Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Preço do milho deve subir, prevê CNA

Brasília - Apesar dos preços do milho no mercado interno terem se mantido estáveis em março, com queda de 1,1% considerando as cotações nos municípios de Unaí-MG, Sorriso-MT, Londrina-PR, Rio Verde-GO e Tupanciretã-RS, a tendência é de alta na maioria dos estados produtores. Essa é a avaliação do boletim "Custos e Preços", divulgado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O cenário para uma possível elevação nos preços, segundo a CNA, se dá pela retração da oferta do milho safrinha. Os produtores esperam a definição sobre a produção da segunda safra, que, de acordo com levantamento da COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB), deve ser de 23,5 milhões de toneladas. "O risco climático na maioria dos estados produtores, em função do atraso no plantio das lavouras, poderá comprometer o resultado final", informou o boletim.

O milho é considerado uma referência entre os cereais porque, além de servir para a alimentação humana, é base para a produção de proteína animal, compondo as rações de frangos, suínos e bovinos. Em comunicado divulgado no último dia 5 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o especialista em cereais Abdolreza Abbassian, disse que de todos os cereais em alta de preços, o milho é o que mais preocupa. "Este ano necessitaríamos rendimentos acima da média, se não recorde, nos Estados Unidos para que melhore a situação do milho, mas o plantio está consideravelmente atrasado devido às condições de frio e umidade sobre a terra", afirmou.

Em relação à alta geral dos preços internacionais dos GRÃOS, a FAO disse que foram compensados pela queda no valor do açúcar, do arroz e de produtos lácteos, enquanto as carnes permaneceram em níveis estáveis.


Fonte: TRIBUNA DO NORTE - RN

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Com liquidação de fundos, soja tem forte recuo em Chicago

As liquidações de posições continuam assombrando as commodities nesta quinta-feira. Na Bolsa de Chicago, na abertura do pregão diurno, soja e milho já recuavam mais de 20 pontos nos principais vencimentos e o trigo mais de 15.

A falta de suporte no cenário fundamental acelera essa movimentação da macroeconomia que pesa sobre as cotações esta semana. Perdas registradas nos metais e a queda do petróleo colaboram para a baixa das commodities agrícolas.

Diante deste cenário, a aversão ao risco aumenta, levando os agentes para fora do mercado, provocando uma queda generalizada no setor. "Em dias de pânico como este, todos querem sair e a porta fica pequena. Hoje, o que se observa é de fato uma liquidação geral", explica Ricardo Lorenzet, especialista em mercado de grãos da XP Investimentos.

Pesando ainda mais sobre as cotações, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgou nesta quinta-feira seu relatório de registro de exportações trazendo as vendas semanais de soja bem abaixo das expectativas. Os números confirmam o mau desempenho da demanda que vinha sendo alertado nos últimos dias.

As exportações norte-americanas da oleaginosa somaram apenas 21,2 mil toneladas na semana que se encerrou no último dia 28, enquanto o mercado apostava em algo entre 150 mil e 250 mil toneladas.

Assim como a soja, as vendas semanais de milho também foram menores do que o esperado, totalizando 284,2 mil toneladas. As expectativas do mercado, no entanto, variavam de 350 mil a 550 mil toneladas.

Já as exportações de trigo ficaram em 559,6 mil toneladas, enquanto o mercado apostava em um volume entre 250 mil e 450 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Com liquidação de fundos, soja tem forte recuo em Chicago

As liquidações de posições continuam assombrando as commodities nesta quinta-feira. Na Bolsa de Chicago, na abertura do pregão diurno, soja e milho já recuavam mais de 20 pontos nos principais vencimentos e o trigo mais de 15.

A falta de suporte no cenário fundamental acelera essa movimentação da macroeconomia que pesa sobre as cotações esta semana. Perdas registradas nos metais e a queda do petróleo colaboram para a baixa das commodities agrícolas.

Diante deste cenário, a aversão ao risco aumenta, levando os agentes para fora do mercado, provocando uma queda generalizada no setor. "Em dias de pânico como este, todos querem sair e a porta fica pequena. Hoje, o que se observa é de fato uma liquidação geral", explica Ricardo Lorenzet, especialista em mercado de grãos da XP Investimentos.

Pesando ainda mais sobre as cotações, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgou nesta quinta-feira seu relatório de registro de exportações trazendo as vendas semanais de soja bem abaixo das expectativas. Os números confirmam o mau desempenho da demanda que vinha sendo alertado nos últimos dias.

As exportações norte-americanas da oleaginosa somaram apenas 21,2 mil toneladas na semana que se encerrou no último dia 28, enquanto o mercado apostava em algo entre 150 mil e 250 mil toneladas.

Assim como a soja, as vendas semanais de milho também foram menores do que o esperado, totalizando 284,2 mil toneladas. As expectativas do mercado, no entanto, variavam de 350 mil a 550 mil toneladas.

Já as exportações de trigo ficaram em 559,6 mil toneladas, enquanto o mercado apostava em um volume entre 250 mil e 450 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Produtores de MT negociaram 14% da produção com tradings

Cinco meses antes de iniciar as atividades de plantio da safra 2011/2012 de soja, os produtores mato-grossenses já comprometeram 14% da produção futura com as tradings. De acordo com do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), este percentual não leva em consideração a comercialização que tem por base a troca por insumos e revela uma antecipação no comércio do grão ainda não registrada desde o início dos levantamentos, em 2008.

O instituto ainda aponta que na safra 2010/11 este percentual foi constatado somente 70 dias antes do início da colheita. Os valores médios dos contratos firmados no Estado compreendem preços em torno de US$ 21 por saca e com a entrega programada no período da colheita.

“Com bons preços e de olho no longo prazo, os empresários rurais de Mato Grosso também já negociaram parte dos insumos necessários para o plantio da próxima safra: 66% das sementes (40% à vista), 68% dos fertilizantes (40% à vista) e 52% dos defensivos (5% à vista). Essa comercialização adiantada evidencia a estratégia desses empresários em minimizar os riscos”, revela o boletim semanal do Imea.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Soja: Mercado não encontra suporte e tem baixa de dois dígitos

A soja voltou a registrar novas baixas nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago. Na ausência de novidades que possam aquecer e direcionar os futuros da oleaginosa, o mercado segue pesado, sem suporte fundamental e pressionado pelas vendas técnicas.

Diante deste cenário, os traders passam a liquidar suas posições e a se retirar do mercado. Essa movimentação é impulsionada ainda pelo temor frente aos dados que serão divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na próxima semana, e que devem se mostrar negativos para as negociações.

Sobre os fatores externos, as presentes medidas contracionistas adotadas pela china também atuam negativamente, uma vez que o ajuste econômico que visa conter a inflação poderia provocar um recuo da demanda por commodities.

Quanto ao clima nos Estados Unidos, para o milho, as condições continuam complicadas. O tempo não é bom para o plantio do grão e isso reforça a preocupação sobre um possível aumento da área de plantio da soja, o que pressiona os preços.

Por volta das 12h16 (horário de Brasília), os principais vencimentos da oleaginosa já operavam com baixas de dois dígitos na CBOT. O vencimento maio era cotado a US$ 13,45, recuando 14,25 pontos.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Produtor mato-grossense alcança melhor rentabilidade

Com a soja ainda valorizada no mercado internacional e os bons preços pagos no mercado interno, o produtor mato-grossense está atingindo a melhor rentabilidade dos últimos anos, permitindo a retomada dos investimentos em solo, calagem e renovação da frota agrícola. “Esta safra vai render R$ 2 bilhões, mas como o setor deve R$ 10 bilhões, precisaríamos de mais quatro safras cheias apenas para pagar as dívidas. Acredito que este ano será só para começar a pagar as contas”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Glauber Silveira.

Produtores que guardaram mais soja para comercializar após a colheita aproveitaram os melhores momentos dos preços com a boa cotação da oleaginosa. “[2011] É um ano muito bom para a soja, sem dúvida, mas o produtor tem de estar atento aos movimentos do mercado e vender o restante da produção nos melhores momentos dos preços”, observa Silveira. Ele diz que, apesar do recuo, os preços ainda continuam atrativos para o produtor e tendem a continuar valorizados.

Em Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), no mês de abril, a média mensal esteve a R$ 39,55/saca, 34,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Em relação a março, de 2011 houve uma queda de 4,3%. Esta semana, os preços chegaram a R$ 40. Em Primavera do Leste, a soja chegou a ser comercializada por até R$ 41 e, em Sorriso, os preços tiveram indicação de R$ 37,40/saca, deixando a média mensal de R$ 34,62/saca e variação anual de 34,5%. Em Campo Verde, a cotação chegou a R$ 39,50 e, em Lucas do Rio Verde, R$ 38.

Fonte: Diário de Cuiabá

Embarques semanais de soja nos EUA ficam abaixo do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira seu relatório de inspeções de exportações informando que os embarques de soja pelos portos norte-americanos somaram 150,37 mil toneladas na semana que terminou no último dia 28.

O volume ficou, portanto, abaixo das expectativas do mercado, que variavam entre 217,7 mil e 408,2 mil toneladas.

Os embarques de milho ficaram em 879,7 mil toneladas e se mantiveram dentro das apostas do mercado, que iam de 787,4 mil e 914,4 mil toneladas.

Já os embarques de trigo ficaram acima das expectativas e totalizaram 990,5 mil toneladas. O esperado era algo em torno de 571,5 e 816,5 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Soja: Depois de forte queda, mercado opera em alta na CBOT

Depois da forte queda registrada pelo mercado de grãos nesta quinta-feira (28), hoje as cotações ensaiam uma leve recuperação e já encerraram o pregão noturno com leve alta , estendendo os ganhos para a sessão diurna.

O avanço foi resultado de alguns movimentos técnicos que procuraram corrigir parte das desvalorizações da sessão de ontem.

A análise da XP Investimentos desta sexta-feira, aponta que a soja encontra suporte também na previsão de tempo favorável para o milho nos Estados Unidos. A medida que as condições melhoraram para o plantio do cereal, o risco da expansão da área da oleaginosa poderia ser limitado.

"Da mesma forma, prêmios sustentados nos EUA devido a baixa oferta corroboram como fator de suporte. No curto prazo, sem maiores surpresas externas a soja tenderia de fato a encontrar bom suporte nos atuais patamares em
Chicago, mas determinante para isso será um quadro mais confortável no mercado de grãos', dizia a análise.

A baixa recente dos preços e o recuo do dólar estimularam a volta dos compradores ao mercado, com as commodities agrícolas mais atrativas para os importadores e invetidores. Por volta das 12h02 (horário de Brasília), soja, milho e trigo registravam altas de dois dígitos no início do pregão diurno em Chicago.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Exportações semanais de soja e milho dos EUA ficam abaixo do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta quinta-feira, seu relatório de registro de exportações informando que as vendas de soja dos EUA totalizaram 199,2 mil toneladas na semana encerrada no último dia 21.

O volume ficou bastante abaixo das expectativas do mercado, que variavam de 350 mil a 550 mil toneladas. As exportações somam 143,5 mil toneladas da safra 2010/11 e 55,7 mil da safra 11/12.

As vendas de soja também foram bem menores do que o estimado pelo mercado. Enquanto as expectativas iam de de 800 mil a 1.050 milhão de toneladas, as exportações semanais ficaram em 443,7 mil toneladas.

No caso do trigo, as vendas ficaram dentro do esperado. Enquanto o mercado esperava algo entre 350 mil e 550 mil toneladas, as exportações totalizaram 428,2 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Apenas 50% da safrinha está "salvo" no Estado até agora

A safrinha de milho está plantada, a colheita começa em junho, mas até agora apenas 50% da produção está "salva", ou seja, não corre risco de apresentar problemas no desenvolvimento dos GRÃOS até o enchimento completo das espigas, segundo projeção da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT). O volume representa 3,57 milhões de toneladas do total previsto pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) para o ciclo 10/11.

"O restante da safra depende do que vai acontecer daqui para frente", diz o presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira. Segundo ele, o produtor está preocupado porque em pleno desenvolvimento da planta, a chuva diminuiu na maioria das regiões e o clima está muito quente. "Precisaríamos de pelo menos mais três boas chuvas até à primeira quinzena de maio. Se isto vier a ocorrer, teremos uma bela safra de milho, que pode inclusive ultrapassar 8 milhões de toneladas".

Pelas projeções da CONAB, a safra mato-grossense de milho deverá apresentar redução de 12,06 em relação ao ciclo anterior, caindo de 8,11 milhões/t para 7,13 milhões/t. Já a área plantada encolheu de 1,99 milhão de hectares (safra 09/10) para 1,80 milhão/ha este ano, queda de 9,40%. O Estado mantém o título de maior produtor de milho segunda safra (safrinha) do Brasil.

Silveira lembra que muitos produtores venderam até 70% de sua produção, sendo que até agora estão garantidos apenas 50%. A ameaça começou com o atraso no plantio, que era para ter sido feito até fevereiro. Contudo, o plantio acabou "invadindo" março, deixando o produtor na dúvida quanto ao volume a ser colhido na próxima safra.

MERCADO - Com o pouco milho disponível para compra no mercado, a oferta também despencou e poucos negócios vêm sendo realizados. Na avaliação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a tendência é de que o milho disponível volte com grande volume de negócios só depois do início da colheita da safrinha, quando o mercado disponível do grão estiver com oferta elevada e com preços "mais realistas" para o fechamento de negócios. Como referência, o milho disponível em Tangará da Serra (242 quilômetros ao norte de Cuiabá) esteve cotado a R$ 19,40/saca, e, em Primavera do Leste (239 quilômetros ao sudeste de Cuiabá), a R$ 22,00/saca.

Apesar da grande queda no início do mês na Bolsa de Chicago, a leve alta da última semana foi o suficiente para que o mercado disponível de milho seguisse um pouco menos nebuloso no número de negócios. Mas os preços continuam atrativos para o produtor. Em Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), na última semana, a saca de milho foi negociada em média a R$ 16 e, em Primavera do Leste, a R$ 19.

DEMANDA CHINESA - A China também tem um papel muito importante no mercado mundial de milho. Se por um lado a produção do resto do mundo tem um déficit de 23 milhões de toneladas, por outro, a China tem um balanço positivo de quatro milhões de toneladas.

O último boletim divulgado pelo Imea aponta que a produção do segundo maior player no grão, perdendo apenas para os Estados Unidos, de acordo com os últimos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), está estimada em 168 milhões de toneladas, 20,6% do volume mundial. Enquanto isso, a participação chinesa no consumo total é de 164 milhões de toneladas, ou seja, 19,6% da produção global. "Assim, é possível avaliar que a China é um país independente do mercado externo, do qual importa apenas 1,5 milhão de toneladas, o que representa menos de 1% do consumo daquele país", afirma o Imea.

Fonte: Diário de Cuiabá