Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Soja avança diante do recuo do dólar e fundamentos positivos

O complexo de grãos registra mais um dia de preços em alta na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira. No pregão diurno de hoje, por volta das 13h54 (horário de Brasília), os futuros da soja somavam mais de 15 pontos positivos e o trigo quase 10. Apenas o milho que apontava ganhos mais tímidos, cerca de 1,50 ponto nos principais vencimentos.

O impulso para os preços vem da baixa do dólar e dos ja conhecidos fundamentos do mercado sobre as incertezas em relação a produção norte-americana. Além dos fundamentos, movimentos técnicos do mercado, com ajuda do bom humor do mercado financeiro, também impulsionam as altas. A alta do petróleo contribui para o avanço. Com isso, a soja encontrou um espaço para subir e aproveitou a oportunidade para se recuperar das recentes perdas.

O período atual é o mais representativo em relação ao clima nos Estados Unidos e agravam as preocupações com o tamanho das safras norte-americanas. "O mês agosto é o período mais crucial no desenvolvimento, dia a dia temos notícias de clima saindo e isso vai influenciando diretamente as cotações de mercado", disse Glauco Monte, consultor da FC Stone.

Diante deste cenário, a orientação de Glauco é de ques os produtores aproveitem esta alta dos preços e realizem algumas vendas, garantindo, dessa forma, alguns valores.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

China confirma intenção de aumentar processamento de soja, confirma Aprosoja em visita ao país

Em visita a China, a comitiva da Aprosoja esteve na sede da Hope Full Group, maior indústria privada de processamento de soja da China e a quarta maior do país. O encontro serviu para reafirmar a intenção de parceria entre a associação e a empresa, que compra em média 1,5 milhão de toneladas de soja no ano, dos quais 50% do Brasil.

Com uma indústria com capacidade para processar 3 milhões de toneladas de soja, a Hope Full Group tem a meta de alcançar nos próximos a marca dos 8 milhões de toneladas do grão. É exatamente aí que entra o interesse no Brasil, e em Mato Grosso em particular. O diálogo entre Aprosoja e a empresa tem girado em torno do investimento do grupo em infraestrutura, principalmente no modal hidroviário, e na maior disseminação do modelo de produção com integração lavoura-pecuária.

“É fato que precisamos de melhor infraestrutura para podermos dar conta de atender a demanda projetada pela empresa e pelo mercado chinês de uma forma geral”, observou o diretor executivo da Aprosoja, Marcelo Duarte.

As bases para a parceria já estão seladas, como mostra a gentil recepção que os executivos da Hope Full Group preparam para os brasileiros da Aprosoja.


Fonte: Aprosoja - Missão China

AGRONEGÓCIO: CNA PROMOVE FEED 2011 DIAS 5 E 6 DE SETEMBRO EM SP

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
promove, entre os dias 5 e 6 de setembro, no Centro de Convenções da
Fecomercio, em São Paulo (SP), o Fórum Internacional de Estudos Estratégicos
para Desenvolvimento Agropecuário e Respeito ao Clima - FEED 2011. O evento
busca discutir, avaliar e estabelecer soluções para os impactos das mudanças
climáticas no agronegócio brasileiro. Também visa um consenso do setor para
posicionar-se frente às negociações da Conferência das Partes da Convenção
das Nações Unidas sobre o Clima - COP, que neste ano, em sua 17a edição,
será realizada em Durban, África do Sul.
Em sua 2a edição, o FEED 2011 reunirá renomados especialistas nacionais
e internacionais para avaliar os desafios de alimentar 9 bilhões de pessoas em
uma agricultura de baixo carbono. Serão abordados quatro temas principais:
1) Agricultura e Florestas
2) Pecuária de Baixo Carbono: um novo paradigma produtivo para o Brasil
3) A produção de Lácteos e os desafios de reduzir emissões
4) Oportunidades para a agricultura na economia do clima
A programação completa do evento pode ser verificada no portal
www.feed2011.com.br. As informações partem da Confederação de Agricultura e
Pecuária do Brasil.

Fonte: Safras

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Soja realliza lucros. Milho e trigo operam em alta

Os fundamentos para os grãos são positivos para os grãos, porém, os fatores externos seguem exercendo sua influência nos futuros negociados na Bolsa de Chicago.

A soja, nesta terça-feira, tirou o dia para a realização de lucros, e o movimento foi estimulado pelas notícias pessimistas do mercado financeiro, principalmente sobre as economia da Europa. Por volta das 14h09 (horário de Brasília), os contratos mais negociados somavam baixas de pouco mais de 5 pontos.

Além disso, a falta de novidades entre os fundamentos também tira levemente o suporte das cotações. Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informando que o índice de lavouras em boas ou excelentes condições se manteve em linha com os números divulgados na última semana.

Por outro lado, ainda em Chicago, o milho e o trigo registram altas. Nesta tarde, o trigo liderava o avanço e já tinha alta de mais de 10 pontos, por volta das 14h20 (horário de Brasília).

Ambos os grãos mantiveram seu foco nos fundamentos positivos de demanda bastante aquecida e estoques extremamente ajustados. A expectativa de que a safra de trigo será menor do que o estimado pelo USDA impulsionou as cotações e o grão acabou puxando o mercado vizinho. Paralelamente, ha ainda especulações de compras de trigo americano, fator que contribui para as altas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Lavouras de soja e milho em boas condições nos EUA se mantêm estáveis

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou em seu último relatório de acompanhamento de safra que o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições se manteve em 61% da área que já emergiu. O número veio em linha com a média dos últimos cinco anos, porém, é 5 pontos menor do que a o registrado em 2010 - 66%.

Os estados que mais avançaram com suas plantações foram Indiana, Ohio e Minnesota, somando 3 pontos percentuais de alta no índice. Logo atrás, Dakota do Norte teve um avanço de 2 pontos percentuais. Já na Dakota do Sul, o indicador caiu.

Ainda de acordo com o boletim, a floração das lavouras chegou à fase final. Na última semana, o processo passou de 87% para 94% da área, e o índice está apenas 2 pontos abaixo do registrado para a safra passada nessa mesma época do ano.

Já a formação de vagens foi de 51% para 70% nesta semana, porém, o dado seguiu abaixo do ciclo 2010/11, quando esse índice era de 82%.

Milho - Sobre o milho, o USDA informou que o índice de lavouras em boas ou excelentes condições se manteve em 60% ante 69% nessa mesma época em 2010.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Grãos: Mercado reverte tendência de queda e fecha segunda-feira em alta

O complexo de grãos iniciou a semana registrando boas altas na Bolsa de Chicago, já sinalizando uma recuperação depois das fortes baixas das últimas duas semanas. A soja fechou o dia com mais de 16 pontos de alta em seus principais vencimentos. O milho encerrou com pouco mais de 5 pontos e o trigo com altas de quase 10 pontos.

De acordo com analistas, os futuros dos grãos ainda conseguem tomar algum impulso nos dados do último relatório mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) que trouxeram redução na produção do país, bem como nos estoques finais e na produtividade.

O avanço de hoje reflete, portanto, as incertezas quanto à produção e as preocupações do mercado com o cenário de oferta e demanda. "A manutenção do quadro apertado de fundamentos, aí o mercado reagiu. Nada de maneira espetacular, pelo menos não em relação às quedas observadas, mas foi um fôlego, um respiro, e isso é importante para a formação do preço", disse Flávio França, analista de mercado da agência Safras & Mercado.

Além dos fundamentos de oferta e demanda, o climático também volta a atuar com força no mercado de grãos. Em importantes regiões produtoras em estados como Illinois e Iowa ainda sofrem com a seca, o que compromete ainda mais a produção e traz mais suporte às cotações. Não só nos Estados Unidos, mas também na Europa, as lavouras de grãos sofrem com a estiagem.

"A definição final em termos de produtividade nos EUA e na Europa é o ponto agora. Apesar das chuvas ocorridas nos últimos dias e das temperaturas mais amenas, o quadro em alguns pontos dos Estados Unidos ainda é preocupante", explica França.

Diante desse cenário, e mais um novo ânimo que já pode ser visto no mercado financeiro, o analista aposta em uma mudança de perfil dos preços em relação à semana passada.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Economia francesa registra estagnação no 2º trimestre

A economia francesa ficou estagnada no segundo trimestre do ano com relação aos dados do primeiro, no qual seu Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,9%, informou nesta sexta-feira (12) o Instituto Nacional de Estatística (Insee).

A estagnação da economia contrasta com as previsões do Insee, que esperava um aumento do PIB de 0,3% no segundo trimestre, inclusive acima da previsão de alta de 0,2% do Banco da França.

Apesar do dado desanimador, o ministro da Economia, François Baroin, afirmou à emissora "RTL" que o Executivo mantém sua previsão para o conjunto do ano, que é de alta de 2%, número que subiria para 2,25% em 2012.

A estagnação da economia acontece após o salto registrado nos três primeiros meses de 2011, quando o PIB teve o maior crescimento em quase cinco anos.

O consumo interno foi a principal causa da freada da economia no segundo semestre, quando as despesas dos lares caíram 0,7%. Os investimentos dos particulares, por outro lado, cresceram 1,4%.

Também subiu o consumo das administrações públicas (0,1%) e seus investimentos (0,7%). Quanto aos investimentos das empresas não financeiras, o crescimento foi de 0,7%, frente à alta de 1,9% nos três primeiros meses do ano.

O comércio exterior melhorou entre abril e junho, com uma contribuição de 0,3%, contra a queda de 0,5% entre janeiro e março. Essa progressão foi produzida sobretudo pela queda de 0,9% das importações, enquanto houve uma estagnação das exportações.


Fonte: G1.com

Custo da produção de soja em Sorriso terá aumento de 12pct

O custo da produção para o plantio da soja na safra 2011/12 em Sorriso terá um aumento de 12,3% em relação a safra 2010/11. Esta é a estimativa do primeiro levantamento de custo da produção realizado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Este aumento se dá principalmente devido a evolução dos preços da semente da soja e dos fertilizantes de maior necessidade.

Dados do Imea apontam que o produtor sorrisense irá gastar, em média, R$ 821,65 por hectare, enquanto na atual safra o mesmo produtor desembolsou R$ 731,78 por hectare. A semente da soja subiu de R$ 86,57 para R$ 95,63. Variação de 10,5%. O macronutrientes (fertilizantes) foi o que teve o maior aumento ao ser comercializado na safra atual por R$ 365,44 e para a futura por R$ 468,07. Aumento de 28,1%.

Para o instituto, este valor acaba diminuindo o poder de compra do produtor rural. “Se o aumento mantiver o mesmo crescimento do ano passado, entre julho e o início da colheita, que na época aumentou 10%, nesta safra 2011/12 será possível os valores ultrapassarem os R$ 900 por hectare”, aponta o estudo realizado pelo Imea.


Fonte: Só Notícias/Alex Fama

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Queda no preço do algodão preocupa agricultores de MT


A colheita de algodão já passa da metade no cerrado de Mato Grosso. A irregularidade da chuva na fase de formação das maçãs e a queda no preço preocupam os agricultores.
Segundo o Imea, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, os cotonicultores plantaram nesta safra mais de 720 mil hectares. A cotação da arroba da pluma de R$ 98 em janeiro serviu de estímulo, mas hoje o preço de R$ 64 desmotiva os produtores.
O agricultor Lídio Chapinoto, da região de São Lourenço, no sul do estado, investiu pela primeira vez na cultura. “Com essa queda brusca de preço a margem de lucro caiu bastante. Os compradores se retraíram”.

A falta de chuva foi outro fator que não ajudou. Cerca de 35% de todo o algodão produzido no estado ficou comprometido. “Isso inibe a fotossíntese da planta, que não consegue sintetizar os carboidratos e encher de forma correta a maçã”, esclarece o agrônomo Rodrigo Pereira Martins.

A seca que atingiu Mato Grosso no mês de maio, época de formação do algodão, contribuiu para que o preço da arroba começasse a subir. Quem compra sabe que o valor oferecido no início não será o mesmo do final da safra. “No meu ponto de vista, o produtor nos próximos 60 dias não deverá vender algodão porque tem de cumprir os contratos já feitos. Depois disso, o produtor deverá voltar a vender para a indústria nacional. Na minha visão o preço deve subir”, prevê Sérgio de Marco, presidente da Abrapa.

Quarenta por cento da safra do algodão, em Mato Grosso, ainda está no campo.


Fonte: Globo Rural

Grãos: Preços em forte alta após números do USDA mostrarem redução na safra americana

Os grãos registram um forte avanço em Chicago nesta quinta-feira. Os futuros da soja, do milho e do trigo conseguiram recuperar seu fôlego depois da divulgação do relatório de oferta e demanda pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) extremamente altista.

O departamento reportou uma redução nas suas estimativas de produção, produtividade e estoques finais para as três commodities, levando a soja, por volta das 13h20 (horário de Brasília) a somar mais de 30 pontos de alta, o milho mais de 25 e o trigo mais de 10. Os números além de ficarem bem abaixo dos divulgados em julho, ainda são bem menores do que os volumes esperados pelo mercado.

Com isso, o mercado do complexo de grãos voltou a focar os fundamentos - que são muito positivos - e deixar de lado o cenário macroeconômico, que ainda sofre com a desconfiança e a incerteza em relação aos Estados Unidos e a alguns países da Europa.

"Os fundamentos ainda têm fatos suficientes para sustentar esses preços. Pode ficar de olho na tela que a soja pode voltar a ficar próxima dos US$ 14 por bushel Não acho que se trata de uma repetição [da crise] de 2008", disse o analista de mercado Pedro Djeneka, da corretora RJ O'Brien. Djeneka aposta na continuidade da alta das cotações pelo menos no curto prazo.

De acordo com Flávio Oliveira, operador de mesa da Terra Futuros, quem deve mandar no mercado de grãos daqui em diante deverá ser o milho, já que a situação da produtividade norte-americana já está determinada e ficou bem abaixo do que o esperado. Às 11h30 (horário de Brasília), os preços do cereal chegaram a bater no limite de alta em Chicago.

"As lavouras de milho sofreram muito em julho com um calor de que não se via desde 1955 no Cinturão de produção. Estamos falando em queda de produtividade ainda maior e previsão de queda de área colhida", explica Oliveira.

Para o analista, esse cenário poderia gerar uma queda dramática nos estoques de passagem da safra 2011/12, o que levaria o mercado a promover um rápido racionamento da demanda provocando um aumento dos preços. "O relatório é extremamente altista a longo prazo", diz.

Vendas - Para a soja, a sugestão para os produtores é de que aproveitem esse alta de hoje e vendam parte de sua produção para garantir alguns preços e travar alguns custos. Porém, que reserve uma parte para aproveitar novas altas das cotações.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes