nos estados do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e em algumas áreas do oeste da Bahia.

Com informações da Reuters.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: SOJA TEM QUARTA DE PREÇOS FIRMES E DE BONS NEGÓCIOS NO BRASIL

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos
nas negociações da quarta-feira no mercado físico brasileiro. Chicago voltou
a subir e o dólar se valorizou frente ao real, criando as condições ideais
para a elevação. Com o preço considerado atrativo, compradores e vendedores
mantêm uma postura mais ativa, garantindo o bom fluxo de negócios.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 53,00. Na região
das Missões, o preço ficou em R$ 52,50. No porto de Rio Grande, os preços
seguiram em R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 51,00 por saca. No
porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca, repetindo o
valor da terça. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 45,50 para R$
46,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 49,50, contra R$ 48,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da quarta-feira com preços levemente mais altos para o grão,
mistos para o farelo e fracos para óleo e farelo. O mercado teve um dia de
muita volatilidade. De um lado, o cenário fundamental seguiu dando suporte aos
preços. Mas parte dos investidores preferiu realizar lucros, limitando os
ganhos.
Os contratos encontram sustentação na combinação de aquecimento da
demanda pela soja americana com a perspectiva de uma safra ainda menor na
América do Sul. Às vésperas do plantio da nova safra dos Estados Unidos, o
mercado procura puxar as cotações da oleaginosa, tentando manter preços
suficientemente atrativos para ganhar acres, em detrimento do milho.
No próximo dia 30, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgará o relatório de intenção de plantio da nova safra. Até lá, as
especulações em torno do tamanho da área a ser plantada pelos
norte-americanos deverá permanecer no centro das atenções.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com alta de
1,50 centavo de dólar a US$ 13,50 1/2 por bushel. A posição julho teve ganho
de 2,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,56 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 367,20 por
tonelada, alta de US$ 1,10. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 54,80 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,07 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial subiu hoje 0,38%, sendo negociado a R$ 1,8050 para
compra e R$ 1,8070 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou
entre a mínima de R$ 1,8060 e a máxima de R$ 1,8250.


FONTE: Safras e Mercado.