Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 7 de junho de 2011

Embarques brasileiros em ritmo acelerado

Enquanto as atenções de agentes se voltam para o avanço do cultivo da safra norte-americana, os embarques brasileiros, tanto do grão quanto de derivados, seguem em ritmo acelerado. Agentes mantêm a expectativa de que a demanda mundial para a safra 2011/12 cresça ainda mais, elevando a necessidade de importação de soja e derivados pela União Européia, que tem enfrentado problemas com seca nas últimas semanas.

Em maio, os embarques brasileiros de soja e derivados subiram expressivamente, após registrarem quantidades abaixo da média nos primeiros meses do ano, devido ao atraso no plantio. Segundo a Secex (Secretaria de Comércio Exterior), as exportações de soja somaram 5,3 milhões de toneladas em maio, 4,2% a mais que as de abril, mas 6,9% inferiores às de maio/10. No acumulado do ano, os embarques somam 13,6 milhões de toneladas, contra o recorde de 14,5 milhões verificado nos primeiros cinco meses de 2010 – o acumulado neste ano é o segundo maior para o período.

Quanto aos preços no Brasil, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa para o produto transferido no porto de Paranaguá subiu 2,24% entre 27 de maio e 3 de junho, finalizando a US$ 31,03/sc de 60 kg (em moeda nacional, o Indicador subiu 0,66% no mesmo período, finalizando em R$ 48,91/sc). Quanto à média ponderada das regiões paranaenses, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, a alta foi de apenas 0,09% nos últimos sete dias, fechando a R$ 46,00/sc nessa sexta-feira.


Fonte: Cepea

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Mercado em 06/06/11

A já esperada realização de lucros por parte dos fundos veio hoje (06/06/11), devido à falta de novos fundamentos para o mercado.
Como o movimento é técnico, possivelmente se surgirem novas notícias de clima desfavorável nas lavouras, teremos novamente uma alavancada nas cotações.
Mesmo com o recuo da Bolsa de Chicago, os preços permaneceram nas mesmas bases da semana passada em algumas empresas compradoras, isso devido à necessidade particular.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Soja: Mercado continua focando clima adverso nos EUA e avança

Uma sexta-feira típica para a soja na Bolsa de Chicago. O mercado opera com leves altas na sessão diurna de hoje expandindo o ligeiro avanço do fechamento do pregão noturno, onde os preços registraram o maior patamar em nove meses.

As cotações continuam encontrando suporte no ritmo lento do plantio nos Estados Unidos, que já preocupa os traders. A oleaginosa parece estar bastante focada neste mercado climático, uma vez que nem mesmo a queda acentuada do milho e a falta de direção do trigo pressionam os preços.

O que provoca esse recuo dos grãos é um movimento de realização de lucros, resultado da opção feita pelos agentes de mercado em reduzir sua exposição ao risco às vésperas do final de semana. Essa maior aversão ao risco reflete também alguns números fracos sobre o desempenho da economia norte-americana.

Ainda assim, o cenário tanto para o milho quanto para o trigo ainda é favorável, uma vez que o clima também não é favorável para ambas as culturas.

A atenção deve continuar. Em uma nota divulgada hoje, a Benson Quinn Commodities informou que "os grãos têm conseguido se desconectar das influências externas nesta semana, mas é preciso cautela, uma vez que a desaceleração do crescimento de empregos nos EUA direciona o fluxo de capital para ativos mais seguros".


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Soja: Mercado recupera patamar dos US$ 14 por bushel com clima adverso nos EUA

Na abertura da sessão diurna da Bolsa de Chicago, a soja recuperou o patamar dos US$ 14 por bushel, registrando altas de mais de 20 pontos. O clima adverso nos Estados Unidos continua sendo o principal fator de sustentação para os preços nesta quarta-feira. O milho também avança.

As condições climáticas desfavoráveis em importantes regiões produtoras norte-americanas, como a porção leste do Corn Belt e as planícies do norte, por exemplo, pode provocar uma redução da área de plantio. Além disso, os estoques seguem bastante apertados, o que exige um desempenho muito bom das lavouras. Enquanto isso não se confirma, os preços registram bons ganhos na CBOT.

A liberação de água do rio Missouri para reduzir o risco de enchentes nas cidades atingiu a Dakota do Norte e Dakota do Sul. Embora as chuvas dos últimos dias não tenham atingido os dois estados, essa liberação inundou diversas áreas de produção. Áreas estas que também seguem com os trabalhos de campo atrasados.

Paralelamente, os fatores externos contribuem com o avanço. O dólar índex opera em queda nesta quinta-feira, depois de ter atingido uma nova máxima de 74,90 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Com quebra na produção, China pode aumentar importações de soja para 58 milhões de toneladas

As importações de soja da China deverão aumentar de 54,5 milhões de toneladas - estimadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para 58 milhões de toneladas, de acordo com informações do próprio departamento.

Esse incremento deverá ser resultado da quebra da produção chinesa por conta de uma severa estiagem que castiga o país, a pior em 60 anos. A safra de soja da nação asiátic deverá recuar de 15,2 para 14,45 milhões de toneladas.

De acordo com os números divulgados pelo Ministério do Comércio no último dia 31, as importações da China de maio devem somar 5,43 milhões de toneladas. Caso se confirme, o volume será o maior do ano e 40% maior do que o importado em abril.

Para junho, a previsão é de que os chineses comprem cerca de 4,8 milhões de toneladas.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Nos EUA, plantio da soja e do miho segue atrasado

Segundo o relatório de acompanhamento de safra divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), até o último domingo (29), o plantio da soja chegava a 51% da área estimada em 31 milhões de hectares.

O processo segue atrasado no Estados Unidos, uma vez que, no mesmo período do ano passado, a semeadura estava em 71% da área e a média dos últimos cinco anos também é de 71%.

Ainda de acordo com o reporte, a emergência das lavouras também é lenta. Até o último domingo, 27% das plantações já haviam emergido, ante 43% do mesmo período de 2010 e 39% na média plurianual.

Milho - No caso do milho, a área plantada chegava a 86% da área estimada pelo departamento em 31,313 milhões de toneladas. Assim como na soja, a semeadura segue atrasada. No ano passado, nesta mesma época, o plantio já registrava 99% e a média dos últimos cinco anos é de 93%.

O USDA informou ainda que 66% das lavouras haviam emergido, frente os 83% de 2010 e os 78% da média plurianual.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Crédito a partir de 1° de julho

Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário anunciaram ontem as principais medidas do Plano Agrícola 2011/2012, aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), na quinta-feira (26/5). “As medidas visam permitir que os agentes financeiros possam iniciar as contratações da nova safra já no dia 1º de julho, conforme determinação do Ministro Wagner Rossi”, informou José Carlos Vaz, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. A expectativa do Mapa é lançar o PAP 11/12 no dia 17 de junho.

De acordo com a orientação do ministro, imediatamente após o início da operacionalização do Plano Safra 2011/2012, o governo começará a implementação de ajustes estruturais no modelo de gestão da política agrícola.

Entre as inovações do Plano Safra 2011/2012 está a criação de duas linhas de crédito, à taxa de juros fixa de 6,75% ao ano: uma linha de até R$ 1 milhão para lavouras de cana e outra, de até R$ 750 mil, para a pecuária, destinada à aquisição de reprodutores e matrizes bovinas ou bubalinas. Também foi criada uma Linha Especial de Crédito (LEC) para a cultura da laranja, no valor de até R$ 30 milhões.


Fonte: Diário de Cuiabá

terça-feira, 31 de maio de 2011

Comercialização de soja da safra 2011/12 está adiantada com 18% da produção comprometida

GARANTINDO O MERCADO FUTURO: A comercialização para a nova safra mato-grossense de soja 2011/12 começa a todo vapor, com 18% comprometidos já no mês de maio, tão precoce que faltam números comparativos para o mesmo período das safras passadas. Para comparar a estes números, teremos que remeter a julho da safra passada, quando 15% da produção estava comprometida. Um fator muito importante para esse adiantamento da comercialização da próxima safra foi o alto preço da saca da soja no mercado futuro; outro também, associado a esse, foi a precaução para adquirir insumos antes de possíveis aumentos de preço e/ou do dólar. Como os produtores de soja, principalmente os que fazem sucessão com algodão, aproveitam a capitalização pela ótima colheita 10/11 da oleaginosa e dos bons travamentos futuros da pluma, podem apostar em fazer trocas à vista dos grãos armazenados por produtos como sementes, fertilizantes e defensivos para a safra 11/12.


Fonte: Imea

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fluxo e cenário externo pressionam dólar para baixo

O real está subindo mais fortemente, acompanhando de perto a trajetória da moeda americana no exterior. O analista de câmbio da BGC Liquidez Corretora, Mario Paiva, explica que, nesta sexta-feira, há uma série de fatores conspirando a favor da queda do dólar.

Por volta das 12h30, o dólar comercial recuava 0,86%, cotado a R$ 1,601 na compra e a R$ 1,603 na venda.

No mercado futuro, o contrato de junho negociado na BMFBovespa declinava 0,92%, a R$ 1,602.

Ontem, o dólar comercial fechou com baixa de 0,73%, maior perda diária em duas semanas, a R$ 1,617 na venda.

"O fluxo de recursos ao país permanece alto, porque as captações privadas no exterior estão aquecidas e a perspectiva do investidor estrangeiro para a economia brasileira é positiva. Isso pode ser comprovada pela forte posição vendida (que ganha com a queda do dólar) dos não residentes na BMF, de US$ 18,78 bilhões, considerando os mercados futuro de dólar e de cupom cambial (DDI)", explica Paiva.

Além disso, as bolsas de valores têm uma jornada positiva, assim como as commodities, o que favorece a apreciação do real. O analista lembra ainda que há um excesso de dólares no mundo, por conta do programa de compra de bônus de US$ 600 bilhões do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o chamado "quantitative easing" 2 (QE2), que deve se encerrar ao fim do próximo mês. "O Fed inundou o mercado com dólares para superar a crise "subprime" e esse dinheiro está circulando", afirma.

Outra razão para a perda de valor do dólar, não apenas no mercado interno, mas no mundo todo, é a continuidade da trajetória de queda da taxa de retorno (yield) dos títulos de 10 anos da dívida americana. O movimento demonstra a desconfiança dos investidores com relação à economia global.

Por fim, dados econômicos divulgados pela manhã nos Estados Unidos vieram piores do que o esperado, o que também pressiona a divisa americana para baixo. O gasto do consumidor americano subiu 0,4% em abril, menos que o previsto por analistas. A renda registrou elevação da mesma ordem no período, conforme levantamento do Departamento de Comércio dos Estados Unidos. Em março, após revisão, o gasto tinha avançado 0,5% e a renda, 0,4%.

Além disso, as vendas pendentes de casas nos Estados Unidos caíram em abril, após dois meses de crescimento. O indicador que mensura essas vendas declinou 11,6% de março para abril, indo de 92,6 para 81,9. O dado reflete contratos assinados, mas não fechados, o que geralmente ocorre dentro de um ou dois meses após a firma, explicou a Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR, na sigla em inglês) do país.

Segundo o analista de câmbio, a tendência para a moeda americana permanece sendo de baixa, com picos de alta em momentos de maior aversão ao risco.

No câmbio externo, o Dollar Index, que mede o desempenho da divisa americana ante uma cesta de seis divisas rivais, cedia 0,75%, aos 74,98 pontos.

O euro tem uma jornada positiva ante o dólar, apesar da crise das dívidas soberanas enfrentada por países da zona do euro. Há pouco, a moeda subia 0,88% ante o dólar, a US$ 1,425.

No mercado de commodities, o índice CRB avançava 0,73%, aos 345,87 pontos.

Nas bolsas de valores, os principais índices americanos observam alta de cerca de 0,5%, instantes atrás, enquanto no mercado interno o Índice Bovespa subia 0,43%, aos 64.373 pontos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/05/27/fluxo-cenario-externo-pressionam-dolar-para-baixo-924549257.asp#ixzz1NZo1Cyib


Fonte: Valor Online

Soja: Sentindo volatilidade, mercado opera sem direção

Na próxima segunda-feira (30), comemora-se nos Estados Unidos o feriado do Memorial Day. Diante desse final de semana prolongado, os investidores já adotam uma posição mais cautelosa e operam na defensiva. Com isso, os preços da soja na Bolsa de Chicago registram uma leve queda na abertura do pregão diurno desta sexta-feira e em seguida passaram para o lado positivo da tabela.

A forte alta registrada ontem, por conta do clima adverso e do atraso do plantio nos Estados Unidos, não se sustentou e o mercado acabou recuando. Nem mesmo a chegada de mais uma massa de instabilidade no cinturão de produção foi suficiente para impulsionar os preços.

Além disso, em alguns pontos do país, o tempo um pouco mais seco e as temperaturas um tantinho mais elevadas podem contribuir com o processo do plantio do milho, que tem que ser finalizado em uma semana.

Essa volatilidade e leve pressão nos preços atinge a soja e o milho. O trigo parece resistir e opera em leve alta. O clima seco na Europa ainda prejudica as lavouras e dá uma leve sustentação ao mercado.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes