Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado

A semana começa com preços em queda para a soja no mercado internacional após as chuvas que chegaram ao Meio-Oeste norte-americano no último final de semana. No pregão eletrônico desta segunda-feira (16), por volta das 7h50 (horário de Brasília), as cotações recuavam mais de 11 pontos nos principais vencimentos. 
Segundo informações do instituto meteorológico World Ag Weather, algumas áreas de estados como Minnesota e Wisconsin receberam cerca de 25 mm de chuvas. Já o MDA Weather Systems prevê que as chuvas devem voltar ao Corn Belt ainda essa semana, com mais intensidade na região norte. 
"As chuvas do final de semana e as previsões para mais precipitações para essa semana pesaram sobre o mercado em Chicago", disse o analista da Commonwealth Bank, Luke Matthews. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O mercado ainda observa os números divulgados ontem pelo USDA

O mercado ainda observa os números divulgados ontem pelo USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre a oferta e demanda, os quais trouxeram uma redução nas estimativas para produção, produtividade e estoques finais da safra 2013 do país. No entanto, depois de fechar com quase 40 pontos de alta nesta quinta, o mercado, segundo analistas, passa hoje por uma pequena correção técnica. 
nova safra de soja dos Estados Unidos foi revisada para baixo e estimada em 85,7 milhões de toneladas, contra 88,59 milhões de toneladas estimadas em agosto. Os estoques finais também foram reduzidos e passaram de 5,99 milhões para 4,08 milhões de toneladas. A produtividade também recuou em relação ao reportado no mês anterior, e passou de 48,3 para 46,72 sacas por hectare. 
No mesmo compasso da soja, os futuros do milho também operam com ligeira queda. O mercado recuou bastante na sessão anterior devido aos dados baixistas trazidos pelo USDA. O departamento apontou um aumento na produção e nos estoques norte-americanos, o que acabou derrubando as cotações no fechamento da sessão regular. Por volta das 8h05, as baixas registradas pelo cereal eram de pouco mais de 1 ponto. 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Relatório de oferta e demanda dos EUA.

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda reduzindo suas estimativas para a safra dos EUA de soja e aumentando para o milho. 
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda reduzindo suas estimativas para a safra dos EUA de soja e aumentando para o milho. 
Soja EUA - A nova safra de soja dos Estados Unidos foi revisada para baixo e estimada em 85,7 milhões de toneladas, contra 88,59 milhões de toneladas estimadas em agosto. Os estoques finais também foram reduzidos e passaram de 5,99 milhões para 4,08 milhões de toneladas. A produtividade também recuou em relação ao reportado no mês anterior, e passou de 48,3 para 46,72 sacas por hectare. 
O USDA reduziu ainda o número para o esmagamento de soja, que caiu, em um mês, 45,59 milhões para 45,05 milhões de toneladas. As exportações também apresentaram uma ligeira baixa de 37,69 milhões para 37,29 milhões de toneladas. As áreas plantada e colhida foram matidas em 31,24 milhões e 30,92 milhões de hectares, respectivamente. 
Soja América do Sul - Ao mesmo tempo em que reduziu a produção norte-americana, o USDA trouxe um significativo aumento para a safra brasileira de soja. A estimativa passou de 85 milhões para 88 milhões de toneladas. Já o número para a colheita argentina se manteve em 53,5 milhões de toneladas. 
Soja China - Para a China, o departamento norte-americano trouxe um pequeno recuo de 12,5 milhões para 12,2 milhões de toneladas. As importações da nação asiática, no entanto, foram mantidas em 69 milhões de toneladas. 
Soja Mundo - No cenário mundial, as estimativas do USDA para a produção e os estoques também foram revistas para baixo. A safra global foi projetada em 281,66 milhões de toneladas, contra 281,72 milhões do boletim anterior, e os estoques caíram de 72,27 milhões para 71,54 milhões de toneladas. 
Tabela Soja - USDA Setembro
Milho EUA - Enquanto vieram números menores para a safra 2013 de soja dos EUA, para o milho os principais indicativos vieram maiores do que os reportados no boletim de agosto
A produção norte-americana foi estimada em 351,64 milhões de toneladas contra 349,6 milhões de toneladas do relatório anterior. Os estoques e a produtividade também aumentaram passando, respectivamente, a 47,11 milhões de toneladas e 164,05 sacas por hectare. No reporte de agosto, esses números foram de 46,66 milhões de toneladas e 163,42 sacas por hectare. 
O uso do cereal para etanol foi estimado em 124,47 milhões de toneladas, em linha com o divulgado em agosto, e foram mantidas também as exportações em 31,12 milhões de toneladas. Ainda em linha com o reporte anterior, ficaram os números de área plantada e colhida, se mantendo em 39,42 milhões e 36,06 milhões de hectares. 
Milho América do Sul - Sobre os números da América do Sul, foi mantida a estimativa de 72 milhões de toneladas de milho para a safra do Brasil, mas reduzida de 27 para 26 milhões a colheita da Argentina. 
Milho China - A produção chinesa de milho também foi mantida e ficou em 211 milhões de toneladas. 
Milho Mundo - Apesar do aumento na produção dos EUA, a estimativa para a produção mundial do cereal caiu de 957,15 milhões de toneladas para 956,67 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais globais foram revistos para cima de 150,17 milhões para 151,42 milhões de toneladas. 
Tabela Milho - USDA Setembro
Fonte: Notícias Agrícolas 

A espera dos novos números de oferta e demanda que o USDA divulga nesta quinta-feira

À espera dos novos números de oferta e demanda que o USDA divulga nesta quinta-feira (12), às 13h (horário de Brasília), o mercado internacional de grãos opera do lado negativo da tabela no pregão eletrônico. 
Os futuros da soja, por volta das 8h50 (horário de Brasília) , perdiam entre 5 e 8 pontos nos principais vencimentos, enquanto nos mercados do milho e do trigo as cotações recuavam entre 2 e 3 pontos nos contratos mais negociados. 
O mercado, segundo analistas, opera na defensiva antes da divulgação do novo relatório, porém, as expectativas são de uma redução dos números da soja e do milho. Para a oleaginosa as projeções são de que a produtividade, a produção e os estoques finais sejam revistos para baixo. 
Segundo um levantamento feito pela agência internacional Bloomberg, a produção de soja deverá ficar em 85,13 milhões de toneladas. O volume é 3,7% menor do que o divulgado no boletim anterior.  Para o milho, a projeção de uma colheita de 345,46 milhões de toneladas, 0,9% a menos do que o no boletim anterior. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Mercado a espera pelo novo reporte de oferta e demanda desta quinta-feira (12)

O mercado  a espera pelo novo reporte de oferta e demanda desta quinta-feira (12) do USDA. Uma pesquisa feita pela agência internacional Bloomberg aponta para um projeção para a nova safra de soja do país em 85,13 milhões de toneladas, volume 3,7% menor do que o divulgado há um mês. 
Além disso, o clima adverso no Meio-Oeste americano também continua no foco do mercado internacional. Nos últimos 30 dias, os estados de Iowa e Illinois, os maiores produtores de grãos, tiveram chuvas de menos de 5% do normal, de acordo com a Serviço Nacional de Clima dos EUA. Os próximos 10 dias, segundo as previsões climáticas, também não mostram chuvas em volume suficiente para reverter o prejuízo causado pela seca. 
"Isso irá limitar a recuperação dos já muito apertados estoques de soja dos Estados Unidos e irá limitar também, portanto, um declínio nos preços da soja nos próximos meses", divulgou o banco Goldman Sachs em um relatório. 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Relatório de acompanhamento de safra do EUA

USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou mais um relatório de acompanhamento de safra nesta segunda-feira (9). As lavouras de soja em boas ou excelentes condições caíram de 54 para 52%. Em situação regular, se encontram 32% das plantações, enquanto que na semana passada esse índice era de 31%. Já as lavouras em condições ruins ou muito ruins passaram de 15 para 16% em uma semana. 
No milho, 54% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, número menor do que os 56% da semana anterior. O USDA informou ainda que 29% das lavouras estão em situação regular e 17% em condições ruins ou muito ruins. Na semana anterior, esses números eram de, respectivamente, 28 e 16%. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A soja subiu em Chicago, rumo ao quinto ganho semanal .

A soja subiu em Chicago, rumo ao quinto ganho semanal sobre as especulações do governo dos EUA que vão cortar sua estimativa de produção depois do calor e secura das culturas prejudicadas no maior produtor do mundo.

A safra de soja dos EUA pode ser 3,13 bilhões de bushels, 3,7 % abaixo da estimativa de agosto, uma pesquisa da Bloomberg com analistas mostrou antes de o Departamento de Agricultura que prevê atualizações em 12 de setembro. Futuros subiram 13 % no mês passado. Temperaturas para o início da próxima semana podem chegar a 90 graus Fahrenheit (32 graus Celsius), no Centro-Oeste, incluindo os principais produtores de Iowa e Illinois, disse QT Weather.

"As previsões meteorológicas para o Meio-Oeste dos EUA ainda permanecem desfavoráveis ​​para a produção de soja, com temperaturas acima da média prevista durante a próxima quinzena, deixando o mercado preocupado que a produtividade da soja poderia diminuir ainda mais", disse Paul Deane, um economista agrícola da Australia & New Zealand Banking Group Ltd. em Melbourne, escreveu em uma nota.

Cerca de 54 % da soja dos EUA foram classificados como boa ou excelente estado a partir de 01 de setembro, uma queda de 58 % na semana anterior, segundo o USDA.
O USDA pode cortar sua previsão para a produção de milho dos EUA para 13,64 bilhões de bushels, 0,9% abaixo da estimativa de agosto, enquanto continua a ser o maior já registrado, de acordo com pesquisa da Bloomberg.
As chuvas não foram boas nos EUA, previsão de chuvas ‘’manchadas’’ esta semana o clima pode voltar a esquentar.

Soja: com foco na seca dos EUA.

mercado da soja ainda se foca no clima desfavorável dos Estados Unidos para continuar o movimento de alta. A falta de chuvas significativas no país já dura mais de um mês e a produtividade vem sendo drasticamente castigada pela seca, uma vez que as lavouras estão em período de enchimento de grãos. 
Assim, as especulações de que, no próximo dia 12 (quinta-feira), o USDA(Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trará números menores para a nova safra americana de soja também dão sustentação ao avanço das cotações. Expectativas de consultorias privadas já indicam uma expressiva baixa no volume da safra e também no rendimento que será reportado no boletim de oferta e demanda. 
No mês passado, os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, ainda segundo a Bloomberg, subiram 13% com o clima seco castigando o Meio-Oeste dos EUA. Além disso, as últimas previsões já mostram que não são esperadas precipitações suficientes para os próximos 10 dias que pudessem reverter os danos causados pela estiagem. Os estados mais afetados são Illinois, o norte do Missouri, Iowa e Minnesota. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EUA 2013: Seca no Corn Belt pode exigir racionamento de soja e milho

De acordo com Darrel Good, agrônomo da Universidade de Illinois, o rendimento médio do milho americano nesta safra foi inferior ao valor de tendência por três anos consecutivos, de 2010 a 2012. O déficit na produção resultou em preços mais elevados nos anos comerciais de 2010/11 e 2011/12. O mesmo ocorreu com a soja.  
Em 2013, as expectativas eram de produções maiores do que em 2012, impulsionadas pelo aumento do consumo durante o ano 2013/14, o acúmulo de estoques no final do ano e preços muito mais baixos do que no ano anterior. No entanto, essas expectativas começaram a mudar no início de agosto, quando o tempo quente começou a prejudicar ampla área de produção nos Estados Unidos. A precipitação média nos estados de Indiana, Illinois e Iowa, por exemplo, foram as mais baixas desde 1985.
Com isso, Good acredita que o consumo talvez possa precisar ser racionado novamente em 2013/14, uma vez que ambas as culturas poderão apresentar, novamente, menor rendimento e produção. Porém, a produtividade de milho teria de ser menor do que 152,7 sacas por hectare para necessitar de racionamento. A última previsão do USDA apontou para 163,4 sacas por hectare. Para a soja, a produção deveria ser menor do que 86 milhões de toneladas para exigir racionamento, o que também não deve ocorrer.
Segundo Good, o preço médio de milho para o produtor provavelmente será maior do que o previsto há um mês, mas ele acredita que o aumento acentuado dos preços dos níveis atuais para desencorajar o consumo não deverá ser necessário.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O mercado opera ainda na espera pelo novo relatório de oferta e demanda que o USDA .

Os futuros do milho e da soja  operam em campo negativo, mas registram um recuo menos intenso. 
Apesar de fundamentos ainda bastante positivos, dada a firme demanda pela oleaginosa norte-americana e pela falta de chuvas nos Estados Unidos há quase um mês, o mercado, segundo analistas, ainda encontra bastante instabilidade na formação dos preços. 
Assim, a volatilidade continua bastante presente entre as negociações no mercado internacional de grãos. O mercado opera ainda na espera pelo novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 12 de setembro, quinta-feira. 
A expectativa dos analistas é de que o departamento reduza suas estimativas para a nova safra tanto de soja quanto de milho em função das condições adversas de clima que têm prejudicado as lavouras. Para a soja, a projeção da FCStone é de que os EUA colha 85,62 milhões de toneladas, contra sua previsão anterior de 90,06 milhões de toneladas. Já a Newedge espera que sejam colhidas 86,27 milhões de toneladas.