Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 2 de março de 2012

Soja reverte realização de lucros e fecha a semana com mais de 10 pts de alta

A soja conseguiu reverter o movimento de realização de lucros que vinha pressionando os preços desde ontem e fechou a semana com expressivas altas. Os contratos mais próximos encerraram a sessão regular desta sexta-feira com altas de mais de 10 pontos.

Os fundamentos positivos de oferta e demanda seguem positivos e continuam dando suporte aos preços da oleaginosa no mercado internacional. Hoje, a soja registrou o décimo pregão consecutivo de alta, e o vencimento maio/12, referência para a safra brasileira, encerrou o dia a US$ 13,33, subindo 10,50 pontos.

A todo momento chegam informações das perdas na safra da América do Sul por conta da seca. Nesta sexta, a Informa reduziu sua estimativa para a safra de soja do Brasil para 68 milhões de toneladas. Em contrapartida, a consultoria aumentou para 47,7 milhões de toneladas a colheita da Argentina. Ainda assim, a situação da oferta sulamericana continua bastante ajustado.

Paralelamente, a demanda pela soja dos EUA continua bastante aquecida. Na semana encerrada no dia 23 de fevereiro, as exportações norte-americanas da oleaginosa somaram 976.380 mil toneladas. A China continua sendo o principal importador do produto, adquirindo, nesse período, 69% do total. As informações são do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 1 de março de 2012

SOJA: CHICAGO INVERTE E FECHA EM ALTA PELA 9a SESSÃO SEGUIDA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais altos para o grão e o
farelo e fracos para o óleo de soja. O mercado iniciou o dia realizando
lucros, mas retornou ao território positivo na parte da tarde, impulsionado
pelo cenário fundamental positivo.
A sessão de hoje foi a nona consecutiva de ganhos em Chicago. O bom
momento é resultado da combinação de sentimento de safra ainda menor para a
região Sul do Brasil, devido à seca, e da perspectiva positiva em relação ao
ritmo das exportações americanas.
Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de
3,25 centavos de dólar a US$ 13,16 3/4 por bushel. A posição maio teve ganho
de 2,50 centavos de dólar, encerrando a US$ 13,22 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição março do farelo teve preço de US$ 353,70 por
tonelada, alta de US$ 2,50. Os contratos do óleo com vencimento em março
fecharam a 53,94 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 0,15 centavo frente
ao fechamento anterior.

Exportações semanais

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 549.100 toneladas
na semana encerrada em 23 de fevereiro, contra 1.159.400 toneladas na semana
anterior. China (248.200 toneladas) foi o principal país comprador. Para
2012/13, as vendas somaram 427.300 toneladas, contra 2.873.000 toneladas na
semana anterior. China (425.000 toneladas) foi o principal comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).


FONTE: Safras e Mercado.

Soja se recupera e fecha com leve alta. Milho e trigo terminam negativos

O mercado internacional da soja mostrou que continua sustentado e, contrariando a abertura negativa, fechou o dia no azul. Foram leves ganhos já que as cotações ainda se mostram suscetíveis aos movimentos de realização de lucros.

O cenário fundamental permanece o mesmo para oleaginosa: a quebra na produção da América do Sul foi bastante séria e a demanda pela soja norte-americana vive um momento aquecido e de firmeza.

"Os preços sobem, mas eles não sobem em linha reta. Eles precisam parar um pouco para respirar e depois retomar a tendência de mais longo prazo", disse o analista de mercado Pedro Dejneka, da PHDerivativos, direto de Chicago.

No entanto, Dejneka disse ainda que qualquer momento de recuo no momento da soja seria curto. Nesta quinta-feira, os preços operaram com volatilidade e oscilaram bastante entre os campos positivos e negativos.

O mercado, como há alguma sessões vem acontecendo, continua encontrando sustentação no apertado quadro de oferta e demanda da soja. As perdas na colheita sulamericana estimularam os importadores a garantirem seus estoques com a commodity norte-americana, mas, nos EUA, as reservas também seguem bastante ajustadas.

Além disso, a soja ainda precisa vencer do milho a batalha por área nos Estados Unidos, e para isso precisa continuar registrando preços atrativos para que os produtores optem pela oleaginosa em detrimento do cereal.

Essas expectativas também devem seguir contribuindo para novas altas em Chicago. "Precisamos ter uma safra quase perfeita aqui nos Estados Unidos para aliviar a situação fundamental da soja", completou o analista.

Essa firmeza, porém, parece não ter sido registrada nos mercados do milho e do trigo. Apesar da leve alta da soja, os grãos não conseguiram passar para o campo positivo e fecharam o dia no vermelho.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

SOJA - A ESPETACULAR DECOLAGEM DOS PREÇOS, por Liones Severo

Na minha entrevista do dia 25 de janeiro pp., no Canal Rural, manifestei minha opinião que os preços alcançariam us$ 13,40 por bushel, até o final de março, se não antes. Era quase inimaginável para o mercado que os preços poderiam ter esse desempenho.

No dia 17 de fevereiro pp, postei um artigo no NA, que os preços agrícolas iriam decolar para novas e duradouras altas, como apontavam os fatores históricos.

Sempre considero minhas manifestações de estudos de formação de preços, com muita responsabilidade, porque somos nós, da ponta do mercado, que podemos orientar ou mesmos trazer opiniões abalizadas sobre o desempenho
dos preços.

Meus modelos históricos, sugeriam essas situações em cada tempo. Através de minha longa experiência nesses conteúdos, que resulta em objetivos de preços muito próximo da realidade a médio/longo prazo, desde que, operamos em mercados projetados a futuro.

A repetição dos acertos de minhas análises históricas, conferiu-me a condição de poder afirmar os preços que podem ser alcançados em determinado tempo. Digo isto, porque é importante que a história confirme, como o atual desempenho dos preços, a efetividade de minhas análises.

Fundamentalmente, quando os objetivos históricos apontam esses substanciais aumentos de preços, não trazem no escrutínio de seu DNA ou padrão os meios que se apresentarão para realizar aquele objetivo de preço final que está indicado para ser alcançado.

É importante notar que no epílogo do meu livro ´Como Lucrar Negociando Soja`, escrito dia 4 de março de 2011, praticamente há um ano atrás, já tinha afirmado que durante o ano de 2012, o preços da soja poderiam ter novamente patamares de exceção, talvez os mais altos da história moderna. Aliás, quem leu meu livro vai perceber a mesma constatação em anos anteriores, onde estão literalmente descritos.

Aparentemente, estamos em direção incontestável de uma escalada de preços para todos os produtos agrícolas, até o mês de junho próximo, pelo menos.

Atenciosamente,
Liones Severo


Fonte: Liones Severo

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Soja atinge maior preço em cinco meses na bolsa de Chicago

A valorização foi motivada pela boa demanda pelo grão produzido nos Estados Unidos e por novas revisões para baixo em estimativas para a colheita no Brasil, em virtude dos reflexos da estiagem provocado pelo fenômeno La Niña em regiões produtoras da região Sul.

Os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão a US$ 13,0250 por bushel, ganho de 15,75 em relação ao pregão de sexta-feira.

No oeste da Bahia, a saca de 60 quilos da soja foi negociada, em média, por R$ 42,43, de acordo com levantamento realizado pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

Fonte: Valor Econômico

Grãos fecham o dia em alta com fundamentos e financeiro positivos

A soja fechou a terça-feira com altas de dois dígitos na sessão regular na Bolsa de Chicago. A demanda aquecida pela oleaginosa norte-americana e mais o clima adverso na América do Sul continuam nos holofotes dos investidores e, por isso, seguem dando suporte às cotações. O vencimento maio, referência para a safra brasileira, encerrou o dia a US$ 13,12 por bushel, com alta de 10 pontos.

"O quadro de oferta e demanda continua apertado, e a demanda, principalmente por parte da China, ainda é firme", disse o analista de mercado Steve Cachia, da Cerealpar. O mercado da oleaginosa tem ainda a sustentação vinda de notícias de que as chuvas chegaram tarde para as lavouras brasileiras, que já registram danos irreversíveis. Além disso, meteorologistas prevêem chuvas para o Brasil esta semana, o que poderá atrasar a colheita tanto da soja quanto do milho.

A severa quebra na produção sulamericana já está gerando rumores de que os estoques mundiais de soja poderiam ser os menores em 16 anos. Diante disso, instituições financeiras como o banco Rabobank já informaram um aumento em suas estimativas de preços para a oleaginosa. Para o Rabobank, as cotações devem registrar uma média de US$ 12,81 por bushel no primeiro trimestre deste ano. Até agora, a média é de US$ 12,30.

"A baixa produção da América do Sul e mais a firme demanda pela soja dos EUA estão encaminhando os preços para novas altas. E isso está estimulando um aumento nas estimativas para os preços da oleaginosa", disse o analista do Rabobank, Erin FitzPatrick. "E elas ainda podem aumentar diante das boas importações da China", completou.

Paralelamente, o cenário externo mais tranquilo desta terça-feira contribuiu com as altas. O mercado financeiro caminhou por um viés positivo e deixou os investidores menos avessos ao risco.

"O mercado da soja liderou o rally entre as commodities agrícolas hoje. Com o mercado financeiro positivo, houve ânimo dos compras dos fundos e especuladores. Afinal de contas, a cada dia que passa aumentam as estimativas de quebra da safra da América do Sul", complementou Cachia.

Além disso, o analista ainda reiterou as perspectivas de que talvez os Estados Unidos não tenham condições de ampliar sua área de soja, já que as preferências seriam para o milho e para o trigo.

Os futuros do milho e do trigo também encerraram o dia no azul. Os fundamentos para os grãos também são positivos e a subida da soja puxou as cotações nesta terça-feira.

No caso do milho, as expectativas de aumento de área nos EUA acabaram limitando um pouco o avanço dos preços. Entretanto, as cotações devem seguir em alta, já que o cereal tem que garantir preços atrativos para confirmar esse aumento esperado da área.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Fundos soberanos avançam sobre tradings de commodities

O anúncio feito na sexta-feira pela Corporação de Investimento do Governo de Cingapura (GIC, na sigla em inglês), dando conta de que adquiriu uma fatia da americana Bunge, apenas confirma o crescente interesse dos países asiáticos pelas firmas globais de commodities. Com US$ 248 bilhões em sua carteira, o GIC comprou 5% das ações da companhia americana por um valor estimado em US$ 500 milhões.

Nos últimos anos, a Corporação de Investimento da China (CIC) e a da Coreia (KIC) adquiriram fatias na Noble, maior trading de commodities da Ásia, e a Temasek Holdings, também de Cingapura, entrou no capital da Olam, trading agrícola com sede no mesmo país. A própria GIC já tinha participação em outra gigante do setor, a suíça Glencore.

Mas a compra de ações da Bunge tem um peso simbólico. Marca a entrada do capital asiático em uma empresa do seleto grupo das "ABCD" - formado também pelas tradings americanas ADM e Cargill, além da francesa Louis Dreyfus -, que domina o comércio global de produtos agrícolas. Com vendas de US$ 58 bilhões, a Bunge movimentou quase 142 milhões de toneladas entre grãos, açúcar e adubos em 2011.

A Dreyfus pode ser a próxima a ter um investidor estatal asiático. A empresa já informou que um aporte de um fundo soberano pode ser uma saída para atrair recursos em um desejado processo de capitalização.

Os fundos soberanos, ligados a governos de países com grandes superávits comerciais, detêm mais de US$ 4,8 trilhões em ativos espalhados pelo mundo. Cerca de 75% desses fundos estão na Ásia e no Oriente Médio. Papéis lastreados em recursos naturais ainda têm um espaço pequeno nessa carteira - no caso da GIC, não passam de 3% - mas são uma aposta cada vez mais evidente.

Os governos asiáticos têm procurado ampliar o controle sobre fontes de alimentos, metais e energia, com o objetivo de sustentar o rápido crescimento de suas economias e populações. Como a compra direta de terras por estrangeiros vem sendo combatida em países que ainda têm condição de expandir a produção agrícola, a participação acionária em empresas do segmento pode ser uma alternativa.

No Brasil, a legislação carece de definições claras sobre a participação de estrangeiros nesse tipo de ativo. Algumas concessões devem ser feitas, mas a tendência é os fundos soberanos ficarem de fora. "Fizemos todas as consultas e análises possíveis e nos convencemos de que a lei não permite, em nenhum caso, a participação de fundos soberanos na propriedade de terras no Brasil", disse Arlindo Moura, presidente da SLC Agrícola, ao Valor no fim de fevereiro.

À frente da maior companhia agrícola do país, Moura negociou durante todo o ano de 2011 a entrada de fundos soberanos no capital da Land Co., uma subsidiária da SLC Agrícola com foco em compra e venda de terras. Na época, a proposta era vender 49% da empresa de terras por US$ 220 milhões. "Estávamos com o cheque na mão. Mas, na última hora, se percebeu que, apesar de a legislação brasileira fazer concessões, elas não existiriam para os fundos soberanos", relata Moura, que agora negocia com fundos de investimentos nacionais para a Land Co.

Mas a compra de pequenas participações em companhias de commodities por fundos soberanos pode indicar tão somente uma aposta no retorno financeiro desses ativos ou uma estratégia para minimizar os prejuízos com a desvalorização do dólar. Apesar da queda no segundo semestre de 2011, os preços das commodities devem seguir pressionados para cima frente ao aumento da demanda, o excesso de liquidez nos mercados financeiros e as restrições ao aumento da oferta no médio prazo


Fonte: Valor Econômico

Economia mundial ainda corre perigo, avalia diretora-gerente do FMI

A economia mundial ainda não está fora de perigo, alertou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, na conclusão ontem do encontro dos ministros das Finanças do G-20 no México.

Para ela, o G-20 deve ampliar sua resistência a novos choques que podem resultar de sistemas financeiros ainda frágeis, do alto endividamento público e privado e de preços mais elevados do petróleo. "De igual preocupação é o desemprego, que ainda é muito alto em muitos países", acrescentou, conforme o comunicado disponível na página eletrônica do Fundo.

O encontro realizado no fim de semana serviu, segundo Lagarde, para discutir os desafios enfrentados pela economia mundial e os próximos passos e ações. Durante o debate, foi abordado ainda, como lembrou a representante do FMI, a construção de barreiras de proteção global mais fortes, incluindo alavancar os recursos do Fundo, para garantir contra choques renovados e para restaurar a confiança global.

"Nós sugerimos aumentar a capacidade de empréstimo do FMI de US$ 500 bilhões, que seria combinada com uma barreira de proteção de tamanho adequado, alta qualidade e crível em nível europeu", sustentou Lagarde. "Fiquei animada pelo reforço do G-20 da importância desse processo. As decisões concretas vão esperar a reavaliação, pelos países da zona do euro, de suas linhas de apoio, planejada para março", emendou.

Lagarde recordou que muitos assuntos discutidos no fim de semana vão ser revisados em encontros a ser realizados em Washington em abril e na reunião de chefes de Estado e governo do G-20 em junho. "Até lá, é crucial que os países continuem seus esforços para restaurar o crescimento global", concluiu.


Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

USDA estima safra de soja 12/13 dos EUA é em 95,2 mi de toneladas

Durante o Fórum Anual do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o órgão divulgou suas primeiras estimativas para a safra 2012/13 do país.

Para a soja, o USDA estima a produção de 95,2 milhões de toneladas (3,5 bilhões de bushels) Na safra anterior, o volume produzido foi de 83,17 milhões de toneladas.

Já para o milho, o estimado é de que os produtores norte-americanos produzam 362,5 milhões de toneladas (14,27 bilhões de bushels). Na safra anterior, a produção do cereal ficou em 313,9 milhões de toneladas.

Os dados divulgados hoje superaram as estimativas base divulgadas anteriormente pelo USDA de 87,5 milhões de toneladas de soja e 361,59 milhões de toneladas de milho.

Trigo - A safra 2012/13 de trigo dos Estados Unidos, segundo números do USDA, deverá totalizar 58,92 milhões de toneladas, acima da estimativa base de 57,7 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

USDA estima retração dos preços agrícolas em 2012

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, em seu Fórum Anual, que prevê uma retração nos preços agrícolas mundiais em 2012. De acordo com o departamento, o aumento da produção deve trazer de volta uma certa estabilidade para o mercado, já que podem reduzir temores com a inflação dos alimentos.

"Certamente, os altos preços que vimos no ano passado estimularam uma resposta da produção global da maioria das commodities", disse o Joe Glauber, economista-chefe do USDA, durante o evento.

Para a instituição, os preços do milho podem chegar a US$ 5 por bushel, recuando 20% neste ano. Porém, Glauber diz que ainda há incertezas nas previsões, já que preocupações com as perdas ocasionadas pela seca na América do Sul e no sul dos Estados Unidos seguem rondando os números.

Os baixos preços previstos pelo USDA refletem, em partes, o aumento da área nos Estados Unidos que, se confirmada, será a maior área semeada com trigo, milho, sorgo, cevada, aveia, arroz, soja e algodão desde os 104,65 milhões de hectares (258,6 milhões de acres de 1997).


Fonte: Notícias Agrícolas