Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 14 de março de 2012

MERCADO: SOJA TEM QUARTA DE PREÇOS FIRMES E DE BONS NEGÓCIOS NO BRASIL

Os preços da soja oscilaram entre estáveis e mais altos
nas negociações da quarta-feira no mercado físico brasileiro. Chicago voltou
a subir e o dólar se valorizou frente ao real, criando as condições ideais
para a elevação. Com o preço considerado atrativo, compradores e vendedores
mantêm uma postura mais ativa, garantindo o bom fluxo de negócios.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 53,00. Na região
das Missões, o preço ficou em R$ 52,50. No porto de Rio Grande, os preços
seguiram em R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço estabilizou em R$ 51,00 por saca. No
porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca, repetindo o
valor da terça. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 45,50 para R$
46,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 49,50, contra R$ 48,00 de ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da quarta-feira com preços levemente mais altos para o grão,
mistos para o farelo e fracos para óleo e farelo. O mercado teve um dia de
muita volatilidade. De um lado, o cenário fundamental seguiu dando suporte aos
preços. Mas parte dos investidores preferiu realizar lucros, limitando os
ganhos.
Os contratos encontram sustentação na combinação de aquecimento da
demanda pela soja americana com a perspectiva de uma safra ainda menor na
América do Sul. Às vésperas do plantio da nova safra dos Estados Unidos, o
mercado procura puxar as cotações da oleaginosa, tentando manter preços
suficientemente atrativos para ganhar acres, em detrimento do milho.
No próximo dia 30, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA)
divulgará o relatório de intenção de plantio da nova safra. Até lá, as
especulações em torno do tamanho da área a ser plantada pelos
norte-americanos deverá permanecer no centro das atenções.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com alta de
1,50 centavo de dólar a US$ 13,50 1/2 por bushel. A posição julho teve ganho
de 2,00 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,56 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 367,20 por
tonelada, alta de US$ 1,10. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 54,80 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,07 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial subiu hoje 0,38%, sendo negociado a R$ 1,8050 para
compra e R$ 1,8070 para venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou
entre a mínima de R$ 1,8060 e a máxima de R$ 1,8250.


FONTE: Safras e Mercado.

terça-feira, 13 de março de 2012

MERCADO: ALTA EM CHICAGO MELHORA NEGÓCIOS E PREÇOS DA SOJA NO BRASIL

O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira com bom
volume de negócios e com preços firmes nas principais praças do país. Apesar
da redução do dólar frente ao real, os bons ganhos em Chicago foram
suficientes para dar maior movimentação ao mercado.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 52,50 para R$ 53,00.
Na região das Missões, o preço passou de R$ 52,00 para R$ 52,50. No porto de
Rio Grande, os preços subiram de R$ 55,50 para R$ 56,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou de R$ 50,00 para R$ 51,00 por
saca. No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 55,50 por saca,
contra R$ 54,50 da segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço subiu de R$ 45,20
para R$ 45,50. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 48,00, contra R$ 46,50 de
ontem.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços mais altos. Após o recente movimento de
realização de lucros, fundos e especuladores retornaram à ponta compradora,
aproveitando os patamares mais atrativos.
Os fundos estão adicionando prêmio sobre os contratos, em meio à
tradicional disputa por acres que antecede o plantio da nova safra. A intenção
é manter cotações remuneradoras, evitando migração de área para o milho.
A partir de agora, o foco do mercado se volta para o relatório de intenção de
plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será
divulgado no dia 30.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com alta de
14,25 centavos de dólar a US$ 13,48 3/4 por bushel. A posição julho teve
ganho de 13,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,54 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 366,10 por
tonelada, alta de US$ 4,00. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,31 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com recuo de 0,27%,
cotado a R$ 1,7980 na compra e a R$ 1,8000 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7930 e a máxima de R$ 1,8280.



FONTE: Safras e Mercado.

CBOT: Soja confirma recuperação e fecha terça-feira com expressiva alta

A terça-feira foi de forte recuperação para os preços da soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa encerraram a sessão regular de hoje com significativos avanços, com os contratos mais próximos registrando altas de dois dígitos. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, fechou o dia cotado a US$ 13,48, subindo 13,25 pontos.

Os recentes movimentos de realização de lucros acabaram atraindo os fundos de investimentos e especuladores de volta às compras, estimulando uma nova alta das cotações. Além disso, o mercado ainda encontrou suporte na demanda aquecida e na disputa por área para a próxima safra dos Estados Unidos.

Analistas ouvidos pela agência Bloomberg afirmam que já existem especulações de que a China irá aumentar ainda mais suas compras de soja dos Estados Unidos por conta da quebra da produção na América do Sul.

Nesta terça-feira, a consultoria alemã Oil World divulgou um comunicado informando que os preços internacionais da soja devem subir ainda mais nos próximos meses. Segundo o analista Siegfried Falk, a restrição na oferta causada pela seca em importantes países produtores como o Brasil e a Argentina.

No milho, porém, os ganhos foram mais moderados, e o mercado do cereal encerrou a terça-feira em terreno misto. A alta foi registrada nos vencimentos mais próximos, enquanto os mais distantes recuaram.

Assim como no caso da soja, os futuros do cereal encontram sustentação na demanda chinesa. Há rumores de que as compras chinesas irão aumentar em função dos altos preços no mercado doméstico.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou a venda de 240 mil toneladas de milho para destinos não revelados, com entrega para a safra 2011/12.

O anúncio deu suporte ao preços, porém, as expectativas de aumento de área nos Estados Unidos para a temporada 2012/13 pressionaram as cotações. Agora, os agentes de mercado esperam a divulgação do relatório do dia 30 de março, que traz as intenções de plantio para o próximo ciclo.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 12 de março de 2012

MERCADO: ALTA DO DÓLAR MOVIMENTA NEGÓCIOS COM SOJA NO BRASIL


O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços
entre estáveis e mais altos. A valorização do dólar frente ao real
contribuiu para a elevação e para a melhora no ritmo dos negócios, que só
não foram ainda mais acelerados devido à leve queda nas cotações futuras na
Bolsa de Chicago.
Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu em R$ 52,50. Na região das
Missões, o preço ficou em R$ 52,00. No porto de Rio Grande, os preços
subiram de R$ 55,00 para R$ 55,50.
Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 50,00 por saca. No porto de
Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 54,50 por saca, contra R$ 54,00 da
sexta. Em Rondonópolis (MT), o preço caiu de R$ 45,30 para R$ 45,20. Em
Dourados (MS), a saca fechou em R$ 46,50, contra R$ 47,00 de sexta.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da segunda-feira com preços mais baixos. Sem novidades
fundamentais, o mercado estendeu o movimento de realização de lucros
deflagrado na sexta. O fraco desempenho do petróleo e de outros mercados
contribuiu para a retração.
A baixa, no entanto, foi limitada pelo ótimo desempenho das commodities
vizinhas, principalmente do milho, impulsionado pelo sentimento de que a China
vai voltar a adquirir o cereal americano.
Os contratos da soja em grão com vencimento em maio fecharam com baixa de
3,25 centavos de dólar a US$ 13,34 1/2 por bushel. A posição julho teve perda
de 3,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,41 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo teve preço de US$ 362,10 por
tonelada, baixa de US$ 0,60. Os contratos do óleo com vencimento em maio
fecharam a 53,96 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,31 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com elevação de
1,12%, cotado a R$ 1,8030 na compra e a R$ 1,8050 na venda, o maior preço desde
o dia 9 de janeiro deste ano, quando o dólar havia finalizado a R$ 1,8350 na
venda. Durante o pregão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$
1,8020 e a máxima de R$ 1,8340.


FONTE: Safras e Mercado.

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,12%, COTADO A R$ 1,8050

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,12%, a R$ 1,8030 para compra e R$ 1,8050 para venda. Na sexta-feira, a
divisa havia encerrado com alta de 1,3%, cotada a R$ 1,7850.
A cotação de hoje é a maior desde o dia 9 de janeiro deste ano, quando o
dólar havia finalizado a R$ 1,8350 na venda. Durante o pregão, a moeda
norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,8020 e a máxima de R$ 1,8340.
O governo estendeu, por meio de decreto publicado hoje no Diário Oficial
da União (DOU), a cobrança de 6% da alíquota de Imposto sobre Operações
Financeiras (IOF) sobre os empréstimos externos com prazo médio de até 1.800
dias, ou cinco anos. Essa alíquota era cobrada nos empréstimos de até três
anos. Segundo o governo, a medida se aplica tanto aos financiamentos diretos,
como aos realizados mediante emissão de títulos no mercado internacional.


As informações partem da Agência Leia.

Em Chicago, boas altas do milho e do trigo limitaram queda da soja

Apesar de ensaiar uma ligeira recuperação ao longo da sessão regular desta segunda-feira, a soja não conseguiu se manter e acabou fechando o dia em queda na Bolsa de Chicago. Já o milho e o trigo ampliaram os ganhos e fecharam o pregão com boas altas.

A falta de novidades fundamentais acabou tirando o direcionamento do mercado da soja e também o suporte. O impacto nos preços causado pela severa estiagem que castigou as lavouras da América do Sul já foram, quase que totalmente, absorvidos pelo mercado e agora são necessárias informações novas que possam trazer ao mercado uma faísca capaz de estimular novas e expressivas altas.

De acordo com o analista de mercado da agência Safras & Mercado, Flávio França, os negócios agora devem buscar notícias sobre a demanda pela soja norte-americana e também sobre uma definição do plantio da safra 2012/13 nos EUA. "Esse mercado está buscando novidades, não tem um suporte assim de cara, como aconteceu com o milho e o trigo", explica França.

O que limitou parcialmente o recuo dos preços, no entanto, foi o bom desempenho dos mercados vizinhos. Nesta segunda-feira, os futuros do milho e do trigo encerraram os negócios acumulando ganhos de dois dígitos nos contratos mais próximos apoiando-se, principalmente, na demanda.

Rumores vindos de Chicago de que a China estaria comprando milho dos Estados Unidos estão dando suporte ao mercado. A demanda, portanto, foi o principal fator de sustentação para os preços na sessão de hoje.

Além disso, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou hoje seus números para os embarques semanais de soja, milho e trigo. Para a oleaginosa, os dados foram fracos e, por outro lado, vieram bastante positivos. Os números acabaram contribuindo para o direcionamento do mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 9 de março de 2012

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,3%, COTADO A R$ 1,7850

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,3%, a R$ 1,7830 para compra e R$ 1,7850 para venda. Na quinta-feira, a
divisa havia encerrado com queda de 0,16%, cotada a R$ 1,7620.
Com isso, a moeda americana termina a semana acumulando valorização de
3,06%, maior ganho semanal desde novembro do ano passado. No mês, o dólar sobe
3,78%. Mas ainda cai 4,5% no ano.


Com informações do Valor Online.

Soja: USDA não surpreende e mercado recua realizando lucros

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago reverteram os ganhos do início da sessão regular desta sexta-feira e passaram a recuar após a divulgação do relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Apesar do departamento ter confirmado as perdas registradas na América do Sul por conta pela estiagem, o mercado realiza lucros depois de já contar com essas informações precificadas.

A projeção para a safra global de soja foi revista para baixo, passando de 251,47
milhões para 245,07 milhões de toneladas. Os estoques mundiais também foram reduzidos, passando de 60,28 milhões de toneladas para 57,3 milhões. Já os norte-americanos foram mantidos em 7,48 milhões de toneladas.

Já a produção brasileira foi estimada em 68,5 milhões de toneladas, contra as 72 milhões de toneladas previstas em janeiro. Para a Argentina, a redução foi de 48 milhões para 46,5 milhões de toneladas.

Porém, as altas registradas na sessão regular desta sexta-feira não foram tão expressivas e confirmam a posição de alguns analistas, de que o mercado já havia precificado e absorvido essas perdas reportadas hoje pelo USDA. O avanço foi limitado pela falta de notícias que pudessem surpreender os agentes, estimulando motivos para novas altas.

O analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar, explicou que o relatório é altista de um modo geral, principalmente no curto e médio prazo. "O mercado não precisa reagir hoje. Ele sempre tenta antecipar, e antecipou, então, já está precificado".

Além disso, ainda de acordo com a análise de Cachia, o mercado ainda enfrente uma grande incerteza sobre a movimentação dos fundos de investimento, que podem buscar tomar um fôlego após as fortes altas dos últimos dias e realizar lucros.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 8 de março de 2012

Soja: Prejuízos no Rio Grande do Sul podem aumentar devido ao clima seco

Os prejuízos nas lavouras gaúchas podem se acentuar devido ao clima seco que persiste nas regiões produtoras. A colheita da soja precoce já foi iniciada no Rio Grande do Sul, mas com baixos rendimentos, devido às temperaturas elevadas.

De acordo com o técnico da Cooperativa Tritícola Erechim (Cotrel), Eugênio Poloni, se não voltar a chover logo, o rendimento das outras variedades, além da precoce, poderá ser ainda mais comprometido, já que tem muita soja enchendo grão. Ele indica colheita de cerca de 3% na região, com rendimento 900 quilos e 1.800 quilos por hectare.

No nordeste do estado, região de Ijuí, a colheita também está restrita a 1% e se concentra na soja precoce, com rendimentos muito fracos. A quebra de safra deverá chegar a 50%, com o rendimento médio caindo de 3.000 quilos para 1.500 quilos por hectare. Em Panambi, na região central, a colheita também está estimada em 1%, com produtividade ínfima. Com uma produtividade média de 1.738 kg/ha, há uma expectativa de colheita de 7,1 milhões de toneladas de soja no Rio Grande do Sul em 2011/12.

Até o momento, essa produção é 39,% menor do que a obtida no ano passado (11,7 milhões t).


Fonte: Notícias Agrícolas // Fernanda Bellei

Às vésperas do USDA, soja avança e fecha com mais de 10 pts de alta

Os fundamentos voltaram aos holofotes dos agentes de mercado da Bolsa de Chicago e, nesta quinta-feira, os futuros da soja voltaram a subir. Além disso, os traders buscaram ainda uma correção técnica depois das perdas de ontem, como forma de garantir um melhor posicionamento antes da divulgação do próximo relatório de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta sexta-feira.

A soja foi ampliando os ganhos durante a sessão regular de hoje e encerrou o dia com altas de mais de 10 pontos nos principais vencimentos. O vencimento maio/12, referência para a safra brasileira, fechou o pregão cotado a US$ 13,38 por bushel, subindo 11,75 pontos.

A quebra na produção de soja da América do Sul ocasionada pela estiagem provocada pelo La Niña ajustou ainda mais o quadro de oferta, que já é bastante restrito, e ainda incentivou a demanda pela oleaginosa norte-americana. O quadro, portanto, segue sustentando os preços na CBOT.

"A demanda pela soja dos EUA está aumentando e esta deve ser a história daqui para frente. E a China continuará como a maior e principal compradora", afirmou Jim Riley, corretor de grãos do Linn Group, de Chicago.

A forte demanda pela oleaginosa norte-americana foi confirmada pelo relatório de registro de exportações que o USDA divulgou hoje, mostrando que as vendas ficaram acima das expectativas do mercado, somando mais de 1 milhão de toneladas, ante o volume estimado que ficavam entre 600 mil e 900 mil toneladas.

Já o milho, que operou durante boa parte da sessão regular de hoje no azul, passou a recuar depois das 14h (horário de Brasília) e encerraram a quinta-feira em território negativo.

Os investidores, assim como no caso da soja, também buscam posições confortáveis antes do USDA e, além disso, ainda focam o fraco desempenho das exportações semanais norte-americanas de milho.

Hoje, o mercado também absorveu as informações sobre as exportações semanais dos EUA, que ficaram dentro do esperado e acabaram sendo refletidas sem muita expressividade.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes