Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

Os preços da soja recuam para os menores patamares em quatro semanas na Bolsa de Chicago frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.frente às especulações de que algumas lavouras poderão ainda escapar da severa estiagem que castigou o Corn Belt nas última semanas, segundo informações da agência internacional Bloomberg. 
O que os traders e investidores aguardam agora é por informações mais concretas e reais sobre os resultados da colheita norte-americana. Para alguns analistas, o mercado já começa a precificar uma possível melhora de produtividade em função das chuvas que chegaram nos últimos dias ao Meio-Oeste. 
Além disso, de acordo com as últimas previsões climáticas de institutos norte-americanos, ainda não há indicações de geadas precoces que pudessem atingir as lavouras e comprometer ainda mais seus rendimentos, como vinha sendo temido depois do atraso do plantio e dos problemas com a estiagem.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Grãos são maiores após o Fed decidir não afunilar o seu programa de compras de títulos

O futuro dos grãos são maiores após o Fed decidir não afunilar o seu programa de compras de títulos. O dólar dos EUA rompeu o suporte técnico que torna os produtos americanos mais competitivos por causa de taxas de câmbio. Os comerciantes estão usando agora a chuva prevista para o Cornbelt nos próximos dias como amigável, porque vai retardar o progresso da colheita.

Esta manhã terá o relatório de vendas de exportação semanal do USDA. As estimativas dos comerciantes são para o milho 450-650 TMT, soja 650-750 TMT, farelo de soja 20 a 150 TMT, óleo de soja 5 a 10 TMT e trigo 500-650 TMT.

Soja +10,0
Milho + 3,0
Dolar 2,1884

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios.

O mercado internacional de grãos, segundo analistas, ainda opera sobre muita incerteza em relação à nova safrados Estados Unidos. As chuvas que chegaram ao Corn Belt nos últimos dias e as que estão previstas para o próximo final de semana poderiam, para uns, promover uma recuperação dos danos causados pela seca, ou ao menos limitar os prejuízos. Para outros, as precipitações chegaram tarde e os danos já são irreversíveis e, em alguns casos, poderiam se agravar. 
Números que vêm sendo divulgados pelo USDA também acabam por tirar um pouco da direção dos negócios. Ontem, o departamento atualizou algumas estimativas de área plantada, aumentando seus números para soja e milho. Porém, ao mesmo tempo, revisou para cima o tamanho de áreas abandonadas de ambas as culturas. Além disso, ainda no final de setembro, o USDA traz um boletim também com a revisão dos estoques norte-americanos, informações que deverão mexer com o mercado mais adiante. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem

O mercado se recupera da expressiva queda registrada ontem, quando os preços chegaram ao seu nível mais baixo em uma semana e, segundo analistas, o avanço reflete os números das condições de lavouras trazidos ontem, no final do dia, pelo USDA
Em uma semana, o índice de plantações em boas ou excelentes condições caiu de 52 para 50%, de acordo com o USDA, mostrando que o calor intenso e a falta de chuvas ainda estão castigando os campos norte-americanos e comprometendo, principalmente, sua produtividade. 
Em função dessas condições de clima adverso, a soja subiu por seis semanas consecutivas em Chicago até o último dia 13. Para os traders, as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste americano no último final de semana e as demais que estão previstas para os próximos dias serão insuficientes para reverter o quadro de perdas. 
Soja +11,6
Milho +7,6

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado internacional após as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste norte-americano no último final de semana. No pregão eletrônico desta segunda-feira (16), por volta das 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam mais de 11 pontos nos principais vencimentos. 
Segundo informações do instituto meteorológico World Ag Weather, algumas áreas de estados como Minnesota e Wisconsin receberam cerca de 25 mm de chuvas. Já o MDA Weather Systems prevê que as chuvas devem voltar ao Corn Belt ainda essa semana, com mais intensidade na região norte. 
"As chuvas do final de semana e as previsões para mais precipitações para essa semana pesaram sobre o mercado em Chicago", disse o analista da Commonwealth Bank, Luke Matthews. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O mercado ainda observa os números divulgados ontem pelo USDA

O mercado ainda observa os números divulgados ontem pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre a oferta e demanda, os quais trouxeram uma redução nas estimativas para produção, produtividade e estoques finais da safra 2013 do país. No entanto, depois de fechar com quase 40 pontos de alta nesta quinta, o mercado, segundo analistas, passa hoje por uma pequena correção técnica. 
nova safra de soja dos Estados Unidos foi revisada para baixo e estimada em 85,7 milhões de toneladas, contra 88,59 milhões de toneladas estimadas em agosto. Os estoques finais também foram reduzidos e passaram de 5,99 milhões para 4,08 milhões de toneladas. A produtividade também recuou em relação ao reportado no mês anterior, e passou de 48,3 para 46,72 sacas por hectare. 
No mesmo compasso da soja, os futuros do milho também operam com ligeira queda. O mercado recuou bastante na sessão anterior devido aos dados baixistas trazidos pelo USDA. O departamento apontou um aumento na produção e nos estoques norte-americanos, o que acabou derrubando as cotações no fechamento da sessão regular. Por volta das 8h05, as baixas registradas pelo cereal eram de pouco mais de 1 ponto. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Relatório de oferta e demanda dos EUA.

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda reduzindo suas estimativas para a safra dos EUA de soja e aumentando para o milho. 
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda reduzindo suas estimativas para a safra dos EUA de soja e aumentando para o milho. 
Soja EUA - A nova safra de soja dos Estados Unidos foi revisada para baixo e estimada em 85,7 milhões de toneladas, contra 88,59 milhões de toneladas estimadas em agosto. Os estoques finais também foram reduzidos e passaram de 5,99 milhões para 4,08 milhões de toneladas. A produtividade também recuou em relação ao reportado no mês anterior, e passou de 48,3 para 46,72 sacas por hectare. 
O USDA reduziu ainda o número para o esmagamento de soja, que caiu, em um mês, 45,59 milhões para 45,05 milhões de toneladas. As exportações também apresentaram uma ligeira baixa de 37,69 milhões para 37,29 milhões de toneladas. As áreas plantada e colhida foram matidas em 31,24 milhões e 30,92 milhões de hectares, respectivamente. 
Soja América do Sul - Ao mesmo tempo em que reduziu a produção norte-americana, o USDA trouxe um significativo aumento para a safra brasileira de soja. A estimativa passou de 85 milhões para 88 milhões de toneladas. Já o número para a colheita argentina se manteve em 53,5 milhões de toneladas. 
Soja China - Para a China, o departamento norte-americano trouxe um pequeno recuo de 12,5 milhões para 12,2 milhões de toneladas. As importações da nação asiática, no entanto, foram mantidas em 69 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - No cenário mundial, as estimativas do USDA para a produção e os estoques também foram revistas para baixo. A safra global foi projetada em 281,66 milhões de toneladas, contra 281,72 milhões do boletim anterior, e os estoques caíram de 72,27 milhões para 71,54 milhões de toneladas. 
Tabela Soja - USDA Setembro
Milho EUA - Enquanto vieram números menores para a safra 2013 de soja dos EUA, para o milho os principais indicativos vieram maiores do que os reportados no boletim de agosto
A produção norte-americana foi estimada em 351,64 milhões de toneladas contra 349,6 milhões de toneladas do relatório anterior. Os estoques e a produtividade também aumentaram passando, respectivamente, a 47,11 milhões de toneladas e 164,05 sacas por hectare. No reporte de agosto, esses números foram de 46,66 milhões de toneladas e 163,42 sacas por hectare. 
O uso do cereal para etanol foi estimado em 124,47 milhões de toneladas, em linha com o divulgado em agosto, e foram mantidas também as exportações em 31,12 milhões de toneladas. Ainda em linha com o reporte anterior, ficaram os números de área plantada e colhida, se mantendo em 39,42 milhões e 36,06 milhões de hectares. 
Milho América do Sul - Sobre os números da América do Sul, foi mantida a estimativa de 72 milhões de toneladas de milho para a safra do Brasil, mas reduzida de 27 para 26 milhões a colheita da Argentina. 
Milho China - A produção chinesa de milho também foi mantida e ficou em 211 milhões de toneladas. 
Milho Mundo - Apesar do aumento na produção dos EUA, a estimativa para a produção mundial do cereal caiu de 957,15 milhões de toneladas para 956,67 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais globais foram revistos para cima de 150,17 milhões para 151,42 milhões de toneladas. 
Tabela Milho - USDA Setembro
Fonte: Notícias Agrícolas 

A espera dos novos números de oferta e demanda que o USDA divulga nesta quinta-feira

À espera dos novos números de oferta e demanda que o USDA divulga nesta quinta-feira (12), às 13h (horário de Brasília), o mercado internacional de grãos opera do lado negativo da tabela no pregão eletrônico. 
Os futuros da soja, por volta das 8h50 (horário de Brasília) , perdiam entre 5 e 8 pontos nos principais vencimentos, enquanto nos mercados do milho e do trigo as cotações recuavam entre 2 e 3 pontos nos contratos mais negociados. 
O mercado, segundo analistas, opera na defensiva antes da divulgação do novo relatório, porém, as expectativas são de uma redução dos números da soja e do milho. Para a oleaginosa as projeções são de que a produtividade, a produção e os estoques finais sejam revistos para baixo. 
Segundo um levantamento feito pela agência internacional Bloomberg, a produção de soja deverá ficar em 85,13 milhões de toneladas. O volume é 3,7% menor do que o divulgado no boletim anterior.  Para o milho, a projeção de uma colheita de 345,46 milhões de toneladas, 0,9% a menos do que o no boletim anterior. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mercado a espera pelo novo reporte de oferta e demanda desta quinta-feira (12)

O mercado  a espera pelo novo reporte de oferta e demanda desta quinta-feira (12) do USDA. Uma pesquisa feita pela agência internacional Bloomberg aponta para um projeção para a nova safra de soja do país em 85,13 milhões de toneladas, volume 3,7% menor do que o divulgado há um mês. 
Além disso, o clima adverso no Meio-Oeste americano também continua no foco do mercado internacional. Nos últimos 30 dias, os estados de Iowa e Illinois, os maiores produtores de grãos, tiveram chuvas de menos de 5% do normal, de acordo com a Serviço Nacional de Clima dos EUA. Os próximos 10 dias, segundo as previsões climáticas, também não mostram chuvas em volume suficiente para reverter o prejuízo causado pela seca. 
"Isso irá limitar a recuperação dos já muito apertados estoques de soja dos Estados Unidos e irá limitar também, portanto, um declínio nos preços da soja nos próximos meses", divulgou o banco Goldman Sachs em um relatório. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Relatório de acompanhamento de safra do EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou mais um relatório de acompanhamento de safra nesta segunda-feira (9). As lavouras de soja em boas ou excelentes condições caíram de 54 para 52%. Em situação regular, se encontram 32% das plantações, enquanto que na semana passada esse índice era de 31%. Já as lavouras em condições ruins ou muito ruins passaram de 15 para 16% em uma semana. 
No milho, 54% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, número menor do que os 56% da semana anterior. O USDA informou ainda que 29% das lavouras estão em situação regular e 17% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses números eram de, respectivamente, 28 e 16%.