Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

USDA: 53pct das lavouras de soja e 52pct das de milho dos EUA estão em boas condições

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou no final da tarde desta segunda- feira, 26, mais um relatório semanal de acompanhamento de safra.

De acordo com o boletim, as lavouras de soja em condições boas ou excelentes nos EUA somavam 53 % da área em 25 de setembro, em linha com os 53% da semana passada.

No caso do milho, as plantações em boas ou excelentes condições chegavam a 52% da área, acima dos 51% da semana passada. Aumento, portanto, de um ponto percentual.

A colheita da soja também já teve início e, até no último domingo, 25, alcançava 5% da área, contra 15% nessa mesma época do ano passado e 11% da média de cinco anos.

Fonte: Notícias Agrícolas

Conab fará estudo das perdas de grãos pós-colheita

Representantes da CONAB, do Ministério da Agricultura e da Embrapa vão se reunir, de amanhã até o fim deste mês, no Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos da CONAB (CDRH), em Brasília, com representantes de universidades federais, para discutir e aprovar o projeto sobre o estudo de perdas de GRÃOS na pós-colheita.

A pesquisa - Perdas Quantitativas e Qualitativas no Transporte e Pós-colheita de GRÃOS no Brasil - é inédita no país e vai possibilitar que se conheça quanto se perde de produtos no trajeto do campo até o porto para exportação. De acordo com os técnicos da CONAB, a pesquisa será regida peloTermo de Cooperação Técnico-científica a ser celebrado entre a estatal e aEmbrapa. Professores da Universidade de Brasília (UnB), de Campinas (Unicamp),de Viçosa (UFV) e de Pelotas (UFPEL) também farão parte do estudo. As informações são da CONAB.(JL)

Fonte: Safras e Mercado

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Crise mundial não deve afetar o consumo de soja e milho, diz analista

A “tempestade” em que se encontra a economia mundial não deve interferir negativamente no consumo de soja e milho, avalia o analista de commodities agrícolas Steve Cachia, da Cerealpar, que acaba de chegar do Congresso Mundial de Grãos, realizado em Singapura. Ele pontua que os baixos estoques mundiais e a demanda crescente por alimento contribuem para isso. “O que deixa a gente mais otimista é que por sorte a crise não esta afetando a demanda por soja e milho. A Ásia está aprendendo a comer melhor hoje e isso pode ajudar o mercado mais à frente. Passado esse efeito negativo, poderemos ter uma tendência altista novamente”, disse, em entrevista ao Olhar Direto.

O analista diz que a crise econômica originada na Grécia e impactada com problemas financeiros da Itália e da Espanha já se desenhava desde o ano passado. Lembra, ainda, que nos momentos de risco, o posicionamento dos fundos de investimentos é de aversão, saindo dos mercados.

“Já vinha alertando há alguns meses. Eu estava na Europa no verão e o que se percebia era o pessoal com medo de recessão, repetir o que aconteceu em 2008, quando os preços de soja estavam altos e acabaram despencando por causa da crise nos Estados Unidos”.

A turbulência nas bolsas não deve afetar os preços – pelo menos em curto prazo – para os agricultores brasileiros. Steve diz que a queda na cotação do buschel da soja na Bolsa de Chicago foi absorvida pela alta do dólar no Brasil. “Os preços estavam se aproximando de US$15 o bushel e caíram para US$ 12, mas o cambio ajudou e o mercado não sentiu tanto a magnitude dessa queda em função do câmbio. Porém, para 2012, pode ter resultado negativo, pois o momento é de pressão sobre os preços”.

Cachia atenta para a necessidade de o produtor mato-grossense garantir os custos de produção da safra que se inicia, com venda antecipada de parte da soja. “Tenho notado nesse ultimo ano que Mato Grosso aprendeu com as lições do passado e não fica esperando. Quem já negociou parte da safra garantiu os custos. Quem está com porcentagem de venda antecipada muita baixa, na casa dos 10 a 15%, o ideal é adiantar a negociação. Quem já vendeu para suprir o custeio pode esperar mais um pouco para negociar a outra parte”, pontua Steve.

Fonte: Olhar Direto

Valorização do dólar pode beneficiar agronegócio

Apesar da queda no pregão desta sexta, dia 23, o dólar encerrou a semana em alta de 6,47%. E, de acordo com analistas de mercado, a cotação maior da moeda americana pode trazer benefícios para o agronegócio.

A fuga para o dólar nos últimos dias fez do real a moeda mais desvalorizada em relação a moeda norte-americana. Segundo economista da Tendências Consultoria, Bruno Lavieri, só no mês de setembro, a desvalorização foi de 13%, e só não foi maior porque o Banco Central voltou a atuar no mercado de câmbio. Para o analista, esta situação, a princípio, beneficia quem exporta, mas requer atenção.

– O exportador ao mesmo tempo em que se beneficia do câmbio desvalorizado, ele tem alguma dificuldade no momento de se proteger desta variação do câmbio, da volatilidade muito alta. O hedge fica muito caro e as opções são mais escassas. Por isto o Banco Central interveio no mercado futuro para tentar irrigar neste momento que estava esvaziado, mesmo assim ainda é um cenário de incerteza difícil, passageiro – relata o economista.

Mesmo com o cenário de incerteza na economia global, para o agronegócio essa valorização do dólar tem sido positiva, avalia o especialista no mercado de câmbio, Mario Battistel.

– Para o nosso produtor, pro nosso mercado de commodities, para o setor agrícola principalmente, foi excelente porque ele tinha um mercado cativo lá fora tomados, com preços estáveis. Só que ele vendia os dólares que apurava das exportações, num preço cada vez mais baixo. Com as mexidas que tivemos nesta última semana pelo menos deu uma recuperada. Então eventualmente ele está ganhando alguma coisa ou perdendo menos na hora dele vender os dólares apurados na exportação – afirma o gerente de câmbio.

O diretor geral da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), Sergio Mendes, ressalta que os preços de commodities estão caindo, mas ainda estão em níveis altos. Assim, o dólar fortalecido traz outra vantagem, o desconto do frete fica menor.

– Você tem uma tripla combinação. Receita proveniente de preço relativamente bom, dólar muito alto e menos desconto via frete, então a receita vai ficar bonita, lá em cima. Eu, se fosse produtor, estaria vendendo – conta o diretor.

Mas este o economista Roberto Troster faz um alerta: as vantagens do dólar mais valorizado são de curto prazo e ainda em um cenário de volatilidade. No médio e longo prazo, as consequências para o setor do agronegócio dependem mais da situação da economia da China.

– Quando o dólar sobe, a receita do agronegócio aumenta. Só que neste caso você está tendo volatilidade, oscila muito então você tem que tentar vender num momento que o dólar está alto e tentar comprar os insumos valorizados no momento que o preço é baixo. Tem muita volatilidade, é ruim porque gera incerteza, o resultado do agronegócio acaba dependendo mais do mercado financeiro, a médio prazo você vai ter mais inflação e mais inflação implica numa perda real de uma série de fatores – explica.

Fonte: Canal Rural

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Informa aposta em maior área de soja e milho em 2012 nos EUA

De acordo com as estimativas da consultoria norte-americana Informa Economics, divulgada hoje, a sua primeira estimativa para plantio da safra 2012 dos Estados Unidos, indica um sentimento de aumento na área a ser plantada com milho e com soja.

Segundo a Consultoria, a área de milho deverá ocupar 94,3 milhões de acres, com aumento de 2,2% sobre o total cultivado em 2011, de 92,3 milhões de acres. O plantio de soja deverá crescer 1,1%, atingindo 75,8 milhões de acres. Já a área de trigo tem previsão de aumento de 2,5%, ocupando 56,6 milhões de acres.

Fonte: Notícias Agrícolas // Marília Pozzer

MT: soja e milho tem rentabilidade maior

Cultivo da soja e milho em Mato Grosso garante aos produtores rentabilidade superior à do algodão, com 66,6 e 49,2 pontos percentuais, respectivamente, acima dos 26,4% registrados para cotonicultura no Estado, considerando custo de produção nas 3 culturas. Diagnóstico consta na Prospecção de safra 2011/2012, divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Investimento exigido para cultivo de um hectare de algodão (R$ 4,626 mil) se apresenta 373 % superior ao custo de produção da soja (R$ 1,240 mil) e 404% ao do milho (R$ 1,145 mil).

Recurso aplicado na produção de um hectare de algodão no Estado permite cultivar 3,73 hectares de soja e 4,04 hectares de milho, tendo como referência análise dos custos nos municípios de Sorriso, Campo Novo do Parecis e Rondonópolis, avaliados em julho deste ano. Mas, a relação custo-benefício, avaliada a cotação das 3 commodities no cenário atual, é melhor para a cotonicultura, conforme explica diretor-administrativo da Associação de Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Carlos Henrique Fávaro.

“É bom observar que a rentabilidade na proporção de 26,4% para o algodão garante remuneração melhor que a da soja (66,6%) e do milho (49,2%), quando se faz a conversão em reais”. Isso ocorre, completa Fávaro, pelo preço do produto no mercado. No comparativo com a soja, receita líquida obtida no cultivo de um hectare de algodão garante diferença de R$ 500 a mais, avaliadas as condições de mercado atuais, mesmo após os preços terem cedido um pouco, pressionados pela indústria têxtil.

Para uma pequena parcela de produtores que ainda não adquiriram os insumos para próximo ciclo produtivo, rentabilidade deve ser menor, diz Fávaro, diante da recente alta do dólar, consequente encarecimento dos fertilizantes e retração nos preços internacionais nais das commodities. Para o analista do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, a rentabilidade dos produtores de soja e milho está assegurada nesta proporção para o próximo ciclo produtivo, considerando que aquisição dos insumos está concluída, no caso da soja. “Não houve compra antecipada, esse cenário é natural deste período, porque os produtores devem entrar com as plantadeiras no campo em outubro”.

Outro fator que garante a rentabilidade nesta próxima safra é a comercialização antecipada da soja e do milho. Por meio de contratos futuros, 50% da safra 2011/2012 de soja está negociada, proporção 14% superior ao volume de negociações realizadas no mesmo período de 2010, referente à safra 10/11. Situação idêntica é observada com a produção de milho safrinha, em que a comercialização antecipada alcança 33%. “Os estoques de grãos continuam baixos, então, mesmo que o dólar tenha subido, não deve haver queda brusca dos preços de soja e milho”.

Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

CBOT: Futuros da soja atingem pior patamar em seis meses

A Bolsa de Chicago opera no pregão regular desta quinta-feira com fortíssimas baixas para o complexo de grãos. Às 13h59 (horário de Brasília) os futuros da soja atingiam o pior patamar em seis meses na CBOT, perdendo mais de 25 pontos no contrato novembro/11 que cedia a barreira dos US$13 por bushel. No mesmo horário, o milho também operava no vermelho com retração de 21 pontos nos principais vencimentos, após um fraco desempenho nas vendas líquidas semanais. Pressionado pelas demais commodities e pela concorrência entre Rússia e EUA, o trigo também trabalha em solo negativo, amargando de 18 a 24 pontos de queda nos contratos mais importantes.

Para analistas, as quedas acentuadas dos grãos refletem o pessimismo que toma conta do mercado financeiro mundial, com investidores eliminando ativos de risco, como as commodities agrícolas. O anúncio do Fed (Banco Central dos EUA) de manter a taxa básica de juros entre zero e 0,25% ao ano e comprar US$ 400 bilhões em títulos do tesouro americano até junho de 2012, não foi visto de forma positiva pelo mercado, que esperava medidas mais firmes do órgão americano. Segundo boletim do Fed, a expectativa é que haja uma retomada no processo de recuperação na economia do país, mas isso deve acontecer gradualmente.

Os futuros dos grãos operam ainda nesta quinta-feira diante da falta de fundamentos próprios e sob pressão da forte alta do dólar, que trabalha com alta de 3%, cotado ao R$1,92.

Hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) divulgou números sobre as exportações de grãos no país até o dia 15 de setembro. De acordo com o relatório, o volume embarcado de soja somou 404,4 mil toneladas no período. A expectativa inicial ia de 200 a 800 mil toneladas.

Para o milho, o volume também ficou dentro das estimativas que iam de 400 a 900 mil toneladas. O grão registrou 598,10 mil toneladas exportadas para o ano comercial 2011/12.

Já para o trigo, as vendas líquidas norte-americanas ficaram em 679.500 toneladas na semana encerrada em 15 de setembro, contra 413.500 toneladas na semana anterior.


Fonte: Notícias Agrícolas // Ana Paula Pereira

Dólar mais do que compensa queda das commodities

A valorização do dólar em relação ao real, que ganhou força em setembro, até agora impediu a queda dos preços domésticos das principais commodities agrícolas exportadas pelo Brasil, que perderam sustentação nas bolsas internacionais nas últimas semanas em decorrência das turbulências financeiras em países desenvolvidos.

Mais do que isso: os preços de exportação de produtos como soja, milho, café e açúcar estão até mais elevados do que no fim de agosto, quando as incertezas em relação à economia global tornaram-se ainda maiores, amplificaram as dúvidas sobre o futuro da demanda e abriram espaço para o fortalecimento da moeda americana no mercado externo.

Para os produtores brasileiros que exportam e temiam que a crise no Hemisfério Norte provocasse uma baixa das cotações que reduzisse suas atuais margens de lucro elevadas, trata-se de uma boa notícia, que inclusive já acelerou as vendas antecipadas da colheita da safra que começou agora a ser plantada (2011/12). Do ponto de vista do combate à inflação, porém, ainda não há refresco à vista nesse fronte. Com a disparada de ontem, o dólar passou a acumular alta superior a 15% em relação ao real neste mês.

Produto com maior peso nas exportações agrícolas do Brasil, a soja fechou a quarta-feira em queda de 1,3% na bolsa de Chicago, cotada a US$ 13,32 por bushel (medida equivalente a 27,2 quilos). Com mais esse recuo, os futuros de segunda posição de entrega do grão (normalmente os de maior liquidez) passaram a acumular baixa de 8,6% em setembro. Apesar disso, o preço da oleaginosa convertido em reais ficou 5,2% mais alto no período. "Os preços praticados no Brasil estão acima dos picos de agosto", diz Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja.

Atraídos pelos preços favoráveis, os agricultores aceleram a comercialização da próxima safra. De acordo com Sartori, os gaúchos já comprometeram aproximadamente 20% da produção que será entregue em maio de 2012, um resultado excepcional em um Estado onde as negociações antecipadas de soja são uma prática pouco comum. "Mais da metade desse volume foi comercializado nas últimas semanas. A alta do câmbio compensou até mesmo a queda dos prêmios pagos nos portos", observa. Segundo ele, há um ano nem 10% da safra do Estado havia sido negociada.

Fenômeno semelhante é observado em Mato Grosso, onde a cultura das vendas antecipadas é arraigada. Glauber Silveira, presidente da Aprosoja, associação que representa os produtores do Estado, calcula que metade da safra 2011/12 do Estado já foi comercializada, ante pouco mais de 30% em igual período do ano passado. Mais de um terço desse volume foi negociado neste mês.

O milho é outra commodity cujos preços resistem a cair, mesmo com a colheita da safrinha no Paraná. Em setembro, os futuros do grão recuaram 8,9% em Chicago, mas acumulam alta de 4,8% no mês na conversão para a moeda brasileira. Ontem, a commodity caiu 0,56% na bolsa americana, para US$ 6,99 por bushel (27,2 quilos), menor preço de fechamento desde 10 de agosto. Em compensação, o indicador Cepea/Esalq para o milho no mercado físico está no maior nível desde fevereiro, a R$ 31,65 por saca, alta de 3,94% no mês.

Historicamente, os preços domésticos do milho são pouco influenciados pelo comportamento do câmbio e do mercado externo, já que o Brasil sempre teve uma participação tímida no mercado internacional do grão. Mas o rápido aumento dos embarques nos últimos anos fez com que o cenário interno fosse cada vez mais influenciado pelo sobe-e-desde do preço oferecido aos exportadores. Sintoma dessa mudança, as vendas antecipadas de milho no Mato Grosso, que praticamente inexistiam até o ano passado, somavam 33% até o fim de agosto. Estima-se que, três semanas depois, estejam próximas de 50%. "É muito possível que, a essa altura, tenhamos vendido mais milho do que soja em Mato Grosso", afirma um trader.

O efeito cambial também é sentido nos mercados de café e açúcar, que desde o início do mês acumulam queda de 11,5% e 10,3%, respectivamente, em Nova York. Em moeda local, o café acumula alta de 1,9% e o açúcar, 3,3%, no mesmo período. Gil Barabach, analista da consultoria Safras & Mercados, pondera que a alta do real é um dos fatores que ajudam a pressionar os preços das commodities agrícolas lá fora, devido à posição do Brasil no tabuleiro. "A alta do dólar estimula as exportações, e os preços internacionais se ajustam a esse aumento de oferta".

No entanto, o ritmo da queda nos preços internacionais é insuficiente para fazer frente à erosão do câmbio, diz Fábio Silveira, da RC Consultores. Para ele, o resultado "inevitável" dessa equação será um aumento da inflação no Brasil. "O recuo dos preços internacionais ainda é muito tímido perto desse salto do dólar."

Fonte: Valor Económico

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sob pressão do mercado financeiro, soja trabalha no vermelho em Chicago

Os futuros dos grãos operam em queda no pregão regular desta quarta-feira na CBOT refletindo o temor do mercado financeiro com a crise da Europa, e também com rumores de que a reunião do Banco Central do EUA (FED) não deverá trazer medidas concretas para sanar o problema da recessão que ameaça a economia norte americana. A forte valorização do dólar, que já rompeu a marca de 1,80 real também pressiona os futuros da oleaginosa.

Às 15h04 (horário de Brasília) as perdas na soja computavam 11 cents, depois de um fechamento no noturno com pequenas altas. Para os principais vencimentos, os ganhos no noturmo foram de 1,5 ponto. Já o milho trabalha no pregão com volatilidade e pequenos ganhos no mesmo horário. De acordo com o analista de mercado da New Edge Consultoria, Daniel D´Ávila, a demanda mais aquecida por etanol de milho nos EUA tende a deixar as cotações do grão um pouco mais sustentadas. Já o trigo trabalha com recuo de 3 cents nos principais contratos.

Sem novidades no campo fundamental, o pregão eletrônico para a soja foi de movimentos técnicos que pareceu apontar uma fase de consolidação das cotações. Mas, no momento, o que prepondera é o peso do mercado financeiro.

Recuperação com fundamentos

Depois de amargar fortes perdas na semana passada, os futuros dos grãos encontraram leve sustentação nos últimos pregões desta semana diante dos números de queda nas lavouras de soja em condições boas/excelentes norte-americanas divulgados no último relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) do dia 19.

Fonte: Notícias Agrícolas // Marília Pozzer

Demanda chinesa pode oferecer suporte aos preços da soja, garantem traders

Após o tombo de segunda-feira, os contratos futuros de segunda posição de entrega da soja (janeiro de 2012) fecharam com ganhos modestos ontem na bolsa de Chicago. Os papéis subiram 2 centavos de dólar em relação à véspera e encerraram a sessão negociados a US$ 13,4875 por bushel. Traders consultados pela agência Dow Jones Newswires não se mostraram surpresos com o comportamento dos preços, já que sazonalmente é tempo de aumento da oferta global por causa da colheita no Hemisfério Norte. Mas há uma expectativa de que a demanda da China voltará a crescer, o que pode oferecer suporte extra ao mercado. No Paraná, a saca de 60 quilos do grão saiu, em média, por R$ 45,03, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura.

Fonte: Valor Económico