Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 23 de julho de 2013

Condições e clima nos EUA.

Apesar da força das oleaginosas, milho e trigo fecharam em baixa. Algumas das áreas mais secas receberam umidade na noite passada. Tempos mais frios estão previstos para o período de pico de polinização do milho, que tem compradores relutantes para adquirir novos contratos de culturas, grandes parte da Iowa perdeu as chuvas no fim de semana, mas temperaturas mais baixas e uma perspectiva mais favorável para sete dias têm mantido uma tampa sobre os preços do milho.   As perspectivas de chuvas para a semana também foi favorável para a soja.


Classificações das culturas foram informadas as 03h00min EUA.   O mercado esperava uma queda generalizada para o milho / soja classificada em 2-3%.   milho caiu 3% como esperado e soja caiu apenas 1%. Isso significa que boa excelente classificação do milho é de 63% e da soja é de 64%.   Para o milho mais notáveis ​​áreas de declínio foram Missouri, (queda de 9%), Kansas (queda de 9%) e Nebraska (queda de 5%).   No geral, as avaliações foram em linha com as expectativas do mercado para o milho e melhor do que o esperado para a soja.   trigo de Inverno é agora de 75% colhida que teve um retorno muito rápido para nos trazer de volta a um ritmo médio de colheita.   Primavera do trigo classificações de culturas caiu mais 2 % a 68% de bom excelente. O mercado ainda está sendo negociado em um padrão baseado em tempo agitado. A classificações da colheita foi diminuída um pouco tanto para milho e soja, mas não se espera que o rendimento médio nacional irá cair o suficiente para que o milho desempenhe uma situação apertada no próximo ano.   

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Por: David B. Rahe - Illinois-EUA





"Tirei algumas fotos ontem quando eu passei na minha estação de amostragem. Nós temos um pouco de milho que está transformando, muito se parece com as fotos. A soja especialmente boa. USDA está otimista na previsão de produtividade média de milho, dizem de 156 bushels por acre.
Temos relatos confiáveis ​​de que o milho em Northern Iowa e sul de Minnesota está em mau estado por causa do atraso no plantio e umidade".

Soja: Movimento técnico justifica fechamento positivo nesta 6ª feira

Nessa sexta-feira (19), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago fecharam a última sessão da semana do lado positivo da tabela. O mercado conseguiu sustentar sua recuperação após uma sessão bastante volátil. O contrato agosto/13 tenta se aproximar dos US$ 15 e encerrou os negócios com alta de 21,50 pontos, valendo US$ 14,90/bushel. 
Segundo explicou o analista de mercado Glauco Monte, da FCStone, os investidores, frente ao final de semana, buscaram se posicionar melhor e compraram algumas posições depois das expressivas baixas registradas nos últimos dias. O movimento, portanto, deu sustentação aos preços, principalmente no curto prazo. 
Outro fator que dá suporte aos vencimentos mais curtos é o quadro de fundamentos, que permanece positivo. A demanda pela pouca soja disponível é muito grande e os estoques norte-americanos estão cada vez mais apertados. 
Por outro lado, as previsões climáticas para os Estados Unidos se mantêm favoráveis e para grande parte das regiões produtoras dos EUA e isso exerce ainda algum impacto negativo sobre os preços, segundo analistas. “Então, os mercados ficam indecisos entre a safra velha e safra nova”, afirma Paulo Molinari, analista de mercado da Safras & Mercado. 
Outro fator de alta para os preços das commodities hoje foi a queda do dólar. A desvalorização da moeda norte-americana acaba atuando como uma ajuda para a alta dos preços uma vez que melhora a competitividade dos produtos dos EUA. 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

USDA: Exportações semanais de soja da safra 2012/13 dos EUA aumentam

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta quinta-feira (18) seu relatório semanal de registro de exportações. 
As exportações de soja da safra 2012/13 somaram 110,6 mil toneladas na semana que se encerrou no dia 11 de julho. O destino principal da oleaginosa norte-americana, nesse período, foi o México, que adquiriu 69,400 mil toneladas. 
Da temporada 2013/14, as exportações semanais somaram 591,7 mil toneladas, contra 410,8 mil toneladas da semana anterior. A China foi a principal compradora do produto dos EUA e responde por 295 mil toneladas do total. 
Já as vendas semanais de milho dos EUA referentes à safra velha totalizaram 152,9 mil toneladas, enquanto na semana precedente esse volume foi de 392 mil toneladas. O principal destino do grão foi o Japão. O país comprou 178 mil toneladas nesse período. 
As exportações de milho da safra 2013/14, por sua vez, somaram 1.590,800 milhão de toneladas contra 657,8 mil da semana anterior. A China adquiriu 1.263 milhão de toneladas e foi a principal compradora do cereal norte-americano. 

Soja e milho ainda recuam na manhã desta 5ª feira em Chicago

Na manhã desta quinta-feira (18), os mercados da soja e do milho dão continuidade ao movimento de baixa da sessão anterior e seguem operando em queda na Bolsa de Chicago. As perdas, no entanto, são pouco expressivas e, na soja, por volta das 7h50 (horário de Brasília), estavam entre 4,50 e 8 pontos. Já no milho, o recuo era de 3 a 6 pontos nas posições mais negociadas. 
Novos mapas climáticos lançados nesta quarta-feira (17) indicavam um clima mais favorável para o desenvolvimento das lavouras da nova safra norte-americano, com temperaturas um pouco mais baixas e chuvas em algumas das regiões produtoras do Meio-Oeste. 
As previsões, portanto, pressionaram os preços e ainda exercem alguma influência sobre o andamento das cotações no pregão eletrônico desta quinta-feira. Como afirmam analistas, até que essa incerteza climática continue sendo registrada nos EUA, o mercado deve caminhar de lado. Porém, no curto prazo, principalmente no caso da soja, os preços ainda encontram sustentação na ajustada relação entre a oferta e a demanda. 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Com realização de lucros e clima favorável nos EUA, soja fecha o dia em campo misto

soja fechou a sessão desta quarta-feira (17) em terreno misto, com oscilações pouco expressivas e o mercado tentando se manter próximo da estabilidade. Apenas o primeiro vencimento, agosto/13, fechou o dia com leve alta de 2,25 pontos e os demais com baixas entre 2,50 e 6,25 pontos. 
Nesta quarta, o mercado caminhou de lado frente ao quadro de fundamentos já conhecido no curto prazo e ainda sobre a incerteza climática nos Estados Unidos. Porém, os preços passaram ainda por um movimento de realização de lucros depois do significativo avanço da última sessão. 
"O mercado hoje (quarta) estava sem força. Aqueles que estão com suas posições compradas não sabiam se realizam lucros ou não, porém, amanhã o mercado já deve andar com a divulgação das exportações semanais peloUSDA", disse Mauricio Correa, analista de mercado do SIMConsult. 
No curto prazo, as cotações encontram suporte nos estoques historicamente baixos nos Estados Unidos e na demanda muito aquecida pelo produto norte-americano. A demanda não parte somente dos importadores, mas também segue muito ativa entre as esmagadoras locais que seguem em busca de matéria-prima para cumprirem seus contratos.
Já para os vencimentos mais distante, referentes à safra nova, o que os investidores e participantes do mercado observa são as incertezas climáticas em importantes regiões produtoras dos Estados Unidos. 
Após as últimas previsões indicarem dias mais quentes e secos, os novos já apontam para um clima mais úmido e com temperaturas mais baixas, ou seja, mais favoráveis ao desenvolvimento das lavouras. 
Além disso, um fator que limitou a baixa dos preços nesta sessão, depois dessas novas previsões climáticas, foi o anúncio da venda de 165 mil toneladas de soja para a China, com entrega prevista para a temporada 2013/14. O anúncio foi feito pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 
Segundo explicou Glauco Monte, analista de mercado da FCStone, para que se concretizem as exportações da nação asiática para o novo ano comercial em 69 milhões de toneladas suas compras devem ser frequentes. “Os atuais patamares de preços são interessantes e os compradores chineses avançam com as compras. Mesmo com indicação de que os preços podem ficar mais baixos no segundo semestre. Temos que lembrar que se o clima correr bem a tendência é que haja uma pressão nas cotações, já que a produção dos EUA de soja e milho não é pequena”, explica. 
A previsão de uma clima melhor para o desenvolvimento da nova safra dos Estados Unidos também pressionou os preços do milho nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago. As baixas registradas neste pregão ficaram entre 6,75 e 9 pontos, sendo mais intensas nos vencimentos mais distantes. 
O mesmo fator pesou sobre o mercado do trigo, que ao longo de todo o dia trabalhou com pequenos ganhos, porém, no final, reverteu o movimento e fechou o dia do lado negativo da tabela. O avanço da colheita do trigo de primavera contribuiu para o recuo das cotações, bem como a baixa da soja e do milho. 

Grãos realizam lucros na manhã desta 4ª feira em Chicago.

Na manhã desta quarta-feira (17), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago operam próximos da estabilidade depois dos bons ganhos registrados ontem. A soja e o milho passam por uma ligeira realização de lucros, com pequenos recuos, enquanto o trigo trabalhava com pequenas altas no pregão eletrônico.
Na sessão anterior, o mercado fechou com boas altas, principalmente para a soja, diante do clima mais quente e seco nos Estados Unidos, além do cenário de fundamentos de oferta e demanda, o qual permanece ainda bastante positivo. 
Por volta das 8h (horário de Brasília), a soja operava com baixas de 2,50 a 3,50 pontos nos principais contratos, com apenas o agosto registrando um pequeno avanço de 0,75 ponto. O milho perdia 0,50 ponto, e o trigo subia pouco mais de 1 ponto.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O relatório de condição de plantio do USDA.

O relatório de condição de plantio do USDA confirmou a queda na classificação para milho e soja. A maior parte veio dos estados do oeste do Kansas (-9%), Nebraska (-5%) e Missouri (-4%). De acordo com o cálculo da Allendale uma queda de 15% do rendimento dos grãos, a tendência nos estados pode impactar o estoque final  de milho em 200 milhões de bushels. Há também os estados onde as culturas estão melhorando e poderia compensar parte da perda. O USDA tem que encarar os fatos, mais cedo ou mais tarde o uso da soja safra velha. Os dados de esmagamento NOPA era de 2 milhões de bushel maior do que as estimativas do comércio. Isso significa que pode alcançar os números do USDA, esmagamento soja devem ser 23% abaixo do ano passado para o final 2 meses de campanha. As exportações de soja são 1305000000 bushel (já foi enviado para fora) de previsão do USDA de 1,330 bilhões bushel para este ano de comercialização de 2012/13. 

Soja avança nesta terça-feira com clima nos EUA e demanda aquecida

A escassez de soja nos Estados Unidos favorece uma nova sessão de alta para os preços da oleaginosa nesta terça-feira (16). Por volta das 7h50 (horário de Brasília), os principais vencimentos operavam com altas de dois dígitos, e o agosto subia 21,75 pontos, cotado a US$ 14,75 por bushel. 
No curto prazo, as altas são justificadas pela ajustada relação entre a oferta e a demanda. O pouco volume de soja disponível tem sido duramente disputado entre o mercado interno norte-americano e os importadores. No entanto, são tempos de estoques historicamente baixos. 
Paralelamente, no médio e longo prazo, a incerteza sobre o clima nos Estados Unidos também tomam a atenção do mercado e os dias mais quentes e secos acabam dando alguma sustentação aos preços. Porém, os próximos 15 dias serão importantes para a definição da nova safra norte-americana e qualquer expressivo problema climático poderia estimular novas altas para as cotações. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Chicago: Semana começa com grãos em queda nesta 2ª feira

Nesta segunda-feira (15), os futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago iniciam a semana com oscilações pouco expressivas e, por volta das 8h (horário de Brasília), operavam em território negativo. O vencimento agosto/13 assume a primeira posição entre os vencimentos mais negociados com o vencimento do contrato julho e registrava recuo de 1 ponto, valendo US$ 14,28 por bushel. 
Ao mesmo tempo, o milho e o trigo também trabalhavam do lado negativo da tabela, com perdas de mais de 9 e 11 pontos, respectivamente. 
A incerteza sobre o clima nos Estados Unidos e o impacto que terá sobre as lavouras depois do significativo atraso no plantio acabam tirando a direção dos negócios. Além disso, segundo analistas, mercado também muito atento às informações vindas do financeiro