Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O mercado opera ainda na espera pelo novo relatório de oferta e demanda que o USDA .

Os futuros do milho e da soja  operam em campo negativo, mas registram um recuo menos intenso. 
Apesar de fundamentos ainda bastante positivos, dada a firme demanda pela oleaginosa norte-americana e pela falta de chuvas nos Estados Unidos há quase um mês, o mercado, segundo analistas, ainda encontra bastante instabilidade na formação dos preços. 
Assim, a volatilidade continua bastante presente entre as negociações no mercado internacional de grãos. O mercado opera ainda na espera pelo novo relatório de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulga no próximo dia 12 de setembro, quinta-feira. 
A expectativa dos analistas é de que o departamento reduza suas estimativas para a nova safra tanto de soja quanto de milho em função das condições adversas de clima que têm prejudicado as lavouras. Para a soja, a projeção da FCStone é de que os EUA colha 85,62 milhões de toneladas, contra sua previsão anterior de 90,06 milhões de toneladas. Já a Newedge espera que sejam colhidas 86,27 milhões de toneladas. 

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Relatório de acompanhamento de safra dos EUA

USDA divulgou um novo relatório de acompanhamento de safra reduzindo ainda mais o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições. O número caiu de 58 para 54% em uma semana. As plantações em condições regulares aumentaram de 29 para 31% e, em condições ruins ou muito ruins, o número passou de 13 para 15%. 
No milho, o USDA informou que 56% das lavouras estão em boas ou excelentes condições, contra 59% da semana anterior. Em situação regular estão 28% das planrtações, enquanto na semana passada esse número era de 27%. Em situação ruim ou muito ruim, se encontram 16% das lavouras, frente aos 14% da semana anterior. 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Chuvas inesperados caíram em Mato Grosso

Chuvas inesperadas caíram no  mato grosso neste sábado em Campo Verde, e em Rondonópolis Choveu na madrugada desta terça feira. As previsões indicam mais algumas chuvas para Quarta feira 04/09/2013

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas

Os futuros dos grãos são maiores com a falta de chuvas. A soja e o milho devem cair 3 a 5% nas condições de cultivo. A decisão do Presidente para que o Congresso tome a decisão sobre a possibilidade de mover-se contra a Síria deu aos comerciantes uma razão para a sua atitude de risco-off nesta manhã em direção a outras commodities e o movimento de volta para a compra de ações.

Cerca de 40% da Cornbelt recebeu alguma chuva no fim de semana. Aquelas áreas que não receberam a umidade vão ter mais estresse esta semana. A próxima chance de chuva é para este fim de semana, mas os meteorologistas não estão fornecendo muita confiança na cobertura.

PMI da China mostrou uma melhora e as estimativas de comércio acima.  Ministro da China disse que vai continuar a aumentar as importações de milho devido à crescente demanda, aproveitando a oportunidade de uma colheita abundante no mercado.
Egito comprou 355 mil toneladas de trigo no fim de semana da região do Mar Negro.
Argentina está começando a enfrentar condições de seca em sua região trigo de inverno. Eles são um grande exportador de trigo, a maioria dos quais vão para o seu vizinho Brasil.

Brasil diz que exportou 3,0 mmt de milho em agosto, em comparação com 733.300 toneladas em julho. As exportações de soja foram 5,4 mmt em agosto em comparação com 5,66 mmt em julho.

Tecnicamente soja novembro precisa de um fechamento acima do nível 14,09 para retomar a tendência de alta.
SOJA +41
MILHO +6

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

EUA: Fim de semana de chuvas insuficientes no Corn Belt

O Cinturão de Grãos dos Estados Unidos, localizado no meio-oeste norte-americano, registrou algumas chuvas neste final de semana. Precipitações rápidas, localizadas e de baixo volume - de 10 a 20 mm - foram registradas nos estados de Iowa e Illinois. 
No entanto, segundo analistas e corretores tanto do Brasil quanto dos Estados Unidos afirmam que foram chuvas insuficientes para reduzir os danos que têm sido causados pela seca nas principais regiões produtoras do país. 
No entanto, em algumas regiões ao sul de Illinois, como na comunidade de Ridgway, não foram registradas chuvas e o clima continua castigando a produção, segundo Bill Raben, vice chairman da Associação dos Produtores de Soja de Illinois. 
De acordo com Raben, a cultura que mais sofre é a soja, uma vez que se encontra em fase determinante da produção - de enchimento de grãos - e a presença das precipitações é fundamental. Assim, com a estiagem, o que já se começa a notar é que há menos vagens por metro quadrado nos campos do que deveria. 
Porém, na mesma região, o milho dá sinais de resistência a essa seca, uma vez que já está em condições de ser colhido, processo que deverá ser iniciado nesta terça-feira (3). 
Além disso, para os próximos dias a previsão é de mais uma semana de clima intensamente quente e seco no Corn Belt. Está prevista para chegar à localidade uma onda de calor que deverá elevar ainda mais as temperaturas e comprometer ainda mais a produtividade das lavouras norte-americanas. Imagens de radar do site AccuWeather mostram que, nesse momento, nos estados de Iowa e Minnesota não há qualquer indicação de precipitações. 
Ainda segundo previsões do AccuWeather, o ar mais quente e seco deverá ser registrado desde essa segunda-feira (2), quando se comemora o feriado do Dia do Trabalho nos EUA, se estendendo até a próxima quarta-feira (4), principalmente no meio-oeste do país. Os níveis de umidade já começam a cair ainda mais em quase todos os estados norte-americanos. 

Feriado Nos EUA nesta segunda feira.

Nesta segunda-feira, 2 de setembro, comemora-se o feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos e, por isso, os negócios não acontecem nas Bolsas de Chicago e Nova York. os trabalhos serão retomados nesta terça-feira, dia 3.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Clima nos EUA

Uma frente fria deve se mover para o meio-oeste americano neste final de semana, fazendo com que as temperaturas comecem a cair gradualmente, de acordo com o site The Weather Channel. Porém, mais recordes de temperatura alta são esperadas nos Estados Unidos nesta sexta-feira. Des Moines, em Iowa, deve chegar a 38ºC. Em Peoria, no estado de Illinois, a máxima deve ficar por volta de 36ºC. 


No final de semana, as temperaturas irão cair para 21ºC e até 15ºC em algumas partes do norte do meio-oeste e na região dos grandes lagos. Mais ao sul do meio-oeste, em St. Louis e Kansas, as mínimas devem ficar nos 26ºC.

Tempestades
Segundo o site Accuweather, algumas tempestades podem atingir a região de Chicago, Illinois. Há riscos de fortes tempestades localizadas no final desta sexta-feira. Algumas comunidades podem ser atingidas por rajadas de vento e granizo. Esta tendência deve continuar no sábado e domingo. 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA

O mercado internacional de grãos permanece acompanhando as previsões climáticas nos EUA, que podem comprometer, ainda mais, o rendimento das lavouras do país. Nesta quarta-feira (28), alguns mapas já apontavam para possíveis chuvas em algumas regiões produtoras do país, a partir de hoje. Entretanto, segundo analistas, as precipitações ainda não seriam suficientes para amenizar a situação de stress hídrico das plantações norte-americanas. 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Clima nos EUA ( GFS OU EURO?)

 As previsões do tempo informado pelo modelo GFS indicou o solo um pouco mais úmido nos últimos 5 dias e muito úmido nos próximos 11 a 15 dias. Os tempos são mais frescos para o início da próxima semana e no período de 11 a 15 dias, e agora fala-se de tempos muito mais frios no norte do Wisconsin. O modelo Euro é menos convincente do potencial de chuva. Com os rendimentos caindo os comerciantes querem ver a chuva antes de dar a sua posição.

Farm Futures Revista que pesquisou um grupo de agricultores que disseram que vai plantar 3,4 % acres  a menos de milho em 2014 e que pretendem plantar 2% a mais de soja. Isso faria uma plantação recorde de hectares de soja em 2014.

Futuros de soja na terça-feira foram revisados nos altos contratos que foram feitos no dia 14 de setembro de 2012. A 14.09 ¾ é agora um nível de resistência crítica nos contratos futuros de novembro. A lacuna deixada após a forte alta de abertura de segunda-feira será o apoio.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago.

O clima quente e seco permanece dando sustentação aos preços futuros em Chicago. Para esta semana, as previsões climáticas indicam que o calor deve continuar assolando o meio-oeste norte-americano. As temperaturas deverão permanecer 5°C acima da média para o período, segundo informações do site Weather.com. Em algumas regiões, como Iowa, Norte do Missouri, nordeste de Kansas e leste de Nebraska, as temperaturas tendem a ficar entre 38°C e 40°C.
Frente a essa situação, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições, de 62% para 58%. Para o milho, o departamento apontou uma diminuição de 61% para 59%. 
Para o diretor do SIMconsult, João Birkhan, o mercado precifica uma quebra já consolidada. “A safra norte-americana de soja que era estimada em 93 milhões de toneladas em julho pelo USDA baixou para 85 milhões de toneladas, conforme os números do Crop Tour. E se o clima continuar ruim tem espaço para subir ainda mais”, afirma. 
Paralelo a esse cenário, o diretor destaca que os estoques dos EUA ficarão apertados, já que a safra do país irá atender a demanda mundial até a entrada da nova safra brasileira no mercado, em meados de abril do próximo ano. “Em determinado momento, as cotações podem recuar, porém o patamar de preços é daqui para cima”, acredita Birkhan.
Por: David B. Rahe