Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)

 As previsões do tempo informado pelo modelo GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos 11 a 15 dias. Os tempos são mais frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do potencial de chuva. Com os rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua posição.

Farm Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai plantar 3,4 % acres  a menos de milho em 2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de hectares de soja em 2014.

Futuros de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no dia 14 de setembro de 2012. A 14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de novembro. A lacuna deixada após a forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago.

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago. Para esta semana, as previsões climáticas indicam que o calor deve continuar assolando o meio-oeste norte-americano. As temperaturas deverão permanecer 5°C acima da média para o período, segundo informações do site Weather.com. Em algumas regiões, como Iowa, Norte do Missouri, nordeste de Kansas e leste de Nebraska, as temperaturas tendem a ficar entre 38°C e 40°C.
Frente a essa situação, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições, de 62% para 58%. Para o milho, o departamento apontou uma diminuição de 61% para 59%. 
Para o diretor do SIMconsult, João Birkhan, o mercado precifica uma quebra já consolidada. “A safra norte-americana de soja que era estimada em 93 milhões de toneladas em julho pelo USDA baixou para 85 milhões de toneladas, conforme os números do Crop Tour. E se o clima continuar ruim tem espaço para subir ainda mais”, afirma. 
Paralelo a esse cenário, o diretor destaca que os estoques dos EUA ficarão apertados, já que a safra do país irá atender a demanda mundial até a entrada da nova safra brasileira no mercado, em meados de abril do próximo ano. “Em determinado momento, as cotações podem recuar, porém o patamar de preços é daqui para cima”, acredita Birkhan.
Por: David B. Rahe

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dados do Crop Tour e clima seco nos EUA

O Crop Tour Pro Farmer informou que a produção de soja norte-americana na temporada 2013/14 deve ser de aproximadamente, 85,95 milhões de toneladas. A última estimativa do USDA aponta para 88,59 milhões de toneladas. 
A produtividade média das lavouras de soja dos EUA deverá ser de 47,4 sacas por hectares, frente o estimado pelo USDA no início de agosto em 48,3 sacas por hectare. 
Já na safra de milho, os Estados Unidos 2013/14 deverá  colher 341,9 milhões de toneladas. O número ficou abaixo da última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), divulgada em seu relatório de oferta e demanda em 12 de agosto, de 349,73 milhões de toneladas. 
A projeção do Pro Farmer para a produtividade norte-americana ficou em 163,15 sacas por hectare. O índice levantado durante o tour também veio em linha com a última estimativa do departamento norte-americano, apresentando um ligeiro recuo de 163,42 sacas para 163,15 sacas por hectare.  
A estimativa do tour para áreas que serão abandonadas é de 730 mil hectares para o milho e 323,76 mil hectares para a soja.
Além disso, os investidores continuam com suas atenções completamente voltadas ao comportamento do clima no Corn Belt e, segundo o noticiário internacional, apesar das chuvas registradas na semana passada,  os próximos dias deverão continuar com falta de chuvas e temperaturas muito elevadas, pelo menos até o final de semana. 
"Agora estamos no período mais crítico da safra americana (de soja), então uma semana sem chuva ou com poucas chuvas traz um nervosismo ao mercado, principalmente por conta do histórico de quebra que temos nos Estados Unidos. Assim, o que estamos vendo nessas últimas semanas é a volatilidade do mercado se baseando no clima, com os mapas mudando muito frequentemente", explicou o analista de mercado Glauco Monte, analista de mercado da FCStone. 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Brasil deverá ter nova safra recorde de soja apesar de custos maior


O ímpeto por uma safra recorde de soja estimulará produtores brasileiros a plantar uma área ligeiramente maior com a oleaginosa na nova temporada, apesar de a rentabilidade ser menos promissora do que um ano antes, disseram analistas e produtores.

Apesar do alto custo com transporte provavelmente corroer as margens, a soja oferece aos produtores menos riscos frente aos fracos preços domésticos do milho, que diminuem suas opções, em meio à recuperação das safras dos EUA.

As previsões privadas para a safra, que pode oficialmente pode ser cultivada a partirde 15 de setembro, sugerem que a área de soja deve crescer cerca de 4 por cento ante o ciclo anterior.

"Pode ser uma nova safra recorde, mas nada de grande relevância ante o ano passado", disse Ricardo Tomczyk, vice-presidente da Aprosoja, que reúne produtores do principal Estado produtor, Mato Grosso.

Ele, pessoalmente, decidiu não dedicar mais áreas à soja neste ano, por causa de um mercado menos favorável e aumento dos custos.

Os produtores estão lidando com uma abundância de milho, após dois anos de produção recorde, e o governo vem buscando elevar os estoques públicos, como forma de sustentar preços do cereal.

Os preços do milho domésticos baixíssimos tornam o plantio de soja mais atrativo, apesar de os preços internacionais da soja estarem menores que um ano atrás, disseram analistas FCStone.

Outro fator que estimula os produtores a apostar na soja é a taxa de câmbio: o real enfraqueceu quase 20 por cento em relação ao dólar desde maio, o que favoreceria as exportações agrícolas brasileiras caso esta tendência se mantenha até o início da colheita, em janeiro.

"No Brasil, a área plantada com soja deve aumentar entre 3 e 5 por cento, uma vez que a desvalorização da moeda local, incentiva a produção", disseram analistas do Rabobank em um relatório.

As vendas antecipadas de soja de fato aumentaram nas últimas duas semanas, quando os preços subiram em Chicago e o real enfraqueceu, disse o analista Flávio França Júnior, de Porto Alegre.

A comercialização soma até agora 20 por cento da produção prevista, disse ele, ainda bem abaixo dos quase 50 por cento comercializados em igual período do ano passado.


Cenário diferente

panorama é bem diferente de um ano atrás, quando os produtores conseguiram financiamentos para plantar soja em qualquer lugar, e ampliaram a área nacional em expressivos 10,7 por cento, em resposta a baixos estoques globais depois de secas que reduziram as safras 2011/12 na América do Sul e 2012/13 dos Estados Unidos.

Os estoques globais voltaram a se recuperar parcialmente graças à safra do Brasil de 81,5 milhões de toneladas em 2012/13, 23 por cento maior do que no ano anterior. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) também espera uma safra grande de soja nos EUA de 88,6 milhões de toneladas em 2013/14.

"O tom que vemos hoje entre os produtores de soja é de cautela", disse Elisa Gomes, analista do instituto de produtores de Mato Grosso, Imea.

"Mas muitos estão muito bem capitalizados e já fizeram investimentos, por isso veremos algumas áreas plantadas a mais", acrescentou.

principal preocupação entre os produtores é o aumento de custos. Os produtores foram beneficiados na última temporada, quando as empresas de comércio internacional absorveram um pico imprevisto nos custos com frete, mas Tomczyk, da Aprosoja, disse que eles estão recebendo menos pelos grãos neste ano, com os agentes intermediários incluindo na conta os custos de transporte.

Caroline Stauffer
Fonte: Reuters

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

As incertezas sobre o clima nosEstados Unidos mercado trabalha com volatilidade.

As incertezas sobre o clima nosEstados Unidos e também a respeito dos resultados reais da nova safra têm trazido volatilidade ao mercado. Apesar de os preços ainda encontrarem sustentação nas condições climáticas adversas, divergências nas previsões para os próximos dias e a intensa participação dos fundos no mercado faz com que movimentos de correção possam ser observados, segundo explicam analistas. 
soja -4
milho -1

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Mercado se recupera nesta quarta feira.

O mercado se recupera depois de um realização de lucros que marcou a sessão desta terça-feira (20) e foca as condições de clima adverso nos Estados Unidos, além da boa demanda pela produto norte-americano diante de expectativas de uma safra menor podendo chegar do país. Em seu último relatório de oferta e demanda, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu sua estimativa para a produção de 93 para 88 milhões de toneladas. 
Segundo analistas, com o clima menos favorável as plantações norte-americanas sofrem com a falta de chuvas e a possibilidade de temperaturas acima da média para as próximas semanas podendo prejudicar sua produtiviadade. Há também o risco de as lavouras serem atingidas pelas geadas precoces, as quais poderiam ser registradas em meados de setembro.
Porém, o modelo climático europeu indica algumas chuvas para quinta e sexta-feira, concentradas na porção noroeste do Meio-Oeste americano, pegando estados-chave na produção como Iowa e Minesotta. Essas previsões, portanto, acabam limitando o potencial de alta dos preços. 

Chicago
soja +14
milho +4

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O mercado exibe uma tendência mais altista para os preços .


O mercado exibe uma tendência mais altista para os preços do que há algumas semanas, haja vista que nos EUA se apresentam condições adversas de clima agora em agosto, mês que é determinante para a produtividade. Além disso, há ainda as últimas estimativas do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para produção, produtividade e estoques norte-americanos, revistos para baixo no último relatório de oferta e demanda divulgado em 12 de agosto. 
Completando o quadro, o boletim de acompanhamento de safra trazido no final desta segunda pelo departamento norte-americano apontou ainda que o índice de lavouras, tanto de milho quanto de soja, em boas ou excelentes condições caiu na última semana. No caso da soja, esse número passou de 64 para 62% e, para o milho, de 64 para 61%. 
Importantes estados produtores do Meio-Oeste americano já sofrem com a falta de chuvas e a previsão para os próximos dias é de que a temperatura se eleve e fique acima da média em algumas localidades. Paralelamente, há ainda a possibilidade das plantações terem seu rendimento prejudicado se forem atingidas pelas geadas precoces em meados de setembro. 
Para os analistas, portanto, o quadro cria melhores expectativas para oscontratos futuros da soja negociados em Chicago, o qual vinham sendo pressionados pelas boas projeções para a nova safra norte-americana. No entanto, a mesma foi reduzida, no último boletim do USDA, de 93 para 88 milhões de toneladas. 
Já no caso do milho, os números para a nova temporada dos EUA parecem estar consolidados, haja vista que o mês mais crítico para a cultura foi em juho, onde o cenário climático foi favorável após o atraso do plantio. Nem mesmo uma revisão para baixo na produção feita pelo USDA, ainda de acordo com analistas de mercado, poderiam provocar uma reação muito forte das cotações.


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O milho e a soja subiram em Chicago sobre as especulações de que o rendimento dos grãos podem ser menores do que o esperados para os norte-americanos.



O milho e a soja subiram em Chicago sobre as especulações de que o rendimento dos grãos podem ser menores do que o esperados para os norte-americanos. Os EUA, maior produtor mundial de ambas as culturas com o tempo seco que persiste em partes do Centro-Oeste pode ter sua produção reduzida. Menos da metade da quantidade normal de chuva caiu no mês passado em partes de Iowa, Illinois, Minnesota e Wisconsin, os dados são do Serviço Nacional de Meteorologia.
Além disso, há relatos de algum tempo mais fresco que pode aumentar o risco de geada no médio prazo.

Soja com +22
Milho com +8

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Cinco estados americanos podem ter soja e milho afetados pelas geadas

Os estados de Iowa, Wisconsin, Minnesota, Dakota do Sul e Dakota do Norte devem entrar em estado de atenção quanto aos riscos que podem ser provocados pelas geadas com a entrada do outono no Hemisfério Norte. Como as safras de milho e de soja estão se desenvolvendo em um padrão mais lento do que o normal, devido também ao plantio tardio em algumas áreas, qualquer geada por afetar negativamente, principalmente para o milho.
A situação ideal para que a safra americana não seja prejudicada, de acordo com o analista Michael Cordonnier, presidente da Soybean & Corn AdvisorInc., seria que as geadas ocorressem duas semanas depois do normal, em meados de outubro.
Para o consultor Liones Severo, da SIMConsult, este fator irá trazer bastante tensão no mercado internacional, uma vez que em algumas regiões as temperaturas já se encontram em valores abaixo do normal.
Em Iowa, o maior estado produtor, apenas 2% do milho estava na fase de enchimento de grãos em 4 de agosto, enquanto a média comum do período é 21%. Em Minnessota, essa média é de 11%, mas o número também não ultrapassa os 2%. Em Dakota do Norte, estes números são de 16% e 3%, respectivamente.
Segundo o último relatório do USDA, divulgado na última segunda-feira (12), apenas 9% das lavouras de soja estavam em condições excelentes em Iowa. 39% se encontravam em boas condições, 37% em condições regulares, 11% em más condições e 4% em condições péssimas. Para o milho, estes números são de 10% excelentes, 39% boas, 34% regulares, 12% ruins e 5% péssimas.
A média dos estados pesquisados para a soja é de 14% em condições excelentes, 50% em boas condições, 27% em condições regulares, 7% em más condições e 2% em condições péssimas. Para o milho, 18% excelentes, 46% boas, 25% regulares, 8% ruins e 3% péssimas.
Fonte:Reuters Brasil

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Cotações em Chicago trabalha em alta nesta quinta feira.

O Mercado trabalha com alta nesta quinta-feira, soja opera com +13,2 e o milho com +8,6 na bolsa de Chicago. O avanço das cotações, ainda segundo analistas ouvidos pela Bloomberg, se dá com as preocupações com um clima mais seco nas regiões produtoras dos Estados Unidos. Segundo o instituto de meteorologia DTN, apenas poucas chuvas são esperadas para o Meio-Oeste americano. 

Além da seca, as lavouras de soja e milho dos EUA, que foram plantadas mais tarde esse ano, podem sofrer com a incidência de geadas precoces. O fenômeno, caso se confirme, pode comprometer severamente a produtividade das plantas.