Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 5 de maio de 2011

Produtores de MT negociaram 14% da produção com tradings

Cinco meses antes de iniciar as atividades de plantio da safra 2011/2012 de soja, os produtores mato-grossenses já comprometeram 14% da produção futura com as tradings. De acordo com do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), este percentual não leva em consideração a comercialização que tem por base a troca por insumos e revela uma antecipação no comércio do grão ainda não registrada desde o início dos levantamentos, em 2008.

O instituto ainda aponta que na safra 2010/11 este percentual foi constatado somente 70 dias antes do início da colheita. Os valores médios dos contratos firmados no Estado compreendem preços em torno de US$ 21 por saca e com a entrega programada no período da colheita.

“Com bons preços e de olho no longo prazo, os empresários rurais de Mato Grosso também já negociaram parte dos insumos necessários para o plantio da próxima safra: 66% das sementes (40% à vista), 68% dos fertilizantes (40% à vista) e 52% dos defensivos (5% à vista). Essa comercialização adiantada evidencia a estratégia desses empresários em minimizar os riscos”, revela o boletim semanal do Imea.

Fonte: Só Notícias/Alex Fama

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Soja: Mercado não encontra suporte e tem baixa de dois dígitos

A soja voltou a registrar novas baixas nesta quarta-feira na Bolsa de Chicago. Na ausência de novidades que possam aquecer e direcionar os futuros da oleaginosa, o mercado segue pesado, sem suporte fundamental e pressionado pelas vendas técnicas.

Diante deste cenário, os traders passam a liquidar suas posições e a se retirar do mercado. Essa movimentação é impulsionada ainda pelo temor frente aos dados que serão divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) na próxima semana, e que devem se mostrar negativos para as negociações.

Sobre os fatores externos, as presentes medidas contracionistas adotadas pela china também atuam negativamente, uma vez que o ajuste econômico que visa conter a inflação poderia provocar um recuo da demanda por commodities.

Quanto ao clima nos Estados Unidos, para o milho, as condições continuam complicadas. O tempo não é bom para o plantio do grão e isso reforça a preocupação sobre um possível aumento da área de plantio da soja, o que pressiona os preços.

Por volta das 12h16 (horário de Brasília), os principais vencimentos da oleaginosa já operavam com baixas de dois dígitos na CBOT. O vencimento maio era cotado a US$ 13,45, recuando 14,25 pontos.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Produtor mato-grossense alcança melhor rentabilidade

Com a soja ainda valorizada no mercado internacional e os bons preços pagos no mercado interno, o produtor mato-grossense está atingindo a melhor rentabilidade dos últimos anos, permitindo a retomada dos investimentos em solo, calagem e renovação da frota agrícola. “Esta safra vai render R$ 2 bilhões, mas como o setor deve R$ 10 bilhões, precisaríamos de mais quatro safras cheias apenas para pagar as dívidas. Acredito que este ano será só para começar a pagar as contas”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja), Glauber Silveira.

Produtores que guardaram mais soja para comercializar após a colheita aproveitaram os melhores momentos dos preços com a boa cotação da oleaginosa. “[2011] É um ano muito bom para a soja, sem dúvida, mas o produtor tem de estar atento aos movimentos do mercado e vender o restante da produção nos melhores momentos dos preços”, observa Silveira. Ele diz que, apesar do recuo, os preços ainda continuam atrativos para o produtor e tendem a continuar valorizados.

Em Rondonópolis (210 quilômetros ao sul de Cuiabá), no mês de abril, a média mensal esteve a R$ 39,55/saca, 34,2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Em relação a março, de 2011 houve uma queda de 4,3%. Esta semana, os preços chegaram a R$ 40. Em Primavera do Leste, a soja chegou a ser comercializada por até R$ 41 e, em Sorriso, os preços tiveram indicação de R$ 37,40/saca, deixando a média mensal de R$ 34,62/saca e variação anual de 34,5%. Em Campo Verde, a cotação chegou a R$ 39,50 e, em Lucas do Rio Verde, R$ 38.

Fonte: Diário de Cuiabá

Embarques semanais de soja nos EUA ficam abaixo do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou nesta segunda-feira seu relatório de inspeções de exportações informando que os embarques de soja pelos portos norte-americanos somaram 150,37 mil toneladas na semana que terminou no último dia 28.

O volume ficou, portanto, abaixo das expectativas do mercado, que variavam entre 217,7 mil e 408,2 mil toneladas.

Os embarques de milho ficaram em 879,7 mil toneladas e se mantiveram dentro das apostas do mercado, que iam de 787,4 mil e 914,4 mil toneladas.

Já os embarques de trigo ficaram acima das expectativas e totalizaram 990,5 mil toneladas. O esperado era algo em torno de 571,5 e 816,5 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Soja: Depois de forte queda, mercado opera em alta na CBOT

Depois da forte queda registrada pelo mercado de grãos nesta quinta-feira (28), hoje as cotações ensaiam uma leve recuperação e já encerraram o pregão noturno com leve alta , estendendo os ganhos para a sessão diurna.

O avanço foi resultado de alguns movimentos técnicos que procuraram corrigir parte das desvalorizações da sessão de ontem.

A análise da XP Investimentos desta sexta-feira, aponta que a soja encontra suporte também na previsão de tempo favorável para o milho nos Estados Unidos. A medida que as condições melhoraram para o plantio do cereal, o risco da expansão da área da oleaginosa poderia ser limitado.

"Da mesma forma, prêmios sustentados nos EUA devido a baixa oferta corroboram como fator de suporte. No curto prazo, sem maiores surpresas externas a soja tenderia de fato a encontrar bom suporte nos atuais patamares em
Chicago, mas determinante para isso será um quadro mais confortável no mercado de grãos', dizia a análise.

A baixa recente dos preços e o recuo do dólar estimularam a volta dos compradores ao mercado, com as commodities agrícolas mais atrativas para os importadores e invetidores. Por volta das 12h02 (horário de Brasília), soja, milho e trigo registravam altas de dois dígitos no início do pregão diurno em Chicago.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Exportações semanais de soja e milho dos EUA ficam abaixo do esperado

O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou, nesta quinta-feira, seu relatório de registro de exportações informando que as vendas de soja dos EUA totalizaram 199,2 mil toneladas na semana encerrada no último dia 21.

O volume ficou bastante abaixo das expectativas do mercado, que variavam de 350 mil a 550 mil toneladas. As exportações somam 143,5 mil toneladas da safra 2010/11 e 55,7 mil da safra 11/12.

As vendas de soja também foram bem menores do que o estimado pelo mercado. Enquanto as expectativas iam de de 800 mil a 1.050 milhão de toneladas, as exportações semanais ficaram em 443,7 mil toneladas.

No caso do trigo, as vendas ficaram dentro do esperado. Enquanto o mercado esperava algo entre 350 mil e 550 mil toneladas, as exportações totalizaram 428,2 mil toneladas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes

Apenas 50% da safrinha está "salvo" no Estado até agora

A safrinha de milho está plantada, a colheita começa em junho, mas até agora apenas 50% da produção está "salva", ou seja, não corre risco de apresentar problemas no desenvolvimento dos GRÃOS até o enchimento completo das espigas, segundo projeção da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado (Aprosoja/MT). O volume representa 3,57 milhões de toneladas do total previsto pela COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO (CONAB) para o ciclo 10/11.

"O restante da safra depende do que vai acontecer daqui para frente", diz o presidente da Aprosoja/MT, Glauber Silveira. Segundo ele, o produtor está preocupado porque em pleno desenvolvimento da planta, a chuva diminuiu na maioria das regiões e o clima está muito quente. "Precisaríamos de pelo menos mais três boas chuvas até à primeira quinzena de maio. Se isto vier a ocorrer, teremos uma bela safra de milho, que pode inclusive ultrapassar 8 milhões de toneladas".

Pelas projeções da CONAB, a safra mato-grossense de milho deverá apresentar redução de 12,06 em relação ao ciclo anterior, caindo de 8,11 milhões/t para 7,13 milhões/t. Já a área plantada encolheu de 1,99 milhão de hectares (safra 09/10) para 1,80 milhão/ha este ano, queda de 9,40%. O Estado mantém o título de maior produtor de milho segunda safra (safrinha) do Brasil.

Silveira lembra que muitos produtores venderam até 70% de sua produção, sendo que até agora estão garantidos apenas 50%. A ameaça começou com o atraso no plantio, que era para ter sido feito até fevereiro. Contudo, o plantio acabou "invadindo" março, deixando o produtor na dúvida quanto ao volume a ser colhido na próxima safra.

MERCADO - Com o pouco milho disponível para compra no mercado, a oferta também despencou e poucos negócios vêm sendo realizados. Na avaliação do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a tendência é de que o milho disponível volte com grande volume de negócios só depois do início da colheita da safrinha, quando o mercado disponível do grão estiver com oferta elevada e com preços "mais realistas" para o fechamento de negócios. Como referência, o milho disponível em Tangará da Serra (242 quilômetros ao norte de Cuiabá) esteve cotado a R$ 19,40/saca, e, em Primavera do Leste (239 quilômetros ao sudeste de Cuiabá), a R$ 22,00/saca.

Apesar da grande queda no início do mês na Bolsa de Chicago, a leve alta da última semana foi o suficiente para que o mercado disponível de milho seguisse um pouco menos nebuloso no número de negócios. Mas os preços continuam atrativos para o produtor. Em Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), na última semana, a saca de milho foi negociada em média a R$ 16 e, em Primavera do Leste, a R$ 19.

DEMANDA CHINESA - A China também tem um papel muito importante no mercado mundial de milho. Se por um lado a produção do resto do mundo tem um déficit de 23 milhões de toneladas, por outro, a China tem um balanço positivo de quatro milhões de toneladas.

O último boletim divulgado pelo Imea aponta que a produção do segundo maior player no grão, perdendo apenas para os Estados Unidos, de acordo com os últimos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), está estimada em 168 milhões de toneladas, 20,6% do volume mundial. Enquanto isso, a participação chinesa no consumo total é de 164 milhões de toneladas, ou seja, 19,6% da produção global. "Assim, é possível avaliar que a China é um país independente do mercado externo, do qual importa apenas 1,5 milhão de toneladas, o que representa menos de 1% do consumo daquele país", afirma o Imea.

Fonte: Diário de Cuiabá

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Soja recua com baixa dos grãos e possíveis novas políticas de contenção na China

Quarta-feira de grãos pressionados na Bolsa de Chicago. O mercado ainda continua cauteloso frente ao pronunciamento do presidente do Federal Reserve, sente a pressão da melhora do clima para o milho e trigo e também do possível anúncio de novas políticas contracionistas adotadas pela China.

A fala de Ben Bernanke, presidente do FED (o Banco Central norte-americano) deve trazer medidas que podem mexer com o andamento do dólar e, fatalmente, afetar as commodities de uma maneira geral. O discurso acontece por volta das 15h30 (horário de Brasília).

Quanto ao clima, as previsões sinalizam uma melhora nas condições para o milho nos Estados Unidos e para o trigo na Europa. Este clima mais favorável dá a tônica do mercado nesta quarta-feira, com os grãos em Chicago já registrando perdas de dois dígitos.

Alguns modelos climáticos apontam tempo mais seco para os próximos dias, especialmente sobre o oeste do cinturão produtor, o que poderia favorecer o plantio do milho nos Estados Unidos. O processo segue bastante atrasado e até o último domingo registrava apenas 9% da área estimada em 37,23 milhões de hectares.

Além disso, há a previsão ainda de condições mais favoráveis para o cultivo de trigo na Europa, o que também pode pesar sobre os preços. Nos últimos dias, as lavouras dos EUA, Canadá, China e alguns países produtores da Europa sofreram com uma forte estiagem, a qual comprometeu os índices de produtividade.

Sobre a China, a incerteza que ronda o mercado não é mais somente sobre a demanda. A preocupação sobre um possível anúncio de novas medidas de contençao da inflação no país, a qual deve afetar diretamente a demanda chinesa por commodities, já pesa sobre os preços nesta quarta-feira.

"A ausência da China no mercado e temores de que novas políticas contracionistas possam ser adotadas pelo país para contenção inflacionária preocupam o mercado", diz Ricardo Lorenzet, especialista no mercado de grãos da XP Investimentos.

No pregão noturno de hoje, soja, milho e trigo encerraram com fortes perdas e estenderam as baixas para a sessão diurna. Por volta das 11h54 (horário de Brasília), a soja já perdia mais de 12 pontos, o milho quase 5 e o trigo mais de 17.

Fonte: Not�cias Agr�colas // Carla Mendes

Soja: Chineses voltam a Goiás no próximo mês

O secretário de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Antônio Flávio de Lima assinou este mês, protocolo de cooperação agropecuária durante visita à China, para a liberação de investimentos para o plantio de aproximadamente seis milhões de toneladas de soja no período de sete anos, montante a ser destinado ao mercado chinês com valores superiores a US$ 7 bilhões. No próximo mês devem chegar a Goiás equipes de duas empresas estatais chinesas que vão fazer um estudo aprofundado sobre a parceria com o produtor rural e também a logística.

O secretário para Assuntos Internacionais, Elie Chidiac, que integrou a comitiva goiana à China, disse que os chineses pretendem investir em todas as fases da produção agrícola. “A China está passando por uma inflação muito alta, e boa parte dessa inflação é oriunda dos produtos agrícolas; por isso eles estão querendo investir em todas as fases da produção, da logística ao porto”, explica Chidiac.

Segundo o secretário da Indústria e Comércio, Alexandre Baldy, os investimentos dos chineses em Goiás devem passar de R$ 1 bilhão. Ele disse que a previsão é de que sejam fechados negócios com várias empresas chinesas dos setores automobilístico, alimentício, de tecnologia da informação, energia solar e componentes eletrônicos. “Na verdade, R$ 1 bilhão de investimentos para os chineses é muito pouco porque eles consomem milhares e milhares de grãos. Eu acho que a previsão é para muito mais que isso”, destaca Elie Chidiac.

Agricultura Familiar
O secretário para Assuntos Internacionais ressaltou que existe a possibilidade de fechamento de um acordo bilateral entre a China e o Governo de Goiás referente à agricultura familiar. “A produção chinesa chega a ser o dobro da goiana, mesmo com o inverno rigoroso, que chega a durar seis meses, e ainda a seca”, afirma Chidiac. O secretário salientou também que na China foi implantada a política de agregação de valor à produção agrícola, que confere mais rentabilidade às famílias de agricultores. “A gente espera que no próximo ano ou na próxima safra os chineses já tenham alguma atuação no Estado de Goiás”, encerra Elie Chidiac.

Fonte: Goi�s Agora

terça-feira, 26 de abril de 2011

Com realização de lucros e apreensão antes do FED, soja tem forte baixa

Os futuros da soja operam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Chicago. A oleaginosa realiza lucros e o mercado já adota um tom mais cauteloso às vésperas da reunião do FED, que acontece entre hoje e amanhã. além de sentir a pressão negativa do recuo da demanda chinesa.

A soja vinha caminhando na esteira do milho e do trigo, que operaram com forte altas nos últimos dias por conta das condições climáticas desfavoráveis.

Porém, o clima que prejudica o plantio do milho pode resultar em um aumento da área de soja, o que pode pressionar ainda mais as cotações.

Além disso, o mercado também está mais apreensivo por conta de possíveis novas medidas que a China pode anunciar para tentar conter a inflação no país, o que poderia frear um pouco mais a demanda e pesar sobre as commodities.

"O mercado segue meio perdido. Frente a isso, opta por zerar à espera da reunião do FED e diante do risco de novas políticas na China", explica Ricardo Lorenzet, especialista em mercado de grãos da XP Investimentos.

Por volta das 14h47, os principais vencimentos registravam mais de 13 pontos de baixa, com o maio cotado a US$ 13,76 por bushel.

Já o mercado do milho continou focando o clima desfavorável nos Estados Unidos e operava no terreno misto por volta das 14h50. Os vencimentos mais curtos operavam no campo positivo e os mais longos no negativo.

Depois do rally de 3,2% nesta segunda-feira, o milho fechou o pregão noturno de hoje em baixa e estendeu parte de suas perdas para a sessão diurna, realizando lucros após as fortes altas.

Fonte: Notícias Agrícolas // Carla Mendes