Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 16 de março de 2012

Grãos se recuperam e encerram a semana no azul em Chicago

A soja encerrou a semana em alta na Bolsa de Chicago. Nesta sexta-feira, a volatilidade voltou ao mercado, porém, os futuros da oleaginosa focaram os fundamentos e fecharam a sexta-feira em campo positivo. Com isso, os preços da soja atingiram, novamente, os melhores níveis desde o dia 16 de setembro.

Durante os negócios de hoje, os contratos até foram pressionados por uma ligeira realização de lucros, movimento típico de sexta-feira, quando os investidores buscam um melhor posicionamento antes do final de semana.

Porém, os agentes acabaram dando voz, novamente, ao quadro apertado de oferta e demanda. A menor disponibilidade de soja na América do Sul, em função da seca que provocou uma quebra na produção, e a demanda aquecida pelo produto dos EUA ainda são os principais fatores de sustentaçao dos preços. As compras, principalmente por parte da China, devem aumentar.

Paralelamente, o bom desempenho das bolsas de valores e do petróleo e mais a desvalorização do dólar contribuíram para o avanço das cotações nesta sexta-feira. Hoje, o vencimento maio, referência para a safra brasileira, já supera os US$ 14 por bushel, passando a US$ 14,29, se somado ao prêmio no Porto de Paranaguá, que hoje é de 55 centavos de dólar por libra peso, com o fechamento de US$ 13,74 na CBOT.

O milho também encerrou a semana no azul. O mercado se focou, assim como no caso da soja, no dia positivo do mercado financeiro e nas expectativas de aumento da demanda pelo grão norte-americano.

O trigo, por sua vez, acompanhou o bom momento dos mercados vizinhos e também fechou a semana em território positivo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 15 de março de 2012

SOJA: COLHEITA ESTÁ ENCERRADA EM SORRISO (MT)

Os produtores de soja de Sorriso, no norte de Mato Grosso,
encerraram a colheita. As informações são do engenheiro agrônomo Sérgio
Rubin, da Planejamento Agrícola e Topografia Boa Safra, de atuação local, que
concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS. "Não temos mais notícia de
sojicultor no campo", relata. Na semana passada, o percentual era de 80%.
Segundo Rubin, a produtividade é que caiu bastante, cerca de 6 sacas de 60
quilos por hectare. "Inicialmente, esperávamos de 58 a 60 casas por hectare.
Mas teremos uma quebra de no mínimo 10% e fechar com 54 a 55 sacas por
hectare", explica. "Há dez anos que isto não acontecia", ressalta.
A ferrugem, o clima desfavorável - durante o desenvolvimento vegetativo -
e as doenças afetaram o potencial produtivo, principalmente das lavouras
tardias. "Quem plantou mais cedo teve resultado bem melhor", frisa o
entrevistado. As tardias, porém, chegaram a ter média de apenas 38 a 40 sacas
por hectare em alguns talhões.


FONTE: Safras e Mercado.

Soja: Oferta restrita e demanda aquecida garantem fechamento positivo na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago ampliaram os ganhos registrados na sessão noturna desta quinta-feira e subiram ainda mais no pregão regular na Bolsa de Chicago e fecharam o dia com fortes altas. Nos contratos mais próximos, os ganhos se aproximaram dos 20 pontos. O milho e o trigo também fecharam em alta.

A demanda está aquecida e a oferta está ajustada. As compras, principalmente por parte da China, devem continuar aumentando e essas boas expectativas seguem estimulando o avanço dos preços em Chicago. Esse bom momento da procura pela oleaginosa norte-americana foi ainda confirmado pelo relatório de registro de exportações divulgado hoje pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que trouxe as exportações semanais de soja acima das expectativas do mercado.

Além disso, a oferta deve ficar ainda mais restrita nos Estados Unidos, haja visto que a área destinada ao plantio da soja deve ser reduzida em detrimento do aumento para o milho e para o trigo. Porém, essas fortes altas vistas nos últimos dias poderia, de acordo com alguns analistas, reverter esse sentimento, fazendo com que a oleaginosa ganhasse um pouco mais de espaço.

Essas informações sobre a batalha por área entre os grãos e a oleaginosa também devem contribuir para a alta das commodities, uma vez que é necessário que as mesmas mantenham seus preços atrativos de modo a garantir sua alta.

O milho e o trigo também operaram em alta nesta quinta-feira, encerrando o dia em terreno positivo. Segundo analistas, no caso do milho, compras especulativas - que acompanham a baixa do dólar e o movimento positivo do mercado financeiro - deram suporte aos preços.

Paralelamente, o bom desempenho também das exportações semanais dos EUA e as expectativas de que a China irá aumentar suas compras de milho contribuíram para o avanço dos preços. A nação asiática enfrenta um momento em que os preços do grão no mercado doméstico estão bastante altos e acaba sendo mais viável importar.

Já o trigo segue o bom momento da soja para avançar, e o anúncio da venda de trigo dos EUA para o Egito. Hoje, a estatal de abastecimento do país africano anunciou a compra de 120 mil toneladas de trigo dos EUA e do Canadá, sendo 60 mil de cada local.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 14 de março de 2012

Agroconsult reduz estimativa para safra brasileira de soja para 67,1 mi t

A consultoria Agroconsult voltou a revisar para baixo a estimativa para a safra de soja 2011/12 do Brasil. A projeção passou de 69,9 milhões para 67,1 milhões de toneladas.

A redução dos números se deve, mais uma vez, aos prejuízos causados pela forte estiagem provocada pelo La Niña que castigou as lavouras da região Sul do Brasil.

Com isso, a consultoria reduziu sua estimativa para a produtividade média no Brasil para 44,5 sacas por hectare, enquanto na temporada anterior foi o recorde de 51,9 sacas, com uma produção de 75 milhões de toneladas.

Os estados mais atingidos foram o Rio Grande do Sul, com quebra de 50% da produção, e o Paraná, com perda de 16% da safra de soja.

Baixas foram registradas também nos estados do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e em algumas áreas do oeste da Bahia.

Com informações da Reuters.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

MERCADO: SOJA TEM QUARTA DE PREÇOS FIRMES E DE BONS NEGÓCIOS NO BRASIL

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos
nas negociações da quarta-feira no mercado físico brasileiro. Chicago voltou
a subir e o dólar se valorizou frente ao real, criando as condições ideais
para a elevação. Com o preço considerado atrativo, compradores e vendedores
mantêm uma postura mais ativa, garantindo o bom fluxo de negócios.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 53,00. Na região
das Missões, o preço ficou em R$ 52,50. No porto de Rio Grande, os preços
seguiram em R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 51,00 por saca. No
porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca, repetindo o
valor da terça. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 45,50 para R$
46,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 49,50, contra R$ 48,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da quarta-feira com preços levemente mais altos para o grão,
mistos para o farelo e fracos para óleo e farelo. O mercado teve um dia de
muita volatilidade. De um lado, o cenário fundamental seguiu dando suporte aos
preços. Mas parte dos investidores preferiu realizar lucros, limitando os
ganhos.
Os contratos encontram sustentação na combinação de aquecimento da
demanda pela soja americana com a perspectiva de uma safra ainda menor na
América do Sul. Às vésperas do plantio da nova safra dos Estados Unidos, o
mercado procura puxar as cotações da oleaginosa, tentando manter preços
suficientemente atrativos para ganhar acres, em detrimento do milho.
No próximo dia 30, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgará o relatório de intenção de plantio da nova safra. Até lá, as
especulações em torno do tamanho da área a ser plantada pelos
norte-americanos deverá permanecer no centro das atenções.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com alta de
1,50 centavo de dólar a US$ 13,50 1/2 por bushel. A posição julho teve ganho
de 2,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,56 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 367,20 por
tonelada, alta de US$ 1,10. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 54,80 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,07 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial subiu hoje 0,38%, sendo negociado a R$ 1,8050 para
compra e R$ 1,8070 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou
entre a mínima de R$ 1,8060 e a máxima de R$ 1,8250.


FONTE: Safras e Mercado.

terça-feira, 13 de março de 2012

MERCADO: ALTA EM CHICAGO MELHORA NEGÓCIOS E PREÇOS DA SOJA NO BRASIL

O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira com bom
volume de negócios e com preços firmes nas principais praças do país. Apesar
da redução do dólar frente ao real, os bons ganhos em Chicago foram
suficientes para dar maior movimentação ao mercado.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 52,50 para R$ 53,00.
Na região das Missões, o preço passou de R$ 52,00 para R$ 52,50. No porto de
Rio Grande, os preços subiram de R$ 55,50 para R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 50,00 para R$ 51,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca,
contra R$ 54,50 da segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 45,20
para R$ 45,50. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 48,00, contra R$ 46,50 de
ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços mais altos. Após o recente movimento de
realização de lucros, fundos e especuladores retornaram à ponta compradora,
aproveitando os patamares mais atrativos.
Os fundos estão adicionando prêmio sobre os contratos, em meio à
tradicional disputa por acres que antecede o plantio da nova safra. A intenção
é manter cotações remuneradoras, evitando migração de área para o milho.
A partir de agora, o foco do mercado se volta para o relatório de intenção de
plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será
divulgado no dia 30.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com alta de
14,25 centavos de dólar a US$ 13,48 3/4 por bushel. A posição julho teve
ganho de 13,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,54 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 366,10 por
tonelada, alta de US$ 4,00. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,31 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com recuo de 0,27%,
cotado a R$ 1,7980 na compra e a R$ 1,8000 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7930 e a máxima de R$ 1,8280.



FONTE: Safras e Mercado.

CBOT: Soja confirma recuperação e fecha terça-feira com expressiva alta

A terça-feira foi de forte recuperação para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa encerraram a sessão regular de hoje com significativos avanços, com os contratos mais próximos registrando altas de dois dígitos. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, fechou o dia cotado a US$ 13,48, subindo 13,25 pontos.

Os recentes movimentos de realização de lucros acabaram atraindo os fundos de investimentos e especuladores de volta às compras, estimulando uma nova alta das cotações. Além disso, o mercado ainda encontrou suporte na demanda aquecida e na disputa por área para a próxima safra dos Estados Unidos.

Analistas ouvidos pela agência Bloomberg afirmam que já existem especulações de que a China irá aumentar ainda mais suas compras de soja dos Estados Unidos por conta da quebra da produção na América do Sul.

Nesta terça-feira, a consultoria alemã Oil World divulgou um comunicado informando que os preços internacionais da soja devem subir ainda mais nos próximos meses. Segundo o analista Siegfried Falk, a restrição na oferta causada pela seca em importantes países produtores como o Brasil e a Argentina.

No milho, porém, os ganhos foram mais moderados, e o mercado do cereal encerrou a terça-feira em terreno misto. A alta foi registrada nos vencimentos mais próximos, enquanto os mais distantes recuaram.

Assim como no caso da soja, os futuros do cereal encontram sustentação na demanda chinesa. Há rumores de que as compras chinesas irão aumentar em função dos altos preços no mercado doméstico.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 240 mil toneladas de milho para destinos não revelados, com entrega para a safra 2011/12.

O anúncio deu suporte ao preços, porém, as expectativas de aumento de área nos Estados Unidos para a temporada 2012/13 pressionaram as cotações. Agora, os agentes de mercado esperam a divulgação do relatório do dia 30 de março, que traz as intenções de plantio para o próximo ciclo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 12 de março de 2012

MERCADO: ALTA DO DÓLAR MOVIMENTA NEGÓCIOS COM SOJA NO BRASIL


O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços
entre estáveis e mais altos. A valorização do dólar frente ao real
contribuiu para a elevação e para a melhora no ritmo dos negócios, que só
não foram ainda mais acelerados devido à leve queda nas cotações futuras na
Bolsa de Chicago.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 52,50. Na região das
Missões, o preço ficou em R$ 52,00. No porto de Rio Grande, os preços
subiram de R$ 55,00 para R$ 55,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 50,00 por saca. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 54,50 por saca, contra R$ 54,00 da
sexta. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 45,30 para R$ 45,20. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 46,50, contra R$ 47,00 de sexta.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da segunda-feira com preços mais baixos. Sem novidades
fundamentais, o mercado estendeu o movimento de realização de lucros
deflagrado na sexta. O fraco desempenho do petróleo e de outros mercados
contribuiu para a retração.
A baixa, no entanto, foi limitada pelo ótimo desempenho das commodities
vizinhas, principalmente do milho, impulsionado pelo sentimento de que a China
vai voltar a adquirir o cereal americano.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com baixa de
3,25 centavos de dólar a US$ 13,34 1/2 por bushel. A posição julho teve perda
de 3,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,41 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 362,10 por
tonelada, baixa de US$ 0,60. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,31 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com elevação de
1,12%, cotado a R$ 1,8030 na compra e a R$ 1,8050 na venda, o maior preço desde
o dia 9 de janeiro deste ano, quando o dólar havia finalizado a R$ 1,8350 na
venda. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$
1,8020 e a máxima de R$ 1,8340.


FONTE: Safras e Mercado.

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,12%, COTADO A R$ 1,8050

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,12%, a R$ 1,8030 para compra e R$ 1,8050 para venda. Na sexta-feira, a
divisa havia encerrado com alta de 1,3%, cotada a R$ 1,7850.
A cotação de hoje é a maior desde o dia 9 de janeiro deste ano, quando o
dólar havia finalizado a R$ 1,8350 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,8020 e a máxima de R$ 1,8340.
O governo estendeu, por meio de decreto publicado hoje no Diário Oficial
da União (DOU), a cobrança de 6% da alíquota de Imposto sobre Operações
Financeiras (IOF) sobre os empréstimos externos com prazo médio de até 1.800
dias, ou cinco anos. Essa alíquota era cobrada nos empréstimos de até três
anos. Segundo o governo, a medida se aplica tanto aos financiamentos diretos,
como aos realizados mediante emissão de títulos no mercado internacional.


As informações partem da Agência Leia.

Em Chicago, boas altas do milho e do trigo limitaram queda da soja

Apesar de ensaiar uma ligeira recuperação ao longo da sessão regular desta segunda-feira, a soja não conseguiu se manter e acabou fechando o dia em queda na Bolsa de Chicago. Já o milho e o trigo ampliaram os ganhos e fecharam o pregão com boas altas.

A falta de novidades fundamentais acabou tirando o direcionamento do mercado da soja e também o suporte. O impacto nos preços causado pela severa estiagem que castigou as lavouras da América do Sul já foram, quase que totalmente, absorvidos pelo mercado e agora são necessárias informações novas que possam trazer ao mercado uma faísca capaz de estimular novas e expressivas altas.

De acordo com o analista de mercado da agência Safras & Mercado, Flávio França, os negócios agora devem buscar notícias sobre a demanda pela soja norte-americana e também sobre uma definição do plantio da safra 2012/13 nos EUA. "Esse mercado está buscando novidades, não tem um suporte assim de cara, como aconteceu com o milho e o trigo", explica França.

O que limitou parcialmente o recuo dos preços, no entanto, foi o bom desempenho dos mercados vizinhos. Nesta segunda-feira, os futuros do milho e do trigo encerraram os negócios acumulando ganhos de dois dígitos nos contratos mais próximos apoiando-se, principalmente, na demanda.

Rumores vindos de Chicago de que a China estaria comprando milho dos Estados Unidos estão dando suporte ao mercado. A demanda, portanto, foi o principal fator de sustentação para os preços na sessão de hoje.

Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou hoje seus números para os embarques semanais de soja, milho e trigo. Para a oleaginosa, os dados foram fracos e, por outro lado, vieram bastante positivos. Os números acabaram contribuindo para o direcionamento do mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes