Jesus

APOIO NA COMERCIALIZAÇÃO DE SOJA, MILHO, SORGO E TODOS OS PRODUTOS AGRÍCOLAS.

Obrigado Senhor por guiar minha vida na direção dos caminhos que preparaste para mim.



sexta-feira, 18 de setembro de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 18/09 /2015

Dólar  R$ 3,9575(1,9580)

Máxima R$ 3,9575

Minima R$ 3,8695

Dólar em 05/10/15R$ 4,00


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
Nov15      (-13,4)     8,67
Jan16      (-11,4)      8,72
Mar16     (-13,4)      8,76
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DeZ    (-2,4)           377
Mar16   (-2,2)                    3,88
Mai16        (-2,2)           3,96

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 59,00
Rondonópolis: R$ 72 ,00
Alto Garça: R$ 70,50                                                       
Sorriso: R$ 61,50
Itiquira: R$ 71,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$57,00
Rondonópolis: R$ 66,80
Alto Garça: R$ 64,50                                                      
Sorriso: R$ 60,00
Itiquira: R$65,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO  2016 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 24,00
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 18,00
Itiquira: R$ 21,50

Fed mantém taxa de juros nos EUA devido à incerteza mundial


 - O Federal Reserve (Fed) optou nesta quinta-feira pela manutenção de sua taxa de juros em quase zero, a fim de proteger os Estados Unidos das incertezas econômicas mundiais.

"Recentes acontecimentos globais econômicos e financeiros podem frear a atividade econômica e provavelmente podem pressionar a uma queda maior da inflação no curto prazo", disse o comunicado do Comitê de Política Monetária (FOMC) do Fed.

Com essa decisão, o Fed manteve sua taxa de juros em uma faixa entre 0% e 0,25%, aplicada desde dezembro de 2008 com o objetivo de tirar a maior economia do mundo da recessão.

A presidente do Fed, Janet Yellen, disse, após a reunião, que o panorama econômico mundial é "incerto", ao explicar por que o organismo decidiu manter inalterada a taxa de juros. 

"O panorama externo parece ter se tornado mais incerto. E as fortes preocupações pelo (fraco) crescimento da China e de outras economias emergentes levaram à volatilidade dos mercados", observou.

Yellen mencionou também a valorização do dólar e estimou que todos esses fatores "poderiam frear a atividade econômica dos Estados Unidos".

Um membro do FOMC Jeffrey Lacker, que defendia um aumento de 0,25%, votou contra.

Com a desaceleração da economia mundial, o Fed recebeu pedidos para que se movimentasse com cautela na condução de sua taxa de juros.

Yellen disse que lamenta que as permanentes especulações sobre a decisão do Fed tenha sido um fator que contribuiu com as turbulências dos mercados.

"É uma situação desagradável", disse Yellen. "Somos muito conscientes que nossa decisão de hoje suscitava um imenso interesse", disse e acrescentou "as decisões de política monetária não são tomadas todos os dias".

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu ao Fed que tivesse paciência em relação ao aumento dos juros, que poderia causar crises cambiais e com a fuga de capitais aos países em desenvolvimento, em razão de um dólar mais forte.

O Banco Mundial alertou as economias emergentes para que se preparem para novas turbulências. Com a desaceleração da economia chinesa, vários países emergentes sofrem com fugas de capitais, depreciação de moedas e queda dos preços das matérias-primas. Outros, como o Brasil, encontram-se em recessão.

Após o anúncio do Fed, o petróleo caiu 25 centavos em Nova York, a 46,90 dólares o barril. Em Wall Street, a sessão terminou com seus principais índices em baixa: o Dow Jones recuou 0,38%, o Nasdaq, 0,10% e o S&P 500 0,25%.

Objetivos do FedO objetivo do Fed é que a inflação, que atualmente é de 0,3% ao ano, se aproxime de 2% no médio prazo; um nível que o banco central considera saudável para a economia dos Estados Unidos. 

O Fed demonstrou otimismo em relação ao crescimento da economia e ao emprego no Estados Unidos neste ano, mas seu prognóstico foi mais prudente para 2016.

O PIB dos Estados Unidos crescerá 2,1% em ritmo anual no último trimestre de 2015, o que significa uma alta em comparação 1,9% previsto em junho.

Os dados indicam que "a atividade econômica está expandindo-se a um ritmo moderado", disse o comunicado do FOMC.

O FOMC lembrou que o gasto das famílias e os investimentos das empresas estão crescendo moderadamente, e o setor da construção melhorou. No entanto, as exportações foram fracas.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 17/09 /2015

Dólar  R$ 3,8815(1,2550)

Máxima R$ 3,9045

Minima R$ 3,8361

Dólar em 05/10/15R$ 3,90


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
Nov15     (-4,2)     8,83
Jan16     (-4,0)     8,87
Mar16    (-3,2)      8,90
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DeZ             (-3,4)               3,82 
Mar16        (-3,2)              3,93 
Mai16         (-3,4)              4,0

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 59,00
Rondonópolis: R$ 73  ,00
Alto Garça: R$ 71 ,50                                                       
Sorriso: R$ 61,50
Itiquira: R$ 72 ,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$57,00
Rondonópolis: R$ 67 ,50
Alto Garça: R$ 64,50                                                      
Sorriso: R$ 60,00
Itiquira: R$67 ,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO  2016 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 24,00
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 18,00
Itiquira: R$ 21,50

Dólar sobe sobre real, à espera de decisão do Fed

O dólar subia mais de 1% ante o real nesta quinta-feira (17), em meio ao quadro conturbado local e à espera da decisão do Federal Reserve (banco central dos EUA)  a ser anunciada às 15h (horário de Brasília), quando o banco central norte-americano pode optar por promover a primeira alta de juros em quase uma década, o que pode fazer subir a cotação do dólar por aqui.
Às 9h59, a moeda norte-americana subia 1,22%, cotada a R$ 3,8812.
Pela manhã, o Banco Central dará continuidade à rolagem dos swaps cambiais que vencem em outubro, com oferta de até 9,45 mil contratos, equivalentes a venda futura de dólares.

Na véspera, o dólar caiu 0,74%, cotado a R$ 3,8341. Na semana, a moeda acumula queda de 1,11%. No mês e no ano, há valorização de 5,71% e 44,21%, respectivamente.

Expectativa com juros dos EUA
O principal foco do mercado é a reunião do Fed, em meio a incertezas sobre a possibilidade de o banco central norte-americano promover a primeira alta de juros em quase uma década.

Embora a recuperação da economia dos EUA venha dando sinais de força, as turbulências financeiras recentes nos mercados globais e a inflação persistentemente baixa nos EUA injetaram dúvidas no mercado.
Pesquisa da Reuters mostrou que uma maioria apertada prevê a manutenção dos juros norte-americanos nos atuais patamares, perto de zero. Na semana passada, a aposta ligeiramente majoritária era de aumento.
Intervenções do BC no câmbio
É de quase R$ 100 bilhões o valor da conta que o Banco Central teve de pagar, neste ano, para carregar os contratos de "swaps cambiais" - instrumentos que equivalem à venda futura de dólares. O valor foi gasto pela autoridade monetária em 2015 até a última sexta. Somente na parcial de setembro, as perdas somaram R$ 25,17 bilhões.

De forma geral, o BC lucra com essas operações quando o dólar cai e perde quando a cotação da moeda norte-americana sobe.
O Banco Central informou na quarta-feira que, em setembro, até a última sexta-feira (11), asretiradas de dólares superaram o ingresso de divisas em US$ 517 milhões. Na parcial de 2015, até 11 de setembro, porém, ainda foi contabilizada a entrada de dólares na economia brasileira. Neste período, o ingresso de recursos no país somou US$ 10,75 bilhões. Em igual período do ano passado, apenas US$ 794 milhões haviam saído do Brasil.

Por: Paul Georgy –Illinois EUA

O tempo está perto, os comerciantes estão à espera de ouvir a decisão do Fed sobre taxas de juro. Eles são esperado para anunciar os resultados às 1:00 pm CDT. Polls Newswire estão dizendo que há cerca de 30% dos comerciantes  pensam  que  poderia acontecer um aumento hoje e os outros acham que o Fed vai adiar até dezembro.

Estimativas do USDA de exportação semanal de vendas para este relatório são: milho 400.000 a 600.000 toneladas, soja 900 mil para 1,3 milhão de toneladas.
Strategie Grains, uma empresa de consultoria europeia, cortar a produção de milho da UE em 2,3 mmt para 57,4 mmt para 2015 e 24% a menos que em 2014.
China é esperado para assinar acordos de compra de milhões de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos durante a visita do presidente Xi Jinping na próxima semana.

Compradores de etanol chineses estão buscando mais importações nos próximos meses, no entanto, as compras poderiam desacelerar até o final do ano, a indústria espera um corte de preços do milho do estado. Eles têm sido compradores agressivos este ano, a compra de quase cinco vezes mais etanol como no ano anterior, até julho.

As exportações de grãos da Rússia pode atingir um valor recorde de 4,7 milhões de toneladas em setembro, como projetado pelo Presidente da União Russa de Grãos, Arkady Zlochevsky. Exportações globais de trigo em 2015 deverão atingir 35 milhões de toneladas, devido às grandes reservas do ano passado e 2.015 de boa colheita.


O mercado está esperando Macro agosto começa a habitação de hoje denunciar emostrar um decréscimo de 3,8%, para 1,160 milhões, caindo para trás, depois de subir 0,2% para um ano alta de 1,206 milhões de unidades 7-3 / 4 em julho. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

COTAÇÃO

FECHAMENTO EM 16/09 /2015

Dólar  R$ 3,8330(1,2800)

Máxima R$ 3,8560

Minima R$ 3,8196

Dólar em 05/10/15R$ 3,90


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
Nov15     (+1,2)     8,90
Jan16     (+1,2)      8,93
Mar16    (+2,0)     8,95
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DeZ    (-3,4)           3,87
Mar16   (-3,2)                    3,98
Mai16        (-3,4)           4,06

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 59,00
Rondonópolis: R$ 72 ,00
Alto Garça: R$ 70,50                                                       
Sorriso: R$ 61,50
Itiquira: R$ 71,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$57,00
Rondonópolis: R$ 66,80
Alto Garça: R$ 64,50                                                      
Sorriso: R$ 60,00
Itiquira: R$65,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO  2016 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 24,00
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 18,00
Itiquira: R$ 21,50

Dólar cai ante real, na véspera de decisão do Fed

O dólar opera em queda ante o real nesta quarta-feira (16), na véspera da decisão do Federal Reserve, banco central norte-americano, e em meio a incertezas sobre o futuro do ajuste fiscal no Brasil e o quadro político conturbado. A expectativa é que o Fed volte a elevar a taxa de juros dos Estados Unidos, o que pode fazer subir a cotação do dólar por aqui.


O Banco Central volta, nesta quarta, a rolar (trocar títulos que vão vencer por títulos novos) de swaps cambiais, operações que equivalem à venda futura de dólares – com isso, o BC mantém no mercado os dólares equivalentes a essas operações. Serão ofertados até 9,45 mil contratos.

Na véspera, o dólar subiu 1,28%, cotado a R$ 3,8626, após a divulgação das medidas do governo federal divulgadas na segunda-feira, com investidores preocupados com a perspectiva de que partes relevantes das medidas fiscais anunciadas, como o retorno da CPMFx, podem enfrentar dificuldades de aprovação no Congresso.

O governo anunciou na véspera um pacote de medidas fiscais de R$ 65 bilhões, com o objetivo de garantir superávit primário em 2016 e resgatar a credibilidade da política fiscal. A principal proposta é a recriação da polêmica CPMF, imposto sobre operações financeiras, que deverá ter tramitação difícil no Congresso Nacional.

Na semana, a moeda acumula queda de 0,37%. No mês e no ano, há alta acumulada de 6,49% e 45,28%, respectivamente.


Às 10h40, a moeda norte-americana caía 0,48%, cotada a R$ 3,844

China deverá comprar milhões de toneladas de soja dos EUA durante visita de Xi

A China, maior compradora de soja do mundo, vai adquirir milhões de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos durante a visita do presidente Xi Jinping ao país na próxima semana, disseram fontes da indústria.
A delegação chinesa provavelmente vai assinar acordos para comprar "vários milhões" de toneladas de soja, durante uma cerimônia em 24 de setembro no Estado de Iowa, disse uma fonte que vai viajar com o grupo comercial que acompanha Xi.
A China compra mais de 60 por cento do volume de soja negociada no mundo, e o produto rotineiramente está na lista de compras de líderes chineses que visitam os Estados Unidos, o segundo maior exportador do mundo atrás do Brasil.
Quando Xi fez sua primeira visita de Estado aos Estados Unidos como vice-presidente em fevereiro de 2012, uma delegação chinesa assinou um acordo para comprar mais de 12 milhões de toneladas de soja, um recorde em um negócio realizado de uma só vez.
Embora os acordos sejam vistos como gestos políticos, eles poderiam impulsionar o mercado de soja em Chicago <0>, cujo primeiro contrato foi negociado em mínimas de seis anos e meio recentemente.
Mais de 20 empresas chinesas, incluindo processadores de alimentos estatais como Cofco, Sinograin e o Heilongjiang Jiusan Group, integrarão a delegação, disseram as fontes.
A empresa privada Sunrise Group, que costumava ser o maior comprador de soja, também faz parte da missão.
A China deve comprar um total de 27 milhões de toneladas de soja dos Estados Unidos durante a temporada 2015/16 (outubro/setembro), abaixo dos 29,6 milhões de toneladas no ano anterior, segundo um órgão do governo chinês (CNGOIC).
A previsão da CNGOIC para importações totais de soja pelo país em 2015/16 aponta crescimento de apenas 1 milhão de toneladas, para 78 milhões de toneladas no período, por causa do abrandamento da economia do país.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

cotação

FECHAMENTO EM 15/09 /2015

Dólar  R$ 3,8601(1,2800)

Máxima R$ 3,8819

Minima R$ 3,8371

Dólar em 05/10/15R$ 3,90


FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA SOJA:
Mês            Pontos       Bushel
Nov15     (+6,2)     8,90
Jan16     (+6,0)     8,93
Mar16    (+6,2)      8,95
FECHAMENTO BOLSA DE CHICAGO PARA MILHO:
Mês            Pontos          Bushel
DeZ    (-3,0)           3,90
Mar16   (-3,0)                    4,01
Mai16      (-3,0)           4,08

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA DISPONÍVEL
L. do Rio Verde: R$ 60,00
Rondonópolis: R$ 73 ,00
Alto Garça: R$ 70,50                                                       
Sorriso: R$ 62,50
Itiquira: R$ 71,00

FECHAMENTO DOS PREÇOS DE SOJA 2016:
L. do Rio Verde: R$57,00
Rondonópolis: R$ 67,00
Alto Garça: R$ 64,50                                                      
Sorriso: R$ 60,00
Itiquira: R$65,50

FECHAMENTO DOS PREÇO DE MILHO  2016 
L. do Rio Verde: R$16,00
Rondonópolis: R$ 24,00
Alto Garça: R$ 19,50                                                        
Sorriso: R$ 18,00
Itiquira: R$ 21,50

USDA reduz índice de lavouras de soja em boas condições de 63% para 61%; colheita do milho em 5%

Na segunda-feira (14), o USDA  informou seu novo relatorio semanal de acompanhamento de safras e, pela primeira vez em semanas, reduziu o índice de lavouras de soja em boas/excelentes condições no país. O número caiu de 63% para 61%. São 27% das plantações em situação regular e 11% delas em condições ruins ou muito ruins. 
O USDA informou também que 35% plantações de soja já estão derrubando suas folhas, contra 18% da semana passada, 31% de média dos últimos cinco anos e 22% do mesmo período de 2014. 
Sobre o milho, o departamento norte-americano trouxe os primeiros indicativos da colheita da safra 2015/16, que já havia sido concluída, até o último domingo (13), em 5% da área. No ano passado, esse índice era de 4% e o número da média dos últimos cinco anos é de 9%. 
Há ainda 87% das plantações do cereal na fase do milho dentado - contra 76% da semana anterior - e 35% na fase de maturação. Além disso, o USDA reportou também que o índice de lavouras de milho em boas excelentes condições permaneceu em 68%, 22% delas estão em situação regular e 10% em condições ruins ou muito ruins.