Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Pessoas deixam suas casas em São Francisco do Sul por causa de fumaça


Uma equipe de Corpo de Bombeiros Voluntários de São Francisco do Sul, da Defesa Civil de São Francisco do Sul, e bombeiros de Joinville, Barra do Sul e Araquari do Norte de Santa Catarina estão em operação para controlar um incêndio de grandes proporções no terminal marítimo na BR-280, em São Francisco do Sul. 

Por volta das 23h da terça-feira, dia 24, o incêndio teria iniciado em uma carga de fertilizante em um armazém da empresa Global Logística. A situação é considerada grave já que o produto contém, segundo o Centro de Informações Toxicológicas do Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), nitrato de amônio, diofosfato de amônio e cloreto de potássio, considerados tóxicos. As pessoas estão sendo levadas ao pronto-atendimentos de São Francisco do Sul. 

Segundo o coordenador regional da Defesa Civil, Antônio Edival Pereira, a fumaça causa irritação na garganta, náuseas e em casos mais graves, insuficiência respiratória. Por isso a orientação é para que os moradores procurem locais arejados.  

— Pedimos que as pessoas que sentirem alguma ardência nas vias aéreas que procurem lugares arejados — orienta a bombeira voluntária de São Francisco do Sul, Meri Costa.

Bairros afetados 

De acordo com o Bombeiros Voluntários os bairros Paulas, onde fica o terminal, Reta, Peroba, Sandra Regina, no Forte foram afetados. Cerca de 80 moradores, entre eles cerca de 40 idosos, do bairro Paulas foram levados pelos bombeiros para o Colégio Estadual Santa Catarina, que fica no Centro da cidade. 

Segundo a assessora de imprensa da prefeitura, Marilene Dalmolini, as escolas municipais deveriam funcionar normalmente, mas como os pais estão preocupados, decidiram não mandar os filhos à escola. 

A maioria dos postos de saúde funciona normalmente, exceto as unidades do Paulas e das áreas mais perto da praia. Ainda segundo Marilene, grande parte do comércio não abriu nesta quarta-feira. 

Outras áreas podem ser atingidas se o vento mudar de direção. 

Defesa Civil, Polícia Militar e bombeiros já montaram uma área de operação ao lado do terminal marítimo. Todos os envolvidos no controle do incêndio estão usando equipamento especial para não serem intoxicados. 

Trânsito 

Enquanto não há controle, a BR-280 está bloqueada ao redor da área atingida, perto do quilômetro 8. Também já é grande o fluxo de pessoas deixando São Francisco Sul, principalmente das área das praias. Há uma barreira no trevo de Balneário Barra do Sul e o tráfego flui apenas no sentido oposto, para quem sai da cidade.

Muitas pessoas estão paradas em bares e postos de gasolina ao longo da rodovia. 

Porto de São Francisco do Sul

Funcionários do Porto de São Francisco foram todos dispensados.  A informação é de que outras categorias, como estivadores, também não estão trabalhando. O superintendente do Porto, Paulo Corsi, está na Alemanha, mas já está ciente da situação. 

Foi ele quem dispensou os funcionários. Por enquanto, a suspensão das atividades é somente para esta quarta-feira. A informação inicial é de que o trem ainda estaria funcionando no local.

Escolas

A Secretaria de Educação de São Francisco do Sul suspendeu as aulas desta quarta-feira até sexta-feira. As aulas voltam, a princípio, na segunda-feira.

Abastecimento de água

O Samae, responsável pelo abastecimento de água em São Francisco do Sul, tranquiliza a população de que a água não está contaminada pela substância.

Exército ajuda na mobilização

O comando do 62º Batalhão de Infantaria de Joinville está em São Francisco do Sul analisando como o Exército poderá colaborar na mobilização do enfrentamento do incêndio.

De acordo com o comando da unidade militar, somente após a avaliação dos oficiais será possível definir quais os procedimentos serão tomados. Os militares poderão ajudar na logística, isto é, auxiliando na remoção de moradores se houver necessidade, entre outras providências.

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos

O mercado vive um momento de pressão sazonal em função do avanço da colheita da nova safra dos Estados Unidos. Segundo analistas, apesar da quebra na produção norte-americana em função da seca, estoques menores e uma demanda mundial ainda muito aquecida, a entrada efetiva dessa nova oferta pressiona as cotações. 
No entanto, o mercado vê suas altas sendo limitadas, ainda de acordo com os analistas, pelas expectativas para o novo relatório trimestral de estoques que oUSDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga na próxima segunda-feira (30). As projeções do mercado, segundo Stefan Tomkiw, analista da Jefferies Corretora, de Nova York, são de que o departamento traga números indicando estoques finais de soja bastante apertados, na casa de 3,4 milhões de toneladas. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

EUA: Menos da metade do milho está maduro e 7% foram colhidos

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima que apenas 7% da safra de milho já tenha sido colhida nos EUA, o que está abaixo da média para o período, que é de 16%. O estado de Carolina do Norte é o que está mais adiantado, com 100% do milho maduro e 74% colhido. No Texas, 50% já está maduro. Os estados de Michigan, Dakota do Norte e Wisconsin são os mais lentos, todos com apenas 30% do milho maduro. 
Produtividade em cheque
Muito já foi dito sobre a safra de milho deste ano. De acordo com matéria publicada hoje pelo site americano Farmfutures, a expectativa é de que essa seja uma grande safra, mas não recorde. Muitos fatores fizeram com que esta seja uma colheita difícil de se prever. Mas a verdade logo será revelada. Algumas lavouras já foram colhidas, principalmente no leste do cinturão de grãos. 

Relatórios indicam que safra deverá render mais que o esperado, mesmo tendo passado por períodos muito chuvosos e secas extensas. No entanto, alguns relatórios precoces são de produtores que gerenciam suas lavouras minuciosamente, com fertilizantes, fungicidas e testes, por isso conseguem as melhores produtividades.  
Estes são os fatores que podem comprometer a produtividade do milho: 
Falta de nitrogênio: plantas sem o nível necessário de nitrogênio poderão ter produtividade limitada em alguns campos.
Plantio tardio: muitos campos foram semeados depois do periodo usual, devido às chuvas da primavera. No entanto, o histórico mostra que o milho plantado em meados de maio na região central do cinturão de grãos ainda poderá ter boa produtividade se o restante do periodo tiver clima favorável. 
Mudanças do clima: O clima esteve fresco e úmido durante o período de polinização. Isso favoreceu a produtividade do milho. No entanto, o clima ficou muito quente e seco em muitas áreas, nos meses de agosto e início de setembro. Isso pode fazer com que a produtividade caia, já que os grãos podem parar de crescer e não encher como seria esperado.    
Doenças: apesar de nenhuma epidemia séria ter sido relatada, as condições climática estavam favoráveis para a formação de mofo branco. Se aparecer na lavoura, ele pode continuar se desenvolvendo, mesmo se o clima ficar mais seco. A presença do mofo branco ajuda a determinar a produtividade e a qualidade do milho.
Insetos: Algumas lavouras em Illinois registraram ocorrências da larva rootworm, de acordo com o entomologista Mike Gray, da Universidade de Illinois. A larva estaria atacando algumas lavouras de milho genéticamente modificado. 
Informações: Farmfutures e USDA

Argentina vê safra de milho 13/14 em ao menos 30 mi t, diz ministro


 Safra de milho da Argentina na temporada 2013/14 deverá atingir ao menos 30 milhões de toneladas, e a colheita de soja do país deverá alcançar 50 milhões de toneladas ou mais, afirmou nesta terça-feira o ministro da Agricultura argentino, Norberto Yauhar, em entrevista à Reuters.

Essa foi a primeira vez que o ministro falou sobre uma estimativa de safra para a nova temporada.

"No próximo ano (a colheita) será mais de 50 milhões (de toneladas), aproximadamente", disse Yauhar após reunião de ministros da Agricultura das Américas, realizada em Campana, a 75 quilômetros ao norte da cidade de Buenos Aires.

Sobre a safra de milho da temporada 2013/14, "estamos estimando um piso (de produção) de 30 milhões de toneladas", acrescentou.

Na safra 2012/13, a Argentina colheu 49,3 milhões de toneladas de soja e 32,1 milhões de toneladas de milho.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Condições de lavouras dos EUA.

Por: David B. Rahe -

As temperaturas médias e precipitações na semana passada permitiram que muitos produtores continuassem a colher o milho e permitiu também que alguns produtores iniciassem a colheita da soja e do sorgo. As temperaturas em média 34.00ºC para a semana, 11.6ºC acima do normal. As precipitações em todo o estado são em média de 8,4 Milímetros, 0,1 Milímetros abaixo do normal. Chuvas localizadas foram relatadas na maior parte dos estados, em média pelo menos 0,5 centímetros de chuvas. Houve 5,6 dias adequados para o trabalho de campo. A umidade foi avaliado em 22 %  curto, de 44 % curto, e 34 % adequada. A umidade do subsolo foi avaliada em 23 % muito ruim, 46 % ruim, e 31 % adequada. O milho na fase de preenchimento atingiu 94 %. 47 % da safra de milho estava maduro, em comparação com 94 % no ano passado e da média de 5 anos de 62 %. A colheita de milho atingiu 5 % completo, em comparação com 51 % no ano passado e da média de 5 anos de 24 %. As condições do milho foram avaliadas em 3 % péssimo, 9 % ruim, 30 % regular, 48 % bom, e 10 % excelente. A soja amarelados atingiu 72 %. Soja caindo as folhas atingiu 37 %, em comparação com 63 % no ano passado e da média de 5 anos de 47 %. 1% da safra de soja foi colhida. As condição da soja foi avaliada em 3 % péssimas, 11 % ruim, 36 % adequada, 44 % bom e 6 %  excelente. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

''Sem pressa, produtores de soja aguardam clima favorável para plantio”

Apesar de autorizado oficialmente, o plantio de soja nos principais Estados produtores deve se intensificar apenas nas próximas semanas, com produtores buscando fazer sua lavoura somente nas melhores condições climáticas, disseram na sexta-feira (20) entidades ligadas a produtores.
Este ano não há o mesmo entusiasmo para plantar o milho após a soja, considerando os preços mais baixos do cereal.
Mato Grosso e Paraná, que deverão ter a maior área já plantada, encerraram esta semana o período de vazio sanitário –no qual o plantio é proibido para evitar perpetuação de doenças.
“Em boa parte do Estado, (o plantio) ainda não começou. Os produtores que entraram na lavoura nesta segunda quinzena de setembro, são aqueles que plantam algodão na segunda safra e não se prendem muito ao clima”, disse o gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca.
A estimativa do Imea é que até o momento menos de 0,5 por cento das lavouras de Mato Grosso tenham sido semeadas, em linha com o ano anterior.
A previsão dos meteorologista é de chuvas irregulares neste início de safra no Centro-Oeste brasileiro, com normalização das precipitações apenas em outubro.
“Este ano tende a ser muito parecido com o ano passado”, disse Latorraca, referindo-se ao atraso no plantio da soja em 2012, por falta de chuvas.
O gestor do Imea lembra que, no início de 2013, muitos produtores empolgados com os preços do milho anteciparam a colheita de soja para adiantar o plantio do cereal, mesmo sem que a oleaginosa tivesse secado de maneira adequada, reduzindo produtividades.
“Ano passado estávamos com uma fome de plantar milho muito grande, com antecipação de colheita da soja. Este ano a gente vai ter um plantio de soja mais tranquilo”, disse.
Este é um dos fatores que levaram o Imea a subir em uma saca a estimativa de produtividade média de Mato Grosso nesta temporada 2013/14, atingindo 51 sacas de soja por hectare.
O produtor rural Julio Cinpak, que planeja plantar 2 mil hectares de soja este ano na região de Lucas do Rio Verde, norte de Mato Grosso, disse que os agricultores não estão com pressa.
“De um modo geral os produtores querem fazer um bom plantio de soja, e não vão correr risco de plantar sem chuvas”, disse Cinpak, que também é vice-presidente do sindicato rural no município.
Ele relata que o plantio ocorreu na região apenas em poucas áreas, principalmente onde há irrigação.
“As chuvas já ocorreram, mas de uma maneira não uniforme. Acredito que na próxima chuva, a partir da semana que vem, é que vai ter plantio mais intenso.”
Se o padrão de plantio da safra passada for repetido, as próximas semanas devem ser de muito trabalho. Em 4 outubro de 2012, o Imea já havia registrado plantio em 8,6 por cento das áreas de soja de Mato Grosso. Em 18 de outubro o plantio estava realizado em 33 por cento da área.
PARANÁ
No Paraná, segundo maior produtor do país atrás de Mato Grosso, as chuvas têm sido boas nas últimas semanas, garantindo umidade ideal no solo. Mas é um outro fator relacionado ao clima que manteve muitas máquinas plantadeiras fora das lavouras.
“Aqui no Paraná, o zoneamento agroclimático da soja só permite plantio a partir do dia 20 (de setembro)”, lembrou o gerente técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra.
Segundo ele, a tendência é de que a partir deste final de semana comece o plantio na região oeste do Estado, “próximo a Palotina e Marechal Cândido Rondon.”
“Existem plantios antecipados”, disse, ressaltando que eles são isolados.
Produtores que quiserem garantir financiamento em bancos oficiais ou estar habilitados para o seguro rural precisam realizar o plantio dentro dos períodos estabelecidos pelo zoneamento agroclimático, definido pelo governo.
“O mês de outubro vai ser forte no oeste e norte do Paraná, que é a região que planta milho safrinha”, disse Turra, citando a safra de milho prevista para ocorrer imediatamente depois da colheita de soja.
No norte do Paraná, por exemplo, muitos já se preparam para o plantio da soja.
“Os produtores estão realizando dessecação, roçadas de palhadas de milho e aplicação de calcário, ou seja, estão se preparando para o plantio das culturas de verão”, disse em nota o técnico William Meneghel, do Departamento de Economia Rural em Maringá.
Fonte: Agrolink

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Grãos são maiores após o Fed decidir não afunilar o seu programa de compras de títulos

O futuro dos grãos são maiores após o Fed decidir não afunilar o seu programa de compras de títulos. O dólar dos EUA rompeu o suporte técnico que torna os produtos americanos mais competitivos por causa de taxas de câmbio. Os comerciantes estão usando agora a chuva prevista para o Cornbelt nos próximos dias como amigável, porque vai retardar o progresso da colheita.

Esta manhã terá o relatório de vendas de exportação semanal do USDA. As estimativas dos comerciantes são para o milho 450-650 TMT, soja 650-750 TMT, farelo de soja 20 a 150 TMT, óleo de soja 5 a 10 TMT e trigo 500-650 TMT.

Soja +10,0
Milho + 3,0
Dolar 2,1884

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios.

O mercado internacional de grãos, segundo analistas, ainda opera sobre muita incerteza em relação à nova safrados Estados Unidos. As chuvas que chegaram ao Corn Belt nos últimos dias e as que estão previstas para o próximo final de semana poderiam, para uns, promover uma recuperação dos danos causados pela seca, ou ao menos limitar os prejuízos. Para outros, as precipitações chegaram tarde e os danos já são irreversíveis e, em alguns casos, poderiam se agravar. 
Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios. Ontem, o departamento atualizou algumas estimativas de área plantada, aumentando seus números para soja e milho. Porém, ao mesmo tempo, revisou para cima o tamanho de áreas abandonadas de ambas as culturas. Além disso, ainda no final de setembro, o USDA traz um boletim também com a revisão dos estoques norte-americanos, informações que deverão mexer com o mercado mais adiante. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem, quando os preços chegaram ao seu nível mais baixo em uma semana e, segundo analistas, o avanço reflete os números das condições de lavouras trazidos ontem, no final do dia, pelo USDA
Em uma semana, o índice de plantações em boas ou excelentes condições caiu de 52 para 50%, de acordo com o USDA, mostrando que o calor intenso e a falta de chuvas ainda estão castigando os campos norte-americanos e comprometendo, principalmente, sua produtividade. 
Em função dessas condições de clima adverso, a soja subiu por seis semanas consecutivas em Chicago até o último dia 13. Para os traders, as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste americano no último final de semana e as demais que estão previstas para os próximos dias serão insuficientes para reverter o quadro de perdas. 
Soja +11,6
Milho +7,6