Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Paraná contabiliza prejuízo nas lavouras por causa da geada

A expectativa de produção de milho, que era de oito milhões de toneladas, foi reduzida para cinco milhões, queda de 35%. Os prejuízos aos produtores devem passar de R$ 1 bilhão.
Nas lavouras de trigo, os produtores vão deixar de colher 250 mil toneladas, prejuízo de R$ 111 milhões.
O economista da Secretaria de Agricultura do PR, Marcelo Garrido, afirma que a perda por causa da geada é a maior dos últimos 11 anos. Outras perdas ocorreram no período, mas foram de menor impacto ou por causa da seca. O cenário é muito prejudicial para a safra do estado do Paraná, que é um dos maiores produtores do Brasil, na segunda-safra principalmente, e o maior produtor de trigo. As regiões mais atingidas do estado com o trigo e o milho foram as regiões norte e oeste, responsáveis por 73% da produção nacional de milho e 50% da produção de trigo.


Fonte: Globo Rural

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Safra nacional de grãos deve ser 8% maior em 2011, prevê IBGE

A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 161,5 milhões de toneladas em 2011, superior em 8% à safra recorde obtida em 2010 (149,6 milhões de toneladas), indica a sexta estimativa do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) em 2011, de junho, divulgada nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A área a ser colhida neste ano é estimada em 49,0 milhões de hectares, acréscimo de 5,3%, frente à de 2010.

As três principais culturas (o arroz, o milho e a soja), que somadas representam 90,5% do volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas, respondem por 82,4% da área a ser colhida registrando, em relação ao ano anterior, variações de 1,5%, 5,3% e 3,4%, respectivamente, diz o IBGE. Em relação à produção os acréscimos estimados são, nessa ordem, de 18,1%, 3,2% e 9,3%.

Regiões

Entre as regiões, a produção apresenta a seguinte distribuição: região Sul, 68,1 milhões de toneladas; Centro-Oeste, 55,8 milhões de toneladas; Sudeste, 17,1 milhões de toneladas; Nordeste, 16,2 milhões de toneladas e Norte, 4,3 milhões de toneladas.

Em relação a 2010, são constatadas altas em todas as regiões: Norte, 8,0%, Nordeste, 37,1%, Sudeste, 0,3%, Centro-Oeste, 6,3% e Sul, 6,0%.

O Paraná, nessa avaliação de junho para 2011, mantém a liderança na produção nacional de grãos, com participação de 20,5%, seguido pelo Mato Grosso com 19,3% e Rio Grande do Sul com 17,7%.


Fonte: Do G1, em Só Paulo

Alta dos preços dos insumos agrícolas eleva custos de produção da agropecuária

A aceleração dos preços dos insumos agrícolas, em especial dos fertilizantes, elevou os custos de produção da atividade agropecuária no acumulado do ano até março. A análise divulgada, nesta terça-feira (5/7), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o aquecimento da demanda por fertilizantes é reflexo da elevação dos preços dos produtos agropecuários. O aumento das cotações, aliado ao aumento do volume produzido, elevou em 1,25% o Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária em março, resultado que ampliou para 2,81% a expansão do PIB no primeiro trimestre do ano.

O estudo da CNA, feito em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), aponta que a alta das cotações dos grãos também influenciou o ritmo de alta dos preços das rações, cujos valores aumentaram 14,93% no acumulado dos três primeiros meses de 2011 em relação a igual período de 2010. Até fevereiro, essa variação foi de 13,96%.


Os preços médios do milho, um dos principais componentes da ração animal, subiram 27,1% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2010, alta que determinou a revisão para R$ 21,07 bilhões da estimativa de Valor Bruto da Produção (VBP) desse segmento em 2011. Se confirmada a previsão, o faturamento obtido com a venda do produto crescerá 28,75% este ano, em relação ao resultado de 2010, quando o VBP do milho foi de R$ 16,3 bilhões, segundo estimativas da CNA.

Para toda a agropecuária, a estimativa da CNA é que o VBP some R$ 281,8 bilhões em 2011, superando o resultado de R$ 257,6 bilhões obtido no ano passado, em função do aumento da área plantada e do volume de produção. A alta de 44,9% no preço das commodities agrícolas, nos últimos 12 meses, justifica o aumento da área plantada e da produção na safra 2010/2011.

BALANÇA – As exportações do agronegócio renderam US$ 8,47 bilhões, em maio. O resultado é 17,5% superior ao obtido em igual período do ano passado, com destaque para o complexo soja, que respondeu por 39,8% das exportações do agronegócio no mês. O saldo da balança comercial do setor cresceu 11,5%, em maio, atingindo US$ 6,911 bilhões.


Fonte: CNA

terça-feira, 5 de julho de 2011

Morre Odenir Ortolan, presidente do Sindicato de Campo Novo do Parecis

ESTAMOS DE LUTO. PERDEMOS NOSSO GRANDE LIDER.

É COM EXTREMA TRISTEZA E GRANDE PESAR QUE ANUNCIAMOS O FALECIMENTO DO NOSSO QUERIDO E JÁ SAUDOSO PRESIDENTE ODENIR ORTOLAN. VÍTIMA DE INFARTO PRATICAMENTE FULMINANTE QUANDO DISCURSAVA DURANTE O ENCERRAMENTO DA 15ª EXPOCAMPO, NOS DEIXANDO PREMATURAMENTE AOS 46 ANOS DE IDADE.

AINDA NÃO TEMOS O LOCAL DEFINIFO PARA O VELÓRIO, SABENDO-SE QUE O SEPULTAMENTO SERÁ AMANHÃ, QUARTA-FEIRA, 06, ENTRE OITO E DE DEZ HORAS DA MANHÃ.


Antônio de la Bandeira
Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis (MT)
(65)3382.2491/2338


Fonte: Sind. CNParecis

Fundos cortam aposta nas commodities

Incerteza em relação a futuro da economia global leva investidores a reduzir exposição nas bolsas.
Os grandes fundos de investimento intensificaram os sinais de cautela em relação às commodities agrícolas. Dados divulgados na sexta-feira pela Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês) dos EUA mostram que os fundos liquidaram contratos de compra, papéis com os quais apostam na alta dos preços, em praticamente todos os produtos da cesta entre os dias 21 e 28 de junho.
Os números ainda não capturam as saídas relatadas no fim da semana passada, em reação às novas estimativas de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), consideradas baixistas.
O mercado de milho de Chicago foi o mais castigado. Em apenas uma semana, fundos se desfizeram de 94,9 mil posições compradas, o que corresponde a mais de 12 milhões de toneladas do grão - praticamente a produção anual do Paraná.
A liquidação foi a maior desde junho de 2009. O saldo líquido de compra dos fundos em milho caiu 18,1%, para 226,1 mil contratos, em apenas uma semana. É o menor patamar desde agosto do ano passado, próximo da metade dos 408 mil registrados em meados de janeiro. Os mercados de soja e derivados, trigo e café também sofreram com a fuga de capitais. Neste último, a posição líquida comprada pelos fundos caiu de quase 40 mil contratos, no início do ano, para menos de 4,9 mil há uma semana.
A perspectiva de aumento na área plantada com milho nos EUA e o início da colheita de café no Brasil têm influenciado negativamente os preços dessas mercadorias. No entanto, os fundamentos explicam apenas em parte a perda de apetite pelas commodities agrícolas.
As preocupações com o cenário econômico global parecem se sobrepor em todo o conjunto das matérias-primas. Na visão de muitos analistas, a desaceleração da atividade industrial em países como China, Índia, Alemanha e Reino Unido sugere uma menor demanda por metais, alimentos e combustíveis.
Ao todo, apontam dados da CFTC compilados pela Bloomberg, os fundos cortaram em 15% sua posição líquida de compra nas 18 commodities (agrícolas e minerais) negociadas nos EUA na semana terminada na última terça-feira. O volume apurado naquele dia, de 958,3 mil contratos, foi o menor desde julho do ano passado.
A postura dos fundos começou a mudar em maio. Segundo levantamento do Barclays Capital, investidores institucionais retiraram quase US$ 7 bilhões desses mercados naquele mês -- o maior saque mensal desde outubro de 2008, início da crise financeira global.
Com a queda dos preços, o valor total movimentado por fundos e especuladores nas commodities caiu ainda mais, US$ 26 bilhões ou 5,7%, para US$ 425 bilhões. Essa foi a primeira queda desde agosto de 2010, e a maior desde outubro de 2008. Só nas agrícolas, o volume de capitais especulativos caiu 7,9%, para US$ 104 bilhões. Ainda assim, é 9,4% maior do que o registrado no fim de 2010. O investimento em commodities explodiu na última década. No início dos anos 2000, não passavam de US$ 15 bilhões. Em abril, bateu recorde ao atingir US$ 451 bilhões.


Fonte: Valor Online

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters

Exportação de soja do Brasil cai 1,6% no 1º semestre

As exportações de soja do Brasil atingiram 4,55 milhões de toneladas em junho, crescimento de 12,7 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas no acumulado do semestre registram ligeira queda ante 2010, apontaram dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados na sexta-feira (01).

O volume embarcado no mês passado também caiu ante as 5,3 milhões de toneladas de maio, quando a exportação de soja foi a maior do ano.

O Brasil é o segundo maior exportador de soja do mundo atrás dos Estados Unidos e no momento está escoando uma safra recorde de 75 milhões de toneladas.

No acumulado do ano, o Brasil já exportou 18,1 milhões de toneladas de soja, enquanto a indústria estima uma exportação recorde na temporada 2011/12 (fevereiro/janeiro) de 32,4 milhões de toneladas.

O volume exportado no primeiro semestre representa uma queda de 1,6 por cento ante o mesmo período do ano passado.


Fonte: Reuters

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Preços caem após relatório do Usda

O mercado brasileiro da soja sucumbiu às pressões externas. Com isso, os preços de referência retornaram para os níveis de outubro de 2010, aproximadamente R$ 1,50 mais baixo. As cotações na Bolsa de Chicago derreteram 30 pontos e o dólar encerrou cotado a R$ 1,56, queda de 0,51%. No mercado interno, a disputa entre oferta e demanda não injetou ânimo nas negociações, já que os dois lados ficaram totalmente de fora do mercado. Muitas praças ficaram tão vazias que apenas indicações nominais foram registradas. Corretores afirmaram que a calmaria deve durar alguns dias, até que o mercado se adapte à forte queda.

Em Mato Grosso, tarde de ontem foi de preços mais baixos e mercado travado. Em Lucas do Rio Verde, as indicações foram de R$ 36 no disponível e US$ 21 para fevereiro. Em Sapezal, as ofertas ficaram em torno dos R$ 36,50 para a saca com entrega imediata. Em Sorriso, falou-se em R$ 35,50 para o grão no spot.

A baixa geral foi sintomática aos novos números apresentados ontem pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda). O mercado esperava que os relatórios de área plantada e estoques trimestrais, ditariam novos rumos para as cotações na Bolsa de Chicago, mas o baque provocado pelos novos números foi mais forte que o esperado. Tão intenso que neutralizou o potencial altista que poderia ser gerado pela recuperação do mercado financeiro, e também por problemas provocados pelo clima no Meio-Oeste dos EUA.

Os contratos da soja poderiam subir por causa da redução de área no setor produtivo norte-americano, que passou de 31 milhões de hectares para 30 milhões, mas outro relatório, o de estoques físicos, apontou que as reservas de grão do país somavam em 1° de junho 16,8 milhões de toneladas, acima da expectativa média do mercado, que era de 16,2 milhões. Como resultado, as posições do grão amargaram ao final do dia perdas de mais de 20 pontos, mas o pregão desta quinta foi muito pior para milho.

Mesmo com toda a dificuldade em semear o cereal nesta temporada, o USDA estima que a área plantada de milho nos EUA seja de 37,3 milhões de hectares, muito acima da expectativa do mercado, que era de 36,7 milhões. Curiosamente, em maio, o órgão havia reduzido o número de 37,3 milhões de hectares para 36,7 milhões.


Fonte: AgRural

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Grãos: Números do USDA dão um tombo nas cotações em Chicago

As cotações dos grãos estão desabando no pregão diurno da Bolsa de Chicago nesta quinta-feira. O mercado reagiu negativamente aos números divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na manhã de hoje que trouxeram estoques de soja, milho e trigo acima das expectativas.

Para a soja, o departamento informou que os estoques em 1º de junho ficaram em 16,85 milhões de toneladas, acima das 16,25 milhões de toneladas esperadas pelo mercado. No caso do milho, as reservas somaram 93,22 milhões de toneladas ante o volume esperado de 84,43 milhões de toneladas.

Além disso, o USDA ainda estimou um aumento na área plantado do cereal para 37,35 milhões de hectares, índice que também pressiona expressivamente os preços hoje. Para o analista Shwan McCambridge, da Prudential Bache, a área de milho plantada acima das expectativas e os números dos estoques são definitivamente baixistas para o mercado. No entanto,

McCambridge diz ainda que essas estimativas para o plantio "não condizem com todos os problemas que os produtores tiveram ao cultivar milho nesta primavera ou com o ajuste de área no relatório mensal de oferta e demanda divulgado no último dia 9". A expectativa do analista é de que o USDA reporte algumas reduções nestes números nos próximos meses.

Às 12h15 (horário de Brasília), os principais vencimentos da soja já registravam baixas de mais de 25 pontos. No caso do milho, o vencimento julho recuava 71,75 pontos e os demais contratos perdiam 30 pontos por bushel.



Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Milho: com geadas, perdas chegam a 80% em casos isolados

O frio que cobriu as lavouras de gelo ampliou as perdas climáticas, agora estimadas em até 80% nas áreas de milho. Justamente porque os efeitos da geada tendem a se agravar com as novas chuvas previstas para esta semana. Parte das plantações já tinha sido atingida também pela estiagem de maio.

“A seca fez a média cair e agora a geada acabou com parte do que restava da lavoura”, lamenta o agricultor Marcelo Riva, que esperava colher 5 mil quilos de milho por hectare e pode registrar menos de 1 mil. “Com a chuva, os grãos podem apodrecer.” Ele plantou 140 hectares de milho em Campo Mourão (Centro-Oeste), metade para o consumo humano (milho verde). Os grãos leitosos foram os mais prejudicados pelo gelo.

Por causa de perdas de 50% por conta da geada, o agricultor Amarildo Walker pretende destinar metade dos 84 hectares de milharal diretamente para silagem (alimentação animal). “A área mais adiantada vai render 60% do previsto.” Ele não fez seguro e fechou contrato de venda de R$ 23 a saca. “Vamos tentar cumprir o contrato.”

Entre os produtores de hortaliças, as perdas chegaram a 100% no Sul e no Oeste. Mesmo em regiões mais quentes houve danos estimados em 15%. “O impacto será visto melhor daqui uns 15 dias”, afirma o horticultor Bento Basílio. A alface, mais prejudicada, teve o preço automaticamente dobrado em feiras e supermercados.


Fonte: Gazeta do Povo