Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

China deve comprar mais soja do Brasil em 2012

Produtores brasileiros devem permanecer otimistas em relação à comercialização da safra de soja em 2012. A China está precisando importar cada vez mais e a América do Sul deve abastecer o país. Segundo os dados levantados pelo jornalista e apresentador do Canal Rural, João Batista Olivi, a estimativa da COFCO Corporation, estatal chinesa responsável pelo desenvolvimento agrícola do país, o volume importado de soja pela China em 2012 deve ficar entre 58,5 milhões e 61 milhões de toneladas.

Primeiramente eles compram dos Estados Unidos, mas agora que acabou a safra norte-americana eles estão comprando no Brasil – afirma Olivi.

O jornalista apontou que além do grão, os chineses vão comprar farelo de soja para engordar suínos, uma grande necessidade do país.

Olivi comentou ainda uma declaração publicada em um portal financeiro estatal da China que afirma que o balanço de oferta e demanda do país permanecerá bastante apertado devido ao aumento da população e a redução de terras para a agricultura.

É o governo dizendo que eles não têm condições de dar autossuficiência em grãos para toda a população – aponta Olivi.

Fonte: Canal Rural

Crise na Zona do Euro volta a pesar sobre mercado de grãos

Os preços dos grãos voltaram a cair na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira e fecharam o pregão noturno no vermelho. O mercado devolveu parte dos expressivos ganhos registrados na sessão regular de ontem e voltou a focar os problemas com a crise da Europa.

No pregão regular desta terça-feira (15), os futuros da soja fecharam o dia com mais de 20 pontos de alta refletindo os sinais da volta aquecida da demanda chinesa ao mercado norte-americano. As informações foram confirmadas pela notícia de que a China comprou 600 mil toneladas de soja dos EUA nesta terça-feira, pela companhia Sinograin. Especialistas afirmam que a nação asiática estaria aproveitando os baixos preços para recompor seus estoques, lê-se preços abaixo dos US$ 12 por bushel.

Entretanto, no pregão de hoje, essas notícias não foram suficientes e os preços acabaram recuando novamente, em um movimento de realização de lucros, pois os holofotes se voltam, mais uma vez à crise instalada na Zona do Euro.

A situação no Velho Continente segue preocupando os mercados e fazendo com que os investidores se mantenham aversos ao risco, aplicando seu capital em ativos mais seguros, como o dólar, por exemplo. E a alta da moeda norte-americana acaba sendo mais um motivo de pressão para os preços nesta quarta-feira.

A bola da vez é a Espanha, mesmo que a Grécia e a Itália ainda tire o sono dos participantes do mercado. Analistas afirmam que mesmo diante de boas informações sobre a demanda, a crise política e financeira pela qual passa a Europa ainda gera temores de uma redução da procura por matérias-primas, como as commodities, por exemplo.

Além disso, as previsões de que a Europa caminha para uma nova fase de recessão só se fortalecem diante de números que apontam para um quarto trimestre negativo em importantes economias da Eurozona. Analistas dizem ainda que o contágio da crise poderia estar chegando agora aos membros mais fortes da União Europeia, o que preocupa ainda mais o mercado.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

SOJA: PERSPECTIVA DE AQUECIMENTO DA DEMANDA SUSTENTA CHICAGO

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja
encerrou as operações da segunda-feira com preços mais altos. Após a
recente queda nas cotações, cresceram as especulações em torno de uma
possível recuperação da demanda, principalmente com compras por parte da
China. Tecnicamente, o quadro também sugere recuperação, em meio ao
sentimento de que o mercado se encontra sobrevendido.
A posição novembro do grão encerrou a US$ 11,72 por bushel, com alta de
6,00 centavos na comparação com o fechamento anterior. Os contratos com
vencimento em janeiro avançaram 2,75 centavos de dólar por bushel, fechando a
US$ 11,78 1/4 por bushel.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo teve preço de US$ 299,20
por tonelada, baixa de US$ 0,30. Os contratos do óleo com vencimento em
dezembro fecharam a 51,22 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,24
centavo frente ao fechamento anterior.

Inspeções

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 53,524
milhões de bushels na semana encerrada no dia 10 de novembro, conforme
relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos
(USDA). Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 51,730 milhões de
bushels (número revisado). No ano passado, em igual período, o total foi de
76,170 milhões de bushels. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1 de
setembro, as inspeções estão em 313,299 milhões de bushels, contra 469,184
milhões de bushels no acumulado do ano-safra anterior.

Esmagamento

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA)
informou que o esmagamento de soja atingiu 141,179 milhões de bushels em
outubro. Em setembro, o processamento somou 110,313 milhões de bushels. Em
outubro de 2010, o número foi de 151,864 milhões de bushels. No acumulado do
ano comercial, iniciado dia 01 de outubro de 2010, os esmagamentos somam 141,179
milhões de bushels, ante 151,864 milhões no mesmo período da temporada
anterior.


FONTE: Safras

SOJA: PLANTIO CHEGA A 85,9% NO MATO GROSSO - IMEA

O último levantamento do Instituto Mato-Grossense de
Economia Agropecuária para o plantio de soja em Mato Grosso apontou que 85,9%
da área total já foi concluída. No comparativo de safras, neste ano-safra
2011/12 a semeadura está se comportando com maior velocidade ante as duas
últimas safras.
Em 09/10, no mesmo período do ano, 67,9% estavam finalizados, ou seja, 18
pontos percentuais inferiores e, na 10/11, 14,9 pontos percentuais menores se
comparados ao plantio atual.
Segundo o Imea, essa antecipação da safra da soja mato-grossense já foi
verificada em outros indicadores do agronegócio, como ocorreu com a
comercialização de insumos, antecipada ante os anos anteriores, e também a
comercialização dos grãos, que na média histórica foi a mais adiantada; o
plantio seguiu a mesma linha. Esse adiantamento, desde que o clima se mantenha
estável e úmido, favorece o desenvolvimento da cultura precocemente.

FONTE: Safras

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Confira o comentário de Liones Severo: problemas macro-econômicos derrubam preços

Problemas macro-econômicos derrubam preços

A casa de corretagem de derivados e banco de investimento, MF Global, abre falência.

Todos os mercados já amargavam fortes dificuldades pelo demorado desenlace da situação
Grega e os problemas da Zona do Euro, recebeu a quebra da MF Global como a “gota d’água”
que faltava para detonar um processo de liquidação de posições na Bolsa de Chicago.

Entretanto, os níveis de preços descontados das commodities agrícolas já despertaram movimentos de compras por parte dos mercados consumidores, principalmente a China.

Embora exista certa descrença dos analistas sobre o potencial dos preços para a soja, continuo
considerando que a situação de estoques mundiais de todas as commodities agrícolas, com
suprimento reduzido em comparação ao ano anterior, deverá oferecer desempenhos muito favorável para os preços das commodities agrícolas para o ano de 2012, como sempre aconteceu através da historia.

Minhas análises são baseadas em operações efetivas de mercado. A considerar minha experiência de 9 anos como gerente comercial de empresa estatal chinesa, com compras de cerca de 2.0 milhões de toneladas de soja anualmente, me possibilita um profundo entendimento das economias asiáticas e como se desenvolve os mercados de consumo naquela região que consome cerca de 60pct da produção agrícola mundial.

Sabidamente a Zona do Euro é autosuficiente na produção de grãos e oleaginosas, portanto são mais competidores dos produtos brasileiros do que consumidores. Os mercados podem estar mal interpretados na extensão da crise econômica da Zona do Euro. Eventualmente pode ter outros tipos de problemas que agravariam, ainda mais, o suprimento mundial, à saber:

- Qual será o desempenho da agricultura européia que sobrevive de fortes subsídios governamentais ?

- Haverá recursos financeiros na combalida Zona do Euro para manter o nível de produção que os tornou autosuficientes na produção de grãos, cereais e oleaginosas ?

Se os responsáveis pelo resgate econômico da Zona do Euro não tiverem uma boa resposta
para essas perguntas, o mundo provavelmente estará iniciando a marcha para uma nova e maior de todas crises, que será a falta de alimentos em escala para o suprimento mundial.

Desde já, temos que considerar que o hemisfério norte detém 80pct da produção agrícola mundial onde a Europa tem grande contribuição com suas produções de grãos, como milho e trigo e oleaginosas como a colza e girassol, além de frutas e legumes etc.

Atenciosamente,
Liones Severo

Fonte: Liones Severo - Analista de mercado

Soja opera em alta na contramão do milho e do trigo, que recuam

A soja já sinaliza uma reação no mercado internacional, operando em alta no pegão regular desta sexta-feira. Por volta das 15h18 (horário de Brasília), o vencimento novembro/2011 já operava com alta de 10 pontos, cotado a US$ 11,68 por bushel.

Depois das fortes baixas de ontem, os preços da oleaginosa encontram sustentação, principalmente, em rumores de que a demanda estaria novamente se voltando para o produto norte-americano, principalmente por parte da China.

Com os preços em patamares baixos, os investidores e compradores estariam voltando ao mercado com o objetivo de aproveitar o momento para recompor seus estoques.

Porém, por outro lado, analistas afirmam que a falta de confirmação dos negócios acaba limitando as altas. Afinal, o mercado também se deparou com informações de que, em outubro, as compras chinesas de soja foram as menores em sete meses.

Milho e Trigo - A soja, entretanto, opera na contramão dos mercados vizinhos. O milho e o trigo operam em queda nesta sexta-feira.

Analistas afirmam que o recuo, no caso do milho, é justificado por um movimento de realização de lucros frente ao final de semana, típico do último pregão da semana.

Além disso, há quem diga ainda que pecuaristas norte-americanos estariam importando o grão ao invés de fazerem suas compras no mercado interno, outro fator de pressão para os preços.

O trigo parece seguir o mesmo caminho e o declínio dos preços é reflexo da demanda mais retraída pela produção norte-americana.

O que limita as baixas em ambos os mercados é o cenário macroeconômico, que parece estar menos nervoso nesta sexta-feira. As bolsas de valores, metais e o petróleo operam em alta e o dólar recua.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Líderes gregos se reúnem para tentar acordo sobre novo governo

Os partidos majoritários gregos tentam nesta quinta-feira (10), pelo quarto dia consecutivo, chegar a um acordo sobre quem será o primeiro-ministro do governo de coalizão na Grécia, necessário para aprovar o resgate pactuado com a zona do euro.

Líderes políticos estão reunidos desde as 6h desta quinta-feira (horário de Brasília) para superar as divergências entre socialistas e conservadores. Participam da reunião com o presidente Carolos Papoulias, o líder da oposição conservadora da Nova Democracia (ND), Antonis Samaras, e Giorgos Karatzaferis, do partido de extrema direita LAOS.

Na quarta-feira (9), o primeiro-ministro grego, George Papandreou, oficializou sua renúncia ao cargo, em rápido pronunciamento transmitido pela TV estatal grega. "Eu gostaria de desejar todo o sucesso ao novo primeiro-ministro e, claro, ao novo governo. Eu vou ficar ao lado deles e apoiá-los com toda a minha força", disse, em rápido discurso à nação.

Lucas Papademos

Segundo publicam nesta quinta-feira os meios de comunicação gregos, Papandreou e Samaras entraram em contato nas últimas horas com o ex-vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) Lucas Papademos para conhecer sua disponibilidade para ocupar o cargo.

O canal da televisão estatal 'NET' informou que Papademos condicionou sua participação no novo governo à assinatura de ambos líderes de um compromisso sobre a aplicação do acordo do resgate financeiro aprovado em Bruxelas no último dia 26 de outubro, que perdoa 50% da dívida grega e concede um crédito de 130 bilhões de euros.

Além disso, exige que a ND participe do novo Governo e que a data inicial de 19 de fevereiro para as eleições adiantadas possa ser adiada para finalizar as negociações com a zona do euro e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Samaras declarou ontem à noite não ter problemas 'com nenhum candidato' e garantiu estar 'aberto a tudo'.

Fonte: G1.com

Grãos amargam mais um dia negativo. Soja perde patamar dos US$ 12

Os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago não conseguiram sustentar as altas registradas na sessão noturno e já operam no vermelho no pregão regular desta quinta-feira.

Por volta das 14h51 (horário de Brasília), os preços da soja trabalhavam com baixas de dois dígitos e os contratos mais próximos, novamente, abaixo dos US$ 12 por bushel. O vencimento janeiro/12 era cotado a US$ 11,72, perdendo 13,25 pontos.

No mercado do milho, as baixas eram mais suaves, de pouco mais de 3 pontos nos principais vencimentos. O março/12 tinha recuo de 3,75 pontos, operando a US$ 6,61/

Para o trigo, o contrato que mais sofre é o dezembro/11, que perde 14,50 pontos, operando a US$ 6,28 por bushel. Entre os contratos mais próximos, apenas o setembro/12 ainda mantinha os US$ 7/bushel.

A indefinição na situação de países da Zona do Euro continua e pesa, cada vez mais, no mercado de commodities. Com isso, o cenário acaba favorecendo uma liquidação generalizada dos fundos frente a uma aversão ao risco crescente por parte dos investidores.

A bola da vez é a Itália. A situação da dívida pública do país é insustentável e a recuperação da 11ª economia do mundo é algo bastante complexo. Além disso, já se sabe que a Itália não será, nem de longe, o último país a anunciar seus problemas financeiros na Europa. Trata-se de um efeito cascata.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Em pronunciamento, Papandreou oficializa renúncia ao cargo de premiê

O primeiro-ministro grego, George Papandreou, oficializou sua renúncia ao cargo nesta nesta quarta-feira (9), em rápido pronunciamento transmitido pela TV estatal grega antes de uma reunião com o presidente da Grécia na qual espera-se que ele apresente o pedido de saída.

"Eu gostaria de desejar todo o sucesso ao novo primeiro-ministro e, claro, ao novo governo. Eu vou ficar ao lado deles e apoiá-los com toda a minha força", disse, em rápido discurso à nação. Papandreou, no entanto, terminou o pronunciamento sem informar quem será o substituto para o seu cargo.

O primeiro-ministro disse que um novo governo interino buscará defender o acordo sobre a dívida da Grécia e a posição do país dentro da zona do euro.

A agência de notícias Reuters disse nesta quarta-feira (9) que o presidente e porta-voz do Parlamento, Philippos Petsalnikos deverá liderar o novo governo de coalizão da Grécia, oficializou em pronunciamento nesta quarta-feira (9) sua renúncia ao cargo.

A expectativa é de que o nome seja anunciado oficialmente ainda nesta quarta.

Em rápido pronunciamento transmitido pela TV grega, de acordo com a Reuters, o atual primeiro-ministro, George Papandreou disse em pronunciamento realizado neste momento que forças políticas estão trabalhando para tirar a Grécia da crise, e que o governo fará "tudo o que puder" para salvar o euro.

Possível substituto
De acordo com informações do site do Parlamento grego, Petsalnikos nasceu em Mavrochori, Kastoria, e tem seguido a carreira política na Grécia por mais de 25 anos. Ele foi eleito pela primeira vez como membro do parlamento pelo partido PASOK em 1985.

O novo governo grego conduzirá o país em meio à crise financeira e supervisionará a implementação das medidas de austeridade requeridas pelos credores do país.

Os líderes do país estão sob pressão da União Europeia para chegar a uma administração de unidade nacional, que controle assentos no Parlamento suficientes para aprovar o pacote de ajuda europeu anunciado em outubro, bem como as medidas de austeridade associadas à ele.

Segundo uma fonte dentro do governo, o atual primeiro-ministro, George Papandreou, se reunirá nesta manhã com o presidente, Karolos Papoulias.e o anúncio se daria após este encontro.

As negociações entre Papandreou e Antonio Samaras, líder do principal partido de oposição, Nova Democracia, entram nesta quarta-feira no seu terceiro dia.

Há informações de que os políticos gregos ainda não chegaram a uma decisão sobre quem liderará o novo governo.

Um dos mais cotados para o cargo de primeiro-ministro seria o ex-vice-presidente do Banco Central Europeu Lucas Papademos.

Além disso, espera-se que o atual ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, permaneça no cargo.

Compromisso por escrito
Mas há relatos de que membros da oposição ficaram irritados com uma reivindicação, feita por ministros das Finanças da zona do euro, de que o novo governo se comprometa por escrito com os termos do pacote de ajuda.

Expressando a reivindicação dos ministros, o presidente do grupo, o premiê de Luxemburgo, Jean-Claude Juncker, condicionou o compromisso à liberação da próxima parcela do primeiro pacote de ajuda concedido à Grécia, no valor de 8 bilhões de euros.

No mês passado, os líderes da União Europeia concordaram em uma nova ajuda ao país no valor de 130 bilhões de euros e o perdão de 50% da dívida grega em mãos de credores privados, em troca de medidas de austeridade.

Depois que o novo governo estiver formado, deve assumir o poder na próxima semana. Em meio às negociações, tanto o atual governo quanto a oposição concordaram que o dia 19 de fevereiro do próximo ano é a melhor data para realização de novas eleições.

Fonte: g1.com

SOJA: USDA ELEVA PROJEÇÃO DE ESTOQUES DOS EUA EM 2011/12

O relatório de novembro de oferta e demanda norte-americana,
divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), reduziu
as estimativas para safra, produtividade e exportações dos Estados Unidos na
temporada 2011/12. O Departamento, no entanto, elevou a previsão para os
estoques finais.
Para 2011/12, o USDA estima safra de 3,046 bilhões de bushels (82,9
milhões de toneladas), ante 3,060 milhões de bushels no mês passado (83,28
milhões de toneladas). A produtividade foi reduzida de 41,5 bushels para 41,3
bushels por acre.
O esmagamento foi previsto em 1,635 bilhão (44,48 milhões), repetindo
outubro. A projeção de exportação foi cortada de 1,375 bilhão (37,42
milhões) para 1,325 bilhão (36,06 milhões de toneladas). Os estoques finais
foram elevados de 160 milhões de bushels (4,35 milhões de toneladas) para 195
milhões de bushels, ou 5,31 milhões de toneladas.
O USDA estima produção de 3,329 bilhões de bushels para 2010/11, o
equivalente a 90,61 milhões de toneladas, repetindo o relatório anterior. Os
estoques finais foram mantidos em 215 milhões de bushels (5,85 milhões de
toneladas).

FONTE: Safras