Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 26 de maio de 2011

Estiagem se agrava e ameaça produção de milho de inverno

O risco de estiagem que assombrou os produtores rurais durante o verão vem se tornando uma ameaça cada vez mais real para a safra de inverno do Paraná. Sem receber chuvas de volume expessivo há mais de um mês, lavouras de milho safrinha das regiões Norte e Noroeste do estado começam a sentir a falta de água e têm seu rendimento limitado.

Levantamento divulgado ontem pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria Estadual da Agricultu ra e do Abastecimento (Seab) re ve la que a estiagem durante o último mês reduziu em 1,6% o potencial produtivo do cereal. O rendimento médio da segunda safra paranaense, que há um mês era estimado em 4,42 mil quilos por hectare, foi rebaixado para 4,35 mil quilos.
Ainda assim, o volume total de produção pode ser maior que o projetado em abril. Isso porque, segundo a Seab, os produtores dedicaram ao milho safrinha uma área maior que a prevista inicialmente. Nas contas da se cretaria, o cereal ocupa 1,7 mi lhão de hectares neste inverno do estado, 480 mil hectares a mais do que o estimado há um mês.

Os números tendem a mudar. “Ainda não dá para falar em quebra, mas, se não voltar a chover nos próximos dez dias, haverá perdas, principalmente em regiões onde a situação é mais crítica, como no Norte”, alerta o economista do Deral Marcelo Moreira.

Mapas climáticos do Instituto Somar mostram que o risco de quebra é grande. Segundo a meteorologista Olívia Nunes, não há previsão de chuva considerável para as próximas semanas no Paraná. “Há uma frente fria chegando ao estado entre os dias 2 e 3 de junho e outra perto do dia 10. Mas, nos dois casos, as precipitações não garantem reserva hídrica.”

De acordo com o Somar, a tendência é que as chuvas continuem abaixo da média pelo menos até o início do inverno no estado. Também existe risco de geadas precoces, na segunda quinzena de junho, e tardias, em setembro.

Acumulados

O Norte paranaense recebeu apenas metade das chuvas esperadas para este mês, considerando médias históricas. Levantamento do Somar mostra que as precipitações de maio, que deveriam acumular entre 50 mm e 100 mm, ficaram entre 25 mm e 50 mm na região. Conforme o Simepar, depois de 23 dias sem receber uma gota d’água, o município de Londrina registrou somente 5,2 mm dos 107 mm que seriam normais para o quinto mês do ano.

Oeste e Sudoeste do estado também enfrentam problemas. Nessas regiões, as precipitações dos últimos 25 dias acumularam entre 10 mm e 20 mm, contra 100 mm a 150 mm da média histórica, de acordo com o Somar. Cascavel, onde costuma chover 190 mm ao longo do mês de maio, ficou dez dias sem chuva e acumulou apenas 13,2 mm até agora, segundo o Simepar. O município de Pato Branco, que deveria ter recebido mais de 200 mm de água, registrou 4,8 mm desde o início do mês.


Fonte: Gazeta do Povo

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Porto de Santos na liderança

O porto de Santos (SP) se manteve na liderança das exportações de soja e milho de Mato Grosso. Somente no primeiro quadrimestre deste ano, as exportações dos grãos, via o porto, totalizaram 3,13 milhões de toneladas, ou seja, 61,36% do total embarcado no período, considerando outros portos de embarque. O porto de Manaus (AM) respondeu por 715,29 mil toneladas, seguido de Paranaguá (PR), com 343,26 mil toneladas, Vitória (ES), com 212,99 mil toneladas e, Santarém (PA), 270,39 mil toneladas.

A soja foi o produto com o maior volume embarcado no período de janeiro a abril de 2011, com 3,23 milhões de toneladas. Desse total, 2,07 milhões de toneladas saíram pelo porto de Santos, vindo a seguir Paranaguá (343,27 mil toneladas), Manaus (274,80 mil toneladas), Vitória (212,99 mil toneladas) e, Santarém, 212,50 mil toneladas. O porto de São Francisco do Sul (SC) participou com 62,80 mil toneladas e, São Luiz (MA), 50,71 mil toneladas.

Os cinco principais destinos da soja de Mato Grosso este ano foram a China, com 2,11 milhões de toneladas, Holanda (216,41 mil toneladas), Espanha (175,00 mil toneladas), Reino Unido (158,64 mil toneladas) e Noruega (122,46 mil toneladas).

Já as exportações de milho fecharam em 1,88 milhão de toneladas no primeiro quadrimestre, destaque para o porto de Santos, com 1,06 milhão de toneladas, seguido de Manaus (440,49 mil toneladas), 172,58 mil toneladas), Paranaguá (110,33 mil toneladas) e, Santarém, 57,89 mil toneladas. Outros portos que também embarcaram o milho mato-grossense: São Francisco do Sul (SC), com 36,82 mil toneladas, Assis (AC), 563 toneladas, Cáceres (428 toneladas) e Guajará Mirim (RO), 282 toneladas.

De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações mato-grossenses de milho dos últimos 10 meses (junho de 2010 a abril passado) superaram as exportações de todos os mesmos períodos anteriores. O Estado originou 7,1 milhões de toneladas, representativo de 84,5% de sua produção da safra 09/10 e 62% das exportações brasileiras de milho.

O Irã foi o país que mais comprou o milho mato-grossense em 2011. Das 1,88 milhão de toneladas embarcadas no primeiro quadrimestre, o país importou 417,09 mil toneladas, seguido da Espanha, com 232,51 mil toneladas, Malásia (164,57 mil toneladas), Marrocos (80,65 mil toneladas e Colômbia (47,69 mil toneladas). (Veja quadro)

EXPANSÃO - Graças à segunda safra de Mato Grosso, a exportação brasileira de milho no primeiro trimestre deste ano foi a maior da série histórica. “Um dos fatores que levaram grande parte do milho à exportação foi o escoamento propiciado pelos leilões de PEP e Pepro do governo federal, realizados no final de 2010, e que permitiram a movimentação das cargas pelos portos do Norte, acarretando grandes despachos por estas vias nos três primeiros meses de 2011”, avalia o Imea.

Com a conclusão da pavimentação da BR-163, tendência é de que Mato Grosso passe a escoar grande parte de sua produção via Santarém. O porto, atualmente, está com uma pequena estrutura para exportação. Para se ter uma idéia, utiliza-se hoje apenas 50% da sua capacidade em função da falta de estrutura, vias de acesso precárias e problemas de trânsito. Com as obras de ampliação e o fim dessas deficiências, o porto deverá receber cerca de 10 milhões de toneladas de soja já a partir do ciclo 2011/2012, transformando-se na melhor opção de embarque para os produtores.

De acordo com estudos, a rota Cuiabá-Santarém vai reduzir em até US$ 40 o custo do frete por tonelada de soja transportada, em relação ao que se paga atualmente pelo escoamento do produto via Santos (SP) e Paranaguá (PR). No caso da região Norte do Estado, por exemplo, o custo do frete aos portos exportadores chega a até US$ 140 por tonelada de soja. Por Santarém, este custo poderia ser reduzido em até 28,58%, garantindo maior competitividade aos grãos produzidos em Mato Grosso. Os produtores acreditam que Santarém se tornará a melhor opção de escoamento, a partir da pavimentação da BR-163 e da reestruturação do porto, com a ampliação do sistema de embarque até 2012.


Fonte: Diário de Cuiabá

Código Florestal proporcionará investimentos no setor rural

A Câmara aprovou na noite desta terça-feira (24.05), o texto-base do projeto do novo Código Florestal, legislação que estipula regras para a preservação ambiental em propriedades rurais. Com a aprovação do texto principal do relator Aldo Rebelo, os deputados começaram a analisar hoje (25.05) as emendas ao texto. Em seguida, a matéria será enviada ao Senado, onde deverá sofrer novas modificações. O relator será o senador Luiz Henrique da Silveira, ex-governador de Santa Catarina.

Entre as emendas, o principal motivo de divergência é a 164, uma emenda que estende aos estados a decisão sobre a consolidação das Áreas de Preservação Permanente (APPs). O governo é contra a emenda porque quer exclusividade para definir as atividades permitidas nessas áreas.

O projeto do Código Florestal prevê dois mecanismos de proteção ao meio ambiente. O primeiro são as chamadas APPs, locais como margens de rios, topos de morros e encostas, que são considerados frágeis e devem ter a vegetação original protegida. Há ainda a reserva legal, área de mata nativa que não pode ser desmatada dentro das propriedades rurais.

Para o presidente da Aprosoja, Gláuber Silveira, o projeto do novo Código Florestal, representa um grande avanço. “Pode ser que não resolva todos os problemas dos agricultores, mas proporcionará importante ganho ao setor rural.” Segundo acredita, será ainda mais útil aos produtores das regiões Sul e Sudeste. “A segurança jurídica no campo deverá contribuir para o desenvolvimento da atividade agrícola e atrair investimentos”, concluiu.

Depois de um longo período de negociações, o relator conseguiu garantir no texto dispositivo a isenção de pequenos produtores da obrigatoriedade de recompor reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais – um módulo pode variar de 40 hectares a 100 hectares. Outra decisão foi a garantia de que atividades consolidadas em APPs, como o cultivo de maçã ou plantio de café, por exemplo, serão mantidas pelo governo. O impasse sobre a especificação de quais culturas poderão ser permitidas, no entanto, ainda deve ser resolvido no Senado.


Fonte: Ascom Aprosoja

terça-feira, 24 de maio de 2011

Preço do milho valoriza 115%

Em um ano a valorização do milho foi de até 115% em Mato Grosso. Cidades como Diamantino (a 208 km de Cuiabá) e Sorriso (a 420 km da Capital) vendiam a commodity em 21 de maio de 2010 por R$ 9 (saca com 60 kg). Em 20 de maio deste ano o valor atingiu em média R$ 19,40. A evolução ocorreu em todo o Estado. Em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá), por exemplo, o milho chegou na última semana a R$ 21,70, 90% a mais que 2010.

Tamanha variação é consequência de alguns fatores que afetaram o mercado nacional e internacional. No Brasil, a política do governo federal para esvaziar os estoques e promover o escoamento com o pagamento de prêmios estimulou as vendas. No mercado internacional, a quebra de produção na Argentina e na China fizeram com que a demanda pelo produto brasileiro aumentasse substancialmente.

Para o diretor-administrativo da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja/MT), Carlos Fávaro, o aumento de preço na verdade representa uma recuperação para o setor produtivo. Explica que há um ano, o que era pago pelo milho não atingia nem o preço mínimo estipulado pelo governo federal, de R$ 13,98. Com a recuperação, os produtores passam a ter renda. "Ano passado estávamos pagando para produzir. Não podemos ficar reféns de políticas do governo. Agora temos margem positiva".

Porém, para alguns produtores a felicidade não será completa. Presidente do Sindicato de Rural de Sinop (a 500 km de Cuiabá), Antônio Galvan, argumenta que a intensidade de chuvas na colheita da soja fez com o plantio do milho fosse atrasado e, com isso, no período em que a semente precisava de chuva, veio a estiagem. Assim, os produtores que teriam uma remuneração positiva, terão algumas perdas.

Além da chuva, o algodão também interferiu na produção. Segundo Fávaro com a alta no algodão, muitos produtores migraram de cultivo e a área plantada será 10% inferior a de 2010, que foi de aproximadamente 2 milhões de hectares. Este ano a produção será em 1,75 milhão de hectares.


Fonte: A Gazeta

Soja: Preços atuais da soja não agradam os produtores

ESTAGNAÇÃO DO MERCADO DE SOJA: Após o término da colheita e o cumprimento dos contratos de troca de insumos com parte dos grãos produzidos, começa a época do mercado especulativo de preço pelo restante da soja armazenada, quando muita expectativa é criada, mas poucos negócios são realizados. Neste momento, como imãs de polos iguais, comprador e vendedor acentuam a divergência pelo fator comum preço.

Na colheita ocorre um aumento de oferta de soja no mercado e o produto desvaloriza, concomitantemente, o vendedor liquida as dívidas e espera pelo aumento de preço; o comprador recebe as dívidas e atua num mercado desvalorizado em relação à pré-safra. Numerando, em 11 de novembro de 2010, pré-safra, o preço da soja spot era R$ 49,60/sc e preço futuro para março U$ 24,00, praça de Rondonópolis, onde ocorreu um grande volume de negócios, já a cotação do início desta semana, 16 de maio de 2011, estava a R$ 41,00/sc, valor proposto pelo comprador, mas que por enquanto é desinteressante ao produtor.


Fonte: IMEA

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Custo de produção da soja deve crescer 10%, diz Fundação MS

A busca pela tecnologia é essencial para garantir melhores resultados. E por falar em resultados, o agricultor vai gastar cerca de 10% a mais para cultivar a próxima safra de soja em Mato Grosso do Sul, segundo estimativa da Fundação MS.

O produtor rural Leopoldo Pozzi observa o bom crescimento do milho e faz o planejamento para a próxima safra de grãos. Na área de 550 hectares, em outubro, o agricultor começa o plantio da soja, e a expectativa é manter a produtividade do ano passado, que foi muito boa, segundo ele, 63 sacas por hectare.

“Esse ano o clima correu bem, foi um dos melhores anos de chuva pra nós, com até um pouquinho de excesso no final, mas que não prejudicou. Os avanços tecnológicos em variedades, sementes, adubação e correção do solo, nos propiciaram a melhor safra de todos os tempos aqui na nossa região”, revela o produtor.

Na safra de verão, Dourados teve uma produtividade superior à média estadual na lavouras de soja, 55 sacas por hectare, contra 47 sacas nas demais regiões. Isso, porque na época da colheita, importantes municípios produtores foram prejudicados pelo excesso de chuva: São Gabriel do Oeste, Maracaju, Sidrolândia, Bandeirantes e Rio Brilhante.

“Esse problema localizado nesses municípios, comprometeu a média produtiva do estado. Caminhavamos para ter um recorde de produtividade, assim como Paraná e Mato Grosso obtiveram, mas isso não aconteceu. Alguns municípios do estado não tiveram esse problema, conseguiram uma produtividade muito boa, então, esses municípios como, por exemplo, Dourados, e praticamente quase toda a região Centro-Sul do estado, fecharam em torno de 55 sacas por hectare. Então, por isso, foi muito positivo e compensou um pouco a perda”, diz Roney Simões Pedrozo, pesquisador da Fundação MS.

O custo da safra passada de soja foi o menor dos últimos quatro anos, ficou em R$ 970 por hectare. Para a próxima safra, o produtor vai pagar em média R$ 1,1 mil por hectare, e os insumos são os responsáveis por esta aumento.

O levantamento feito pela Fundação MS mostra que, em geral, os adubos e fertilizantes tiveram um salto de 13% nos preços, eles representam metade dos gastos para a produção da lavoura.

“O que o produtor precisa fazer é juntar todos os componentes que compõe o custo de produção, criar estratégias de manejo, como cobertura de solo, melhorar o sistema de plantio direto, para ficar menos dependente daquela adubação química pura, consequentemente, ele vai se dar o luxo de ter uma adubação mais equilibrada, e ai sim conseguir reduzir um pouco a essa dependência. Mas isso é um trabalho de longo prazo, muitos produtores têm feito e têm tido um resultado muito positivo”, finaliza o pesquisador.


Fonte: G1.com

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Soja: Mercado volta a focar clima adverso nos EUA e opera em alta

A soja está sendo marcada pela volatilidade na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira. Depois de encerrar o pregão noturno no vermelho e estender as leves perdas para o início da sessão diurna, os preços passaram a operar no campo positivo.

Sem novidades nos campos fundamentais, há duas frentes atuando sobre o mercado. De um lado, os movimentos de realização de lucros pressionam as cotações depois das fortes altas - de quase 40 pontos - registradas na última quarta-feira. Na outra ponta, as adversidades climáticas nos Estados Unidos só favorecem os temores sobre um futuro preocupante para a produção de grãos norte-americana, o que acaba atuando como fatores de sustentação para as cotações.

Previsões apontam que o cinturão de produção norte-americano deverá enfrentar mais uma sequência de sete dias de muita umidade. Na região leste, o plantio de milho deverá ficar ainda mais comprometido, e no oeste, as preocupações se voltam para a semeadura da oleaginosa.

Diante disso, tanto a soja quanto o milho operam em alta no pregão diurno de hoje, com o mercado focando novamente o clima desfavorável nos Estados Unidos.

Até mesmo o trigo que chegou a recuar no início da sessão voltou a subir. Diferentemente das outras duas commodities, o grão sofre com a seca não só nos EUA como também em algumas localidades da Europa.

Por volta das 12h24, os primeiros vencimentos da soja já registravam altas de mais de 10 pontos. No caso do milho, os contratos subiam cerca de 7,50 pontos e o trigo apresentava uma leve alta, operando próximo da estabilidade.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Produtores de milho e soja aguardam alta no preço dos grãos

A safrinha plantada na fazenda do agricultor Modesto Daga servirá apenas para silagem, mas ele ainda tem estocado milho da safra de verão. O agricultor parcelou as vendas, como de costume. Negociou 35% antes de colher e 45% na colheita a um preço médio de R$ 24.

O valor da saca está bem acima do obtido no ano passado, mas de um mês para cá caiu cerca de R$ 1, por isso, o restante da safra, 20% da produção, Modesto só vai entregar quando receber uma boa proposta. “Estamos aguardando a situação do plantio americano, que está bem atrasado em relação a média dos últimos cinco anos”.

Já não se vê mais soja na região, é época de trigo ou milho safrinha. Os grãos colhidos até o mês passado já não estão mais no campo, mas têm muito produtor que ainda mantém parte da safra nos estoques de olho no mercado.

É o caso de Armando Pertuzati, que hoje só tem milho plantado na fazenda. Soja ele tem bastante, 22 mil sacas nos armazéns da cooperativa. Até agora vendeu apenas 12% da produção por R$ 40 a saca. O produtor acredita que o preço suba ainda mais e, por isso, está aguardando o melhor momento para vender.

Na cooperativa de Cascavel, a comercialização ganhou mais ritmo este ano. Metade das 510 mil toneladas de grãos foi vendida pelos produtores, contra 44% neste mesmo período de 2010. Para o presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, a explicação está no preço. “Nós entramos no período de safra, o produtor já vendeu o que precisava para as despesas. O momento é de fôlego para aguardar a recuperação dos preços”.


Fonte: Globo Rural

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Soja: Mercado realiza lucros e opera no vermelho na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em queda no pregão diurno desta quinta-feira. Depois de encerrar a sessão noturno em alta e depois também da forte disparada de quase 40 pontos ontem, os preços reverteram o avanço e passaram a recuar por conta de um movimento de realização de lucros.

As expectativas, no entanto, eram de que o mercado continuasse encontrando sustentação no bom momento do trigo e do milho, que enfrentam adversidades climáticas nos Estados Unidos. Porém, hoje o milho também realiza lucros e opera no vermelho no início do pregão diurno da CBOT e o trigo registra apenas uma leve alta, que nem pode ser comparada aos 50 pontos positivos de ontem.

Outro fato que se esperava que pudesse oferecer sustentação à oleaginosa é a compra de 110 mil toneladas de soja feita plea China nesta quinta-feira.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mercado foca clima adverso nos EUA e opera com forte alta

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam operando em alta. Depois da forte alta de ontem, a oleaginosa estendeu seus ganhos hoje, encerrando o pregão noturno com um leve avanço. Já na sessão diurna, os preços iniciaram os trabalhos registrando altas de dois dígitos. Por volta das 11h57, os principais vencimentos já registravam altas de mais de 30 pontos.

As cotações continuam caminhando na esteira da firmeza dos mercados vizinhos - milho e trigo - e encontram suporte nos movimentos de compras especulativas, os quais também contribuíram para as altas de ontem.

As condições climáticas nos Estados Unidos ainda dão o tom ao mercado. O plantio norte-americano da soja, do milho e do trigo de primavera estão bastante atrasados por conta do excesso de chuvas e das baixas temperaturas, e as lavouras de trigo da região das Grandes Planícies sofrem com uma severa estiagem. Alguns países produtores da Europa também são castigados pela estiagem.

Diante desse cenário, o trigo e o milho também operam com uma significativa alta nesta quarta-feira, confirmando porquê vêm dando sustentação para o mercado da soja. Às 12h08, o milho subia mais de 20 pontos e o trigo, assim como a oleaginosa, mais de 30.

Paralelamente à questão do clima, a oleginosa volta a focar os fundamentos de baixos estoques. As reservas ainda continuam bastante pressionadas e, para que essa situação seja aliviada, a safra norte-americana deverá ser perfeita.


Fonte: Not�cias Agr�colas // Carla Mendes