Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 23 de maio de 2011

Custo de produção da soja deve crescer 10%, diz Fundação MS

A busca pela tecnologia é essencial para garantir melhores resultados. E por falar em resultados, o agricultor vai gastar cerca de 10% a mais para cultivar a próxima safra de soja em Mato Grosso do Sul, segundo estimativa da Fundação MS.

O produtor rural Leopoldo Pozzi observa o bom crescimento do milho e faz o planejamento para a próxima safra de grãos. Na área de 550 hectares, em outubro, o agricultor começa o plantio da soja, e a expectativa é manter a produtividade do ano passado, que foi muito boa, segundo ele, 63 sacas por hectare.

“Esse ano o clima correu bem, foi um dos melhores anos de chuva pra nós, com até um pouquinho de excesso no final, mas que não prejudicou. Os avanços tecnológicos em variedades, sementes, adubação e correção do solo, nos propiciaram a melhor safra de todos os tempos aqui na nossa região”, revela o produtor.

Na safra de verão, Dourados teve uma produtividade superior à média estadual na lavouras de soja, 55 sacas por hectare, contra 47 sacas nas demais regiões. Isso, porque na época da colheita, importantes municípios produtores foram prejudicados pelo excesso de chuva: São Gabriel do Oeste, Maracaju, Sidrolândia, Bandeirantes e Rio Brilhante.

“Esse problema localizado nesses municípios, comprometeu a média produtiva do estado. Caminhavamos para ter um recorde de produtividade, assim como Paraná e Mato Grosso obtiveram, mas isso não aconteceu. Alguns municípios do estado não tiveram esse problema, conseguiram uma produtividade muito boa, então, esses municípios como, por exemplo, Dourados, e praticamente quase toda a região Centro-Sul do estado, fecharam em torno de 55 sacas por hectare. Então, por isso, foi muito positivo e compensou um pouco a perda”, diz Roney Simões Pedrozo, pesquisador da Fundação MS.

O custo da safra passada de soja foi o menor dos últimos quatro anos, ficou em R$ 970 por hectare. Para a próxima safra, o produtor vai pagar em média R$ 1,1 mil por hectare, e os insumos são os responsáveis por esta aumento.

O levantamento feito pela Fundação MS mostra que, em geral, os adubos e fertilizantes tiveram um salto de 13% nos preços, eles representam metade dos gastos para a produção da lavoura.

“O que o produtor precisa fazer é juntar todos os componentes que compõe o custo de produção, criar estratégias de manejo, como cobertura de solo, melhorar o sistema de plantio direto, para ficar menos dependente daquela adubação química pura, consequentemente, ele vai se dar o luxo de ter uma adubação mais equilibrada, e ai sim conseguir reduzir um pouco a essa dependência. Mas isso é um trabalho de longo prazo, muitos produtores têm feito e têm tido um resultado muito positivo”, finaliza o pesquisador.


Fonte: G1.com

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Soja: Mercado volta a focar clima adverso nos EUA e opera em alta

A soja está sendo marcada pela volatilidade na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira. Depois de encerrar o pregão noturno no vermelho e estender as leves perdas para o início da sessão diurna, os preços passaram a operar no campo positivo.

Sem novidades nos campos fundamentais, há duas frentes atuando sobre o mercado. De um lado, os movimentos de realização de lucros pressionam as cotações depois das fortes altas - de quase 40 pontos - registradas na última quarta-feira. Na outra ponta, as adversidades climáticas nos Estados Unidos só favorecem os temores sobre um futuro preocupante para a produção de grãos norte-americana, o que acaba atuando como fatores de sustentação para as cotações.

Previsões apontam que o cinturão de produção norte-americano deverá enfrentar mais uma sequência de sete dias de muita umidade. Na região leste, o plantio de milho deverá ficar ainda mais comprometido, e no oeste, as preocupações se voltam para a semeadura da oleaginosa.

Diante disso, tanto a soja quanto o milho operam em alta no pregão diurno de hoje, com o mercado focando novamente o clima desfavorável nos Estados Unidos.

Até mesmo o trigo que chegou a recuar no início da sessão voltou a subir. Diferentemente das outras duas commodities, o grão sofre com a seca não só nos EUA como também em algumas localidades da Europa.

Por volta das 12h24, os primeiros vencimentos da soja já registravam altas de mais de 10 pontos. No caso do milho, os contratos subiam cerca de 7,50 pontos e o trigo apresentava uma leve alta, operando próximo da estabilidade.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Produtores de milho e soja aguardam alta no preço dos grãos

A safrinha plantada na fazenda do agricultor Modesto Daga servirá apenas para silagem, mas ele ainda tem estocado milho da safra de verão. O agricultor parcelou as vendas, como de costume. Negociou 35% antes de colher e 45% na colheita a um preço médio de R$ 24.

O valor da saca está bem acima do obtido no ano passado, mas de um mês para cá caiu cerca de R$ 1, por isso, o restante da safra, 20% da produção, Modesto só vai entregar quando receber uma boa proposta. “Estamos aguardando a situação do plantio americano, que está bem atrasado em relação a média dos últimos cinco anos”.

Já não se vê mais soja na região, é época de trigo ou milho safrinha. Os grãos colhidos até o mês passado já não estão mais no campo, mas têm muito produtor que ainda mantém parte da safra nos estoques de olho no mercado.

É o caso de Armando Pertuzati, que hoje só tem milho plantado na fazenda. Soja ele tem bastante, 22 mil sacas nos armazéns da cooperativa. Até agora vendeu apenas 12% da produção por R$ 40 a saca. O produtor acredita que o preço suba ainda mais e, por isso, está aguardando o melhor momento para vender.

Na cooperativa de Cascavel, a comercialização ganhou mais ritmo este ano. Metade das 510 mil toneladas de grãos foi vendida pelos produtores, contra 44% neste mesmo período de 2010. Para o presidente da cooperativa, Dilvo Grolli, a explicação está no preço. “Nós entramos no período de safra, o produtor já vendeu o que precisava para as despesas. O momento é de fôlego para aguardar a recuperação dos preços”.


Fonte: Globo Rural

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Soja: Mercado realiza lucros e opera no vermelho na CBOT

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago operam em queda no pregão diurno desta quinta-feira. Depois de encerrar a sessão noturno em alta e depois também da forte disparada de quase 40 pontos ontem, os preços reverteram o avanço e passaram a recuar por conta de um movimento de realização de lucros.

As expectativas, no entanto, eram de que o mercado continuasse encontrando sustentação no bom momento do trigo e do milho, que enfrentam adversidades climáticas nos Estados Unidos. Porém, hoje o milho também realiza lucros e opera no vermelho no início do pregão diurno da CBOT e o trigo registra apenas uma leve alta, que nem pode ser comparada aos 50 pontos positivos de ontem.

Outro fato que se esperava que pudesse oferecer sustentação à oleaginosa é a compra de 110 mil toneladas de soja feita plea China nesta quinta-feira.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Mercado foca clima adverso nos EUA e opera com forte alta

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam operando em alta. Depois da forte alta de ontem, a oleaginosa estendeu seus ganhos hoje, encerrando o pregão noturno com um leve avanço. Já na sessão diurna, os preços iniciaram os trabalhos registrando altas de dois dígitos. Por volta das 11h57, os principais vencimentos já registravam altas de mais de 30 pontos.

As cotações continuam caminhando na esteira da firmeza dos mercados vizinhos - milho e trigo - e encontram suporte nos movimentos de compras especulativas, os quais também contribuíram para as altas de ontem.

As condições climáticas nos Estados Unidos ainda dão o tom ao mercado. O plantio norte-americano da soja, do milho e do trigo de primavera estão bastante atrasados por conta do excesso de chuvas e das baixas temperaturas, e as lavouras de trigo da região das Grandes Planícies sofrem com uma severa estiagem. Alguns países produtores da Europa também são castigados pela estiagem.

Diante desse cenário, o trigo e o milho também operam com uma significativa alta nesta quarta-feira, confirmando porquê vêm dando sustentação para o mercado da soja. Às 12h08, o milho subia mais de 20 pontos e o trigo, assim como a oleaginosa, mais de 30.

Paralelamente à questão do clima, a oleginosa volta a focar os fundamentos de baixos estoques. As reservas ainda continuam bastante pressionadas e, para que essa situação seja aliviada, a safra norte-americana deverá ser perfeita.


Fonte: Not�cias Agr�colas // Carla Mendes

terça-feira, 17 de maio de 2011

Na esteira do milho e do trigo, soja opera em alta

Nesta terça-feira, os grãos negociados na Bolsa de Chicago encerraram o pregão noturno com leve alta e estendem seus ganhos para a sessão diuna. Sem novidades entre os fundamentos, as cotações seguem marcadas pela intensa volatilidade, se baseando em movimentos técnicos e nos números do relatório de acompanhamento de safra divulgado pelo USDA.

O cenário climático vem atuando fortemente no mercado de grãos da CBOT. No caso do milho, as cotações encontram suporte nas especulações de que o atraso no plantio deverá reduzir a produtividade das lavouras norte-americanas.

Para a soja, a sustentação vem da lentidão no ritmo da semeadura, que já se mostra atrasado em relação aos números do ano passado.

Já o trigo sofre com o excesso de chuvas que comprometem o plantio no Canadá e no Norte dos Estados Unidos e, por outro lado, com a seca excessiva que castiga a produção na área das Grandes Planícies e em alguns países produtores da Europa.

No entanto, essas condições climáticas adversas nos Estados Unidos que contribuem para um avanço dos preços ainda podem vir a pressionar a soja. Caso o clima continue desfavorável para o cereal, há a possibilidade de os produtores migrarem sua área para a soja, fato que poderia pesar sobre o mercado da oleaginosa.

Além disso, a soja precisa de fatos novos para poder encontrar um suporte mais firme em Chicago. Isso é necessário porque a demanda segue bastante fraca e o mercado espera esse aumento de área para a oleaginosa. O incremento da área de soja poderia, além de tudo, favorecer uma boa recuperação dos estoques.

Entretanto, apesar desse recente recuo da demanda, a China deverá adotar uma postura mais agrssiva à frente, aumentando suas importações.

Como explica Ricardo Lorenzet, especialista no mercado de grãos da XP Investimentos, nesse momento os agentes estão se buscando se beneficiar do cenário de incertezas e acabam se expondo de uma forma bastante limitada.

"A soja não teria muito espaço para altas, mas diantea da firmeza dos mercados vizinhos [milho e trigo] e do algodão, ela acaba seguindo o fluxo", diz Lorenzet.


Fonte: Notícias Agrícolas

USDA aumenta estoques finais de soja e milho nos EUA

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu relatório mensal de oferta e demanda informando um aumento nos estoques finais norte-americanos de soja e milho da safra 2010/11.

Os estoques finais de soja foram elevados de 3,81 milhões de toneladas para 4,63 milhões de toneladas. O volume ficou também acima do esperado pelo mercado, que apostava em algo sobre 4,164 milhões de toneladas.

Já os estoques de milho tiveram um aumento para 18,54 milhões de toneladas, ante as 17,146 milhões estimadas em abril. As reservas do cereal também ficaram acima da expectativa, que era de 16,892 milhões de toneladas, uma vez que os traders apostavam em um declínio dos estoques.

No cenário mundial, o departamento manteve a safra argentina de soja em 49,50 milhões de toneladas. Por outro lado, a produção brasileira teve um incremento de 72 para 73 milhões de toneladas.

Quanto às importações de soja da China, as da safra 2009/10 foram mantidas em 50,34 milhões de toneladas e, para o ciclo 2010/11, houve um recuo de 57 para 54,4 milhões de toneladas. Para a temporada 2011/12, as compras chinesas foram calculadas em 58 milhões de toneldas.

De acordo com o Ricardo Lorenzet, da XP Investimentos, a princípio, os dados divulgados hoje pelo USDA, em termos gerais, já permitem uma interpretação negativa para o andamento do mercado. Porém, sinaliza um quadro macro construtivo para a soja safra 2011/12.

Além dos dados baixistas, a tônica negativa do dia é completada com os macros permanecendo pressionados e o dólar firme.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Produção mato-grossense está 6% maior, segundo dados Conab

A safra mato-grossense de grãos deste ano está 6% maior em relação ao ciclo anterior (09/10), de acordo com o 8º levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado na terça-feira. Segundo os números, a produção agrícola passa de 28,85 milhões de toneladas para contabilizar 30,58 milhões, recorde para o Estado. Neste novo levantamento, a Conab revisou para cima os dados apurados, em Mato Grosso, em relação aos números obtidos na sondagem anterior realizada em abril, que previa produção de 29,86 milhões t. Na comparação mensal, abril contra maio, o incremento é de 2,41%. A área plantada teve expansão de 4,1%, passando de 9,11 milhões de hectares (ha) na temporada passada para 9,49 milhões ha.

Se a produção for confirmada, o Estado será responsável por 19% do total nacional desta safra. Conforme a Conab, o Brasil também estará colhendo safra recorde, 159,50 milhões t, volume 6,9% acima do obtido no ciclo anterior.

Apesar do volume histórico, Mato Grosso segue em segundo lugar no ranking dos maiores produtores nacionais de grãos. A liderança permanece com o Paraná, cuja produção deverá ultrapassar 32 milhões de toneladas.

Na vanguarda das exportações do agronegócio, a soja atinge o volume de 20,41 milhões de toneladas colhidas, representando crescimento de 8,76 na comparação com o ciclo anterior e 27,73% da produção total da oleaginosa que será oferta no país, prevista em 73,60 milhões t. Na safra passada, a produção foi de 18,67 milhões de toneladas. Já a área plantada teve incremento de 2,79%, evoluindo para 6,39 milhões de hectares, contra 6,22 milhões/ha em 09/10.

O destaque da safra 10/11, contudo, fica por conta do algodão, que registrou crescimento de 79,26%. A produção passou de 583,5 mil toneladas de pluma, para 1,04 milhão/t nesta safra. A área cultivada teve expansão de 69,01%, saindo de 428,1 mil/ha para 723,7 mil/ha. Em Mato Grosso, o crescimento na área plantada de algodão ocorreu principalmente no plantio de primeira safra.

Já o milho confirmará produção de 7,41 milhões de toneladas, queda de 8,69% em relação ao ciclo anterior (8,11 milhões de toneladas). A área apresenta queda de 5,98%, recuando de 1,99 milhão/ha para 1,87 milhão/ha. De acordo com a Conab, a safrinha de milho começou a ser semeada no início de janeiro, em concorrência direta com o algodão segunda safra.

Cultura em decadência nos últimos anos, o arroz deverá praticamente manter a produção este ano (740 mil/t) com a do ciclo passado (742,7 milhões), recuo de 0,27%. A área plantada, entretanto, terá uma redução maior (-2,60%), conseqüência da falta de estímulo ao produtor e dos baixos preços no final da safra 09/10.

De acordo com avaliação da Conab, O mês de abril foi marcado pela redução das chuvas em quase toda a região central do Brasil, em especial sobre as regiões Centro-Oeste e Sudeste. Essa condição favoreceu a fase final da colheita da soja e foi prejudicial ao desenvolvimento do milho 2ª safra e do algodão. Em Mato Grosso, as regiões que estão apresentando maior déficit hídrico são o Médio Norte e o Nordeste do Estado, onde boa parte das safrinhas de milho e algodão encontram-se em floração - período extremamente sensível à escassez de água.

Por conta do atraso na colheita da soja e o excesso de chuvas durante o período de semeadura, boa parte da lavoura de milho foi estabelecida fora do período ideal recomendado para plantio, ficando comprometida a produtividade desta parcela.


Fonte: Diário de Cuiabá

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Com clima adverso nos EUA, milho e trigo sobem e puxam a soja

A semana começou positiva para os grãos negociados na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira. As altas do milho e do trigo, reflexo das condições climáticas adversas para as duas culturas, puxa também os preços da soja.

As chuvas continuam comprometendo o plantio do milho nos Estados Unidos, principalmente nas regiões leste e oeste do Corn Belt.Esse clima chuvoso já prejudica também o início do plantio da soja. Por outro lado, a seca continua castigando as lavouras de trigo nas Grandes Planícies e em alguns países produtores da Europa.

Diante desse cenário climático, as cotações avançam em Chicago. Por volta das 12h, o vencimento julho da soja operava com alta de oito pontos, cotado a US$ 13,37 por bushel. O que limita a alta no mercado da oleaginosa ainda é o temor de que esse plantio do milho comprometido pelo excesso de chuvas possa resultar em um aumento da área da soja nos EUA.

Os preços do cereal, por sua vez, tinham alta de mais de 20 pontos nos principais vencimentos. Já o trigo, no mesmo momento, registrava avanços de mais de 15 pontos.


Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Empresários chineses discutem oportunidades de investimentos no Brasil

O ministro do Comércio da China, Chen Demin, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, participam, na próxima segunda-feira, 16 de maio, na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, do encontro empresarial que examinará as oportunidades de ampliação de investimentos chineses no Brasil. Do lado chinês, uma delegação de 60 empresários discute as alternativas de novos negócios no Brasil.

Promovido pela CNI, o encontro será o segundo em três dias e ocorre depois da reunião que está sendo realizada nesta sexta-feira, 13 de maio, na capital paulista, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). A delegação chinesa é liderada pelo diretor geral da China Investment and Promotion Agency (CIPA), organismo de promoção comercial vinculado ao Ministério do Comércio, Liu Zuo Zhang.

Participam das discussões na CNI, na segunda-feira, das 10h às 17h, no auditório principal, empresas chinesas das áreas de energia, infraestrutura, bancos, alta tecnologia e do agronegócio.

Em quatro painéis, empresários brasileiros e técnicos do governo indicarão obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e projetos nos segmentos de inovação tecnológica, agroindústria e energia, incluindo produção de etanol e de petróleo da camada do pré-sal, como boas oportunidades para se aumentar os investimentos chineses no Brasil.

Os encontros são desdobramento da visita à China, mês passado, da presidente Dilma Rousseff e de missão de 300 empresários. A China é o maior parceiro comercial do Brasil desde abril de 2009, quando superou os Estados Unidos. O comércio bilateral saltou de US$ 2,3 bilhões em 2000 para US$ 56,3 bilhões no ano passado, um crescimento de quase 2.500% em dez anos. Em 2010, a balança bilateral repetiu praticamente o superávit de 2009 para o lado brasileiro, registrando US$ 5,1 bilhões, mas 80% dos US$ 30,7 bilhões vendidos à China são de commodities e combustíveis. O mercado chinês representa 15,2% das exportações totais do Brasil.


Fonte: CNI