Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

SOJA: PLANTIO ESTÁ ENCERRADO NO MATO GROSSO - IMEA

Levantamento divulgado pelo Instituto Mato-Grossense de
Economia Agropecuária (IMEA) mostra que o plantio de soja no maior estado
produtor do país está encerrado. A semeadura chega a 100%, contra 99,8% na
semana anterior.
O IMEA projeta um aumento de 5,8% referente área a ser plantada com soja
em 2011/12 na comparação com o ano anterior. A área projetada será de 6,782
milhões de hectares. Com produtividade de 3,174 quilos por hectare, a
produção poderia alcançar 21,52 milhões de toneladas, com elevação de 4,6%
sobre o ano anterior.

FONTE: Safras

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Crise financeira volta ao foco e grãos recuam na Bolsa de Chicago

O mercado de grãos enfrenta mais um dia de baixas nesta terça-feira. Os futuros da soja, do milho e do trigo operam em baixa no pregão noturno de hoje sentindo o nervosismo que voltou ao mercado financeiro e também o temor sobre uma desaquecimento mais expressivo da demanda.

Às 10h20 (horário de Brasília), a soja operava com baixas de pouco menos de 1 ponto em seus principais vencimentos. O maio/12 - referência para a safra brasileira - era cotado a US$ 11,35 por bushel, recuando 0,75 ponto. No milho, os contratos mais próximos perdiam mais de 7 pontos, com o dezembro valendo US$ 5,74 por bushel. Os futuros do trigo perdiam entre 5 e 8 pontos, com o dezembro valendo menos de US$ 6 por bushel.

Ontem, a agência de classificação de risco Standard & Poor's divulgou um alerta de que poderia rebaixar a nota de vários países da Zona do Euro, inclusive a França e a Alemanha. Esse anúncio "sem precedentes" interrompeu o rally de alta iniciado pelas bolsas de valores na semana passada e já está sendo refletidos nas commodities agrícolas.

Em uma notícia da agência Reuters,o diretor de uma corretora japonesa afirmou que "há alta expectativa no mercado por acontecimentos positivos na reunião de líderes europeus nesta semana, e se houver qualquer indício de que as decisões estejam sendo adiadas, isso terá consequências muito negativas para o mercado."

Demanda - A desaceleração da demanda por produtos dos Estados Unidos também preocupa o mercado futuro de grãos. No mês passado,um índice de gerência das compras de indústrias chinesas recuou. "Há evidências de que a demanda da China estaria se desacelerando. Alguns apostam em uma redução nas compras de soja, com menor consumo de carne de porco e, consequentemente, menores compras de milho", disse o analista de mercado William Adams.

Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório de registro de inspeções semanais informando números historicamente baixos para a soja e para o milho, o que também pesa sobre os preços, uma vez que poderia ser uma confirmação desse desaquecimento da procura pelas commodities dos EUA.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

ECONOMIA: DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA É PASSAGEIRA, AFIRMA MANTEGA

A desaceleração da economia brasileira no terceiro
trimestre deste ano é "passageira", causada em parte pelas medidas de
contenção das pressões inflacionárias adotadas pelo governo brasileiro no
final do ano passado e ao longo deste ano, que tiveram seu auge seis ou sete
meses depois de sua adoção, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, há
pouco, ao comentar os dados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados hoje pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o ministro, no último trimestre do ano será possível voltar a
acelerar a economia, com a reversão dessas medidas, e estímulo ao investimento
e ao crédito, com redução dos juros. Porém, sem flexibilizar o rigor fiscal
adotado este ano.
O setor industrial é o que mais influenciou para a estagnação da
economia brasileira no terceiro trimestre, apontou o ministro, o que indica que
esse setor da economia é o mais afetado pela crise financeira internacional.
Por outro lado, Mantega comemorou o superávit comercial do País, auxiliado por
um câmbio mais favorável aos exportadores, com forte participação do setor
agropecuário, e o desempenho do varejo. "As vendas ao varejo estão crescendo
no País. Uma parte dessas vendas é feita por importados, mas o peso das
exportações aumentou. Temos um resultado de balança melhor que o esperado",
afirmou.
Sobre os investimentos no País, Mantega afirmou que a desaceleração no
ano também é um reflexo das medidas adotadas pelo governo para conter a
demanda e as pressões inflacionárias, mas comemorou o patamar de 20% do PIB em
investimentos.
O IBGE divulgou hoje que o PIB brasileiro ficou estagnado no terceiro
trimestre de 2011 em comparação ao trimestre anterior, com valor corrente de
R$ 1,046 trilhão. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB
avançou de 2,1%. No ano, a expansão da economia brasileira acumula alta de
3,2% e, nos 12 meses encerrados em setembro, a alta é de 3,7%.

FONTE: As informações são da agência Leia.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SOJA: PLANTIO ATINGE 99,8% NO MATO GROSSO - IMEA

O plantio de soja de Mato Grosso foi dado como encerrado,
completando 99,8% da área concluída, no último levantamento do Imea
(Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária).
O plantio da safra 2011/12, que se iniciou no dia 29 de setembro de 2011,
levou 10 semanas para ser finalizado, com condições climáticas contribuindo
para a conclusão das tarefas. Comparando com a safra passada, que se iniciou em
30 de setembro de 2010, curiosamente, levou as mesmas 10 semanas, exatas, para
conclusão da semeadura, que se encerrou no dia 2 de dezembro de 2010.
Já as duas safras anteriores, 2008/09 e 2009/10, demandaram um período
maior para o plantio, que se iniciou dia 17 e 24 de outubro, respectivamente,
demorando 12 semanas para serem concluídas. Portanto, mesmo com o aumento de
área safra após safra, o plantio não merece nenhum destaque quanto à
antecipação ou atraso nas quatro últimas safras, pois está mantendo uma
média tanto entre os dias para início de plantio, quanto para o prazo que se
leva para semear toda a área determinada.

FONTE: Safras.

AGRONEGÓCIO: REDUÇÃO DO RITMO NA CHINA NÃO DEVE AFETAR DEMANDA AGRICOLA

A redução do ritmo econômico da China em 2012 não deve
afetar a demanda agrícola do país, já que o governo pode utilizar a
disponibilidade mundial para evitar os baixos estoques, segundo o Rabobank.
O país deve importar cerca de 4 milhões de toneladas de milho na
temporada 2011/12 e 7 milhões de toneladas na 2012/13. As aquisições de soja
devem subir 12% no ano em 2011/12 para 58,5 milhões de toneladas e 15% ou mais,
passando dos 60 milhões de toneladas na melhor das hipóteses.
Com a redução da inflação e a melhora nas margens de esmagamento, o
Rabobank prevê uma reviravolta na demanda por óleo de palma em 2011/12, com
alta de 5% para 6 milhões de toneladas. Com informações de agências
internacionais.

FONTE: Safras.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

SOJA: DEMANDA FRACA DETERMINA PERDAS PARA 1as POSIÇÕES DO GRÃO EM CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da quinta-feira com preços mais predominantemente mais
baixos para o grão, fracos para o farelo e firmes para o óleo. A demanda
enfraquecida pela oleaginosa dos Estados Unidos determinou a queda nas
cotações. Com a safra sul-americana se desenvolvendo bem, o temor é de
aumento na competitividade e possibilidade de enfraquecimento das exportações
norte-americanas.
Diferentemente das últimas sessões, o mercado financeiro não deu apoio
ao movimento de recuperação. Petróleo, metais e bolsas tiveram um dia de
perdas, apesar do recuo do dólar frente a outras moedas.
Os contratos com vencimento em janeiro recuaram 3,25 centavos de dólar,
fechando a US$ 11,28 por bushel. A posição março teve baixa de 2,50 centavos
de dólar, encerrando a US$ 11,38 1/2 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 287,20
por tonelada, perda de US$ 3,20. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 49,52 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,25
centavo frente ao fechamento anterior.

Exportações

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à
temporada 2011/12, com início em 01 de setembro, ficaram em 489.600 toneladas
na semana encerrada em 24 de novembro, contra 921.600 toneladas na semana
anterior. China (534.600 toneladas) foi o principal país comprador. As
informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

FONTE: Safras.

Queda no preço da soja dificulta fechamento de novos negócios

O produtor Helmuth Steffen plantou 150 hectares de soja em Santa Rosa, no noroeste do Rio Grande do Sul. Este ano, ele antecipou o plantio e também a negociação da safra, fechou os contratos em agosto. Cerca de 1/3 foi negociado para travar os custos de produção. Nós conseguimos comercializar a soja por R$ 50 a saca", conta.

Nos últimos meses o preço da soja vem caindo e, por isso, os agricultores resolveram segurar a venda do produto.

Muitos agricultores que fazem contratos futuros de venda aguardam pelo melhor preço da soja. Hoje, o valor estimado da saca é de R$ 39, redução de 11% em relação ao valor comercializado em agosto.

Helmuth está esperançoso de que os preços voltem a subir e ele consiga novamente os excelentes patamares que conseguiu alguns meses atrás. Vamos aguardar por um preço melhor e melhor rentabilidade.

Fonte: Globo Rural

Commodities Agrícolas: Em novembro, resultado foi negativo nas bolsas internacionais

Em novembro, o cacau teve queda de 15,4%, o algodão de 9,8%. No milho, a desvalorização foi de 7,7%. O trigo caiu 7,5% e o açúcar 7,3%. O preço da soja recuou 6,2%. Já o suco de laranja teve alta de 1,8% e o café arábica fechou o mês com valorização de 2,8%.

O analista de mercado Antônio Sartori explica que o motivo que está influenciando os preços nas Bolsas internacionais é reflexo da crise mundial. Isso já aconteceu em 2008, quando o mercado em outubro caiu 300 pontos. Este ano, o índice foi igual e a queda em novembro foi pequena em relação ao mês anterior, mas os fundamentos não mudaram. O mundo não parou de comer, mas os estoques mundiais estão baixos, o que indica movimento forte pela frente.

De acordo com Sartori, enquanto o cenário na Europa não estiver resolvido, a situação não deve mudar e o clima é outro fator que preocupa porque estamos em ano de La Niña e a estiagem já acontece no sul da América do Sul.

Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Comentário do analista de mercado Liones Severo

SOJA - COMENTÁRIO SOBRE A CRISE

Não era difícil prever que, se a Zona do Euro tem um endividamento médio de 100pct do PIB, com as economias expandidas pelos altos preços praticados em todas as commodities e demais produtos. É certo que a desimbolização dos preços e mercados que promoveram, teria uma repercussão direta na diminuição na arrecadação de impostos e tributos em todos os países da Zona do Euro.

O resultado seria uma redução dos PIB´s e consequentemente um aumento proporcional de seus endividamentos em relação a um PIB reduzido pela crise, ainda mais, comprometendo também a capacidade de arredação para mitigar as dívidas existentes.

É admirável a imprevisão da administração estratégica global, responsáveis por este prejudicado cenário econômico da Zona do Euro, quando o custo de pagar a dívida da Grécia teria saído bem mais em conta.

Agora, a única maneira de reduzir e tornar administrável seus déficts será realçar novamente as economias de mercados com preços altos, expandir o PIB e arrecadação de impostos, competitivos o suficiente para a retomada do curso de desenvolvimento sustentado.

Os custos de uma instituição, empresa ou estado, concorrem com o aumento da receita, mas a recíproca não é verdadeira. Portanto, o que podemos esperar é uma retomada ou re-evolução dos muitos mercados afetados por uma tentativa de solução muito distante do que se poderia considerar como adequada.

Com o advento do mundo global, os mercados se tornaram mais complexos ou de maior valor contributivo, do que foi num passado em que esses domínios prosperavam sem qualquer percepção dos prejuízos que estendiam há muitos setores produtivos, principalmente no setor agrícola primário que amargavam anos eternos de preços aviltados, sem qualquer poder de reação.

Nossa agricultura já não vive essa dependência, mas ainda hoje está marcado em nossa saga, o temor de assistir o levante de nossas máquinas confiscadas pelos bancos pela impossibilidade de obter uma receita legítima pela nossa produção agrícola.

Fonte: Liones Severo - Analista de mercado

Soja: Mercado dos EUA já sente pressão da concorrência com América do Sul

As exportações e o esmagamento de soja dos Estados Unidos registraram um declínio de 22% em setembro e outubro se comparado ao mesmo período do ano passado. A consultoria alemã Oil World informou que as vendas norte-americanas têm diminuído ao passo que os compradores se voltam mais para a oferta da América do Sul.

Nos últimos dois meses, as exportações e o esmagamento tiveram uma baixa de 13,74 milhões de toneladas. Na Argentina, por outro lado, as vendas aumentaram 15% e no Brasil, 21%. As exportações sulamericanas subiram para 22,2 milhões de toneladas e, de acordo com a Oil World, é o maior nível já registrado.

\"Os sojicultores e exportadores dos Estados Unidos sofreram com a competição com o produto da América do Sul. A disposição da soja sulamericana parece ser, portanto, a principal razão para a redução das exportações e do processamento de soja no país em setembro e outubro\", afirmou a consultoria em seu último reporte.

Em novembro, as exportações brasileiras de soja podem somar 1,8 milhões de toneladas. O volume é maior do que as 1,41 milhões de toneladas exportadas em outubro.

Mercado - Só neste ano, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago já recuaram 20%. Parte dessas perdas foram ocasionadas por conta de um recuo da demanda por matérias-primas, agravado pela crise financeira pela qual passa a economia europeia e também por notícias negativas sobre as finanças dos EUA.

Com informações da Bloomberg. Clique no link abaixo e veja a notícia original, em inglês.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes