Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



terça-feira, 3 de setembro de 2013

Chuvas inesperados caíram em Mato Grosso

Chuvas inesperadas caíram no  mato grosso neste sábado em Campo Verde, e em Rondonópolis Choveu na madrugada desta terça feira. As previsões indicam mais algumas chuvas para Quarta feira 04/09/2013

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas. A soja e o milho devem cair 3 a 5% nas condições de cultivo. A decisão do Presidente para que o Congresso tome a decisão sobre a possibilidade de mover-se contra a Síria deu aos comerciantes uma razão para a sua atitude de risco-off nesta manhã em direção a outras commodities e o movimento de volta para a compra de ações.

Cerca de 40% da Cornbelt recebeu alguma chuva no fim de semana. Aquelas áreas que não receberam a umidade vão ter mais estresse esta semana. A próxima chance de chuva é para este fim de semana, mas os meteorologistas não estão fornecendo muita confiança na cobertura.

PMI da China mostrou uma melhora e as estimativas de comércio acima.  Ministro da China disse que vai continuar a aumentar as importações de milho devido à crescente demanda, aproveitando a oportunidade de uma colheita abundante no mercado.
Egito comprou 355 mil toneladas de trigo no fim de semana da região do Mar Negro.
Argentina está começando a enfrentar condições de seca em sua região trigo de inverno. Eles são um grande exportador de trigo, a maioria dos quais vão para o seu vizinho Brasil.

Brasil diz que exportou 3,0 mmt de milho em agosto, em comparação com 733.300 toneladas em julho. As exportações de soja foram 5,4 mmt em agosto em comparação com 5,66 mmt em julho.

Tecnicamente soja novembro precisa de um fechamento acima do nível 14,09 para retomar a tendência de alta.
SOJA +41
MILHO +6

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

EUA: Fim de semana de chuvas insuficientes no Corn Belt

O Cinturão de Grãos dos Estados Unidos, localizado no meio-oeste norte-americano, registrou algumas chuvas neste final de semana. Precipitações rápidas, localizadas e de baixo volume - de 10 a 20 mm - foram registradas nos estados de Iowa e Illinois. 
No entanto, segundo analistas e corretores tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos afirmam que foram chuvas insuficientes para reduzir os danos que têm sido causados pela seca nas principais regiões produtoras do país. 
No entanto, em algumas regiões ao sul de Illinois, como na comunidade de Ridgway, não foram registradas chuvas e o clima continua castigando a produção, segundo Bill Raben, vice chairman da Associação dos Produtores de Soja de Illinois. 
De acordo com Raben, a cultura que mais sofre é a soja, uma vez que se encontra em fase determinante da produção - de enchimento de grãos - e a presença das precipitações é fundamental. Assim, com a estiagem, o que já se começa a notar é que há menos vagens por metro quadrado nos campos do que deveria. 
Porém, na mesma região, o milho dá sinais de resistência a essa seca, uma vez que já está em condições de ser colhido, processo que deverá ser iniciado nesta terça-feira (3). 
Além disso, para os próximos dias a previsão é de mais uma semana de clima intensamente quente e seco no Corn Belt. Está prevista para chegar à localidade uma onda de calor que deverá elevar ainda mais as temperaturas e comprometer ainda mais a produtividade das lavouras norte-americanas. Imagens de radar do site AccuWeather mostram que, nesse momento, nos estados de Iowa e Minnesota não há qualquer indicação de precipitações. 
Ainda segundo previsões do AccuWeather, o ar mais quente e seco deverá ser registrado desde essa segunda-feira (2), quando se comemora o feriado do Dia do Trabalho nos EUA, se estendendo até a próxima quarta-feira (4), principalmente no meio-oeste do país. Os níveis de umidade já começam a cair ainda mais em quase todos os estados norte-americanos. 

Feriado Nos EUA nesta segunda feira.

Nesta segunda-feira, 2 de setembro, comemora-se o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos e, por isso, os negócios não acontecem nas Bolsas de Chicago e Nova York. os trabalhos serão retomados nesta terça-feira, dia 3.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Clima nos EUA

Uma frente fria deve se mover para o meio-oeste americano neste final de semana, fazendo com que as temperaturas comecem a cair gradualmente, de acordo com o site The Weather Channel. Porém, mais recordes de temperatura alta são esperadas nos Estados Unidos nesta sexta-feira. Des Moines, em Iowa, deve chegar a 38ºC. Em Peoria, no estado de Illinois, a máxima deve ficar por volta de 36ºC. 


No final de semana, as temperaturas irão cair para 21ºC e até 15ºC em algumas partes do norte do meio-oeste e na região dos grandes lagos. Mais ao sul do meio-oeste, em St. Louis e Kansas, as mínimas devem ficar nos 26ºC.

Tempestades
Segundo o site Accuweather, algumas tempestades podem atingir a região de Chicago, Illinois. Há riscos de fortes tempestades localizadas no final desta sexta-feira. Algumas comunidades podem ser atingidas por rajadas de vento e granizo. Esta tendência deve continuar no sábado e domingo. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA, que podem comprometer, ainda mais, o rendimento das lavouras do país. Nesta quarta-feira (28), alguns mapas já apontavam para possíveis chuvas em algumas regiões produtoras do país, a partir de hoje. Entretanto, segundo analistas, as precipitações ainda não seriam suficientes para amenizar a situação de stress hídrico das plantações norte-americanas. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)

 As previsões do tempo informado pelo modelo GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos 11 a 15 dias. Os tempos são mais frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do potencial de chuva. Com os rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua posição.

Farm Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai plantar 3,4 % acres  a menos de milho em 2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de hectares de soja em 2014.

Futuros de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no dia 14 de setembro de 2012. A 14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de novembro. A lacuna deixada após a forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago.

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago. Para esta semana, as previsões climáticas indicam que o calor deve continuar assolando o meio-oeste norte-americano. As temperaturas deverão permanecer 5°C acima da média para o período, segundo informações do site Weather.com. Em algumas regiões, como Iowa, Norte do Missouri, nordeste de Kansas e leste de Nebraska, as temperaturas tendem a ficar entre 38°C e 40°C.
Frente a essa situação, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições, de 62% para 58%. Para o milho, o departamento apontou uma diminuição de 61% para 59%. 
Para o diretor do SIMconsult, João Birkhan, o mercado precifica uma quebra já consolidada. “A safra norte-americana de soja que era estimada em 93 milhões de toneladas em julho pelo USDA baixou para 85 milhões de toneladas, conforme os números do Crop Tour. E se o clima continuar ruim tem espaço para subir ainda mais”, afirma. 
Paralelo a esse cenário, o diretor destaca que os estoques dos EUA ficarão apertados, já que a safra do país irá atender a demanda mundial até a entrada da nova safra brasileira no mercado, em meados de abril do próximo ano. “Em determinado momento, as cotações podem recuar, porém o patamar de preços é daqui para cima”, acredita Birkhan.
Por: David B. Rahe

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dados do Crop Tour e clima seco nos EUA

O Crop Tour Pro Farmer informou que a produção de soja norte-americana na temporada 2013/14 deve ser de aproximadamente, 85,95 milhões de toneladas. A última estimativa do USDA aponta para 88,59 milhões de toneladas. 
A produtividade média das lavouras de soja dos EUA deverá ser de 47,4 sacas por hectares, frente o estimado pelo USDA no início de agosto em 48,3 sacas por hectare. 
Já na safra de milho, os Estados Unidos 2013/14 deverá  colher 341,9 milhões de toneladas. O número ficou abaixo da última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgada em seu relatório de oferta e demanda em 12 de agosto, de 349,73 milhões de toneladas. 
A projeção do Pro Farmer para a produtividade norte-americana ficou em 163,15 sacas por hectare. O índice levantado durante o tour também veio em linha com a última estimativa do departamento norte-americano, apresentando um ligeiro recuo de 163,42 sacas para 163,15 sacas por hectare.  
A estimativa do tour para áreas que serão abandonadas é de 730 mil hectares para o milho e 323,76 mil hectares para a soja.
Além disso, os investidores continuam com suas atenções completamente voltadas ao comportamento do clima no Corn Belt e, segundo o noticiário internacional, apesar das chuvas registradas na semana passada,  os próximos dias deverão continuar com falta de chuvas e temperaturas muito elevadas, pelo menos até o final de semana. 
"Agora estamos no período mais crítico da safra americana (de soja), então uma semana sem chuva ou com poucas chuvas traz um nervosismo ao mercado, principalmente por conta do histórico de quebra que temos nos Estados Unidos. Assim, o que estamos vendo nessas últimas semanas é a volatilidade do mercado se baseando no clima, com os mapas mudando muito frequentemente", explicou o analista de mercado Glauco Monte, analista de mercado da FCStone. 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Brasil deverá ter nova safra recorde de soja apesar de custos maior


O ímpeto por uma safra recorde de soja estimulará produtores brasileiros a plantar uma área ligeiramente maior com a oleaginosa na nova temporada, apesar de a rentabilidade ser menos promissora do que um ano antes, disseram analistas e produtores.

Apesar do alto custo com transporte provavelmente corroer as margens, a soja oferece aos produtores menos riscos frente aos fracos preços domésticos do milho, que diminuem suas opções, em meio à recuperação das safras dos EUA.

As previsões privadas para a safra, que pode oficialmente pode ser cultivada a partirde 15 de setembro, sugerem que a área de soja deve crescer cerca de 4 por cento ante o ciclo anterior.

"Pode ser uma nova safra recorde, mas nada de grande relevância ante o ano passado", disse Ricardo Tomczyk, vice-presidente da Aprosoja, que reúne produtores do principal Estado produtor, Mato Grosso.

Ele, pessoalmente, decidiu não dedicar mais áreas à soja neste ano, por causa de um mercado menos favorável e aumento dos custos.

Os produtores estão lidando com uma abundância de milho, após dois anos de produção recorde, e o governo vem buscando elevar os estoques públicos, como forma de sustentar preços do cereal.

Os preços do milho domésticos baixíssimos tornam o plantio de soja mais atrativo, apesar de os preços internacionais da soja estarem menores que um ano atrás, disseram analistas FCStone.

Outro fator que estimula os produtores a apostar na soja é a taxa de câmbio: o real enfraqueceu quase 20 por cento em relação ao dólar desde maio, o que favoreceria as exportações agrícolas brasileiras caso esta tendência se mantenha até o início da colheita, em janeiro.

"No Brasil, a área plantada com soja deve aumentar entre 3 e 5 por cento, uma vez que a desvalorização da moeda local, incentiva a produção", disseram analistas do Rabobank em um relatório.

As vendas antecipadas de soja de fato aumentaram nas últimas duas semanas, quando os preços subiram em Chicago e o real enfraqueceu, disse o analista Flávio França Júnior, de Porto Alegre.

A comercialização soma até agora 20 por cento da produção prevista, disse ele, ainda bem abaixo dos quase 50 por cento comercializados em igual período do ano passado.


Cenário diferente

panorama é bem diferente de um ano atrás, quando os produtores conseguiram financiamentos para plantar soja em qualquer lugar, e ampliaram a área nacional em expressivos 10,7 por cento, em resposta a baixos estoques globais depois de secas que reduziram as safras 2011/12 na América do Sul e 2012/13 dos Estados Unidos.

Os estoques globais voltaram a se recuperar parcialmente graças à safra do Brasil de 81,5 milhões de toneladas em 2012/13, 23 por cento maior do que no ano anterior. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) também espera uma safra grande de soja nos EUA de 88,6 milhões de toneladas em 2013/14.

"O tom que vemos hoje entre os produtores de soja é de cautela", disse Elisa Gomes, analista do instituto de produtores de Mato Grosso, Imea.

"Mas muitos estão muito bem capitalizados e já fizeram investimentos, por isso veremos algumas áreas plantadas a mais", acrescentou.

principal preocupação entre os produtores é o aumento de custos. Os produtores foram beneficiados na última temporada, quando as empresas de comércio internacional absorveram um pico imprevisto nos custos com frete, mas Tomczyk, da Aprosoja, disse que eles estão recebendo menos pelos grãos neste ano, com os agentes intermediários incluindo na conta os custos de transporte.

Caroline Stauffer
Fonte: Reuters