Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 7 de março de 2012

Grãos realizam lucros na CBOT aguardando números do USDA

Nesta setxa-feira (9), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga mais um relatório mensal de oferta e demanda. Os números, que também devem apontar as intenções de plantio para a safra 2012/13 dos Estados Unidos, já criam expectativas entre os traders e volatilidade ao mercado.

Na sessão regular desta quarta-feira, a soja deu início aos negócios operando com preços no território negativo, registrando tímidas baixas. Por volta das 13h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos perdiam pouco mais de 1,50 ponto.

Apesar do mercado sustentado pelo ajustado cenário de oferta x demanda, os investidores buscam um melhor posicionamento antes do USDA e acabam voltando a realizar lucros. Além disso, a expressiva alta dos últimos dias também estimula esse leve movimento de venda por parte dos fundos.

A realização de lucros também marca os negócios no mercado do milho em Chicago. O cereal também recua nesta terça-feira, à espera dos números do USDA.

As informações sobre a briga por área entre soja e milho nos Estados Unidos devem movimentar o mercado nos próximos dias. Estimativas apontam que o cereal irá registrar uma safra recorde na maior área plantada desde 1944. Os dados já são ligeiramente refletidos pelo mercado, no entanto, os traders ainda aguardam com expectativa os dados da sexta-feira.

Às 14h, os futuros do milho operavam com perdas mais expressivas do que a soja, recuanod mais de 9 pontos nos principais vencimentos. O maio/12 era cotado a US$ 6,44 por bushel, com 9,75 pontos negativos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

terça-feira, 6 de março de 2012

MERCADO: DÓLAR E CHICAGO SOBEM E MOVIMENTAM NEGÓCIOS COM SOJA

A terça-feira foi positiva para o mercado físico
brasileiro de soja. Chicago e dólar subiram, garantindo preços em elevação
nas principais praças do país e também melhora no ritmo da comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 49,00 para R$ 51,00.
Na região das Missões, o preço passou de R$ 48,50 para R$ 50,00. No porto de
Rio Grande, os preços subiram de R$ 52,50 para R$ 53,00.
Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu de R$ 49,00 para R$ 49,50 por saca.
No porto de Paranaguá (PR), foi indicado preço de R$ 53,50 por saca, contra
R$ 52,50 da segunda. Em Rondonópolis (MT), o preço da avançou de R$ 42,50
para R$ 44,00. Em Dourados (MS), a saca fechou em R$ 46,00, contra R$ 44,50 da
segunda.

Chicago

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja encerrou as
operações da terça-feira com preços mais altos para o grão e o farelo e
mais baixos para o óleo. Após iniciar a sessão dando continuidade ao
movimento de realização de lucros deflagrado na segunda, o cenário
fundamental predominou e garantiu a recuperação das cotações.
A perspectiva de boa demanda pela soja americana, combinada com os cortes
nas estimativas para a safra da América do Sul, manteve os contratos no
território positivo. Os participantes começam a buscar um melhor
posicionamento frente ao relatório de março do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), que será divulgado na sexta-feira, dia 9.
O mercado trabalha inicialmente com corte na estimativa de safra do Brasil
e da Argentina, ainda em decorrência do clima desfavorável. Para os Estados
Unidos, o sentimento é de corte nos estoques de passagem.
O principal fator de pressão para as commodities nesta terça foi o
desempenho do mercado financeiro internacional. Essa performance negativa ajudou
a pressionar a soja no início da sessão e persistiu tendo efeito negativo
para o óleo.
O pessimismo do mercado com a situação da economia europeia e com a
previsão de crescimento menor do que o esperado da China em 2012 pressionou
bolsas de valores, metais, demais commodities e petróleo. Além disso, o dólar
subiu frente a outras moedas, tirando competitividade dos produtos de
exportação dos Estados Unidos.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
10,50 centavos de dólar a US$ 13,29 3/4 por bushel. A posição maio teve
ganho de 10,25 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,35 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 363,10 por
tonelada, alta de US$ 6,90. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 52,92 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,49 centavo frente
ao fechamento anterior.

Câmbio

O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com valorização de
1,55%, sua maior alta percentual desde o dia 12 de dezembro do ano passado. A
moeda finalizou negociada a R$ 1,7620 na compra e a R$ 1,7640 na venda. Durante
o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7460 e a máxima
de R$ 1,7650.


FONTE: Safras e Mercado.

ECONOMIA: DÓLAR FECHA EM ALTA DE 1,55%, COTADO A R$ 1,7640

O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta
de 1,55%, a R$ 1,7620 para compra e R$ 1,7640 para venda. Na sexta-feira, a
divisa havia encerrado com alta de 0,28%, cotada a R$ 1,7350.
Essa foi a maior alta diária desde 12 de dezembro do ano passado. Durante
o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 1,7460 e a máxima
de R$ 1,7650.


Com informações da Agência Leia.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Soja: Safras & Mercado estima produção brasileira em 68,228 mi t

A produção brasileira de soja na temporada 2011/12 deverá totalizar 68,228 milhões de toneladas, recuando 8% na comparação com a safra anterior, que ficou em 74,380 milhões de toneladas. A previsão faz parte de levantamento divulgado hoje por SAFRAS & Mercado. No relatório anterior, divulgado no dia 27 de fevereiro, a previsão era de safra de 70,273 milhões de toneladas.

O corte de 3% da estimativa anterior para a atual foi determinado pela prolongada estiagem na região Sul do país, durante o mês de dezembro e o início de janeiro. A persistência de clima seco em boa parte de fevereiro também contribuiu para a nova redução.

A estimativa de área plantada passou de 24,170 milhões de hectares em 2010/11 para 24,968 milhões na atual temporada, com aumento de 3%. Safras trabalha com rendimento médio de 2.733 quilos por hectare, contra os 3.077 quilos obtidos no ano passado.

O Rio Grande do Sul foi o estado mais prejudicado pela falta de chuvas. A produção, que no ano passado foi de 11,5 milhões de toneladas, deverá cair para 7,3 milhões de toneladas, com corte de 37%. No Paraná, a safra deverá ter quebra de 29%, recuando de 15,4 milhões para 10,9 milhões de toneladas.

O Mato Grosso continua líder no ranking de produção nacional, com produção estimada em 22,2 milhões de toneladas, representando um crescimento de 8% sobre as 20,5 milhões de toneladas obtidas em 2010/11.

"O que realmente foi decisivo para essa nova redução na expectativa de safra foi a revisão para baixo na projeção de produtividade média, que atingiu a maior parte dos principais estados produtores. No centro-sul do país, a causa foi a combinação de avaliação mais apurada das perdas com a estiagem de dezembro e parte de janeiro, mais a continuidade do clima adverso em áreas da região Sul também em fevereiro", frisa o analista de Safras & Mercado, Flávio França Júnior.

Na região central, alguns ajustes foram feitos em função dos resultados abaixo do esperado com a evolução da colheita e com os prejuízos trazidos pelo avanço dos casos de ferrugem asiática.


Fonte: Agência Safras & Mercado

CBOT: Soja opera com volatilidade e milho trabalha em alta

A sessão regular desta segunda-feira está marcada pela volatilidade no mercado da soja na Bolsa de Chicago. A oleaginosa deu início aos trabalhos em território negativo, estendendo as ligeiras perdas registradas no pregão noturno de hoje.

Porém, por volta das 13h40 (horário de Brasília), as cotações já haviam passado para o campo positivo. Os ganhos, porém, eram bastante tímidos e não passavam do 1,50 ponto. O avanço não durou muito tempo e logo os preços voltaram a operar no vermelho.

Como explicou o analista de mercado Flávio França, da agência Safras & Mercado, o mercado segue sustentado no curto prazo, ainda focando os números que chegam sobre as perdas na América do Sul e mais a demanda aquecida pela soja norte-americana.

França disse ainda que a realização de lucros registrada nas últimas sessões já era esperada diante do forte e grande movimento dos fundos de investimentos no último mês. E, em função desse momento, novas realizações podem acontecer, porém, serão movimentos rápidos e pouco expressivos.

No entanto, a ausência de novidades entre os fundamentos impedem que sejam registrados movimentos mais expressivos e novas e significativas altas.

Milho - Já o milho, em contrapartida, opera com uma firme alta nesta segunda-feira em Chicago. Às 14h30 (horário de Brasília), os principais vencimentos do cereal somavam mais de 7,50 pontos, e o março/12 já chegou a subir mais de 11 pontos.

Analistas afirmam que a previsão de clima seco para a região central dos Estados Unidos no início da primavera já começa a dar suporte aos preços. As condições climáticas poderiam prejudicar o desenvolvimento do grãos e restringir a oferta norte-americana.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 2 de março de 2012

Informa reduz estimativa para safra de soja para 68 mi toneladas

A consultoria norte-americana Informa Economics voltou a reduzir suas estimativas para safra brasileira de soja 2011/12. Em seus últimos números, divulgados nesta sexta-feira, a consultoria projetou a colheita do Brasil em 68 milhões de toneladas, ante as 70 milhões de tonelada estimadas anteriormente.

O volume ficou bem abaixo da estimativa divulgada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em fevereiro prevendo 72 milhões de toneladas. Os dados atualizados do órgão serão divulgados no próximo dia 9.

Para a safra brasileira de milho, a projeção da Informa é de 61,5 milhões de toneladas. A consultoria acredita que as perdas causadas pela estiagem serão compensadas na segunda safra do cereal.

Argentina - Enquanto os números da empresa foram reduzidos para o Brasil, para a Argentina, aumentaram. Mesmo com o comprometida pela seca, a estimativa para a produção do país passou de 46,5 milhões para 47,7 milhões de toneladas.

A projeção do USDA para a Argentina, reportada em fevereiro, era de 48 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Soja reverte realização de lucros e fecha a semana com mais de 10 pts de alta

A soja conseguiu reverter o movimento de realização de lucros que vinha pressionando os preços desde ontem e fechou a semana com expressivas altas. Os contratos mais próximos encerraram a sessão regular desta sexta-feira com altas de mais de 10 pontos.

Os fundamentos positivos de oferta e demanda seguem positivos e continuam dando suporte aos preços da oleaginosa no mercado internacional. Hoje, a soja registrou o décimo pregão consecutivo de alta, e o vencimento maio/12, referência para a safra brasileira, encerrou o dia a US$ 13,33, subindo 10,50 pontos.

A todo momento chegam informações das perdas na safra da América do Sul por conta da seca. Nesta sexta, a Informa reduziu sua estimativa para a safra de soja do Brasil para 68 milhões de toneladas. Em contrapartida, a consultoria aumentou para 47,7 milhões de toneladas a colheita da Argentina. Ainda assim, a situação da oferta sulamericana continua bastante ajustado.

Paralelamente, a demanda pela soja dos EUA continua bastante aquecida. Na semana encerrada no dia 23 de fevereiro, as exportações norte-americanas da oleaginosa somaram 976.380 mil toneladas. A China continua sendo o principal importador do produto, adquirindo, nesse período, 69% do total. As informações são do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 1 de março de 2012

SOJA: CHICAGO INVERTE E FECHA EM ALTA PELA 9a SESSÃO SEGUIDA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais altos para o grão e o
farelo e fracos para o óleo de soja. O mercado iniciou o dia realizando
lucros, mas retornou ao território positivo na parte da tarde, impulsionado
pelo cenário fundamental positivo.
A sessão de hoje foi a nona consecutiva de ganhos em Chicago. O bom
momento é resultado da combinação de sentimento de safra ainda menor para a
região Sul do Brasil, devido à seca, e da perspectiva positiva em relação ao
ritmo das exportações americanas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
3,25 centavos de dólar a US$ 13,16 3/4 por bushel. A posição maio teve ganho
de 2,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,22 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 353,70 por
tonelada, alta de US$ 2,50. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 53,94 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,15 centavo frente
ao fechamento anterior.

Exportações semanais

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 549.100 toneladas
na semana encerrada em 23 de fevereiro, contra 1.159.400 toneladas na semana
anterior. China (248.200 toneladas) foi o principal país comprador. Para
2012/13, as vendas somaram 427.300 toneladas, contra 2.873.000 toneladas na
semana anterior. China (425.000 toneladas) foi o principal comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


FONTE: Safras e Mercado.

Soja se recupera e fecha com leve alta. Milho e trigo terminam negativos

O mercado internacional da soja mostrou que continua sustentado e, contrariando a abertura negativa, fechou o dia no azul. Foram leves ganhos já que as cotações ainda se mostram suscetíveis aos movimentos de realização de lucros.

O cenário fundamental permanece o mesmo para oleaginosa: a quebra na produção da América do Sul foi bastante séria e a demanda pela soja norte-americana vive um momento aquecido e de firmeza.

"Os preços sobem, mas eles não sobem em linha reta. Eles precisam parar um pouco para respirar e depois retomar a tendência de mais longo prazo", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

No entanto, Dejneka disse ainda que qualquer momento de recuo no momento da soja seria curto. Nesta quinta-feira, os preços operaram com volatilidade e oscilaram bastante entre os campos positivos e negativos.

O mercado, como há alguma sessões vem acontecendo, continua encontrando sustentação no apertado quadro de oferta e demanda da soja. As perdas na colheita sulamericana estimularam os importadores a garantirem seus estoques com a commodity norte-americana, mas, nos EUA, as reservas também seguem bastante ajustadas.

Além disso, a soja ainda precisa vencer do milho a batalha por área nos Estados Unidos, e para isso precisa continuar registrando preços atrativos para que os produtores optem pela oleaginosa em detrimento do cereal.

Essas expectativas também devem seguir contribuindo para novas altas em Chicago. "Precisamos ter uma safra quase perfeita aqui nos Estados Unidos para aliviar a situação fundamental da soja", completou o analista.

Essa firmeza, porém, parece não ter sido registrada nos mercados do milho e do trigo. Apesar da leve alta da soja, os grãos não conseguiram passar para o campo positivo e fecharam o dia no vermelho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

SOJA - A ESPETACULAR DECOLAGEM DOS PREÇOS, por Liones Severo

Na minha entrevista do dia 25 de janeiro pp., no Canal Rural, manifestei minha opinião que os preços alcançariam us$ 13,40 por bushel, até o final de março, se não antes. Era quase inimaginável para o mercado que os preços poderiam ter esse desempenho.

No dia 17 de fevereiro pp, postei um artigo no NA, que os preços agrícolas iriam decolar para novas e duradouras altas, como apontavam os fatores históricos.

Sempre considero minhas manifestações de estudos de formação de preços, com muita responsabilidade, porque somos nós, da ponta do mercado, que podemos orientar ou mesmos trazer opiniões abalizadas sobre o desempenho
dos preços.

Meus modelos históricos, sugeriam essas situações em cada tempo. Através de minha longa experiência nesses conteúdos, que resulta em objetivos de preços muito próximo da realidade a médio/longo prazo, desde que, operamos em mercados projetados a futuro.

A repetição dos acertos de minhas análises históricas, conferiu-me a condição de poder afirmar os preços que podem ser alcançados em determinado tempo. Digo isto, porque é importante que a história confirme, como o atual desempenho dos preços, a efetividade de minhas análises.

Fundamentalmente, quando os objetivos históricos apontam esses substanciais aumentos de preços, não trazem no escrutínio de seu DNA ou padrão os meios que se apresentarão para realizar aquele objetivo de preço final que está indicado para ser alcançado.

É importante notar que no epílogo do meu livro ´Como Lucrar Negociando Soja`, escrito dia 4 de março de 2011, praticamente há um ano atrás, já tinha afirmado que durante o ano de 2012, o preços da soja poderiam ter novamente patamares de exceção, talvez os mais altos da história moderna. Aliás, quem leu meu livro vai perceber a mesma constatação em anos anteriores, onde estão literalmente descritos.

Aparentemente, estamos em direção incontestável de uma escalada de preços para todos os produtos agrícolas, até o mês de junho próximo, pelo menos.

Atenciosamente,
Liones Severo


Fonte: Liones Severo