Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Chineses devem instalar indústria de processamento de soja na Bahia

O grupo Chong Qing vai implantar uma indústria de processamento de soja na cidade de Barreiras, no oeste baiano. Serão investidos cerca de R$ 4 bilhões no empreendimento, que dever ser concluído em menos de três anos. O grupo, formado por 53 empresas, é originário da cidade de Chong Qing, na China, uma das províncias mais industrializadas do país.

A prefeitura do município doou uma área de cem hectares, onde será construído o empreendimento.

Em reunião na cidade de Barreiras, na Bahia, o grupo acertou os últimos detalhes para a implantação do empreendimento, que deverá ser a maior indústria de processamento de soja no Brasil. A alta produtividade de grãos do oeste baiano e a oferta de matéria prima foram os grandes atrativos para o grupo.

A fábrica terá capacidade de armazenamento de 400 mil toneladas de grãos, beneficiamento de 1,5 milhão de toneladas de soja e refinamento de 300 mil toneladas de óleo.




Fonte: Canal Rural

Exportações crescem 12% no MT

Mato Grosso encerrou o primeiro semestre deste ano com exportações 12% superiores ao que foi movimentado no mesmo período de 2010. Foram US$ 5,103 bilhões entre janeiro e junho deste ano contra US$ 4,545 bilhões nos 6 meses dos ano passado. Mas foram as importações que demonstraram crescimento mais significativo, com alta de 75% em igual intervalo analisado. O Estado comprou US$ 777,651 milhões em 2011, mais de US$ 300 milhões a mais do que o contabilizado em 2010.

Entre os motivos para o aumento das exportações, os bons preços das principais commodities produzidas em Mato Grosso estimularam a comercialização com outros países. A soja, por exemplo, movimentou US$ 3,779 bilhões este ano, valor superior ao comercializado durante todo o ano de 2010, que foi de US$ 3,289 bilhões. O grão é o principal produto vendido para outros países e representa mais da metade da receita do Estado na Balança Comercial.

Valorização no preço dos produtos, aliás, também foi um dos motivos para crescimento das importações. Economista e especialista em Comércio Exterior, Vítor Galesso, explica que com melhor rendimento, há também maior investimento por parte dos produtores e empresas do setor do agronegócio. Isso porque, maior parte dos produtos comprados é insumo agrícola. "Com melhor rendimento, houve um desembolso maior para compra de produtos para investir na próxima safra, sobretudo o algodão, que teve 70% de aumento na produção e é um dos produtos que mais consomem defensivos e fertilizantes".

Mas importação não é, necessariamente, vista de forma negativa pelo setor empresarial. Presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Jandir Milan, afirma importação é uma excelente fonte de renda para o Estado e que é pouco explorada. Segundo ele, diferentemente da exportação, que é isenta de imposto estadual, a importação paga Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que gera receita e emprego local. "Governo deveria estimular mais as importações, até porque, os produtos que são trazidos não têm produção local e assim não representam concorrência para empresas e indústrias locais".

Um dos segmentos que ainda não desfruta da importação direta de outros países é o comércio. Conforme explica o vice-presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso (Fecomércio), Hermes Martins, lojistas do Estado ainda costumam se abastecer nos grandes centros brasileiros, como São Paulo e Rio de Janeiro, e não compram direto dos fabricantes.

Junho - Em junho o Estado registrou crescimento de 28% nas exportações em comparação com o mesmo mês de 2010, quando foram enviados o equivalente a US$ 768,421 milhões e que neste ano subiram US$ 988,853 milhões.

Brasil - No país, a Balança Comercial (diferença entre exportação e importação) foi 64% superior neste primeiro semestre em comparação com os mesmos 6 meses de 2010. Saldo foi de US$ 12,966 bilhões.


Fonte: Gazeta Digital

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Conab reafirma em seu novo levantamento recorde em MT

O 10º levantamento de safra, divulgado nesa quarta-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta uma produção de 20,41 milhões de toneladas de soja em Mato Grosso, novo recorde. O incremento será de 8,76%, considerando os números da safra 09/10, que chegou a 18,76 milhões de toneladas. Já a área plantada apresenta expansão de 2,79%, passando de 6,22 milhões de hectares para 6,39 milhões de hectares. A produtividade também terá crescimento (5,80%), saltando de 3,01 mil quilos de soja por hectare, no ano passado, para 3,19 mil Kg/ha, este ano.

A soja continua na vanguarda do agronegócio mato-grossense, mas na safra 10/11 o destaque ficou por conta do algodão, com crescimento de 77,20% em relação ao ciclo anterior. A produção passa de 583,5 mil toneladas para 1,03 milhão/t de pluma, mantendo Mato Grosso na liderança da produção nacional, com mais de 50% de toda a safra brasileira de algodão. A área plantada avançou de 428,1 mil/ha para 714,9,1 mil/ha, incremento de 66,99%. Segundo a Conab, este crescimento ocorreu principalmente no plantio de primeira safra, consequência do atraso do plantio da soja, ocasionado pela falta de chuva que reduziu a janela de plantio para o cultivo da segunda safra.

A produtividade apresenta crescimento de 6,16%, avançando de 1,36 mil Kg/ha na safra 09/10 para 1,44 mil Kg/ha na atual safra.

Destaque no ano passado, o milho confirmará produção de 7,41 milhões de toneladas, queda de 8,69% em relação ao ciclo anterior (8,11 milhões de toneladas). A área apresenta recuo de 5,98%, caindo de 1,99 mil/ha para 1,87 mil/ha. Na safra 10/11, a safrinha de milho começou a ser semeada no início de janeiro, concorrendo com o algodão segunda safra. Já a produtividade caiu de 4,07 mil Kg/ha para 3,96 Kg/ha, recuo de 2,92%.

A produção de arroz deverá crescer 5,83%, passando de 742,7 mil/t para 786 mil/t. A área evoluiu de 246,9 mil/ha para 252,8 mil/ha, expansão de 2,39% e a produtividade aumentou de 3 mil Kg//há para 3,10 mil Kg/ha, incremento de 3,35%.

De acordo com a Conab, no mês de junho as precipitações ocorreram próximas da média histórica nas principais regiões produtoras do Centro-Sul. Já na maior parte do Mato Grosso, apesar de ligeiramente acima da média, as precipitações foram insuficientes para recuperar a umidade disponível no solo e amenizar as perdas do milho segunda safra plantado mais tarde. (Veja quadro)

DESTAQUE - O maior incremento de área foi constatado na região Centro-Oeste, que participa com 64% no total da área plantada. Nessa região, o incremento foi na ordem de 68,6%. Em Mato Grosso, principal produtor nacional, o crescimento na área ocorre principalmente no plantio de primeira safra, consequência do retardamento do plantio da soja, ocasionado pela falta de chuva, reduzindo desta forma, a janela de plantio para o cultivo do algodão segunda safra.


Fonte: Diário de Cuiabá

Paraná contabiliza prejuízo nas lavouras por causa da geada

A expectativa de produção de milho, que era de oito milhões de toneladas, foi reduzida para cinco milhões, queda de 35%. Os prejuízos aos produtores devem passar de R$ 1 bilhão.
Nas lavouras de trigo, os produtores vão deixar de colher 250 mil toneladas, prejuízo de R$ 111 milhões.
O economista da Secretaria de Agricultura do PR, Marcelo Garrido, afirma que a perda por causa da geada é a maior dos últimos 11 anos. Outras perdas ocorreram no período, mas foram de menor impacto ou por causa da seca. O cenário é muito prejudicial para a safra do estado do Paraná, que é um dos maiores produtores do Brasil, na segunda-safra principalmente, e o maior produtor de trigo. As regiões mais atingidas do estado com o trigo e o milho foram as regiões norte e oeste, responsáveis por 73% da produção nacional de milho e 50% da produção de trigo.


Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Safra nacional de grãos deve ser 8% maior em 2011, prevê IBGE

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 161,5 milhões de toneladas em 2011, superior em 8% à safra recorde obtida em 2010 (149,6 milhões de toneladas), indica a sexta estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) em 2011, de junho, divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A área a ser colhida neste ano é estimada em 49,0 milhões de hectares, acréscimo de 5,3%, frente à de 2010.

As três principais culturas (o arroz, o milho e a soja), que somadas representam 90,5% do volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondem por 82,4% da área a ser colhida registrando, em relação ao ano anterior, variações de 1,5%, 5,3% e 3,4%, respectivamente, diz o IBGE. Em relação à produção os acréscimos estimados são, nessa ordem, de 18,1%, 3,2% e 9,3%.

Regiões

Entre as regiões, a produção apresenta a seguinte distribuição: região Sul, 68,1 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 55,8 milhões de toneladas; Sudeste, 17,1 milhões de toneladas; Nordeste, 16,2 milhões de toneladas e Norte, 4,3 milhões de toneladas.

Em relação a 2010, são constatadas altas em todas as regiões: Norte, 8,0%, Nordeste, 37,1%, Sudeste, 0,3%, Centro-Oeste, 6,3% e Sul, 6,0%.

O Paraná, nessa avaliação de junho para 2011, mantém a liderança na produção nacional de grãos, com participação de 20,5%, seguido pelo Mato Grosso com 19,3% e Rio Grande do Sul com 17,7%.


Fonte: Do G1, em Só Paulo

Alta dos preços dos insumos agrícolas eleva custos de produção da agropecuária

A aceleração dos preços dos insumos agrícolas, em especial dos fertilizantes, elevou os custos de produção da atividade agropecuária no acumulado do ano até março. A análise divulgada, nesta terça-feira (5/7), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o aquecimento da demanda por fertilizantes é reflexo da elevação dos preços dos produtos agropecuários. O aumento das cotações, aliado ao aumento do volume produzido, elevou em 1,25% o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em março, resultado que ampliou para 2,81% a expansão do PIB no primeiro trimestre do ano.

O estudo da CNA, feito em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a alta das cotações dos grãos também influenciou o ritmo de alta dos preços das rações, cujos valores aumentaram 14,93% no acumulado dos três primeiros meses de 2011 em relação a igual período de 2010. Até fevereiro, essa variação foi de 13,96%.


Os preços médios do milho, um dos principais componentes da ração animal, subiram 27,1% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2010, alta que determinou a revisão para R$ 21,07 bilhões da estimativa de Valor Bruto da Produção (VBP) desse segmento em 2011. Se confirmada a previsão, o faturamento obtido com a venda do produto crescerá 28,75% este ano, em relação ao resultado de 2010, quando o VBP do milho foi de R$ 16,3 bilhões, segundo estimativas da CNA.

Para toda a agropecuária, a estimativa da CNA é que o VBP some R$ 281,8 bilhões em 2011, superando o resultado de R$ 257,6 bilhões obtido no ano passado, em função do aumento da área plantada e do volume de produção. A alta de 44,9% no preço das commodities agrícolas, nos últimos 12 meses, justifica o aumento da área plantada e da produção na safra 2010/2011.

BALANÇA – As exportações do agronegócio renderam US$ 8,47 bilhões, em maio. O resultado é 17,5% superior ao obtido em igual período do ano passado, com destaque para o complexo soja, que respondeu por 39,8% das exportações do agronegócio no mês. O saldo da balança comercial do setor cresceu 11,5%, em maio, atingindo US$ 6,911 bilhões.


Fonte: CNA

terça-feira, 5 de julho de 2011

Morre Odenir Ortolan, presidente do Sindicato de Campo Novo do Parecis

ESTAMOS DE LUTO. PERDEMOS NOSSO GRANDE LIDER.

É COM EXTREMA TRISTEZA E GRANDE PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DO NOSSO QUERIDO E JÁ SAUDOSO PRESIDENTE ODENIR ORTOLAN. VÍTIMA DE INFARTO PRATICAMENTE FULMINANTE QUANDO DISCURSAVA DURANTE O ENCERRAMENTO DA 15ª EXPOCAMPO, NOS DEIXANDO PREMATURAMENTE AOS 46 ANOS DE IDADE.

AINDA NÃO TEMOS O LOCAL DEFINIFO PARA O VELÓRIO, SABENDO-SE QUE O SEPULTAMENTO SERÁ AMANHÃ, QUARTA-FEIRA, 06, ENTRE OITO E DE DEZ HORAS DA MANHÃ.


Antônio de la Bandeira
Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis (MT)
(65)3382.2491/2338


Fonte: Sind. CNParecis

Fundos cortam aposta nas commodities

Incerteza em relação a futuro da economia global leva investidores a reduzir exposição nas bolsas.
Os grandes fundos de investimento intensificaram os sinais de cautela em relação às commodities agrícolas. Dados divulgados na sexta-feira pela Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês) dos EUA mostram que os fundos liquidaram contratos de compra, papéis com os quais apostam na alta dos preços, em praticamente todos os produtos da cesta entre os dias 21 e 28 de junho.
Os números ainda não capturam as saídas relatadas no fim da semana passada, em reação às novas estimativas de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), consideradas baixistas.
O mercado de milho de Chicago foi o mais castigado. Em apenas uma semana, fundos se desfizeram de 94,9 mil posições compradas, o que corresponde a mais de 12 milhões de toneladas do grão - praticamente a produção anual do Paraná.
A liquidação foi a maior desde junho de 2009. O saldo líquido de compra dos fundos em milho caiu 18,1%, para 226,1 mil contratos, em apenas uma semana. É o menor patamar desde agosto do ano passado, próximo da metade dos 408 mil registrados em meados de janeiro. Os mercados de soja e derivados, trigo e café também sofreram com a fuga de capitais. Neste último, a posição líquida comprada pelos fundos caiu de quase 40 mil contratos, no início do ano, para menos de 4,9 mil há uma semana.
A perspectiva de aumento na área plantada com milho nos EUA e o início da colheita de café no Brasil têm influenciado negativamente os preços dessas mercadorias. No entanto, os fundamentos explicam apenas em parte a perda de apetite pelas commodities agrícolas.
As preocupações com o cenário econômico global parecem se sobrepor em todo o conjunto das matérias-primas. Na visão de muitos analistas, a desaceleração da atividade industrial em países como China, Índia, Alemanha e Reino Unido sugere uma menor demanda por metais, alimentos e combustíveis.
Ao todo, apontam dados da CFTC compilados pela Bloomberg, os fundos cortaram em 15% sua posição líquida de compra nas 18 commodities (agrícolas e minerais) negociadas nos EUA na semana terminada na última terça-feira. O volume apurado naquele dia, de 958,3 mil contratos, foi o menor desde julho do ano passado.
A postura dos fundos começou a mudar em maio. Segundo levantamento do Barclays Capital, investidores institucionais retiraram quase US$ 7 bilhões desses mercados naquele mês -- o maior saque mensal desde outubro de 2008, início da crise financeira global.
Com a queda dos preços, o valor total movimentado por fundos e especuladores nas commodities caiu ainda mais, US$ 26 bilhões ou 5,7%, para US$ 425 bilhões. Essa foi a primeira queda desde agosto de 2010, e a maior desde outubro de 2008. Só nas agrícolas, o volume de capitais especulativos caiu 7,9%, para US$ 104 bilhões. Ainda assim, é 9,4% maior do que o registrado no fim de 2010. O investimento em commodities explodiu na última década. No início dos anos 2000, não passavam de US$ 15 bilhões. Em abril, bateu recorde ao atingir US$ 451 bilhões.


Fonte: Valor Online

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters