Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EUA não devem voltar a uma recessão, dizem companhias

A economia dos Estados Unidos não está entrando novamente em recessão, mas passa por uma longa e lenta recuperação conforme os impasses políticos em Washington e na Europa deixam as empresas cautelosas em realizar investimentos, segundo altos executivos americanos.

"A recuperação está a caminho, mas é uma recuperação lenta e vagarosa. Mais lenta do que gostaríamos", disse o presidente-executivo da GE, Jeff Immelt, a um grupo de cerca de 500 executivos de companhias americanas de médio porte. Embora o cenário esteja deixando executivos nervosos, a situação não aparenta estar nem perto da calamidade vista durante a crise do crédito no início da última recessão. "Isso é muito diferente de 2008", disse Immelt, que preside o maior conglomerado dos EUA. "Há liquidez, há bolsões de crescimento".

Outros líderes corporativos americanos apresentaram análises similares nesta quinta-feira, incluindo o presidente-executivo da FedEx, Fred Smith, e o da ExxonMobil, Rex Tillerson. Dados divulgados nesta quinta-feira reforçam suas posições: a atividade manufatureira, os gastos corporativos e a venda de veículos motorizados sugeriram que a economia, que se expandiu a uma taxa anualizada de 1,3% no segundo trimestre, pode evitar um imediato declínio em sua capacidade de produção. "Não vemos uma contração; não vemos uma recessão", disse Smith, da FedEx. "Está constante, é um crescimento lento".


Fonte: Reuters

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Principais bolsas europeias fecham em alta acima de 3pctPrincipais bolsas europeias fecham em alta acima de 3pct

As principais bolsas europeias encerraram a quinta-feira (6) com ganhos de mais de 3%, após o anúncio do Banco Central Europeu (BCE) de uma série de medidas de apoio às entidades da zona do euro.

Frankfurt ganhou 3,15%, Londres 3,71%, Paris 3,41%, Milão 3,55% e Madri 2,68%.

O Banco Central Europeu (BCE) informou que decidiu retomar a operação de compra de bônus cobertos (títulos) e manter duas operações separadas de refinanciamento para bancos da zona do euro, afirmou o presidente da autoridade monetária, Jean-Claude Trichet, num esforço para evitar uma iminente crise de liquidez.

Falando na última entrevista coletiva à imprensa do seu mandado de oito anos na condução do BCE, Trichet afirmou que o banco comprará até 40 bilhões de euros em bônus cobertos emitidos por bancos, a partir de novembro. O banco fará suas compras nos mercados primário e secundário e espera concluir o programa em outubro de 2012.

Além disso, o BCE fará uma oferta de refinanciamento de 12 meses em outubro e outra com vencimento de aproximadamente 13 meses em dezembro. Ambas as ofertas terão tamanho ilimitado. Trichet disse também que o banco continuará a oferecer liquidez ilimitada em suas operações semanais e mensais até julho do próximo ano.

As medidas "continuarão a assegurar que os bancos da zona do euro não estão limitados no lado da liquidez", afirmou Trichet. Segundo ele, os riscos para a economia "continuam no sentido descendente em um ambiente de incerteza particularmente elevada", enquanto os riscos para a estabilidade dos preços no médio prazo permanecem "amplamente equilibrados."

Fonte: g1.com

Câmbio rebate queda da soja

Enquanto as cotações internacionais dos grãos caem expressivamente, o produtor brasileiro sente variações bem mais suaves nos preços. O fenômeno não isenta o setor da crise, mas impediu que as perdas chegassem a 20,7% no último mês.

Essa foi a queda da cotação da soja na Bolsa de Chicago de 31 de agosto até ontem. No contrato de primeira posição, com vencimento em novembro, o bushel (27,2 kg) despencou de US$ 14,65 para US$ 11,62.

Nesse mesmo período, em vez de 20,7%, os preços da soja no Paraná caíram 7%, conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Eco­­nomia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea). A saca do grão, que valia R$ 51 no dia 31 de agosto, ontem era negociada a R$ 48 em Paranaguá. O câmbio funcionou como um amortecedor para as commodities agrícolas.

O consultor em gerenciamento de risco da FCStone, Glauco Monte, explica que o fortalecimento da moeda americana no Brasil acompanha os movimentos vistos em outros países. “O nosso câmbio está exposto às variações dos investidores externos, mas também sofre interferência das medidas do governo brasileiro”, pontua. As intervenções internas, porém, não têm impedido que o câmbio funcione como um muro de proteção para a soja, principal produto agrícula do país.

Ele conta ainda que a correlação inversa entre os grãos e o dólar tem ganhado força nos últimos tempos e que os preços da soja e do milho estão sendo mais influenciados pela situação da economia mundial do que por fundamentos do mercado. “Quando o dólar sobe, os investidores tendem a liquidar seus contratos em commodities a assumir maior risco com outros ativos. Para isso, compram dólar e automaticamente fortalecem a cotação da moeda”, explica Monte. Isso implica maior oferta de contratos de commodities, que perdem valor no mercado internacional.

Diante das incertezas quanto ao futuro da economia nos países em crise, especialmente nos europeus, especialistas avisam que o sobe e desce tende a continuar em todos os mercados. “O risco de recessão ainda é muito grande. Acredito que a volatilidade deve continuar forte até novembro”, projeta Steve Cachia, analista da Cerealpar.

Fundamentos positivos

Apesar de a crise internacional ameaçar os preços dos grãos, especialistas acreditam que ainda há espaço para uma reação do mercado. O otimismo é justificado pela promessa de maior demanda por soja e milho, puxada especialmente pela China, e de redução da produção norte-americana.

“Os estoques dos Estados Unidos estão muito baixos e a expectativa é que a safra seja reduzida. Com isso, aumentam as chances de o Brasil se tornar o principal fornecedor de milho para a China”, cita Cachia, que recentemente esteve em um Congresso Mundial de Grãos, em Cingapura.

“A maior preocupação deles (chineses) está relacionada com quem vai conseguir fornecer milho, já que a prioridade dos Estados Unidos é produzir etanol”, diz. Representantes do país asiático disseram no evento que a demanda anual pelo produto pode ser de 6 a 7 milhões de toneladas a partir de 2012.

Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Grãos: Melhora no mercado financeiro impulsiona mercado

Após sucessivas quedas, os grãos voltaram a fechar o dia em alta na Bolsa de Chicago. Uma quarta-feira mais tranquila no mercado financeiro e os movimentos técnicos trouxeram um novo fôlego aos preços e aliviou a pressão nos mercados da soja, do milho e do trigo.

Os analistas ainda afirmam que o mercado segue sobrevendido. As altas, portanto, são limitadas pelas incertezas e pela fragilidade da economia global. Nas últimas sessões, os futuros da oleaginosa perderam cerca de US$ 3 por bushel.

Porém, hoje os preços mantiveram-se durante todo o pregão do lado positivo da tabela refletindo um dia mais confiante no cenário macroeconômico,com as bolsas de valores, o petróleo e os metais em alta frente a desvalorização do dólar.

Outro freio para as altas foi a evolução da colheita da safra norte-americana. A entrada de uma produção que já é tida como maior do que as projeções pessimistas começa a pesar sobre o mercado e limitar avanços mais significativos.

Nesta quarta-feira, a consultoria norte-americana reportou um incremento em sua projeção para a safra de soja dos Estados Unidos de 83,31 para 84,02 milhões de toneladas. A produtividade também teve um aumento. Nesse caso, de 43,41 para 43,72 sacas por hectare.

Milho e trigo - Já o mercado do milho teve altas bem mais expressivas e encerrou o dia com avanços de mais de 17 pontos nos principais vencimentos. Os principais motivos para a subida das cotações foram o melhor desempenho do mercado financeiro, a desvalorização da moeda norte-americana e os ganhos registrados pela soja e principalmente pelo trigo.

O grão fechou a quarta-feira subindo quase 20 pontos na Bolsa de Chicago, refletindo também uma recuperação técnica e os mesmos fatores positivos dos fatores externos.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Soja: Compradores voltam ao mercado e mercado avança

Depois das fortes quedas registradas ontem pelo complexo de grãos no mercado internacional, os futuros da soja, do milho e do trigo fecharam o pregão noturno desta quarta-feira em alta e estenderam as altas para a sessão diurna.

Segundo analistas, as cotações reagem graças a movimentos técnicos e também à volta dos compradores ao mercado, uma vez que os preços mais baixos tornam-se mais atrativos para os importadores. Com essa movimentação acontecendo na soja, trigo e milho sobem na esteira da oleaginosa.

Além disso, os grãos contam ainda com um cenário macroeconômico mais tranquilo nesta quarta-feira, mesmo diante da notícia do rebaixamento da nota de crédito da Itália pela agência de classificação de risco Moody's.

O mercado financeiro tomou um novo fôlego com a a fala do presidente de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (o Banco Central dos EUA), afirmando que poderia liberar mais dinheiro para alavancar a economia norte-americana.

Entre os fundamentos, porém, a evolução da colheita nos Estados Unidos pressiona ligeiramente o mercado. A entrada da safra norte-americana, que pode ser maior do que as projeções do mercado, pode pesar um pouco sobre o mercado e limitar as altas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

BC volta a intervir no câmbio, e dólar segue em baixa

O preço do dólar segue ajustando para baixo nesta terça-feira (4) , após a realização do leilão de swap cambial (operação equivalente à venda de dólar no mercado futuro). Por volta das 13h45, o dólar comercial apontava baixa de 0,47%, a R$ 1,883 na venda, depois de subir a R$ 1,902.

A oferta de swap aconteceu entre 11h15 e 11h30. Dos 90.525 contratos ofertados, 33.150 foram tomados, ou 37% do lote ofertado, movimentando US$ 1,65 bilhão. Na segunda-feira, o BC já tinha vendido swaps em operação que movimentou US$ 1,695 bilhão.

Com a operação desta terça, já são três leilões de swap cambial. A primeira deles aconteceu em 22 de setembro, depois de mais dois anos fora da "caixa de ferramentas" do BC.

Depois de fechar setembro com valorização de 18%, o dólar comercial voltou a subir no primeiro pregão de outubro, engatando a quarta alta seguida, num dia em que o Banco Central (BC) ofereceu contratos de swap cambial para frear a valorização da moeda.

A taxa de câmbio fechou a última sessão com ganho de 0,56%, variação aliviada pela intervenção do Banco Central com um leilão de swap cambial no fim do dia. Entre 11h15 e 11h30 desta terça, o BC realiza outra operação do tipo, com resultado às 11h45.

Fonte: Do G1, com informações do Valor Online

Brasil amplia liderança em superávit do campo

Apesar da alcunha de "celeiro do mundo", o Brasil ainda está longe de ser o maior fornecedor global de alimentos. Mesmo com todo o crescimento recente, o país ainda está distante de alcançar os patamares de produção e exportação dos Estados Unidos, a maior potência agrícola do planeta. Contudo, há um quesito em que o agronegócio brasileiro lidera com folga e vantagem crescente sobre os concorrentes americanos: a geração de saldos comerciais.

Os últimos dados do Ministério da Agricultura mostram que o setor registrou um saldo comercial recorde, de US$ 71,9 bilhões, no período de 12 meses encerrado em agosto. Líderes no ranking de exportação, os EUA estimam saldo de US$ 42,5 bilhões no ano encerrado no último dia 30, um resultado 40% inferior ao brasileiro. É importante fazer uma ressalva: há diferenças entre as metodologias adotadas por Brasil e EUA nesse cálculo. Ao contrário do nosso ministério, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) não contabiliza, por exemplo, transações de produtos florestais e pescados. Além disso, nenhum dos dois contabiliza suas importações de insumos para a produção agropecuária, o que superestima o resultado externo do setor.

Mesmo assim, o resultado é consistente com os últimos dados consolidados da Organização Mundial do Comércio (OMC), que aplica uma única metodologia. Segundo a OMC, o Brasil fez em 2009 um saldo US$ 30,6 bilhões maior que os EUA. Na comparação entre os dados de cada governo, a vantagem brasileira naquele ano foi de US$ 31,9 bilhões.

O agronegócio dos EUA produzia um saldo maior que o brasileiro até o fim dos anos 90. Em 1999, o Brasil, então um náufrago na crise de países emergentes, viu-se obrigado a desvalorizar o real e a estimular as exportações para equilibrar as contas. O câmbio favorável, combinado com o financiamento para a renovação do maquinário e a renegociação das dívidas do setor que o precedeu, abriu caminho para um novo ciclo de investimentos. De lá para cá, a vantagem brasileira apenas cresceu.

Os EUA ainda são os maiores exportadores brutos de produtos agropecuários. O USDA estima que o país vendeu o equivalente a US$ 137 bilhões nos últimos 12 meses, 55% mais do que os US$ 88 bilhões exportados pelo agronegócio brasileiro entre setembro de 2010 e agosto de 2011. Nesse quesito, os americanos ampliaram sua vantagem sobre os brasileiros, de cerca de US$ 30 bilhões para quase US$ 50 bilhões na última década.

A principal diferença entre os dois países está no fôlego das importações americanas, que saltaram de US$ 38,9 bilhões para US$ 94,5 bilhões desde o início dos anos 2000. Só nos últimos 12 meses, as despesas saltaram 20% impulsionadas pela alta dos preços. Com isso, os americanos importaram, na média, o equivalente a US$ 0,70 para cada dólar adicional exportado desde 2000.

O Brasil também viu suas importações se multiplicarem, proporcionalmente mais que as americanas, mas em uma base muito inferior - de US$ 5,7 bilhões, no ano 2000, para pouco mais de US$ 16,3 bilhões nos 12 meses até agosto. Desse modo, o setor importou apenas US$ 0,18 para cada dólar adicional exportado.

"Os EUA são um país relativamente aberto, possuem uma demanda enorme e são dependentes das importações de vários produtos", justifica André Nassar, diretor geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone). Os americanos importam grandes volumes de açúcar, café, suco de laranja, frutas e outros itens tropicais. Apenas os desembarques de hortifrutigranjeiros nos últimos 12 meses são estimados em US$ 39,5 bilhões, 11% mais do que em 2010. As importações de açúcar e café, produtos dos quais o Brasil é o maior exportador mundial, ultrapassam a marca de US$ 13 bilhões no período.

Já o Brasil é autossuficiente em quase todos os produtos agrícolas. "Vai demorar muito tempo até que o Brasil tenha uma renda capaz de comprometer nossa balança agrícola. Até lá, vamos continuar a importar apenas aquilo em que não somos competitivos e temos o mercado aberto por causa do Mercosul", afirma Nassar, citando casos como o do arroz e do leite.

Os biocombustíveis também tiveram um papel relevante. Os subsídios ao etanol de milho fizeram com que todo o incremento na produção do grão nos EUA - cerca de 70 milhões de toneladas, mais do que cresceu toda a oferta de GRÃOS e fibras no Brasil - fosse absorvido internamente, estagnando as exportações nos níveis do ano 2000. "O etanol também limitou o potencial de crescimento da soja, que disputa área com o milho, e a competitividade da carne americana", afirma Nassar.

Com isso, os americanos abriram espaço para o Brasil. Segundo dados da OMC, os EUA viram sua participação nas exportações agrícolas globais cair de 13% para 10,2% entre 2000 e 2009. Já a fatia do Brasil cresceu (embora ainda seja tímida) de 2,8% para 4,9%. "Brasil e EUA estão hoje muito próximos em competitividade. Mas, na margem, os americanos têm dificuldades para crescer, o que é uma enorme vantagem para o Brasil nessa disputa", diz Nassar.

Fonte: VALOR ECONÓMICO -SP

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bolsas europeias fecham em queda diante de dados da economia grega

O principal índice das ações europeias fechou nesta segunda-feira (3) no menor patamar em uma semana, após a Grécia admitir que não cumprirá as metas de déficit neste ano, alimentando preocupações com um possível default.

O FTSEurofirst 300, que mede a oscilação dos mais importantes papéis do continente, caiu 1,2%, para 912 pontos, segundo dados preliminares.

No acumulado do ano, o índice já perdeu mais de 18%.

As ações do setor bancário estiveram entre as de pior desempenho, por preocupações de que tenham de registrar mais baixas contábeis nos preços da dívida grega que detêm. O índice STOXX Europe 600 para bancos caiu 2,7%.

Alguns analistas dizem que um default da Grécia é inevitável, mas que a pior notícia pode agora estar precificada nas ações.

"É uma questão de quando, não se (a Grécia declarar default)", disse o gestor de fundo da Schroders, Andy Lynch, que gerencia 197 bilhões de libras (US$ 305 bilhões) em ativos. "Mas provavelmente nós deveremos ver alguma forma de recuperação para as ações de agora até o final do ano, em que muitas notícias negativas serão bem conhecidas."

Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 1,03%, a 5.075 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 2,28%, para 5.376 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 1,85%, a 2.926 pontos.

Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,31%, para 14.642 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 2,26%, a 8.353 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 2,6%, para 5.737 pontos.

Fonte: g1.com

Grécia confirma que não atingirá metas do déficit orçamentário

Atenas - A Grécia não atingirá as metas do déficit orçamentário de 2011 e de 2012 determinadas no plano de resgate da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI), de acordo com números publicados pelo Ministério das Finanças neste domingo, após o gabinete aprovar o esboço do orçamento para 2012.

O déficit orçamentário de 2011 ficará em 8,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano, sem atingir a meta de 7,6 por cento. Ele também será rebaixado para 6,8 por cento do PIB no ano que vem, mas ainda assim não atingirá a meta do resgate, de 6,5 por cento.

"Ainda faltam três meses críticos para terminar 2011, e a estimativa final de 8,5 por cento de déficit do PIB pode ser atingida caso os mecanismos de Estado e os cidadãos respondam de acordo", informou o Ministério das Finanças em comunicado divulgado neste domingo.

Fonte: Reuters

Dilma libera R$ 1,95 bilhão para incentivar exportações

A presidente Dilma Rousseff autorizou, por meio de medida provisória, a liberação de R$ 1,95 bilhão para estados, municípios e Distrito Federal com o objetivo de "fomentar as exportações" do país. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (30) no "Diário Oficial da União".

De acordo com a medida, o dinheiro será entregue em três parcelas de R$ 650 milhões até o último dia útil dos meses de outubro, novembro e dezembro.

O governo definiu que o rateio entre os municípios seguirá os critérios de participação na distribuição da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de seus respectivos estados, aplicados no exercício de 2011.

Da verba que caberá a cada estado, 75% será entregue à unidade federativa e, outros 25%, diretamente aos municípios.

O texto prevê que o Ministério da Fazenda "poderá definir regras acerca da prestação de informação pelos Estados e pelo Distrito Federal sobre a efetiva manutenção e aproveitamento de créditos pelos exportadores".

Segundo Marcus Aucélio, secretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional, a liberação destes valores, definidos como "auxílio financeiro", já estava definida no orçamento da União deste ano. Os recursos atendem a um dispositivo da Lei Kandir , que visa ressarcir os estados exportadores que abrem mão do ICMS nas vendas externas.

"Este auxílio financeiro, que está dentro da Lei Kandir, é distribuído de forma diferente. Os estados se reúnem no Confaz [Conselho Naciolnal de Política Fazendária, que reúne os secretários de Fazenda dos estados do país] e decidem o percentual que cabe a cada estado", informou Aucélio, do Tesouro Nacional.

Fonte: G1.com